{"id":43988,"date":"2025-10-11T08:00:00","date_gmt":"2025-10-11T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=43988"},"modified":"2025-10-11T08:00:00","modified_gmt":"2025-10-11T08:00:00","slug":"variabilidade-da-frequencia-cardiaca-e-sua-relacao-com-o-deterioro-cognitivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/metodos-e-tecnicas-de-intervencao-terapeutica-e-psicologica\/variabilidade-da-frequencia-cardiaca-e-sua-relacao-com-o-deterioro-cognitivo\/","title":{"rendered":"A variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) e sua rela\u00e7\u00e3o com o decl\u00ednio cognitivo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">A neuropsic\u00f3loga Sof\u00eda Fonseca Moreno analisa <strong>como a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) influencia o comprometimento cognitivo<\/strong> na velhice. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introdu\u00e7\u00e3o <\/h2>\n\n\n\n<p>A expectativa de vida aumentou, por isso o grupo de pessoas com mais de 60 anos cresceu a n\u00edvel mundial (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, 2015), inclusive no M\u00e9xico. Com a maior idade, \u00e9 esperado que diversas fun\u00e7\u00f5es cognitivas comecem a se deteriorar. No entanto, essa deteriora\u00e7\u00e3o pode ser suficientemente severa para comprometer a qualidade de vida das pessoas que a sofrem (Aveleyra &amp; Ostrosky, 2007; Forte et al., 2019; Mej\u00eda-Arango et al., 2007). <\/p>\n\n\n\n<p>Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 <strong>importante conhecer interven\u00e7\u00f5es que favore\u00e7am um envelhecimento cognitivo saud\u00e1vel<\/strong>, como \u00e9 o biofeedback da variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC), interven\u00e7\u00e3o baseada em evid\u00eancia cient\u00edfica (Moss, 2004).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fun\u00e7\u00f5es cognitivas e envelhecimento <\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es cognitivas?<\/h3>\n\n\n\n<p>As <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/\">fun\u00e7\u00f5es cognitivas<\/a> foram definidas como aquelas habilidades mentais que nos permitem, aos seres humanos, interpretar e manejar corretamente a informa\u00e7\u00e3o que vem do meio. <strong>Um funcionamento cognitivo adequado \u00e9 essencial, pois nos permite realizar todas as nossas <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/atividades-da-vida-diaria-avds\/\">atividades da vida di\u00e1ria (AVDs)<\/a> de forma \u00f3tima<\/strong>, como ler, dirigir, escrever, falar, raciocinar, planejar, etc. Algumas dessas fun\u00e7\u00f5es cognitivas s\u00e3o aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria, linguagem e fun\u00e7\u00f5es executivas (Aveleyra &amp; Ostrosky, 2007; Forte et al., 2019).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mudan\u00e7as cognitivas associadas ao envelhecimento <\/h3>\n\n\n\n<p>Durante o <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/envelhecimento-normal\/\">envelhecimento<\/a> ocorrem diversas mudan\u00e7as, como a deteriora\u00e7\u00e3o de certas estruturas cerebrais e a perda de tecido nervoso. Isso modifica tanto o funcionamento do c\u00e9rebro quanto o desempenho cognitivo. <\/p>\n\n\n\n<p>Entre as mudan\u00e7as mais comuns apresentam-se <strong>dificuldades nas habilidades perceptivas, da mem\u00f3ria e da aprendizagem, altera\u00e7\u00f5es em habilidades visuoespaciais e construtivas, menor capacidade para incorporar novas informa\u00e7\u00f5es e uma lentid\u00e3o nas respostas motoras<\/strong>. Tamb\u00e9m podem ocorrer mudan\u00e7as na linguagem e nos processos verbais, embora em alguns casos essas fun\u00e7\u00f5es mostrem certa resist\u00eancia \u00e0 deteriora\u00e7\u00e3o e at\u00e9 possam melhorar com a idade avan\u00e7ada (Ardilla, 2012).