Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
Se você gostou deste artigo sobre intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, talvez também se interesse pelas seguintes informações:
Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
Se você gostou deste artigo sobre intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, talvez também se interesse pelas seguintes informações:
Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
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- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
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Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
Se você gostou deste artigo sobre intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, talvez também se interesse pelas seguintes informações:
Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
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Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
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Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
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Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
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Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
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- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
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Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
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Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
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Terceira fase de intervenção
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Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
Se você gostou deste artigo sobre intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, talvez também se interesse pelas seguintes informações:
- Ampliar o tempo das atividades de raciocínio.
- Aumentar o tempo das atividades de memória.
- Ampliar o tempo das atividades de conteúdo de leitura.
- Reduzir o tempo das atividades de atenção sustentada.
- Reduzir o tempo das atividades monótonas.
- Ampliar as atividades de simuladores ou jogos.
- Eliminar as atividades que implicavam raciocínios complexos (por exemplo, copiar modelos em espelho, subtrações, etc.)
Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
Se você gostou deste artigo sobre intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, talvez também se interesse pelas seguintes informações:
- Ampliar o tempo das atividades de raciocínio.
- Aumentar o tempo das atividades de memória.
- Ampliar o tempo das atividades de conteúdo de leitura.
- Reduzir o tempo das atividades de atenção sustentada.
- Reduzir o tempo das atividades monótonas.
- Ampliar as atividades de simuladores ou jogos.
- Eliminar as atividades que implicavam raciocínios complexos (por exemplo, copiar modelos em espelho, subtrações, etc.)
Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.
Se você gostou deste artigo sobre intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, talvez também se interesse pelas seguintes informações:
Aura Fundació explica neste artigo como realizam a intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais com NeuronUP na sua fundação.
Em setembro de 2017, Aura Fundació iniciou a implementação e adaptação de NeuronUP para pessoas com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais.
Um dos principais motivos pelos quais optamos por este programa é o tipo de atividades que oferece. Os exercícios do NeuronUP cumprem os princípios de “generalização e/ou transferência”. Esses princípios se enquadram na filosofia-metodologia de trabalho que a Aura sempre seguiu, a metodologia da aprendizagem mediada.
Pudemos constatar que representa um grande benefício tanto a nível cognitivo quanto funcional devido a que é facilmente aplicável no dia a dia. Além disso, favorece o aumento do grau de motivação e envolvimento da pessoa e melhora a autonomia pessoal e a autoestima. Ademais, facilita a manutenção das competências psicossociais necessárias para as atividades da vida diária e social dessas pessoas.
«Trabalhar com computadores e tablets é mais estimulante e motivador.»
Focando no âmbito do treinamento cognitivo, e para trabalhar as diferentes habilidades, asseguramo-nos de realizar o trabalho prévio de introdução do programa e preparação que consiste em “aprender a aprender”. Isto inclui definir cada uma das funções cognitivas e os diferentes processos.
Por exemplo, explicar o que significa a atenção e descrever os subtipos (atenção sustentada, atenção seletiva, atenção alternada) buscando exemplos práticos da vida diária em diferentes contextos (âmbito familiar, laboral, lazer,…).
Intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down
Aura Fundació explica como realizar uma intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down.
Primeira fase de intervenção
Na primeira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down começamos com um grupo reduzido de participantes utilizando NeuronUP como programa de estimulação cognitiva. Revisamos “uma a uma” todas as atividades do programa (tanto as da versão digital como as em papel). Depois, desenhamos um programa com diferentes níveis de dificuldade.
Um dos aspetos mais positivos de trabalhar com NeuronUP é que as atividades que oferece a versão “adultos” apresentam um conteúdo muito prático e funcional. Além disso, têm uma apresentação atrativa à base de fotografias.
De todas as funções cognitivas que trabalha NeuronUP, selecionamos aquelas que acreditamos que, inicialmente, podem ser mais benéficas para as pessoas com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais, planejando as sessões de forma que se trabalhem paulatinamente do menor para o maior grau de dificuldade para ajustá-las aos avanços e às necessidades das pessoas participantes.
Mudanças na intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down
Ao longo dos meses em que o programa foi aplicado fizemos algumas adaptações em relação ao tempo de aplicação e ao tipo de atividades.
Por exemplo, eliminamos algumas atividades porque lhes eram difíceis de compreender. Além disso, ampliamos o tempo de realização porque não chegavam a tempo de ler o enunciado quando a atividade já se iniciava. A seguir detalhamos algumas das mudanças efetuadas.
- Ampliar o tempo das atividades de raciocínio.
- Aumentar o tempo das atividades de memória.
