{"id":51230,"date":"2024-10-09T15:06:48","date_gmt":"2024-10-09T13:06:48","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=33425"},"modified":"2024-10-09T15:06:48","modified_gmt":"2024-10-09T13:06:48","slug":"teoria-da-mente-e-esquizofrenia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/teoria-da-mente-e-esquizofrenia\/","title":{"rendered":"Teoria da mente na esquizofrenia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size wp-block-paragraph\">O doutor em psicologia Carlos Rebolleda explica os d\u00e9ficits de <strong>a teoria da mente <\/strong>na <strong>esquizofrenia<\/strong> e os testes para sua <strong>avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O termo &#8220;teoria da mente&#8221; foi inicialmente proposto por Premack y Woodruff (1978) e refere-se \u00e0 <strong>capacidade do indiv\u00edduo para inferir estados mentais dos outros tais como inten\u00e7\u00f5es, disposi\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Avalia\u00e7\u00e3o da teoria da mente na esquizofrenia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ruiz, Garc\u00eda y Fuentes (2006) apontam que, geralmente<strong> os testes<\/strong> destinados \u00e0 medi\u00e7\u00e3o da teoria da mente costumam apresentar-se <strong>no formato de hist\u00f3rias em quadrinhos sobre as quais posteriormente s\u00e3o colocadas determinadas perguntas<\/strong>. Essas perguntas t\u00eam por objetivo avaliar dois tipos de falsas cren\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tipos de preguntas<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Preguntas de primer orden<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As perguntas de primeiro ordem destinam-se a <strong>avaliar at\u00e9 que ponto o sujeito avaliado \u00e9 capaz de prever a conduta de um personagem que age guiado por uma cren\u00e7a err\u00f3nea<\/strong>, <em>Sally and Anne<\/em> (Baron- Cohen, Leslie y Frith, 1985) e <em>Cigarretes<\/em> (Happ\u00e8, 1994) seriam exemplos de hist\u00f3rias que colocam perguntas de primeiro ordem.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Preguntas de segundo orden<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As perguntas de segunda ordem <strong>avaliam at\u00e9 que ponto o sujeito avaliado \u00e9 capaz de prever a falsa cren\u00e7a que um dos personagens tem sobre a cren\u00e7a de outro personagem<\/strong>, <em>Ice- Cream Van Store <\/em>(Baron- Cohen, 1989) e <em>Burglar Store<\/em> (Happ\u00e8 y Frith, 1994) s\u00e3o testes criados para o planteamento de perguntas de segunda ordem.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Hinting Task<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos instrumentos mais usados em pesquisa em psicose \u00e9 o <em>Hinting Task<\/em> (Corcoran, Mercer y Frith, 1995) que compreende <strong>dez hist\u00f3rias curtas nas quais ocorre uma intera\u00e7\u00e3o entre dois personagens<\/strong>. Todas essas hist\u00f3rias <strong>terminam com uma indireta<\/strong> de um dos personagens ao outro. O objetivo da tarefa \u00e9 que, ap\u00f3s a leitura das diferentes hist\u00f3rias pelo avaliador, o sujeito tente explicar aquilo que o personagem que emite a indireta est\u00e1 tentando dizer.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Faux Pas Task<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <em>Faux Pas Task<\/em> (Stone, Baron-Cohen, Calder y Keane, 1998) apresenta ao sujeito dez hist\u00f3rias nas quais <strong>um dos personagens comete um erro ao dizer algo que resulta socialmente embara\u00e7oso<\/strong>. Ap\u00f3s apresentar cada uma das hist\u00f3rias ao sujeito, pede-se que detecte a situa\u00e7\u00e3o socialmente embara\u00e7osa e avalie como o outro personagem pode ter-se sentido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O teste requer capacidade por parte do sujeito para <strong>detectar cren\u00e7as falsas<\/strong> no caso da pessoa que comete o erro socialmente embara\u00e7oso, e para <strong>inferir estados emocionais<\/strong> conforme considere como o personagem que recebeu a verbaliza\u00e7\u00e3o pode ter-se sentido.