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essas mudan\u00e7as anteriormente mencionadas s\u00e3o consideradas normais. Contudo, quando avan\u00e7am o suficiente para afetar a qualidade de vida e o funcionamento cotidiano de uma pessoa (Forte et al., 2019), podem se relacionar com um comprometimento cognitivo que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 pr\u00f3prio do envelhecimento normal, como o comprometimento cognitivo leve (DCL) (Aveleyra &amp; Ostrosky, 2007).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o comprometimento cognitivo leve (DCL)?<\/h3>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/estimulacion-y-rehabilitacion-cognitiva\/deterioro-cognitivo\/la-rehabilitacion-neuropsicologica-en-el-deterioro-cognitivo-leve\/\">comprometimento cognitivo leve<\/a> \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o caracterizada pela presen\u00e7a de um <strong>deterioramento significativo em uma ou mais fun\u00e7\u00f5es cognitivas<\/strong>, mas que n\u00e3o interfere de forma substancial com a autonomia funcional da pessoa (American Psychiatric Association, 1994). <\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o National Institute on Aging e a Alzheimer\u2019s Association, os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos incluem a preocupa\u00e7\u00e3o do paciente ou de um informante sobre mudan\u00e7as na cogni\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao seu estado pr\u00e9vio, a presen\u00e7a de altera\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00f5es cognitivas, a manuten\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia funcional, embora com maior lentid\u00e3o ou erros, e a aus\u00eancia de sinais cl\u00ednicos que indiquem dem\u00eancia (Albert et al., 2011; McKhann et al., 2011). Apesar de n\u00e3o se tratar de um tipo de dem\u00eancia, o DCL representa um importante sinal de alerta, j\u00e1 que a <strong>probabilidade de <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/estimulacion-y-rehabilitacion-cognitiva\/enfermedades-neurodegenerativas\/deterioro-cognitivo-leve-o-demencia-diferencias-clinicas-diagnostico-y-estimulacion-cognitiva\/\">progredir do comprometimento cognitivo leve para uma dem\u00eancia<\/a> estima-se entre 10% e 15%<\/strong> (Albert et al., 2011).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca e o envelhecimento <\/h2>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as nas fun\u00e7\u00f5es cognitivas que ocorrem durante o envelhecimento n\u00e3o aparecem de forma isolada, sen\u00e3o que est\u00e3o <strong>relacionadas com outros processos fisiol\u00f3gicos que tamb\u00e9m s\u00e3o afetados pela idade<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, \u00e0 medida que se envelhece, o cora\u00e7\u00e3o experimenta uma redu\u00e7\u00e3o na frequ\u00eancia das batidas card\u00edacas e o relaxamento ventricular \u00e9 mais lento. Essas <strong>altera\u00e7\u00f5es cardiovasculares acompanham-se tamb\u00e9m de modifica\u00e7\u00f5es estruturais e funcionais a n\u00edvel cerebral<\/strong>, assim como de uma regula\u00e7\u00e3o menos eficiente do sistema nervoso aut\u00f4nomo, que desempenha um papel chave na regula\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica do organismo (Bozkurt et al., 2016). Nesse contexto, observou-se uma associa\u00e7\u00e3o entre o estado do sistema nervoso aut\u00f4nomo e o rendimento cognitivo em adultos mais velhos (Shaffer &amp; Venner, 2013).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o envelhecimento, diversos fatores contribuem para a deteriora\u00e7\u00e3o do sistema cardiovascular, aumentando assim o risco de doen\u00e7as cr\u00f4nicas como a hipertens\u00e3o arterial. Entre esses fatores de risco encontram-se a degenera\u00e7\u00e3o progressiva das art\u00e9rias e o ac\u00famulo de gordura nas paredes vasculares, o que reduz o di\u00e2metro interno dos vasos sangu\u00edneos e dificulta um fluxo sangu\u00edneo adequado. Em particular, a <strong>hipertens\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o idosa \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o altamente prevalente<\/strong> nessa fase da vida e <strong>associa-se a um maior risco de comprometimento cognitivo e doen\u00e7as neurodegenerativas<\/strong> (Almeida-Santos et al., 2016).