Além disso, torna-se preciso ter como referência um modelo teórico que justifique a elaboração do programa de reabilitação.
Em definitivo, não há dúvida de que a neuropsicologia clínica evoluiu de forma positiva em pouco tempo e continua se desenvolvendo cada vez mais graças a iniciativas como estas, que representam um avanço considerável em um aspecto tão essencial quanto a reabilitação neuropsicológica.
Bibliografia:
- Rebollo, M. A., & Montiel, S.Atención y funciones ejecutivas. Revista de neurología. 2006;42(2):S3-S7.
- Sohlberg MM, Mateer CA. Improving Attention and Managing Attentional Problems. Annals of the New York Academy of Sciences. 2006;931(1):359–75.
- Egeland, J., Rund, B. R., Sundet, K., Landrø, N. I., Asbjørnsen, A., Lund, A., … & Hugdahl, K. Attention profile in schizophrenia compared with depression: differential effects of processing speed, selective attention and vigilance. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2003;108(4):276-284.
- dos Santos Assef, E. C., Capovilla, A. G. S., & Capovilla, F. C.. Computerized Stroop test to assess selective attention in children with attention deficit hyperactivity disorder. The Spanish journal of psychology. 2007;10(1):33-40.
- Brickenkamp, R. (1962). Aufmerksamkeits-Belastungs-Test Handanweisung d-2.
- Robertson, I. H., Ward, T., Ridgeway, V., & Nimmo-Smith, I. (1994). The test of everyday attention (TEA). San Antonio, TX: Psychological Corporation.
- Manly, T., Anderson, V., Nimmo-Smith, I., Turner, A., Watson, P., &Robertson, I. H. The differential assessment of children’s attention: The Test of Everyday Attention for Children (TEA-Ch), normative sample and ADHD performance. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2001;42(08):1065-1081.
- Chan, R. C., Lai, M. K., & Robertson, I. H. Latent structure of the Test of Everyday Attention in a non-clinical Chinese sample. Archives of clinical neuropsychology. 2006;21(5):477-485.
- Golden, C. J. (1994). STROOP: Test de colores y palabras: Manual. TEA ediciones S.A.
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Além disso, torna-se preciso ter como referência um modelo teórico que justifique a elaboração do programa de reabilitação.
Em definitivo, não há dúvida de que a neuropsicologia clínica evoluiu de forma positiva em pouco tempo e continua se desenvolvendo cada vez mais graças a iniciativas como estas, que representam um avanço considerável em um aspecto tão essencial quanto a reabilitação neuropsicológica.
Bibliografia:
- Rebollo, M. A., & Montiel, S.Atención y funciones ejecutivas. Revista de neurología. 2006;42(2):S3-S7.
- Sohlberg MM, Mateer CA. Improving Attention and Managing Attentional Problems. Annals of the New York Academy of Sciences. 2006;931(1):359–75.
- Egeland, J., Rund, B. R., Sundet, K., Landrø, N. I., Asbjørnsen, A., Lund, A., … & Hugdahl, K. Attention profile in schizophrenia compared with depression: differential effects of processing speed, selective attention and vigilance. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2003;108(4):276-284.
- dos Santos Assef, E. C., Capovilla, A. G. S., & Capovilla, F. C.. Computerized Stroop test to assess selective attention in children with attention deficit hyperactivity disorder. The Spanish journal of psychology. 2007;10(1):33-40.
- Brickenkamp, R. (1962). Aufmerksamkeits-Belastungs-Test Handanweisung d-2.
- Robertson, I. H., Ward, T., Ridgeway, V., & Nimmo-Smith, I. (1994). The test of everyday attention (TEA). San Antonio, TX: Psychological Corporation.
- Manly, T., Anderson, V., Nimmo-Smith, I., Turner, A., Watson, P., &Robertson, I. H. The differential assessment of children’s attention: The Test of Everyday Attention for Children (TEA-Ch), normative sample and ADHD performance. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2001;42(08):1065-1081.
