{"id":50229,"date":"2026-05-04T11:28:27","date_gmt":"2026-05-04T09:28:27","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=47467"},"modified":"2026-05-05T10:40:53","modified_gmt":"2026-05-05T08:40:53","slug":"adicoes-e-cerebro-impacto-cognitivo-e-abordagem-desde-a-neuropsicologia-e-a-neurorrehabilitacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/adicoes-e-cerebro-impacto-cognitivo-e-abordagem-desde-a-neuropsicologia-e-a-neurorrehabilitacao\/","title":{"rendered":"Depend\u00eancias e o c\u00e9rebro: impacto cognitivo e a abordagem pela neuropsicologia e pela neuroreabilita\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">Valeria Medina, neuropsic\u00f3loga da NeuronUP, explora <strong>como as depend\u00eancias afetam o c\u00e9rebro e a cogni\u00e7\u00e3o, e como a neurorreabilita\u00e7\u00e3o ajuda a prevenir reca\u00eddas<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introdu\u00e7\u00e3o <\/h2>\n\n\n\n<p>As <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/tag\/adicciones\/\">depend\u00eancias <\/a>representam <strong>um dos desafios cl\u00ednicos e sociais mais complexos da atualidade<\/strong>. Compreend\u00ea\u2011las exige um olhar amplo que abranja a biologia, o comportamento, o contexto e a cogni\u00e7\u00e3o. Hoje sabemos que o v\u00edcio n\u00e3o \u00e9 uma falha moral nem um problema de vontade, mas sim uma <strong>condi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica cr\u00f4nica<\/strong> que altera sistemas cerebrais implicados na aprendizagem, na motiva\u00e7\u00e3o, na tomada de decis\u00f5es e no controlo de impulsos, produzindo um ciclo de consumo que se torna cada vez mais dif\u00edcil de deter. Essa vis\u00e3o integradora \u00e9 respaldada por anos de investiga\u00e7\u00e3o neurobiol\u00f3gica, cl\u00ednica e cognitiva, como apontam Gould (2010) e as propostas neuropsicobiol\u00f3gicas consolidadas pelo Surgeon General&#8217;s Report (2016).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qu\u00e9 es una adicci\u00f3n y cu\u00e1ndo se consideran un trastorno por uso de sustancias (TUS)<\/h2>\n\n\n\n<p>O v\u00edcio ou transtorno por uso de subst\u00e2ncias se caracteriza por um <strong>padr\u00e3o de consumo que a pessoa n\u00e3o consegue controlar apesar de seus efeitos negativos<\/strong> na sa\u00fade, no bem\u2011estar, na vida social ou no funcionamento laboral. A perda progressiva de controlo, o craving persistente e a continuidade do consumo apesar do dano refletem que o comportamento j\u00e1 n\u00e3o responde apenas \u00e0 escolha volunt\u00e1ria, mas a <strong>mudan\u00e7as profundas nos circuitos cerebrais<\/strong> que guiam o comportamento (Mayo Clinic Staff, 2025).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas mais comuns incluem a busca repetida pela subst\u00e2ncia, o aumento da dose para obter os mesmos efeitos, o abandono de atividades significativas e o aparecimento de s\u00edndrome de abstin\u00eancia quando se tenta interromper o consumo. Esse quadro cl\u00ednico alinha\u2011se com os <strong>modelos contempor\u00e2neos que descrevem o v\u00edcio como um<\/strong> <strong>transtorno de aprendizagem mal adaptado<\/strong>, no qual os est\u00edmulos relacionados com a droga adquirem um valor motivacional excessivo e desproporcional, gerando uma sensa\u00e7\u00e3o de urg\u00eancia dif\u00edcil de resistir (Gould, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nem todas as pessoas que consomem subst\u00e2ncias desenvolvem um v\u00edcio<\/strong>. Como explicam George e Koob (2017), influenciam fatores gen\u00e9ticos, experi\u00eancias precoces, vulnerabilidades emocionais, stress cr\u00f4nico e disponibilidade de subst\u00e2ncias. Al\u00e9m disso, o uso durante a adolesc\u00eancia, etapa em que o c\u00e9rebro ainda n\u00e3o amadureceu os sistemas de controlo e autorregula\u00e7\u00e3o, aumenta notavelmente o risco (Surgeon General\u2019s Report, 2016).