{"id":43988,"date":"2025-09-16T08:00:00","date_gmt":"2025-09-16T06:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=43988"},"modified":"2025-09-16T08:00:00","modified_gmt":"2025-09-16T06:00:00","slug":"variabilidade-da-frequencia-cardiaca-e-sua-relacao-com-o-deterioro-cognitivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/metodos-e-tecnicas-de-intervencao-terapeutica-e-psicologica\/variabilidade-da-frequencia-cardiaca-e-sua-relacao-com-o-deterioro-cognitivo\/","title":{"rendered":"A variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) e sua rela\u00e7\u00e3o com o decl\u00ednio cognitivo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size wp-block-paragraph\">A neuropsic\u00f3loga Sof\u00eda Fonseca Moreno analisa <strong>como a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) influencia o comprometimento cognitivo <\/strong>na velhice. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introducci\u00f3n <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A expectativa de vida aumentou, portanto o grupo de pessoas com mais de 60 anos cresceu mundialmente (Organizaci\u00f3n Mundial de la Salud, 2015), incluindo o M\u00e9xico. Com a idade, \u00e9 esperado que diversas fun\u00e7\u00f5es cognitivas comecem a se deteriorar. No entanto, esse decl\u00ednio pode ser suficientemente severo para comprometer a qualidade de vida das pessoas que o sofrem (Aveleyra &amp; Ostrosky, 2007; Forte et al., 2019; Mej\u00eda-Arango et al., 2007). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 <strong>importante conhecer interven\u00e7\u00f5es que favore\u00e7am um envelhecimento cognitivo saud\u00e1vel<\/strong>, como \u00e9 o biofeedback da variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC), interven\u00e7\u00e3o baseada em evid\u00eancia cient\u00edfica (Moss, 2004).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Funciones cognitivas y envejecimiento <\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00bfQu\u00e9 son las funciones cognitivas?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/\">fun\u00e7\u00f5es cognitivas<\/a> foram definidas como aquelas habilidades mentais que nos permitem, n\u00f3s seres humanos, interpretar e manejar corretamente a informa\u00e7\u00e3o que vem do meio. <strong>Um funcionamento cognitivo adequado \u00e9 essencial, pois nos permite realizar todas as nossas <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/atividades-da-vida-diaria-avds\/\">atividades da vida di\u00e1ria (AVDs)<\/a> de forma \u00f3tima<\/strong>, como ler, dirigir, escrever, falar, raciocinar, planejar, etc. Algumas dessas fun\u00e7\u00f5es cognitivas s\u00e3o aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria, linguagem e fun\u00e7\u00f5es executivas (Aveleyra &amp; Ostrosky, 2007; Forte et al., 2019).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cambios cognitivos asociados al envejecimiento <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante o <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/envelhecimento-normal\/\">envelhecimento<\/a> ocorrem diversos cambios, como o deterioro de certas estruturas cerebrais e a perda de tecido nervoso. Isso modifica tanto o funcionamento do c\u00e9rebro quanto o desempenho cognitivo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as mudan\u00e7as mais comuns apresentam-se <strong>dificuldades nas habilidades perceptivas, de mem\u00f3ria e de aprendizagem, altera\u00e7\u00f5es nas habilidades visoespaciais e construcionais, maior dificuldade para incorporar nova informa\u00e7\u00e3o, e uma lentid\u00e3o nas respostas motoras<\/strong>. Tamb\u00e9m podem ocorrer mudan\u00e7as na linguagem e nos processos verbais, embora em alguns casos essas fun\u00e7\u00f5es mostrem certa resist\u00eancia ao decl\u00ednio e at\u00e9 possam melhorar na idade avan\u00e7ada (Ardilla, 2012).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essas mudan\u00e7as antes mencionadas s\u00e3o consideradas normais. No entanto, quando avan\u00e7am o suficiente para afetar a qualidade de vida e o funcionamento cotidiano de uma pessoa (Forte et al., 2019), podem estar relacionadas com um deterioro cognitivo que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 pr\u00f3prio do envelhecimento normal, como o comprometimento cognitivo leve (CCL) (Aveleyra &amp; Ostrosky, 2007).