- Chan, R. C., Lai, M. K., & Robertson, I. H. Latent structure of the Test of Everyday Attention in a non-clinical Chinese sample. Archives of clinical neuropsychology. 2006;21(5):477-485.
- Golden, C. J. (1994). STROOP: Test de colores y palabras: Manual. TEA ediciones S.A.
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- utilidade da tarefa,
- população a que se destina,
- modalidade dos estímulos (auditivos, visuais ou ambos),
- design (cor, dimensão, movimento etc.),
- pontuações que se desejam obter (acertos, tipos de erros, tempo etc.),
- parâmetros que se desejam controlar para que a atividade esteja o mais estruturada possível.
Além disso, torna-se preciso ter como referência um modelo teórico que justifique a elaboração do programa de reabilitação.
Em definitivo, não há dúvida de que a neuropsicologia clínica evoluiu de forma positiva em pouco tempo e continua se desenvolvendo cada vez mais graças a iniciativas como estas, que representam um avanço considerável em um aspecto tão essencial quanto a reabilitação neuropsicológica.
Bibliografia:
- Rebollo, M. A., & Montiel, S.Atención y funciones ejecutivas. Revista de neurología. 2006;42(2):S3-S7.
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- dos Santos Assef, E. C., Capovilla, A. G. S., & Capovilla, F. C.. Computerized Stroop test to assess selective attention in children with attention deficit hyperactivity disorder. The Spanish journal of psychology. 2007;10(1):33-40.
- Brickenkamp, R. (1962). Aufmerksamkeits-Belastungs-Test Handanweisung d-2.
- Robertson, I. H., Ward, T., Ridgeway, V., & Nimmo-Smith, I. (1994). The test of everyday attention (TEA). San Antonio, TX: Psychological Corporation.
- Manly, T., Anderson, V., Nimmo-Smith, I., Turner, A., Watson, P., &Robertson, I. H. The differential assessment of children’s attention: The Test of Everyday Attention for Children (TEA-Ch), normative sample and ADHD performance. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2001;42(08):1065-1081.
- Chan, R. C., Lai, M. K., & Robertson, I. H. Latent structure of the Test of Everyday Attention in a non-clinical Chinese sample. Archives of clinical neuropsychology. 2006;21(5):477-485.
- Golden, C. J. (1994). STROOP: Test de colores y palabras: Manual. TEA ediciones S.A.
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- utilidade da tarefa,
- população a que se destina,
- modalidade dos estímulos (auditivos, visuais ou ambos),
- design (cor, dimensão, movimento etc.),
- pontuações que se desejam obter (acertos, tipos de erros, tempo etc.),
- parâmetros que se desejam controlar para que a atividade esteja o mais estruturada possível.
Além disso, torna-se preciso ter como referência um modelo teórico que justifique a elaboração do programa de reabilitação.
Em definitivo, não há dúvida de que a neuropsicologia clínica evoluiu de forma positiva em pouco tempo e continua se desenvolvendo cada vez mais graças a iniciativas como estas, que representam um avanço considerável em um aspecto tão essencial quanto a reabilitação neuropsicológica.
Bibliografia:
- Rebollo, M. A., & Montiel, S.Atención y funciones ejecutivas. Revista de neurología. 2006;42(2):S3-S7.
- Sohlberg MM, Mateer CA. Improving Attention and Managing Attentional Problems. Annals of the New York Academy of Sciences. 2006;931(1):359–75.
- Egeland, J., Rund, B. R., Sundet, K., Landrø, N. I., Asbjørnsen, A., Lund, A., … & Hugdahl, K. Attention profile in schizophrenia compared with depression: differential effects of processing speed, selective attention and vigilance. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2003;108(4):276-284.
- dos Santos Assef, E. C., Capovilla, A. G. S., & Capovilla, F. C.. Computerized Stroop test to assess selective attention in children with attention deficit hyperactivity disorder. The Spanish journal of psychology. 2007;10(1):33-40.
