TESTE
Memória visual e espacial · 2-Back espacial
Manipulação visuoespacial em alta carga
Capacidade para manejar várias localizações ao mesmo tempo na mente. Sensível a alterações após um traumatismo cranioencefálico ou no envelhecimento patológico.
O QUE É O TESTE
Está onde estava há dois turnos?
Variante visuoespacial da N-Back com alta carga. O usuário deve pressionar quando a posição atual do círculo coincide com a que ele tinha duas telas antes. As possíveis posições são nove em uma matriz 3×3.
Exige manter simultaneamente duas localizações na mente, atualizá-las e compará-las com a atual. É um dos testes mais exigentes da bateria para a memória operacional visuoespacial. Muito sensível ao comprometimento frontoparietal e a alterações após traumatismo cranioencefálico ou envelhecimento patológico.
COMO É APLICADO
Comparar a posição atual com a de dois turnos atrás
Na matriz 3×3, os círculos vão aparecendo em diferentes posições. O usuário deve pressionar somente quando a posição atual coincide com a que o círculo teve duas telas antes. Requer manter simultaneamente duas posições, atualizá-las e compará-las. Demanda máxima de memória operacional visuoespacial.
O QUE O TESTE MEDE
Indicadores e sua interpretação
Acertos
Coincidências n–2 espaciais detectadas. Capacidade para manipular informação visuoespacial com alta carga executiva.
Altos: manipulação visuoespacial eficaz.
Baixos: limitações da memória operacional visuoespacial.
Omissões
Coincidências n–2 não respondidas.
Altas: sobrecarga executiva, fadiga.
Baixas: monitoramento sob carga eficaz.
Falsos alarmes
Pressionar diante de coincidências inexistentes — confusão com n–1, n–3 ou posições próximas.
Altos: manutenção imprecisa, confusão espacial.
Baixos: discriminação precisa.
TR em acertos
Velocidade de comparação visuoespacial sob carga elevada.
Lentos: dificuldade de manipulação visuoespacial.
Rápidos: manipulação eficiente.
Variabilidade do TR
Estabilidade atencional com demanda máxima.
Alta: instabilidade executiva, fadiga.
Baixa: processamento sustentado.
Fadiga do TR
Mudança do TR entre 25% final e inicial.
Alta: fadiga executiva acumulada.
Baixa: resistência.
REFERÊNCIAS
Bibliografia
- Perlstein, W. M., Cole, M. A., Demery, J. A., Seignourel, P. J., Dixit, N. K., Larson, M. J., & Briggs, R. W. (2004). Parametric manipulation of working memory load in traumatic brain injury. Journal of the International Neuropsychological Society.
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