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">La neurobiolog\u00eda de las adicciones: c\u00f3mo afecta el consumo de sustancias al cerebro<\/h2>\n\n\n\n<p>Desde uma perspectiva neurobiol\u00f3gica, o <strong>v\u00edcio assenta em modifica\u00e7\u00f5es funcionais e estruturais em tr\u00eas grandes sistemas<\/strong>: os <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/o-conceito-de-adicao-e-o-sistema-de-recompensa-cerebral\/\">circuitos de recompensa<\/a>, os sistemas de stress e os mecanismos de controlo executivo. Essas \u00e1reas formam um mecanismo que, quando alterado, facilita que o ciclo adictivo se repita e se intensifique.<\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>subst\u00e2ncias ativam de forma intensa o sistema dopamin\u00e9rgico do estriado ventral<\/strong>, especialmente o n\u00facleo accumbens, o que gera uma sensa\u00e7\u00e3o de recompensa muito superior \u00e0 produzida pelos refor\u00e7adores naturais. Com o tempo ocorrem <strong>neuroadapta\u00e7\u00f5es que tornam o sistema de recompensa menos sens\u00edvel<\/strong> aos est\u00edmulos habituais, contribuindo para a apatia e a perda de interesse por atividades n\u00e3o relacionadas com o consumo (Surgeon General\u2019s Report). Isso explica por que muitas pessoas descrevem uma vida que se estreita progressivamente em torno da subst\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema de stress, localizado principalmente na am\u00edgdala, incrementa sua reatividade com o consumo prolongado. Essa <strong>hiperativa\u00e7\u00e3o potencia emo\u00e7\u00f5es como ansiedade, irritabilidade e mal\u2011estar durante a abstin\u00eancia<\/strong>, intensificando a urg\u00eancia por consumir para aliviar esses estados aversivos. George e Koob (2017) apontam que essa transi\u00e7\u00e3o do refor\u00e7o positivo para o refor\u00e7o negativo \u00e9 um dos marcos centrais na evolu\u00e7\u00e3o para o v\u00edcio cr\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o <strong>consumo continuado afeta o c\u00f3rtex pr\u00e9\u2011frontal, que est\u00e1 implicado em processos de autorregula\u00e7\u00e3o, planeamento e tomada de decis\u00f5es<\/strong>. Como descrevem Perry e Lawrence (2017), o deterioro nas fun\u00e7\u00f5es executivas favorece decis\u00f5es impulsivas, baixa capacidade para antecipar consequ\u00eancias e maior dificuldade para inibir a resposta autom\u00e1tica de consumo. Essas altera\u00e7\u00f5es explicam tanto a perda de controlo quanto a vulnerabilidade \u00e0s reca\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dificultades cognitivas asociadas a la adicci\u00f3n y su impacto funcional <\/h2>\n\n\n\n<p>As depend\u00eancias geram um impacto profundo e persistente na cogni\u00e7\u00e3o. Essas mudan\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o secund\u00e1rias, mas parte central do pr\u00f3prio transtorno, j\u00e1 que afetam a capacidade de autocontrolo, a tomada de decis\u00f5es e a regula\u00e7\u00e3o emocional, e aumentam de forma significativa o risco de reca\u00edda. A evid\u00eancia mostra que essas <strong>altera\u00e7\u00f5es podem surgir durante o consumo ativo e manter\u2011se mesmo ap\u00f3s per\u00edodos prolongados de abstin\u00eancia<\/strong> (Gould, 2010; Perry e Lawrence, 2017).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Las funciones ejecutivas y la toma de decisiones por uso de sustancias <\/h3>\n\n\n\n<p>As <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/funcoes-executivas\/\">fun\u00e7\u00f5es executivas<\/a> s\u00e3o especialmente vulner\u00e1veis<\/strong>. Altera\u00e7\u00f5es no c\u00f3rtex pr\u00e9\u2011frontal e nos circuitos frontoestriatais reduzem a capacidade de planear, inibir impulsos e avaliar riscos. Como descrevem George e Koob (2017), essa disfun\u00e7\u00e3o executiva transforma decis\u00f5es quotidianas em desafios, favorecendo respostas autom\u00e1ticas associadas ao consumo e dificultando resistir a est\u00edmulos desencadeantes. <strong>A mem\u00f3ria de trabalho e a capacidade de aprender novas estrat\u00e9gias de enfrentamento tamb\u00e9m ficam afetadas.