- Brickenkamp, R. (1962). Aufmerksamkeits-Belastungs-Test Handanweisung d-2.
- Robertson, I. H., Ward, T., Ridgeway, V., & Nimmo-Smith, I. (1994). The test of everyday attention (TEA). San Antonio, TX: Psychological Corporation.
- Manly, T., Anderson, V., Nimmo-Smith, I., Turner, A., Watson, P., &Robertson, I. H. The differential assessment of children’s attention: The Test of Everyday Attention for Children (TEA-Ch), normative sample and ADHD performance. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2001;42(08):1065-1081.
- Chan, R. C., Lai, M. K., & Robertson, I. H. Latent structure of the Test of Everyday Attention in a non-clinical Chinese sample. Archives of clinical neuropsychology. 2006;21(5):477-485.
- Golden, C. J. (1994). STROOP: Test de colores y palabras: Manual. TEA ediciones S.A.
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A psicóloga clínica Daniela Ramos Usuga explica neste artigo o processo de reabilitação da atenção seletiva.
A atenção é uma função cognitiva complexa que tem sido abordada de diferentes âmbitos, desde a neuropsicologia até a neurociência cognitiva, passando pela psicometria e até mesmo pela eletrofisiologia. Isso resultou na elaboração de múltiplos modelos que buscam explicar essa capacidade a partir de suas perspectivas particulares.
Assim, a neurociência cognitiva, por exemplo, tenta determinar as áreas cerebrais com maior implicação nos processos atencionais, como o córtex pré-frontal e sensorial, e estruturas subcorticais como o tálamo óptico, o corpo estriado (núcleo caudado e lenticular), os núcleos septais e de Meynert, e o cerebelo1.
Do ponto de vista da neuropsicologia, o modelo que teve maior relevância foi o modelo clínico de Sohlberg e Mateer2, o qual foi estabelecido com base na observação dos principais déficits atencionais em pessoas que sofreram traumatismo cranioencefálico. A partir da observação clínica, essas autoras definiram a atenção como uma capacidade multidimensional formada por cinco níveis ou tipos de atenção, os quais estão interrelacionados de forma hierárquica. Esses níveis incluem atenção focada, sustentada, seletiva, alternada e dividida.
Nos tópicos seguintes, será abordada com mais detalhes a atenção seletiva, o que se entende por esse tipo de atenção, quais são os problemas enfrentados pelas pessoas com alterações que afetam seu funcionamento, bem como a avaliação e a reabilitação.
O que se entende por atenção seletiva?
É a capacidade de manter uma conduta que requer uma resposta motora e/ou cognitiva sem que os estímulos distratores ou competidores interfiram na execução e no resultado.
Tendo como base o modelo de Sohlberg e Mateer2, e em concreto a relação hierárquica que eles estabelecem entre os diferentes níveis de atenção, quando se realizam atividades que implicam atenção seletiva exige-se, previamente, uma capacidade mínima para sustentar a atenção. Vamos a um exemplo simples e muito comum: ler o jornal no metrô.
Nesse ambiente há múltiplos estímulos distratores, tanto visuais quanto auditivos, como por exemplo o som do metrô, a voz que anuncia a parada, pessoas que falam e se movem etc. Para realizar uma atividade que requer concentração, como ler o jornal e entender o que se lê, é necessário sustentar a atenção na leitura e, ao mesmo tempo, inibir os distratores.
É a isso que chamamos atenção seletiva, a capacidade de selecionar a informação relevante à qual vamos dedicar atenção de forma sustentada. Por esse motivo, o funcionamento adequado da atenção sustentada é um pré-requisito para o desempenho correto da atenção seletiva.
O que acontece quando a atenção seletiva está alterada?
A alteração da atenção seletiva implica maior distração por estímulos irrelevantes, ou pelo menos que não são necessários para completar a tarefa requerida. Esses distratores podem ser externos (p. ex., ruído, movimentos) ou internos (p. ex., pensamentos, dor)2. A pesquisa sobre o funcionamento da atenção em diferentes patologias demonstrou que ela é especialmente afetada em determinadas populações clínicas.