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00bfQu\u00e9 es el deterioro cognitivo leve (DCL)?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/deterioracao-cognitiva\/reabilitacao-neuropsicologica-no-comprometimento-cognitivo-leve\/\">comprometimento cognitivo leve<\/a> \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o caracterizada pela presen\u00e7a de um <strong>deterioro significativo em uma ou mais fun\u00e7\u00f5es cognitivas<\/strong>, mas que n\u00e3o interfira substancialmente na autonomia funcional da pessoa (American Psychiatric Association, 1994). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o National Institute on Aging e a Alzheimer\u2019s Association, os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos incluem a preocupa\u00e7\u00e3o do paciente ou de um informante sobre mudan\u00e7as na cogni\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao seu estado anterior, a presen\u00e7a de altera\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00f5es cognitivas, a manuten\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia funcional, embora com maior lentid\u00e3o ou erros, e a aus\u00eancia de sinais cl\u00ednicos que indiquem dem\u00eancia (Albert et al., 2011; McKhann et al., 2011). Apesar de n\u00e3o ser um tipo de dem\u00eancia, o CCL representa um importante sinal de alerta, j\u00e1 que a <strong>probabilidade de <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/deterioro-cognitivo-leve-demencia-diferencas-clinicas-diagnostico-e-estimulacao-cognitiva\/\">progress\u00e3o do comprometimento cognitivo leve para uma dem\u00eancia<\/a> estima-se entre 10% e 15%<\/strong> (Albert et al., 2011).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">La variabilidad entre la frecuencia card\u00edaca y el envejecimiento <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As mudan\u00e7as nas fun\u00e7\u00f5es cognitivas que ocorrem durante o envelhecimento n\u00e3o aparecem de forma isolada, mas est\u00e3o <strong>relacionadas com outros processos fisiol\u00f3gicos que tamb\u00e9m s\u00e3o afetados pela idade<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por exemplo, \u00e0 medida que se envelhece, o cora\u00e7\u00e3o experimenta uma diminui\u00e7\u00e3o na frequ\u00eancia dos batimentos card\u00edacos e o relaxamento ventricular torna-se mais lento. Essas <strong>altera\u00e7\u00f5es cardiovasculares s\u00e3o acompanhadas tamb\u00e9m de modifica\u00e7\u00f5es estruturais e funcionais a n\u00edvel cerebral<\/strong>, bem como de uma regula\u00e7\u00e3o menos eficiente do sistema nervoso aut\u00f4nomo, que desempenha um papel chave na regula\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica do organismo (Bozkurt et al., 2016). Nesse contexto, observou-se uma associa\u00e7\u00e3o entre o estado do sistema nervoso aut\u00f4nomo e o desempenho cognitivo em adultos mais velhos (Shaffer &amp; Venner, 2013).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o envelhecimento, diversos fatores contribuem para o decl\u00ednio do sistema cardiovascular, aumentando assim o risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas como a hipertens\u00e3o arterial. Entre esses fatores de risco encontram-se a degenera\u00e7\u00e3o progressiva das art\u00e9rias e o ac\u00famulo de gordura nas paredes vasculares, o que reduz o di\u00e2metro interno dos vasos sangu\u00edneos e dificulta um fluxo sangu\u00edneo adequado. Particularmente, a <strong>hipertens\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o idosa \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o altamente prevalente<\/strong> nessa etapa da vida e <strong>associa-se a um maior risco de deteriora\u00e7\u00e3o cognitiva e doen\u00e7as neurodegenerativas<\/strong> (Almeida-Santos et al., 2016).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u00bfQu\u00e9 es la VFC?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) \u00e9 um indicador da regula\u00e7\u00e3o do sistema nervoso aut\u00f4nomo, encarregado de controlar fun\u00e7\u00f5es involunt\u00e1rias como respira\u00e7\u00e3o, digest\u00e3o e frequ\u00eancia card\u00edaca. A VFC \u00e9 um fen\u00f4meno do ciclo card\u00edaco definido como a varia\u00e7\u00e3o do tempo em milissegundos entre batimentos card\u00edacos consecutivos e \u00e9 um sinal de qu\u00e3o bem funciona o sistema nervoso aut\u00f4nomo. Essa medida <strong>indica qu\u00e3o flex\u00edvel e adapt\u00e1vel \u00e9 o organismo para responder a diferentes situa\u00e7\u00f5es<\/strong> e uma maior variabilidade indica melhor regula\u00e7\u00e3o (Acharya et al., 2006; Thayer et al., 2012).