<\/strong> As pessoas apresentam mais dificuldades para reter informa\u00e7\u00e3o relevante, seguir orienta\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas e atualizar conte\u00fados internos necess\u00e1rios para manter a mudan\u00e7a comportamental (Verdejo\u2011Garc\u00eda et al., 2019). Isso impacta diretamente a ades\u00e3o ao tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>A aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m fica comprometida. Existe uma <strong>menor capacidade para manter a concentra\u00e7\u00e3o<\/strong> durante tarefas prolongadas e um vi\u00e9s atencional muito marcado para sinais relacionados com a subst\u00e2ncia, o que pode ativar craving mesmo na aus\u00eancia de inten\u00e7\u00e3o de consumir (Gould, 2010).<strong> Esse \u201csequestro atencional\u201d \u00e9 um dos mecanismos que mais contribuem para a vulnerabilidade \u00e0s reca\u00eddas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Outros processos com dificuldades incluem a flexibilidade cognitiva e a tomada de decis\u00f5es<\/strong>. Perry e Lawrence (2017) descrevem que a rigidez cognitiva e o vi\u00e9s para recompensas imediatas levam a persistir em comportamentos prejudiciais mesmo quando a pessoa reconhece as consequ\u00eancias negativas. Essa sensibilidade refor\u00e7ada ao imediato est\u00e1 estreitamente relacionada com as altera\u00e7\u00f5es no c\u00f3rtex orbitofrontal e no estriado.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, essas <strong>dificuldades cognitivas afetam a regula\u00e7\u00e3o emocional<\/strong>. Um pr\u00e9\u2011frontal mais desconectado e uma am\u00edgdala hiperreativa favorecem respostas descontroladas ao stress, aumentando a probabilidade de recorrer \u00e0 subst\u00e2ncia como forma de al\u00edvio r\u00e1pido (George e Koob, 2017).<\/p>\n\n\n\n<p>Em conjunto, essas dificuldades n\u00e3o apenas deterioram o cotidiano, como condicionam a efic\u00e1cia do tratamento. A literatura indica que a presen\u00e7a de dificuldades executivas e atencionais associa\u2011se a <strong>menor ades\u00e3o terap\u00eautica e maior risco de reca\u00edda, o que sublinha a necessidade de integrar a reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong> como componente essencial na abordagem cl\u00ednica (Perry e Lawrence, 2017; Sampedro\u2011Piquero et al., 2019).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Patolog\u00eda dual: adicciones y trastornos mentales asociados<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Uma parte significativa das pessoas com depend\u00eancias apresenta outros transtornos mentais de forma simult\u00e2nea<\/strong>. Essa coexist\u00eancia, conhecida como patologia dupla (ou dual disorder), implica que o v\u00edcio e o transtorno mental interagem, se retroalimentam e complicam a evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. Szerman et al. (2022) enfatizam que a <strong>patologia dupla n\u00e3o deve ser entendida como dois problemas separados, mas como uma condi\u00e7\u00e3o integrada<\/strong>, com mecanismos neurobiol\u00f3gicos e comportamentais partilhados.<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/o-impacto-da-neurorreabilitacao-na-saude-mental-uma-abordagem-abrangente-ao-bem-estar-cognitivo-e-emocional\/\">transtornos depressivos, de ansiedade, o transtorno por d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade e os transtornos traum\u00e1ticos<\/a><\/strong> est\u00e3o entre os mais frequentes. Muitas pessoas consomem como forma de aliviar sintomas emocionais, o que gera um al\u00edvio tempor\u00e1rio mas, a longo prazo, piora tanto o mal\u2011estar psicol\u00f3gico quanto o consumo. A interven\u00e7\u00e3o deve considerar sempre ambos componentes, j\u00e1 que tratar apenas o v\u00edcio ou apenas o transtorno mental reduz notavelmente a efic\u00e1cia terap\u00eautica.