Atenção seletiva e depressão
Por exemplo, pessoas com depressão apresentam um desempenho significativamente baixo nos testes de atenção seletiva, pois a ruminação do pensamento, característica desses pacientes, funciona como um distrator interno que provoca a perda de vigilância.
Atenção seletiva e esquizofrenia
Pessoas com esquizofrenia também apresentam grande dificuldade para selecionar a informação relevante da irrelevante e, portanto, qualquer estímulo estranho é candidato a captar sua atenção momentaneamente1,3.
Outros transtornos nos quais parece haver um comprometimento dessa função são a doença de Alzheimer e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)3, 4.
Esses déficits não só se mostram problemáticos para a realização das atividades da vida diária das pessoas (p. ex., incapacidade de manter o fio de uma conversa sem se distrair) como também representam uma limitação na própria reabilitação, especialmente quando esta é realizada em ambientes estimulantes (p. ex., ir ao supermercado como parte da terapia ocupacional)2.
Avaliação da atenção seletiva
A atenção é uma das funções cognitivas que não podem faltar em uma avaliação neuropsicológica, e é por isso que foram desenvolvidos diversos instrumentos para esse propósito. Para o estudo da atenção seletiva especificamente, os testes mais utilizados são o teste d2, test of everyday attention e o teste Stroop de Cores e Palavras.
Teste d2
Em linhas gerais, é um tipo de tarefa de cancelamento na qual o participante deve riscar um estímulo-alvo (a letra “d” com 2 traços) apresentado junto com outros estímulos distratores (letras “d” e “p” com 1, 3 ou 4 traços),
Test of Everyday Attention
O test of everyday attention (TEA)6 para adultos e o test of everyday attention for children (TEA-Ch)7 para crianças incluem atividades ecológicas para avaliar atenção sustentada, dividida, controle de atenção e alternada.
No que diz respeito à atenção seletiva, uma das tarefas da versão para adultos se apresenta como um elevador que, cada vez que sobe um andar, emite um som diferente daquele emitido quando desce. A tarefa do participante é contar as vezes que o elevador sobe um andar, inibindo os sons distratores8. Finalmente, o teste Stroop de Cores e Palavras9 é um instrumento muito popular utilizado para medir inibição cognitiva, atenção seletiva e velocidade de processamento. Ele é composto por três provas nas quais o participante deve:
Teste Stroop de Cores e Palavras
É um instrumento muito popular utilizado para medir inibição cognitiva, atenção seletiva e velocidade de processamento.
Ele é composto por três provas nas quais o participante deve:
- Ler o mais rápido possível os nomes de três cores: azul, verde e vermelho (Stroop palavras),
- nomear a cor dos estímulos “XXXX” (Stroop cores),
- nomear a cor da tinta na qual estão impressos os nomes das cores, inibindo a leitura (Stroop palavra-cor).
É importante ressaltar a necessidade de realizar uma avaliação completa da atenção, e não apenas de cada tipo individualmente.
Por outro lado, além da avaliação psicométrica, o ideal é obter dados qualitativos sobre o funcionamento da atenção em ambientes fora da consulta. Para isso, podem ser realizadas entrevistas tanto com os pacientes quanto com os familiares, e determinar em quais aspectos ou situações o déficit atencional gera maior incapacidade. Essa informação será de grande utilidade na hora de elaborar a intervenção.
Reabilitação da atenção seletiva
Assim como em outras funções cognitivas como a memória, na hora de realizar a reabilitação da atenção seletiva devem ser estabelecidos objetivos gerais e específicos de acordo com as características particulares de cada paciente. Portanto, a intervenção deve ser individual e projetada para restaurar, manter ou melhorar a função cognitiva, por meio de uma prática guiada e organizada em níveis de dificuldade. Mais uma vez, deve-se considerar o funcionamento dos demais tipos de atenção para avaliar em que medida devem ser incluídos no programa de reabilitação.