- Ampliar o tempo das atividades de conteúdo de leitura.
- Reduzir o tempo das atividades de atenção sustentada.
- Reduzir o tempo das atividades monótonas.
- Ampliar as atividades de simuladores ou jogos.
- Eliminar as atividades que implicavam raciocínios complexos (por exemplo, copiar modelos em espelho, subtrações, etc.)
Um dos aspetos que se mostrou muito útil é a possibilidade de poder ouvir a instrução ao mesmo tempo em que se lê. Da mesma forma, algo que se mostra muito benéfico é poder realizar um breve treinamento da atividade para assegurar que foi entendido e assimilado adequadamente.
Segunda fase de intervenção
Num segunda fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down elaboramos um novo programa com os mesmos níveis de complexidade que os anteriores, mas com novas atividades.
Esses programas incluíam as mudanças que já havíamos contemplado com o objetivo de que se adaptassem ao perfil e às necessidades dos nossos participantes, adicionando novas atividades assim como simuladores, com o objetivo de favorecer aspectos concretos relacionados com as atividades da vida diária.
Paralelamente, pudemos observar a partir das observações realizadas que, uma vez decorridos seis meses de prática com NeuronUP, as pessoas participantes mostram um maior grau de autonomia e iniciativa. Assim como uma maior habilidade na realização das atividades, uso do computador e também da página do NeuronUP, na capacidade de iniciar e gerir sua própria sessão, etc.
Da mesma forma, ao transferir para atividades da vida diária, utilizando a metodologia da aprendizagem mediada, também melhoraram na habilidade de identificar as funções cognitivas trabalhadas relacionando-as com atividades e/ou tarefas que realizam no seu dia a dia.
Graças a todas essas mudanças, pudemos aumentar a adesão às sessões de estimulação cognitiva, a motivação e o número de participantes.
Terceira fase de intervenção
Atualmente, para a terceira fase de intervenção cognitiva em pessoas com síndrome de Down, temos elaborado um novo programa ao qual acrescentamos novas atividades e com o qual se pode trabalhar com base em 5 níveis distintos de dificuldade.
Esses níveis respondem a diferentes necessidades e capacidades que observamos em nossos participantes, uma vez que os perfis são muito distintos entre si:
- Nível alto: para as pessoas participantes que têm boa compreensão e um bom nível cognitivo. Trabalham de forma totalmente autônoma.
- Nível médio-alto: para os participantes que leem e escrevem bem, mas o ritmo é mais lento e/ou necessitam de apoio pontual.
- Nível médio: para as pessoas que leem e escrevem, mas com um ritmo de compreensão médio-baixo.
- Nível médio-baixo: para aquelas pessoas participantes que têm dificuldades na leitura, mas que com apoio visual são capazes de resolver atividades simples de leitura.
- Nível baixo: desenhado apenas com atividades visuais para todas aquelas pessoas que não adquiriram habilidades de leitura nem de escrita e necessitam de apoio.
A metodologia que utilizamos nos permite trabalhar as diferentes habilidades, planificando-as com seus objetivos específicos, sequenciando-as e analisando as estratégias utilizadas. Tudo isso favorece a discussão de ideias e a generalização do que foi aprendido, assim como a avaliação dos progressos realizados periodicamente.
«As pessoas participantes avaliam muito positivamente este programa, pois as atividades lhes parecem motivadoras e, em muitas ocasiões, um desafio a superar.»
Cada vez são mais as pessoas que solicitaram trabalhar com NeuronUP, o que nos causa muita satisfação. Estamos convencidos de que repercute na melhoria do rendimento cognitivo e influencia positivamente na aquisição de habilidades e na autonomia pessoal. Em definitivo, facilita a inserção laboral e promove uma melhor qualidade de vida.
Intervenção cognitiva com NeuronUP em pessoas com síndrome de Down e deterioração leve
Da mesma forma, estamos aplicando-o de maneira personalizada como intervenção terapêutica não farmacológica em um grupo reduzido de pessoas que já estão na etapa pós-laboral e que participam do programa Aura Vital. Algumas dessas pessoas iniciaram um processo de deterioração leve e outras já foram diagnosticadas com a doença de Alzheimer em fase inicial.
Estamos convencidos de que o NeuronUP permite potenciar as funções preservadas e frear a evolução da deterioração cognitiva, já que se baseia nos princípios fundamentais da intervenção cognitiva, que são a neuroplasticidade e a psicoestimulação.
Em síntese, na Aura Fundació apostamos no NeuronUP porque nos permite adaptar a intervenção às pessoas e favorecer a manutenção e a melhoria cognitiva.







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