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tratamiento del trastorno por uso de sustancias: m\u00e1s all\u00e1 de la abstinencia<\/h2>\n\n\n\n<p>O tratamento das depend\u00eancias \u00e9 concebido hoje como um <strong>processo integral que combina interven\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, psicol\u00f3gicas, sociais e cognitivas<\/strong>. Nenhuma interven\u00e7\u00e3o isolada \u00e9 suficiente, porque a depend\u00eancia afeta o corpo, o c\u00e9rebro, as rela\u00e7\u00f5es e a identidade. Seg\u00fan el Surgeon General\u2019s Report (2016), los abordajes m\u00e1s eficaces combinan terapia psicol\u00f3gica basada en la evidencia, medicaci\u00f3n cuando est\u00e1 indicada y programas de apoyo continuado:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A <strong>psicoterapia cognitivo-comportamental<\/strong> ajuda a identificar padr\u00f5es de consumo, lidar com emo\u00e7\u00f5es dif\u00edceis e desenvolver estrat\u00e9gias para resolver problemas sem recorrer \u00e0 subst\u00e2ncia.<\/li>\n\n\n\n<li>Em alguns casos, os <strong>tratamentos farmacol\u00f3gicos<\/strong> contribuem para reduzir o craving ou para estabilizar sintomas associados.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>participa\u00e7\u00e3o em redes de apoio ou grupos terap\u00eauticos<\/strong> favorece a ades\u00e3o e reduz o isolamento.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Como apontam Semaan e Khan (2025), <strong>a chave est\u00e1 em uma abordagem flex\u00edvel <\/strong>que adapte os objetivos e m\u00e9todos \u00e0s necessidades individuais e evolua com o tempo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Neurorreabilita\u00e7\u00e3o cognitiva em depend\u00eancias: benef\u00edcios cl\u00ednicos e preven\u00e7\u00e3o de reca\u00eddas&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/\">neurorreabilita\u00e7\u00e3o cognitiva<\/a> \u00e9 um pilar central no tratamento das depend\u00eancias<\/strong> porque aborda diretamente as dificuldades cognitivas que sustentam o consumo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em pessoas com depend\u00eancias<\/h3>\n\n\n\n<p>Para que seja realmente eficaz, o processo deve come\u00e7ar com uma avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica exaustiva, dado que os perfis de comprometimento variam amplamente entre as pessoas com depend\u00eancias, dependendo do contexto de cada pessoa e da droga consumida. Esta <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neuronup-assessment\/\">avalia\u00e7\u00e3o permite identificar quais fun\u00e7\u00f5es est\u00e3o alteradas, quais s\u00e3o os pontos fortes e que \u00e1reas devem ser priorizadas na interven\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong> (Verdejo-Garc\u00eda et al., 2019). Sem essa an\u00e1lise inicial, o risco \u00e9 aplicar programas gen\u00e9ricos que n\u00e3o respondem \u00e0s necessidades reais de cada pessoa.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva em pessoas com depend\u00eancias<\/h3>\n\n\n\n<p>A base da reabilita\u00e7\u00e3o \u00e9 a neuroplasticidade. Apesar do impacto do consumo cr\u00f4nico, o c\u00e9rebro conserva capacidade de reorganiza\u00e7\u00e3o, por isso um treino adequado pode fortalecer redes afetadas como as fronto-estriatais e o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal (Gould, 2010). A <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/produto\/\">interven\u00e7\u00e3o <\/a>se centra especialmente em aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria de trabalho, flexibilidade cognitiva e tomada de decis\u00f5es, fun\u00e7\u00f5es essenciais para regular impulsos, valorar consequ\u00eancias e manejar situa\u00e7\u00f5es de risco<\/strong>. Melhor\u00e1-las permite romper o c\u00edrculo em que o comprometimento cognitivo favorece o consumo e o consumo deteriora ainda mais essas fun\u00e7\u00f5es (Perry y Lawrence, 2017). Um objetivo igualmente importante \u00e9 <strong>reduzir a reatividade a est\u00edmulos associados \u00e0 subst\u00e2ncia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Benef\u00edcios da neurorreabilita\u00e7\u00e3o em pessoas com depend\u00eancias <\/h3>\n\n\n\n<p>O fortalecimento do controle pr\u00e9-frontal ajuda a <strong>modular as respostas autom\u00e1ticas do sistema motivacional<\/strong>, restaurando o equil\u00edbrio entre impulso e