Por exemplo, potencializar a atenção sustentada pode facilitar a restauração da atenção seletiva. Além disso, uma vez que o objetivo final é reduzir o impacto que o comprometimento da atenção gera na vida da pessoa, a eficácia da reabilitação deve ser avaliada com base nas melhorias observadas em seu funcionamento cotidiano, e não apenas por meio dos resultados dos testes neuropsicológicos.
Ferramentas para reabilitar a atenção seletiva
Outro aspecto fundamental a considerar na reabilitação é a seleção das ferramentas a serem utilizadas. Podem ser utilizadas diferentes ferramentas de acordo com as necessidades do paciente (p. ex., considerando a mobilidade), desde as clássicas tarefas de lápis e papel, como caça-palavras, até a realidade virtual. O que é certo é que cada vez se torna mais comum o uso de instrumentos baseados em atividades da vida cotidiana, pois oferecem uma maior validade ecológica.
Nesse sentido, a plataforma NeuronUP está desenvolvendo uma série de atividades que incluem tarefas criadas a partir de situações cotidianas nas quais colocamos em prática nossa atenção seletiva. Visto que estamos constantemente expostos a uma grande quantidade de estímulos no nosso dia a dia, é possível representar em jogos uma variedade de situações cotidianas com um objetivo terapêutico.
No entanto, para realizar todo esse processo é necessário levar em conta uma série de variáveis
- utilidade da tarefa,
- população a que se destina,
- modalidade dos estímulos (auditivos, visuais ou ambos),
- design (cor, dimensão, movimento etc.),
- pontuações que se desejam obter (acertos, tipos de erros, tempo etc.),
- parâmetros que se desejam controlar para que a atividade esteja o mais estruturada possível.
Além disso, torna-se preciso ter como referência um modelo teórico que justifique a elaboração do programa de reabilitação.
Em definitivo, não há dúvida de que a neuropsicologia clínica evoluiu de forma positiva em pouco tempo e continua se desenvolvendo cada vez mais graças a iniciativas como estas, que representam um avanço considerável em um aspecto tão essencial quanto a reabilitação neuropsicológica.
Bibliografia:
- Rebollo, M. A., & Montiel, S.Atención y funciones ejecutivas. Revista de neurología. 2006;42(2):S3-S7.
- Sohlberg MM, Mateer CA. Improving Attention and Managing Attentional Problems. Annals of the New York Academy of Sciences. 2006;931(1):359–75.
- Egeland, J., Rund, B. R., Sundet, K., Landrø, N. I., Asbjørnsen, A., Lund, A., … & Hugdahl, K. Attention profile in schizophrenia compared with depression: differential effects of processing speed, selective attention and vigilance. Acta Psychiatrica Scandinavica. 2003;108(4):276-284.
- dos Santos Assef, E. C., Capovilla, A. G. S., & Capovilla, F. C.. Computerized Stroop test to assess selective attention in children with attention deficit hyperactivity disorder. The Spanish journal of psychology. 2007;10(1):33-40.
- Brickenkamp, R. (1962). Aufmerksamkeits-Belastungs-Test Handanweisung d-2.
- Robertson, I. H., Ward, T., Ridgeway, V., & Nimmo-Smith, I. (1994). The test of everyday attention (TEA). San Antonio, TX: Psychological Corporation.
- Manly, T., Anderson, V., Nimmo-Smith, I., Turner, A., Watson, P., &Robertson, I. H. The differential assessment of children’s attention: The Test of Everyday Attention for Children (TEA-Ch), normative sample and ADHD performance. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2001;42(08):1065-1081.
- Chan, R. C., Lai, M. K., & Robertson, I. H. Latent structure of the Test of Everyday Attention in a non-clinical Chinese sample. Archives of clinical neuropsychology. 2006;21(5):477-485.
- Golden, C. J. (1994). STROOP: Test de colores y palabras: Manual. TEA ediciones S.A.







Modelo de funções executivas baseado em análises fatoriais
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