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A regula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica global do cora\u00e7\u00e3o <strong>diminui com o envelhecimento<\/strong>, o que provoca uma redu\u00e7\u00e3o progressiva na variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca, refletindo ent\u00e3o uma <strong>menor capacidade do organismo para se adaptar e responder a distintos est\u00edmulos fisiol\u00f3gicos<\/strong> (Almeida-Santos et al., 2016).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A VFC <strong>pode ser medida mediante um eletrocardiograma (ECG) ou utilizando um fotopletism\u00f3grafo (PPG)<\/strong>, que detecta as mudan\u00e7as no volume do pulso sangu\u00edneo. A partir dessas medi\u00e7\u00f5es na frequ\u00eancia card\u00edaca, \u00e9 poss\u00edvel analisar a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) utilizando diferentes an\u00e1lises, como a an\u00e1lise no dom\u00ednio do tempo ou no dom\u00ednio da frequ\u00eancia (Acharya et al., 2006).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tem sido evidenciado que <strong>uma alta VFC associa-se a maior bem-estar psicol\u00f3gico, melhor autorregula\u00e7\u00e3o emocional e menor risco de doen\u00e7as f\u00edsicas e mentais<\/strong>. Em contrapartida, uma VFC baixa pode indicar um organismo menos flex\u00edvel, com menor capacidade para se adaptar a situa\u00e7\u00f5es exigentes ou estressantes (Acharya et al., 2006; Moss, 2004).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Relaci\u00f3n entre la corteza cerebral, la VFC y las funciones cognitivas <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas estruturas cerebrais participam da regula\u00e7\u00e3o da frequ\u00eancia card\u00edaca e da VFC. Em espec\u00edfico, <strong>algumas \u00e1reas do c\u00e9rebro<\/strong>, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal medial e orbital, <strong>ajudam a modular a frequ\u00eancia card\u00edaca atrav\u00e9s do nervo vago<\/strong> (Williams et al., 2019). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essas regi\u00f5es cerebrais se comunicam por sua vez com outras estruturas, como a am\u00edgdala e alguns n\u00facleos do tronco encef\u00e1lico, que em conjunto regulam a atividade do cora\u00e7\u00e3o (Gianaros et al., 2004). Isso significa que<strong> a VFC n\u00e3o apenas reflete o estado do sistema cardiovascular, mas tamb\u00e9m o grau de controle que o c\u00e9rebro exerce sobre o organismo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-alt-background-color has-background wp-block-paragraph\">Um <strong>estudo que demonstra a rela\u00e7\u00e3o entre a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) e o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal<\/strong> \u00e9 o de Gianaros (2004), cujo objetivo foi caracterizar a rela\u00e7\u00e3o funcional entre a ativa\u00e7\u00e3o regional cerebral e a atividade card\u00edaca auton\u00f4mica. <br><br>Por meio de uma tomografia por emiss\u00e3o de p\u00f3sitrons estimaram o fluxo sangu\u00edneo em algumas regi\u00f5es e obtiveram um \u00edndice da VFC como indicador da atividade card\u00edaca auton\u00f4mica de 93 adultos, com faixa et\u00e1ria de 50 a 70 anos, enquanto realizavam tarefas de mem\u00f3ria de trabalho. <br><br>Seus resultados mostraram correla\u00e7\u00f5es positivas entre a VFC e as seguintes \u00e1reas cerebrais: c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal ventromedial, \u00ednsula e complexo amigdalino-hipocampal, estruturas que ajudam a regular a atividade auton\u00f4mica do cora\u00e7\u00e3o (Gianaros et al., 2004). <br><br>Isso demonstra que, <strong>quando o c\u00e9rebro<\/strong> (especialmente as \u00e1reas que regulam as emo\u00e7\u00f5es e a cogni\u00e7\u00e3o, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal) <strong>est\u00e1 mais ativo durante tarefas cognitivas, tamb\u00e9m h\u00e1 uma melhor regula\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o<\/strong>, o