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Eye-Task<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Eye-Task<\/em> (Baron- Cohen, Wheelwright, Hill, Raste y Plumb, 2001), consiste em <strong>mostrar aos participantes v\u00e1rias fotografias nas quais s\u00f3 s\u00e3o mostrados os olhos de um sujeito, pedindo-lhes que inferam o que a pessoa pode estar sentindo ou pensando<\/strong>. Para realizar essa avalia\u00e7\u00e3o, o participante apenas pode escolher uma das quatro palavras que lhe s\u00e3o oferecidas como op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">D\u00e9ficits da teoria da mente na esquizofrenia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As diferen\u00e7as encontradas quanto ao desempenho nessa \u00e1rea por parte de pacientes diagnosticados com esquizofrenia e sujeitos controle s\u00e3o substanciais, tal como evidenciam dois &nbsp;metan\u00e1lises que encontram tamanhos de efeito entre m\u00e9dios (d=0,69) e grandes (d=1,25) para essas diferen\u00e7as (Bora, Yucel y Pantelis, 2009; Sprong, Schothorst, Vos, Hox y Van Engeland, 2007).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Hip\u00f3tesis de las investigaciones<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Historicamente tentou-se estudar at\u00e9 que ponto s\u00e3o os sintomas da esquizofrenia que determinam os d\u00e9ficits que as pessoas diagnosticadas com essa doen\u00e7a apresentam na teoria da mente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas &nbsp;investiga\u00e7\u00f5es defendem a hip\u00f3tese de que o sujeito deve apresentar uma <strong>teoria da mente sem d\u00e9ficits<\/strong> de qualquer tipo para que possa desenvolver ideias delirantes persecut\u00f3rias (Drury, Robinson y Birchwood, 1998; Watson, Blenner-Hasset y Charlton, 2000).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outras apontam que os pacientes que mostram sintomatologia negativa ou desorganizada <strong>nunca chegaram a desenvolver uma teoria da mente<\/strong>, aspecto que pode ser observado no pior desempenho que apresentam quando se enfrentam a tarefas que exigem o uso de&nbsp; essa capacidade (Garety y Freeman, 1999; Greig, Bryson y Bell, 2004)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Objetivo de las investigaciones<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um objetivo atual no estudo dos d\u00e9ficits na teoria da mente na esquizofrenia \u00e9 identificar se esses d\u00e9ficits <strong>se assemelham a um tra\u00e7o ou a um estado da doen\u00e7a<\/strong>, pois ajudaria a resolver a quest\u00e3o de se est\u00e3o associados exclusivamente aos sintomas da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 de destacar que a maior parte da investiga\u00e7\u00e3o que tem sido realizada nesse sentido, indica que esses d\u00e9ficits se constituiriam como um <strong>tra\u00e7o pr\u00f3prio da doen\u00e7a<\/strong> (Herold, Tenyi, Lenard y Trixler, 2002; Irani y cols, 2006; Janssen, Krabbendam, Jolles y Van Os, 2003; Penn, Sanna y Roberts 2008).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora estudos como o de Bora y cols (2009) evidenciem que, apesar de que esses d\u00e9ficits parecem permanecer presentes em qualquer fase da doen\u00e7a, n\u00e3o se conhece at\u00e9 que ponto seriam l<strong>as problem\u00e1ticas neurocognitivas em <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/funcoes-executivas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mem\u00f3ria de trabalho<\/a> e <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/funcoes-executivas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fun\u00e7\u00f5es executivas<\/a>, o la propia sintomatolog\u00eda residua<\/strong>l, os fatores que realmente contribuem ao mantenimento destes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parece, pois, necess\u00e1rio continuar investigando nessa dire\u00e7\u00e3o antes de poder afirmar que tais d\u00e9ficits se constituem como um tra\u00e7o da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Visi\u00f3n neurol\u00f3gica<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em n\u00edvel neurol\u00f3gico, Rodr\u00edguez y Touri\u00f1o (2010) apontam que, em estudos de neuroimagem com sujeitos saud\u00e1veis, constatou-se que algumas zonas cerebrais como a \u00e1rea pr\u00e9-frontal, a am\u00edgdala ou o lobo parietal inferior, se ativam durante a realiza\u00e7\u00e3o de tarefas nas quais deve ser posta em pr\u00e1tica a teoria da mente (Brunet, Sarfati, Hardy-Bayle y Decety, 2000; 2003). No caso de pacientes diagnosticados com esquizofrenia encontrou-se uma <strong>diminui\u00e7\u00e3o da ativa\u00e7\u00e3o no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal direito e no giro frontal inferior esquerdo<\/strong> durante a realiza\u00e7\u00e3o de tarefas desse tipo (Adolphs, 2002; Brunet y cols, 2000).