autorregula\u00e7\u00e3o e aumentando a capacidade para resistir ao craving e a situa\u00e7\u00f5es de risco (George y Koob, 2017). A isso soma-se a <strong>melhora na autoefic\u00e1cia<\/strong>, pois, \u00e0 medida que a pessoa nota mudan\u00e7as no seu desempenho cognitivo, cresce sua percep\u00e7\u00e3o de capacidade para manter a abstin\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, a neurorreabilita\u00e7\u00e3o pode <strong>favorecer o tratamento das reca\u00eddas<\/strong>; mais de sessenta por cento das pessoas em tratamento recaem durante o primeiro ano, devido \u00e0 persist\u00eancia de mudan\u00e7as cerebrais, \u00e0 sensibilidade aumentada a est\u00edmulos associados ao consumo e \u00e0 vulnerabilidade ao estresse, segundo dados do Surgeon General\u2019s Report (2016). As reca\u00eddas costumam ocorrer quando a pessoa \u00e9 exposta a contextos previamente associados ao consumo, quando surgem emo\u00e7\u00f5es intensas ou quando o controle executivo est\u00e1 alterado. As <strong>dificuldades em impulsividade e tomada de decis\u00f5es aumentam o risco<\/strong>, em linha com o exposto por Perry y Lawrence (2017), por isso trabalhar a n\u00edvel cognitivo \u00e9 essencial para preveni-las.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os benef\u00edcios da neurorreabilita\u00e7\u00e3o n\u00e3o substituem as terapias habituais, mas as potencializam<\/strong>. Agem diretamente sobre o substrato neurobiol\u00f3gico do transtorno, favorecendo uma recupera\u00e7\u00e3o que vai al\u00e9m do controle do consumo e impacta de forma global na funcionalidade di\u00e1ria. Verdejo-Garc\u00eda et al. (2019) apontam que restaurar a capacidade de avaliar consequ\u00eancias, resistir a impulsos e regular afetos \u00e9 chave para prevenir reca\u00eddas. De forma coerente, Perry y Lawrence (2017) sublinham a import\u00e2ncia de romper o v\u00ednculo circular entre deterioro cognitivo e comportamentos aditivos para evitar o retorno a padr\u00f5es pr\u00e9vios.<\/p>\n\n\n\n<p>Em conjunto, a neurorreabilita\u00e7\u00e3o melhora o funcionamento cognitivo, potencia a ades\u00e3o ao tratamento e contribui de forma direta para diminuir a probabilidade de reca\u00eddas. Quando se baseia em uma avalia\u00e7\u00e3o precisa e em um plano individualizado, torna-se um <strong>elemento essencial para a recupera\u00e7\u00e3o funcional a longo prazo<\/strong> e para que a pessoa possa construir uma vida mais est\u00e1vel, coerente e afastada do consumo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Compreender a depend\u00eancia desde suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es nos permite oferecer interven\u00e7\u00f5es mais humanas, eficazes e ajustadas \u00e0 realidade de quem a sofre. A pesquisa atual demonstra que a depend\u00eancia implica mudan\u00e7as profundas no c\u00e9rebro que afetam a motiva\u00e7\u00e3o, a aprendizagem e a regula\u00e7\u00e3o emocional, gerando padr\u00f5es de consumo dif\u00edceis de controlar. No entanto, tamb\u00e9m mostra que o c\u00e9rebro tem capacidade de recupera\u00e7\u00e3o, especialmente quando se combinam tratamentos terap\u00eauticos com programas de reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva e estrat\u00e9gias s\u00f3lidas de preven\u00e7\u00e3o de reca\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<p>Seja qual for a situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 <strong>importante detectar a depend\u00eancia de forma precoce para intervir sobre os fatores de base e n\u00e3o limitar-se a aplicar solu\u00e7\u00f5es superficiais<\/strong>. A neurorreabilita\u00e7\u00e3o abre uma via esperan\u00e7osa ao fortalecer fun\u00e7\u00f5es cognitivas essenciais que sustentam a tomada de decis\u00f5es e a capacidade de permanecer abstinente. Nesse quadro, a recupera\u00e7\u00e3o torna-se um processo poss\u00edvel, no qual a pessoa recupera controle, autonomia e bem-estar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia <\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">George, O., &amp; Koob, G. F. (2017). Individual differences in the neuropsychopathology of addiction. <em>Dialogues in Clinical Neuroscience, 19<\/em>(3), 217\u2013229. https:\/\/doi.org\/10.31887\/DCNS.2017.19.3\/gkoob<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Gould, T. J. (2010). Addiction and cognition. <em>Addiction Science &amp; Clinical Practice, 5<\/em>(2), 4\u201314.