que apoia a ideia de uma conex\u00e3o funcional entre o c\u00e9rebro e o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devido a essa rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e cora\u00e7\u00e3o, consequentemente, quando h\u00e1 um problema nesse sistema de regula\u00e7\u00e3o, o fluxo sangu\u00edneo que vai para essas \u00e1reas do c\u00e9rebro pode ser afetado, o que diminui sua capacidade de controlar o cora\u00e7\u00e3o de forma adequada. Ou seja, <strong>visto que o cora\u00e7\u00e3o e o c\u00e9rebro est\u00e3o estreitamente conectados, altera\u00e7\u00f5es em um desses sistemas podem influenciar diretamente o outro<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse sentido, <strong>uma baixa VFC tem sido relacionada a um pior desempenho em diversas fun\u00e7\u00f5es cognitivas<\/strong>: <\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Por exemplo, encontrou-se que uma VFC menor est\u00e1 associada a um pior desempenho tanto na mem\u00f3ria verbal de curto quanto de longo prazo. <\/li>\n\n\n\n<li>Al\u00e9m disso, uma VFC reduzida tem sido vinculada a um desempenho lingu\u00edstico inferior, e os n\u00edveis de VFC em repouso demonstraram ser preditores do desempenho atencional. <\/li>\n\n\n\n<li>Tamb\u00e9m foi relatada uma associa\u00e7\u00e3o entre uma VFC menor e um pior desempenho em fun\u00e7\u00f5es executivas, assim como em habilidades visoespaciais. <\/li>\n\n\n\n<li>Al\u00e9m disso, indiv\u00edduos com baixa VFC demonstraram um desempenho pior e um maior decl\u00ednio na velocidade de processamento. <\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, esses achados devem ser interpretados com cautela, pois <strong>tamb\u00e9m existe evid\u00eancia, embora em menor propor\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o confirma essas associa\u00e7\u00f5es<\/strong>, o que sugere que s\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas para esclarecer a natureza dessa rela\u00e7\u00e3o. (Forte et al., 2019; Thayer et al., 2012).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-alt-background-color has-background wp-block-paragraph\">Segundo as evid\u00eancias cient\u00edficas, demonstrou-se que<strong> pessoas com n\u00edveis mais altos de VFC apresentam um melhor controle da mem\u00f3ria e uma maior capacidade de suprimir lembran\u00e7as indesejadas<\/strong>. <br><br>Em contraste, <strong>uma VFC baixa est\u00e1 associada a um pior desempenho em tarefas de mem\u00f3ria verbal<\/strong>, tanto a curto quanto a longo prazo. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 linguagem, observou-se que uma VFC reduzida se vincula a um <strong>desempenho lingu\u00edstico inferior<\/strong>. No que diz respeito \u00e0 aten\u00e7\u00e3o, evidenciou-se que <strong>a VFC em repouso prev\u00ea o desempenho atencional<\/strong>, sendo os n\u00edveis mais baixos de VFC um indicador de pior desempenho. Da mesma forma, uma <strong>VFC menor tem sido relacionada a um baixo desempenho em fun\u00e7\u00f5es executivas, habilidades visoespaciais e a um maior decl\u00ednio na velocidade de processamento<\/strong> (Forte et al., 2019). <br><br>Esses achados apoiam a ideia de que a VFC n\u00e3o \u00e9 apenas um marcador de sa\u00fade cardiovascular, mas <strong>tamb\u00e9m pode ser um indicador do funcionamento cognitivo<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vista de tudo exposto, na segunda parte deste artigo aprofundaremos no <strong>biofeedback da VFC e como ele funciona, apresentando evid\u00eancias sobre seus efeitos na melhoria do funcionamento cognitivo e considera\u00e7\u00f5es \u00e9ticas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group anims-fadein-up\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group alignfull br-1010 has-alt-background-color has-background has-light-background has-sm-padding-top has-sm-padding-bottom\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"has-text-align-left has-text-color has-xxl-font-size wp-elements-89fd32228c83191ea0c0a73ac28cf6fd has-links-color wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/metodos-e-tecnicas-de-intervencao-terapeutica-e-psicologica\/biofeedback-da-vfc-para-melhorar-a-cognicao-em-idosos-uma-ferramenta-baseada-em-evidencia\/\">Acesso a mais informa\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left wp-block-paragraph\">Se tiver interesse em continuar conhecendo mais sobre o <strong>biofeedback da VFC na melhoria do funcionamento cognitivo<\/strong>, voc\u00ea pode continuar lendo a segunda parte deste artigo <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/metodos-e-tecnicas-de-intervencao-terapeutica-e-psicologica\/biofeedback-da-vfc-para-melhorar-a-cognicao-em-idosos-uma-ferramenta-baseada-em-evidencia\/\">aqui<\/a><\/strong>.