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a VFC?<\/h3>\n\n\n\n<p>A variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) \u00e9 um indicador da regula\u00e7\u00e3o do sistema nervoso aut\u00f4nomo, encarregado de controlar fun\u00e7\u00f5es involunt\u00e1rias como respira\u00e7\u00e3o, digest\u00e3o e frequ\u00eancia card\u00edaca. A VFC \u00e9 um fen\u00f4meno do ciclo card\u00edaco definido como a varia\u00e7\u00e3o do tempo em milissegundos que existe entre batimentos card\u00edacos consecutivos e \u00e9 um sinal de qu\u00e3o bem funciona o sistema nervoso aut\u00f4nomo. Essa medida <strong>indica o qu\u00e3o flex\u00edvel e adapt\u00e1vel \u00e9 o organismo para responder a diferentes situa\u00e7\u00f5es<\/strong> e uma maior variabilidade indica que h\u00e1 uma melhor regula\u00e7\u00e3o (Acharya et al., 2006; Thayer et al., 2012).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A regula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica global do cora\u00e7\u00e3o <strong>diminui com o envelhecimento<\/strong>, o que provoca uma redu\u00e7\u00e3o progressiva na variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca, refletindo ent\u00e3o uma <strong>menor capacidade do organismo para se adaptar e responder a distintos est\u00edmulos fisiol\u00f3gicos<\/strong> (Almeida-Santos et al., 2016).<\/p>\n\n\n\n<p>A VFC <strong>pode ser medida por meio de um eletrocardiograma (ECG) ou utilizando um fotopletism\u00f3grafo (PPG)<\/strong>, que detecta as mudan\u00e7as no volume do pulso sangu\u00edneo. A partir dessas medi\u00e7\u00f5es da frequ\u00eancia card\u00edaca, \u00e9 poss\u00edvel analisar a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) utilizando diferentes an\u00e1lises, como a an\u00e1lise no dom\u00ednio do tempo ou no dom\u00ednio da frequ\u00eancia (Acharya et al., 2006).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tem-se evidenciado que <strong>uma alta VFC associa-se a maior bem-estar psicol\u00f3gico, melhor autorregula\u00e7\u00e3o emocional e menor risco de doen\u00e7as f\u00edsicas e mentais<\/strong>. Em contraste, uma VFC baixa pode indicar um organismo menos flex\u00edvel, com menor capacidade para se adaptar a situa\u00e7\u00f5es exigentes ou estressantes (Acharya et al., 2006; Moss, 2004).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00f3rtex cerebral, a VFC e as fun\u00e7\u00f5es cognitivas <\/h2>\n\n\n\n<p>Algumas estruturas cerebrais participam da regula\u00e7\u00e3o da frequ\u00eancia card\u00edaca e da VFC. Em espec\u00edfico, <strong>algumas \u00e1reas do c\u00e9rebro<\/strong>, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal medial e orbital, <strong>ajudam a modular a frequ\u00eancia card\u00edaca por meio do nervo vago<\/strong> (Williams et al., 2019). <\/p>\n\n\n\n<p>Essas regi\u00f5es cerebrais comunicam-se por sua vez com outras estruturas, como a am\u00edgdala e alguns n\u00facleos do tronco encef\u00e1lico, que em conjunto regulam a atividade do cora\u00e7\u00e3o (Gianaros et al., 2004). Isso significa que<strong> a VFC n\u00e3o s\u00f3 reflete o estado do sistema cardiovascular, mas tamb\u00e9m o grau de controle que o c\u00e9rebro tem sobre o organismo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-alt-background-color has-background\">Um <strong>estudo que demonstra a rela\u00e7\u00e3o entre a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) e o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal<\/strong> \u00e9 o de Gianaros (2004), cujo objetivo foi caracterizar a rela\u00e7\u00e3o funcional entre a ativa\u00e7\u00e3o regional cerebral e a atividade card\u00edaca auton\u00f4mica. <br><br>Por meio de uma tomografia por emiss\u00e3o de positr\u00f5es estimaram o fluxo sangu\u00edneo em algumas regi\u00f5es e obtiveram um \u00edndice da VFC como indicador da atividade card\u00edaca auton\u00f4mica de 93 adultos, com faixa et\u00e1ria de 50 a 70 anos, enquanto realizavam tarefas de mem\u00f3ria de trabalho. <br><br>Seus resultados mostraram