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Hermens, D. F., &amp; Lubman, D. I. (2018). The impact of substance use on adolescent brain development. <em>Evidence-based Mental Health, 21<\/em>, 61\u201363.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mayo Clinic Staff. (2025). Drug addiction (substance use disorder). Mayo Clinic.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Perry, C. J., &amp; Lawrence, A. J. (2017). Addiction, cognitive decline and therapy. <em>Genes, Brain and Behavior, 16<\/em>, 205\u2013218. https:\/\/doi.org\/10.1111\/gbb.12325<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Restrepo, S., Rinc\u00f3n, D., &amp; Sep\u00falveda, E. (2020). Cognitive training for the treatment of addictions mediated by ICT. <em>Future Internet, 12<\/em>(38).<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Sampedro-Piquero, P., et al. (2019). Impact of addiction on cognition and brain plasticity.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Semaan, M., &amp; Khan, R. (2025). Advances in addiction care.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Surgeon General\u2019s Report. (2016). Facing addiction in America: The neurobiology of substance use.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Szerman, N., Torrens, M., Maldonado, R., et al. (2022). Addictive and other mental disorders. <em>Translational Psychiatry, 12<\/em>(446).<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Verdejo-Garc\u00eda, A., Garcia-Fernandez, G., &amp; Dom, G. (2019). Cognition and addiction. <em>Dialogues in Clinical Neuroscience, 21<\/em>(3), 281\u2013290.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group p-4 br-0111 has-alt-background-color has-background has-light-background\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Perguntas frequentes sobre as depend\u00eancias e seu impacto cognitivo no c\u00e9rebro<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"trabajarneuronup\"><h3 id=\"at-502290\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">1. O que \u00e9 o transtorno por uso de subst\u00e2ncias (TUS)?<\/h3><div id=\"ac-502290\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>O transtorno por uso de subst\u00e2ncias (TUS) \u00e9 um padr\u00e3o de consumo persistente dif\u00edcil de controlar apesar de consequ\u00eancias negativas. Costuma incluir craving, aumento de doses, abandono de atividades e sintomas de abstin\u00eancia ao tentar parar. \u00c9 entendido como uma condi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica cr\u00f4nica com mudan\u00e7as em circuitos cerebrais de aprendizagem e motiva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"trabajarneuronup\"><h3 id=\"at-502291\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">2. Como as subst\u00e2ncias alteram o sistema de recompensa cerebral? <\/h3><div id=\"ac-502291\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>As subst\u00e2ncias ativam intensamente o sistema dopamin\u00e9rgico do estriado ventral e do n\u00facleo accumbens. Com o tempo, surgem neuroadapta\u00e7\u00f5es que reduzem a sensibilidade a refor\u00e7adores naturais, favorecendo apatia e perda de interesse. Essas mudan\u00e7as facilitam que o ciclo adictivo se repita. <\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"videosneuronup\"><h3 id=\"at-502292\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">3. Quais dificuldades cognitivas s\u00e3o frequentes nas depend\u00eancias?