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Acharya, U. R., Joseph, K. P., Kannathal, N., Lim, C. M., &amp; Suri, J. S. (2006). Heart rate variability: A review. <em>Medical and Biological Engineering and Computing<\/em>, <em>44<\/em>(12), 1031\u20131051. https:\/\/doi.org\/10.1007\/s11517-006-0119-0<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Albert, M. S., DeKosky, S. T., Dickson, D., Dubois, B., Feldman, H. H., Fox, N. C., Gamst, A., Holtzman, D. M., Jagust, W. J., Petersen, R. C., Snyder, P. J., Carrillo, M. C., Thies, B., &amp; Phelps, C. H. (2011). The diagnosis of mild cognitive impairment due to Alzheimer\u2019s disease: Recommendations from the National Institute on Aging-Alzheimer\u2019s Association workgroups on diagnostic guidelines for Alzheimer\u2019s disease. <em>Alzheimer\u2019s and Dementia<\/em>, <em>7<\/em>(3), 270\u2013279. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jalz.2011.03.008<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Almeida-Santos, M. A., Barreto-Filho, J. A., Oliveira, J. L. M., Reis, F. P., da Cunha Oliveira, C. C., &amp; Sousa, A. C. S. (2016). Aging, heart rate variability and patterns of autonomic regulation of the heart. <em>Archives of Gerontology and Geriatrics<\/em>, <em>63<\/em>, 1\u20138. https:\/\/doi.org\/10.1016\/J.ARCHGER.2015.11.011,&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">American Psychiatric Association. (1994). <em>DSM-IV: Diagnostic and statistical manual of mental disorders<\/em> (APA (ed.); 4th ed.).<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Ardila, A. (2012). Neuropsicologia do Envelhecimento Normal. <em>Revista Neuropsicol\u00f3gica, Neuropsiqui\u00e1trica y Neurociencias<\/em>, <em>12<\/em>(1), 1\u201320.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Aveleyra, E., &amp; Ostrosky, F. (2007). Altera\u00e7\u00f5es neurofisiol\u00f3gicas, cognoscitivas e neuroend\u00f3crinas durante o envelhecimento. In M. Guevara, M. Hern\u00e1ndez, N. Arteaga, &amp; E. Olvera (Eds.), <em>Aproxima\u00e7\u00f5es ao estudo da funcionalidade cerebral e o comportamento<\/em>. Universidad de Guadalajara.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Bozkurt, B., Aguilar, D., Deswal, A., Dunbar, S. B., Francis, G. S., Horwich, T., Jessup, M., Kosiborod, M., Pritchett, A. M., Ramasubbu, K., Rosendorff, C., &amp; Yancy, C. (2016). Contributory Risk and Management of Comorbidities of Hypertension, Obesity, Diabetes Mellitus, Hyperlipidemia, and Metabolic Syndrome in Chronic Heart Failure: A Scientific Statement from the American Heart Association. <em>Circulation<\/em>, <em>134<\/em>(23), e535\u2013e578. https:\/\/doi.org\/10.1161\/CIR.0000000000000450\/ASSET\/004E3C84-43FF-4483-B2CA-1F9E42AA3DC6\/ASSETS\/GRAPHIC\/E535FIG05.JPEG<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Forte, G., Favieri, F., &amp; Casagrande, M. (2019). Heart rate variability and cognitive function: A systematic review. <em>Frontiers in Neuroscience<\/em>, <em>13<\/em>(JUL), 710. https:\/\/doi.org\/10.3389\/FNINS.2019.00710\/BIBTEX<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Gianaros, P. J., Van Der Veen, F. M., &amp; Jennings, J. R. (2004). Regional cerebral blood flow correlates with heart period and high-frequency heart period variability during working-memory tasks: Implications for the cortical and subcortical regulation of cardiac autonomic activity. <em>Psychophysiology<\/em>, <em>41<\/em>(4), 521\u2013530. https:\/\/doi.org\/10.1111\/1469-8986.2004.00179.x<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">McKhann, G. M., Knopman, D. S., Chertkow, H., Hyman, B. T., Jack, C. R., Kawas, C. H., Klunk, W. E., Koroshetz, W. J., Manly, J. J., Mayeux, R., Mohs, R. C., Morris, J. C., Rossor, M. N., Scheltens, P., Carrillo, M. C., Thies, B., Weintraub, S., &amp; Phelps, C. H. (2011). The diagnosis of dementia due to Alzheimer\u2019s disease: Recommendations from the National Institute on Aging-Alzheimer\u2019s Association workgroups on diagnostic guidelines for Alzheimer\u2019s disease. <em>Alzheimer\u2019s and Dementia<\/em>, <em>7<\/em>(3), 263\u2013269. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jalz.2011.03.005&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mej\u00eda-Arango, S., Miguel-Jaimes, A., Villa, A., Ruiz-Arregui, L., &amp; Guti\u00e9rrez-Robledo, L. M. (2007). Deterioro cognoscitivo y factores asociados en adultos mayores en M\u00e9xico. <em>Salud P\u00fablica de M\u00e9xico<\/em>, <em>49<\/em>(S4), 475\u2013481.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Moss, D. (2004). Heart rate variability and biofeedback. <em>Psychophysiology Today: The Magazine for Mind-Body Medicine<\/em>, <em>1<\/em>, 4\u201311.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Organizaci\u00f3n Mundial de la Salud, (OMS). (2015). <em>Relat\u00f3rio mundial sobre o envelhecimento e a sa\u00fade<\/em>.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Shaffer, F., &amp; Venner, J. (2013). Heart Rate Variability Anatomy and Physiology. <em>Biofeedback<\/em>, <em>41<\/em>(1), 13\u201325. https:\/\/doi.org\/10.5298\/1081-5937-41.1.05&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Thayer, J. F., \u00c5hs, F., Fredrikson, M., Sollers, J. J., &amp; Wager, T. D. (2012). A meta-analysis of heart rate variability and neuroimaging studies: implications for heart rate variability as a marker of stress and health. <em>Neuroscience and Biobehavioral Reviews<\/em>, <em>36<\/em>(2), 747\u2013756. https:\/\/doi.org\/10.1016\/J.NEUBIOREV.2011.11.009<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Williams, P. G., Cribbet, M. R., Tinajero, R., Rau, H. K., Thayer, J. F., &amp; Suchy, Y. (2019). The association between individual differences in executive functioning and resting high-frequency heart rate variability. <em>Biological Psychology<\/em>, <em>148<\/em>, 107772. https:\/\/doi.org\/10.1016\/J.BIOPSYCHO.2019.107772<\/li>\n<\/ul>\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group p-4 br-0111 has-alt-background-color has-background has-light-background\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Perguntas frequentes sobre a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC)<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"trabajarneuronup\"><h3 id=\"at-439880\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">1. O que \u00e9 a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC)?<\/h3><div id=\"ac-439880\" class=\"c-accordion__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A VFC \u00e9 a flutua\u00e7\u00e3o no intervalo entre batidas do cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 um indicador do equil\u00edbrio do sistema nervoso aut\u00f4nomo e da capacidade do corpo de se adaptar ao estresse.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"trabajarneuronup\"><h3 id=\"at-439881\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">2. Por que a VFC \u00e9 importante em idosos?<\/h3><div id=\"ac-439881\" class=\"c-accordion__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma VFC baixa est\u00e1 associada a um pior estado geral de sa\u00fade e a um maior risco de decl\u00ednio cognitivo, pois reflete uma menor capacidade de autorregula\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica e emocional.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"videosneuronup\"><h3 id=\"at-439882\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">3. Quais fun\u00e7\u00f5es cognitivas s\u00e3o afetadas por uma VFC baixa?<\/h3><div id=\"ac-439882\" class=\"c-accordion__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Principalmente a aten\u00e7\u00e3o, a mem\u00f3ria de trabalho, a velocidade de processamento e as fun\u00e7\u00f5es executivas.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-439883\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">4. Como se mede a VFC em ambientes cl\u00ednicos?<\/h3><div id=\"ac-439883\" class=\"c-accordion__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pode ser medida por meio de eletrocardiograma ou dispositivos port\u00e1teis com sensores de frequ\u00eancia card\u00edaca, utilizando ferramentas de an\u00e1lise do ritmo card\u00edaco.