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-sm-font-size\">\n<li>Adolphs, R. (2002). Neural systems for recognizing emotion. <em>Current Opinion in Neurobiology, 12<\/em>(2), 1-9<\/li>\n\n\n\n<li>Baron- Cohen, S. (1989). The autistic child\u00b4s theory of mind: a case of specific developmental delay. <em>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 30<\/em>(2), 285-297<\/li>\n\n\n\n<li>Baron- Cohen, S., Leslie, A. M., y Frith, U. (1985). Does the autistic child have a theory of mind? <em>Cognition, 21<\/em>(1), 37-46<\/li>\n\n\n\n<li>Baron\u2010Cohen, S., Wheelwright, S., Hill, J., Raste, Y., y Plumb, I. (2001). The \u201cReading the mind in the eyes\u201d test revised version: a study with normal adults, and adults with asperger syndrome or high\u2010functioning autism. <em>Journal of Child Psychology and Psychiatry<\/em>, <em>42<\/em>(2), 241-251.<\/li>\n\n\n\n<li>Bora, E., Yucel, M., y Pantelis, C. (2009). Theory of mind impairment in schizophrenia: meta- analysis. <em>Schizophrenia Research, 109 <\/em>(1-3), 1-9<\/li>\n\n\n\n<li>Brunet, E., Sarfati, Y., Hardy-Bayle, M. C., y Decety, J. (2000). PET investigation of the attribution of intentions with nonverbal task. <em>Neuroimage, 11<\/em>(2), 157-166<\/li>\n\n\n\n<li>Brunet, E., Sarfati, Y., Hardy-Bayle, M. C. y Decety, J. (2003). Abnormalities of brain function during a nonverbal theory of mind task in schizophrenia. <em>Neuropsychologia, 41<\/em>(12), 1574-1582.<\/li>\n\n\n\n<li>Corcoran, R., Mercer, G., y Frith, C. D. (1995). Schizophrenia, symptomatology and social inference: investigating \u201ctheory of mind\u201d in people with schizophrenia. <em>Schizophrenia Research<\/em>, <em>17<\/em>(1), 5-13.<\/li>\n\n\n\n<li>Drury, V. M., Robinson, E. J., y Birchwood, M. (1998). Theory of mind skills during an acute episode of psychosis and following recovery. <em>Psychological Medicine, 28<\/em>(5), 1101-1112<\/li>\n\n\n\n<li>Garety, P. A., y Freeman, D. (1999). Cognitive approaches to delusions: a critical review of theories and evidence. <em>British Journal of Clinical Psychology, 38<\/em>(2), 113-154.<\/li>\n\n\n\n<li>Greig, T. C., Bryson, G. J., y Bell, M. D. (2004). Theory of mind performance in schizophrenia: diagnostic, symptom and neuropsychological correlates. <em>Journal of Nervous and Mental Disease, 192<\/em>(1), 12-18<\/li>\n\n\n\n<li>Happ\u00e8, F. (1994). An advanced test of theory of mind: understanding of story characters thoughts and feelings by able autistics, mentally handicapped and normal children and adults. <em>Journal of Autism and Developmental Disorders, 24<\/em>(2), 129-154<\/li>\n\n\n\n<li>Happ\u00e8, F., y Frith, U. (1994). Theory of mind in autism. En E.Schloper y G.Mesivob (Eds). <em>Learning and Cognition in Autism <\/em>(pp.177-197). NuevaYork, NY: Plenum Press<\/li>\n\n\n\n<li>Herold, R., Tenyi, T., Lenard, K., y Trixler, M. (2002). Theory of mind deficit in people with schizophrenia during remission. <em>Psychological Medicine, 32<\/em>(6), 1125-1129<\/li>\n\n\n\n<li>Irani, F., Platek, S. M., Panyavin, I. S., Calkins, M. E., Kohler, C., Siegel, S. J.,\u2026 y Gur, R. C. (2006). Self-face recognition and theory of mind in patients with schizophrenia and first-degree relatives. <em>Schizophrenia Research, 88<\/em>(1-3), 151-160.<\/li>\n\n\n\n<li>Janssen, I., Krabbendam, L., Jolles, J., y Van Os, J. (2003). Alterations in theory of mind in patients with schizophrenia and non-psychotic relatives. <em>Acta Psychiatrica Scandinavica, 108<\/em>(2), 110-117<\/li>\n\n\n\n<li>Penn, D. L., Sanna, L. J., y Roberts, D. L. (2008). Social Cognition in schizophrenia: an overview. <em>Schizophrenia Bulletin, 34<\/em>(3), 408-411<\/li>\n\n\n\n<li>Premack, D., y Woodruff, G. (1978). Does the chimpanzee have a theory of mind? <em>Behavioral and Brain Sciences, 1<\/em>(4), 515-526.