<\/h3><div id=\"ac-502292\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>S\u00e3o frequentes altera\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00f5es executivas, aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria de trabalho, flexibilidade cognitiva e tomada de decis\u00f5es. Tamb\u00e9m pode haver vi\u00e9s atencional para sinais da subst\u00e2ncia e pior regula\u00e7\u00e3o emocional. Essas dificuldades podem persistir mesmo ap\u00f3s per\u00edodos prolongados de abstin\u00eancia. <\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-502293\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">4. O que \u00e9 a patologia dual em depend\u00eancias?<\/h3><div id=\"ac-502293\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>A patologia dual em depend\u00eancias refere-se \u00e0 coexist\u00eancia da depend\u00eancia com outros transtornos mentais, como depress\u00e3o, ansiedade, TDAH ou transtornos traum\u00e1ticos. Ambos os problemas interagem e se retroalimentam, complicando a evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. A abordagem deve integrar os dois componentes para melhorar a efic\u00e1cia terap\u00eautica.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-502294\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">5. Por que a avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica \u00e9 fundamental em depend\u00eancias?<\/h3><div id=\"ac-502294\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em depend\u00eancias \u00e9 fundamental porque os perfis cognitivos variam conforme a pessoa, o contexto e a subst\u00e2ncia. A avalia\u00e7\u00e3o identifica fun\u00e7\u00f5es alteradas, pontos fortes e prioridades de interven\u00e7\u00e3o, reduzindo o risco de aplicar programas gen\u00e9ricos. Deve ser realizada por profissionais qualificados no \u00e2mbito de um plano terap\u00eautico integral. <\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-502295\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">6. Como a neurorreabilita\u00e7\u00e3o cognitiva ajuda a prevenir reca\u00eddas em depend\u00eancias?<\/h3><div id=\"ac-502295\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>A neurorreabilita\u00e7\u00e3o cognitiva treina fun\u00e7\u00f5es como aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria de trabalho, flexibilidade e tomada de decis\u00f5es para fortalecer o controle pr\u00e9-frontal e modular respostas autom\u00e1ticas. Pode reduzir a reatividade a sinais de consumo, melhorar a ades\u00e3o e aumentar a autoefic\u00e1cia. N\u00e3o substitui outras terapias; complementa um enfoque m\u00e9dico-psicol\u00f3gico integral.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre <strong>v\u00edcios e c\u00e9rebro: impacto cognitivo e abordagem a partir da neuropsicologia e da neurorreabilita\u00e7\u00e3o<\/strong>, com certeza vai se interessar por estes artigos da NeuronUP:<\/h3>\n\n\n\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-de-atencao tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva-para-adultos tag-atencion\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Jogo de aten\u00e7\u00e3o sustentada para adultos: Contando os sons\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/jogo-de-atencao-sustentada-para-adultos-contagem-de-sons\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"225\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/conteo-de-sonidos.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Cena de tr\u00e1fego urbano com uma fila de carros coloridos em primeiro plano e sinaliza\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito ao fundo.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/conteo-de-sonidos-300x169.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/conteo-de-sonidos-768x432.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/conteo-de-sonidos-1024x576.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/conteo-de-sonidos.webp 1201w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/jogo-de-atencao-sustentada-para-adultos-contagem-de-sons\/\" rel=\"bookmark\">Jogo de aten\u00e7\u00e3o sustentada para adultos: Contando os sons<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-noticias-de-estimulacao-cognitiva tag-estimulacion-cognitiva\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Treinamento cognitivo-motor: uso de tarefas duais, realidade virtual e aumentada\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/treinamento-cognitivo-motor-uso-de-tarefas-duais-realidade-virtual-e-aumentada\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Entrenamiento-cognitivo-motor.