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-439884\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">5. Existe uma rela\u00e7\u00e3o entre a VFC e doen\u00e7as neurodegenerativas como o Alzheimer?<\/h3><div id=\"ac-439884\" class=\"c-accordion__content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sim, diversos estudos sugerem que uma VFC baixa pode estar associada a um maior risco de comprometimento cognitivo leve e da doen\u00e7a de Alzheimer, embora n\u00e3o seja um marcador diagn\u00f3stico \u00fanico.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta postagem do blog sobre <strong>a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) e sua rela\u00e7\u00e3o com o decl\u00ednio cognitivo<\/strong>, certamente se interessar\u00e1 por estes artigos da NeuronUP:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-linhas-de-investigacao tag-investigacion tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Diagn\u00f3stico diferencial de etiologias de dem\u00eancia baseado em IA com dados multimodais\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/diagnostico-diferencial-baseado-em-ia-de-etiologias-de-demencia-em-dados-multimodais\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Diagnostico-diferencial-de-etiologias-de-demencia-basado-en-IA-sobre-datos-multimodales-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"C\u00e9rebro digital luminoso em fundo escuro, com conex\u00f5es neuronais em azul e laranja, design futurista que sugere IA.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Diagnostico-diferencial-de-etiologias-de-demencia-basado-en-IA-sobre-datos-multimodales-NeuronUP-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Diagnostico-diferencial-de-etiologias-de-demencia-basado-en-IA-sobre-datos-multimodales-NeuronUP-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/diagnostico-diferencial-baseado-em-ia-de-etiologias-de-demencia-em-dados-multimodais\/\" rel=\"bookmark\">Diagn\u00f3stico diferencial de etiologias de dem\u00eancia baseado em IA com dados multimodais<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-evaluacion-neuropsicologica tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"A multifatoriedade dos testes neuropsicol\u00f3gicos: O que valorizamos quando valorizamos?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/multifatorialidade-dos-testes-neuropsicologicos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Platano-azul-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Banana azul pintada sobre um fundo amarelo, criando um contraste visual chamativo e um toque surrealista na diapositiva.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Platano-azul-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Platano-azul-800x600.webp 800w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Platano-azul-1200x900.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/multifatorialidade-dos-testes-neuropsicologicos\/\" rel=\"bookmark\">A multifatoriedade dos testes neuropsicol\u00f3gicos: O que valorizamos quando valorizamos?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-doenca-mental tag-cognicion-social\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"Livro de neurocogni\u00e7\u00e3o, cogni\u00e7\u00e3o social e metacogni\u00e7\u00e3o na psicose\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/livro-de-neurocognicao-cognicao-social-e-metacognicao-em-psicose\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Estante com formato de cabe\u00e7a humana em perfil, cheia de livros, rel\u00f3gio e design moderno sobre fundo claro.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-800x600.webp 800w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-1200x900.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/livro-de-neurocognicao-cognicao-social-e-metacognicao-em-psicose\/\" rel=\"bookmark\">Livro de neurocogni\u00e7\u00e3o, cogni\u00e7\u00e3o social e metacogni\u00e7\u00e3o na psicose<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-dano-cerebral tag-dano-cerebral\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"N\u00e3o posso aproveitar minha sexualidade por ter paralisia cerebral?