<\/li>\n\n\n\n<li>Rodr\u00edguez, J. A., y Touri\u00f1o, R. (2010). Cognici\u00f3n social en la esquizofrenia: una revisi\u00f3n del concepto. <em>Archivos de Psiquiatr\u00eda, 73<\/em>, 9-12<\/li>\n\n\n\n<li>Ruiz, J. C., Garc\u00eda, S., y Fuentes, I. (2006). La relevancia de la cognici\u00f3n social en la esquizofrenia. <em>Apuntes de Psicolog\u00eda, 24<\/em>(1-3), 137-155<\/li>\n\n\n\n<li>Sprong, M., Schothorst, P., Vos, E., Hox, J., y Van Engeland, H. (2007). Theory of mind in schizophrenia: meta- analysis. <em>British Journal of Psychiatry, 191<\/em>(1), 5-13.<\/li>\n\n\n\n<li>Stone, V. E., Baron-Cohen, S., Calder, A. W., y Keane, J. (1998). Impairments in social cognition following orbitofrontal or amygdale damage. <em>Society for Neuroscience Abstracts, 24,<\/em> 1176<\/li>\n\n\n\n<li>Watson, F., Blenner-Hasset, R. C., y Charlton, B. G. (2000). Theory of mind, persecutory delusions and the somatic marker mechanism. <em>Cognitive Neuropsychiatry, 5<\/em>(3), 161-174.<\/li>\n<\/ul>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste post sobre a teoria da mente na esquizofrenia, talvez se interesse por estes artigos da NeuronUP.<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1 \/ 1;--columns-sm:1 \/ 1;--columns-md:1 \/ 3;--columns-lg:1 \/ 3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-cerebro tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Uma breve neuropsicologia do autoritarismo\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/uma-breve-neuropsicologia-do-autoritarismo\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/charles-chaplin-autoritarismo-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Personagem com bigode caracter\u00edstico e uniforme militar em um cen\u00e1rio teatral, junto a gr\u00e1ficos sobre autoritarismo e neuropsicologia.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/charles-chaplin-autoritarismo-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/charles-chaplin-autoritarismo-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 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has-entry-link has-image has-image-first type-post category-novas-atividades tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"NOVIDADE Melhoramos a se\u00e7\u00e3o de Gest\u00e3o de usu\u00e1rios e inclu\u00edmos novos m\u00e9todos de pagamento!\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/novas-atividades\/novidade-melhoramos-a-secao-de-gestao-de-usuarios-e-incluimos-novos-metodos-de-pagamento\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Hemos-mejorado-la-seccion-de-Gestion-de-usuarios-e-incluido-nuevos-metodos-de-pago-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Captura de tela da Gest\u00e3o de usu\u00e1rios no NeuronUP: formul\u00e1rio de pagamento e resumo de compra online.\" 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has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Reserva cognitiva e neuroplasticidade no envelhecimento: implica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas para avalia\u00e7\u00e3o e estimula\u00e7\u00e3o cognitiva\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/reserva-cognitiva-e-neuroplasticidade-em-envelhecimento-implicacoes-clinicas-para-a-avaliacao-e-a-estimulacao-cognitiva\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Reserva-cognitiva-y-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento.-Como-influyen-la-reserva-cognitiva-y-la-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento-cerebral-scaled-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Reserva cognitiva e neuroplasticidade no envelhecimento. 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O termo &#8220;teoria da mente&#8221; foi inicialmente proposto por Premack y Woodruff (1978) e refere-se \u00e0 capacidade do indiv\u00edduo para inferir estados mentais dos outros tais como inten\u00e7\u00f5es, disposi\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as. 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