correla\u00e7\u00f5es positivas entre a VFC e as seguintes \u00e1reas cerebrais: c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal ventromedial, \u00ednsula e complexo amigdalino-hipocampal, estruturas que ajudam a regular a atividade auton\u00f4mica do cora\u00e7\u00e3o (Gianaros et al., 2004). <br><br>Isto demonstra que, <strong>quando o c\u00e9rebro<\/strong> (especialmente as \u00e1reas que regulam as emo\u00e7\u00f5es e a cogni\u00e7\u00e3o, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal) <strong>est\u00e1 mais ativo durante tarefas cognitivas, tamb\u00e9m h\u00e1 uma melhor regula\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o<\/strong>, o que apoia a ideia de uma conex\u00e3o funcional entre o c\u00e9rebro e o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Devido a essa rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e cora\u00e7\u00e3o, consequentemente, quando h\u00e1 um problema nesse sistema de regula\u00e7\u00e3o, o fluxo sangu\u00edneo que vai para essas \u00e1reas do c\u00e9rebro pode ser afetado, o que diminui sua capacidade para controlar o cora\u00e7\u00e3o de forma adequada. Ou seja, <strong>visto que o cora\u00e7\u00e3o e o c\u00e9rebro est\u00e3o estreitamente conectados, mudan\u00e7as em um desses sistemas podem influenciar diretamente o outro<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, <strong>uma baixa VFC tem sido relacionada a um pior desempenho em diversas fun\u00e7\u00f5es cognitivas<\/strong>: <\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Por exemplo, encontrou-se que uma menor VFC associa-se a um pior rendimento tanto na mem\u00f3ria verbal de curto quanto de longo prazo. <\/li>\n\n\n\n<li>Al\u00e9m disso, uma VFC reduzida vinculou-se a um baixo desempenho lingu\u00edstico, e os n\u00edveis de VFC em repouso demonstraram ser preditores do desempenho atencional. <\/li>\n\n\n\n<li>Tamb\u00e9m foi relatada uma associa\u00e7\u00e3o entre uma menor VFC e um pior desempenho em fun\u00e7\u00f5es executivas, assim como em habilidades visuoespaciais. <\/li>\n\n\n\n<li>Ademais, indiv\u00edduos com baixa VFC mostraram pior desempenho e maior deteriora\u00e7\u00e3o na velocidade de processamento. <\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>No entanto, esses achados devem ser interpretados com cautela, j\u00e1 que <strong>tamb\u00e9m existe evid\u00eancia, embora em menor propor\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o confirma essas associa\u00e7\u00f5es<\/strong>, o que sugere a necessidade de mais pesquisas para esclarecer a natureza dessa rela\u00e7\u00e3o. (Forte et al., 2019; Thayer et al., 2012).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-alt-background-color has-background\">Segundo a evid\u00eancia cient\u00edfica, demonstrou-se que<strong> pessoas com n\u00edveis mais altos de VFC apresentam melhor controle sobre a mem\u00f3ria e maior capacidade para suprimir lembran\u00e7as indesejadas<\/strong>. <br><br>Em contraste, <strong>uma VFC baixa associa-se a um pior desempenho em tarefas de mem\u00f3ria verbal<\/strong>, tanto no curto quanto no longo prazo. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 linguagem, observou-se que uma VFC reduzida se vincula a um <strong>desempenho lingu\u00edstico inferior<\/strong>. No que diz respeito \u00e0 aten\u00e7\u00e3o, evidenciou-se que <strong>a VFC em repouso prediz o desempenho atencional<\/strong>, sendo os n\u00edveis mais baixos de VFC um indicador de pior rendimento. Ademais, uma <strong>menor VFC tem sido relacionada a um baixo desempenho em fun\u00e7\u00f5es executivas, habilidades visuoespaciais e a uma maior diminui\u00e7\u00e3o na velocidade de processamento<\/strong> (Forte et al., 2019). <br><br>Esses achados apoiam a ideia de que a VFC n\u00e3o \u00e9 apenas um marcador de sa\u00fade cardiovascular, mas <strong>tamb\u00e9m poderia ser um indicador do funcionamento cognitivo<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Em vista de tudo exposto, na segunda parte deste artigo aprofundaremos o <strong>biofeedback