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/nao-posso-desfrutar-da-minha-sexualidade-por-ter-paralisia-cerebral\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/sexualidad-paralisis-cerebral-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Duas pessoas em cadeiras de rodas dialogam ao ar livre junto a uma trilha e a um corpo de \u00e1gua, ilumina\u00e7\u00e3o quente.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/sexualidad-paralisis-cerebral-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/sexualidad-paralisis-cerebral-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/nao-posso-desfrutar-da-minha-sexualidade-por-ter-paralisia-cerebral\/\" rel=\"bookmark\">N\u00e3o posso aproveitar minha sexualidade por ter paralisia cerebral?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuronup-talks tag-dano-cerebral tag-dano-cerebral-adquirido tag-neuronup-talks\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Leituras recomendadas sobre dano cerebral\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neuronup-talks\/leituras-recomendadas-sobre-dano-cerebral\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Cambia-la-personalidad-tras-un-dano-cerebral-l-Marcos-Rios-Lago-Jose-Ignacio-Quemada-l-NeuronUP-Talks-l-Episodio-2-Temporada-2-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Tela do NeuronTalks epis\u00f3dio 2 com t\u00edtulo e logotipo; homem sentado em entrevista discutindo dano cerebral; design moderno.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Cambia-la-personalidad-tras-un-dano-cerebral-l-Marcos-Rios-Lago-Jose-Ignacio-Quemada-l-NeuronUP-Talks-l-Episodio-2-Temporada-2-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Cambia-la-personalidad-tras-un-dano-cerebral-l-Marcos-Rios-Lago-Jose-Ignacio-Quemada-l-NeuronUP-Talks-l-Episodio-2-Temporada-2-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neuronup-talks\/leituras-recomendadas-sobre-dano-cerebral\/\" rel=\"bookmark\">Leituras recomendadas sobre dano cerebral<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-formacao tag-neurociencias tag-psicologia\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Cole\u00e7\u00e3o do El Pa\u00eds: Neuroci\u00eancia e Psicologia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/colecao-neurociencia-e-psicologia\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Coleccion-de-El-Pais-Neurociencia-y-Psicologia-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Cole\u00e7\u00e3o do El Pa\u00eds sobre Neuroci\u00eancia e Psicologia, livros em fila com t\u00edtulos como Criando o Mundo e Somos Nossa Mem\u00f3ria.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Coleccion-de-El-Pais-Neurociencia-y-Psicologia-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Coleccion-de-El-Pais-Neurociencia-y-Psicologia-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/colecao-neurociencia-e-psicologia\/\" rel=\"bookmark\">Cole\u00e7\u00e3o do El Pa\u00eds: Neuroci\u00eancia e Psicologia<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A neuropsic\u00f3loga Sof\u00eda Fonseca Moreno analisa como a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) influencia o comprometimento cognitivo na velhice. Introducci\u00f3n A expectativa de vida aumentou, portanto o grupo de pessoas com mais de 60 anos cresceu mundialmente (Organizaci\u00f3n Mundial de la Salud, 2015), incluindo o M\u00e9xico. Com a idade, \u00e9 esperado que diversas fun\u00e7\u00f5es cognitivas &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":347,"featured_media":44008,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"content-sidebar","footnotes":""},"categories":[644],"tags":[715,770,753],"class_list":["type-post","category-metodos-e-tecnicas-de-intervencao-terapeutica-e-psicologica","tag-adultos","tag-envejecimiento-normal","tag-maiores","entry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43988","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/347"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43988"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43988\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44008"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43988"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43988"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43988"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}