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Jovem com headset de realidade virtual concentrado, acompanhado por um profissional que conduz a reabilita\u00e7\u00e3o de seus bra\u00e7os.\" 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aumentada<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-psicologia tag-psicologia\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"O andaimagem: um bom conceito na neuroreabilita\u00e7\u00e3o\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/psicologia\/o-andaime-na-neuroreabilitacao\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/el-andamiaje-en-la-neurorrehabilitacion.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Menina pequena brincando com uma torre de blocos de madeira, colocando um bloco no topo, fundo neutro.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/el-andamiaje-en-la-neurorrehabilitacion-300x200.webp 300w, 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aria-label=\"NeuronUP: plataforma de telereabilita\u00e7\u00e3o para profissionais\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/neuronup-plataforma-de-telerreabilitacao-para-profissionais\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"255\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/telerrehabilitacion-NeuronUP-2.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Pessoa de cabelo ruivo em frente a uma tela com um jogo de palavras e letras, e um s\u00edmbolo de templo grego, em um escrit\u00f3rio.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/telerrehabilitacion-NeuronUP-2-300x191.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/telerrehabilitacion-NeuronUP-2-768x490.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/telerrehabilitacion-NeuronUP-2-1024x653.webp 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itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/organizacion-funcional-del-cerebro-tiene-sentido-seguir-hablando-de-areas-cerebrales-en-la-neurociencia-actual\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"231\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Organizacion-funcional-del-cerebro-\u00bftiene-sentido-seguir-hablando-de-areas-cerebrales-en-la-neurociencia-actual.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Organiza\u00e7\u00e3o funcional do c\u00e9rebro: faz sentido continuar falando sobre \u201c\u00e1reas cerebrais\u201d na neuroci\u00eancia atual\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Organizacion-funcional-del-cerebro-\u00bftiene-sentido-seguir-hablando-de-areas-cerebrales-en-la-neurociencia-actual-300x173.webp 300w, 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/organizacion-funcional-del-cerebro-tiene-sentido-seguir-hablando-de-areas-cerebrales-en-la-neurociencia-actual\/\" rel=\"bookmark\">Organiza\u00e7\u00e3o funcional do c\u00e9rebro: faz sentido continuar falando sobre &#8216;\u00e1reas cerebrais&#8217; na neuroci\u00eancia atual?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-esquizofrenia tag-cognicion-social tag-esquizofrenia tag-salud-mental\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Estrat\u00e9gias e Terapias para d\u00e9ficits na cogni\u00e7\u00e3o social na esquizofrenia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/estrategias-e-terapias-para-deficits-em-cognicao-social-na-esquizofrenia\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img 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Introdu\u00e7\u00e3o As depend\u00eancias representam um dos desafios cl\u00ednicos e sociais mais complexos da atualidade. Compreend\u00ea\u2011las exige um olhar amplo que abranja a biologia, o comportamento, o contexto e a cogni\u00e7\u00e3o. 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