da VFC e como funciona, trazendo evid\u00eancias sobre seus efeitos na melhora do funcionamento cognitivo e considera\u00e7\u00f5es \u00e9ticas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group anims-fadein-up\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group alignfull br-1010 has-alt-background-color has-background has-light-background has-sm-padding-top has-sm-padding-bottom\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<p class=\"has-text-align-left has-text-color has-xxl-font-size wp-elements-e70e25caed36154c49a8ffe7638e98cb has-links-color\"><strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/estimulacion-y-rehabilitacion-cognitiva\/metodos-y-tecnicas-de-intervencion-terapeutica-y-psicologica\/biofeedback-de-la-vfc-para-mejorar-la-cognicion-en-adultos-mayores-una-herramienta-basada-en-evidencia\/\">Acesso a mais informa\u00e7\u00f5es<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Se voc\u00ea tem interesse em continuar conhecendo mais sobre o <strong>biofeedback da VFC na melhora do funcionamento cognitivo<\/strong>, pode continuar lendo a segunda parte deste artigo <strong><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/estimulacion-y-rehabilitacion-cognitiva\/metodos-y-tecnicas-de-intervencion-terapeutica-y-psicologica\/biofeedback-de-la-vfc-para-mejorar-la-cognicion-en-adultos-mayores-una-herramienta-basada-en-evidencia\/\">aqui<\/a><\/strong>.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Acharya, U. R., Joseph, K. P., Kannathal, N., Lim, C. M., &amp; Suri, J. S. (2006). Heart rate variability: A review. <em>Medical and Biological Engineering and Computing<\/em>, <em>44<\/em>(12), 1031\u20131051. https:\/\/doi.org\/10.1007\/s11517-006-0119-0<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Albert, M. S., DeKosky, S. T., Dickson, D., Dubois, B., Feldman, H. H., Fox, N. C., Gamst, A., Holtzman, D. M., Jagust, W. J., Petersen, R. C., Snyder, P. J., Carrillo, M. C., Thies, B., &amp; Phelps, C. H. (2011). The diagnosis of mild cognitive impairment due to Alzheimer\u2019s disease: Recommendations from the National Institute on Aging-Alzheimer\u2019s Association workgroups on diagnostic guidelines for Alzheimer\u2019s disease. <em>Alzheimer\u2019s and Dementia<\/em>, <em>7<\/em>(3), 270\u2013279. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jalz.2011.03.008<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Almeida-Santos, M. A., Barreto-Filho, J. A., Oliveira, J. L. M., Reis, F. P., da Cunha Oliveira, C. C., &amp; Sousa, A. C. S. (2016). Aging, heart rate variability and patterns of autonomic regulation of the heart. <em>Archives of Gerontology and Geriatrics<\/em>, <em>63<\/em>, 1\u20138. https:\/\/doi.org\/10.1016\/J.ARCHGER.2015.11.011,&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">American Psychiatric Association. (1994). <em>DSM-IV: Diagnostic and statistical manual of mental disorders<\/em> (APA (ed.); 4th ed.).<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Ardila, A. (2012). Neuropsicolog\u00eda del Envejecimiento Normal. <em>Revista Neuropsicol\u00f3gica, Neuropsiqui\u00e1trica y Neurociencias<\/em>, <em>12<\/em>(1), 1\u201320.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Aveleyra, E., &amp; Ostrosky, F. (2007). Cambios neurofisiol\u00f3gicos, cognoscitivos y neuroend\u00f3crinos durante el envejecimiento. In M. Guevara, M. Hern\u00e1ndez, N. Arteaga, &amp; E. Olvera (Eds.), <em>Aproximaciones al estudio de la funcionalidad cerebral y el comportamiento<\/em>. Universidad de Guadalajara.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Bozkurt, B., Aguilar, D., Deswal, A., Dunbar, S. B., Francis, G. S., Horwich, T., Jessup, M., Kosiborod, M., Pritchett, A. M., Ramasubbu, K., Rosendorff, C., &amp; Yancy, C. (2016). Contributory Risk and Management of Comorbidities of Hypertension, Obesity, Diabetes Mellitus, Hyperlipidemia, and Metabolic Syndrome in Chronic Heart Failure: A Scientific Statement from the American Heart Association. <em>Circulation<\/em>, <em>134<\/em>(23), e535\u2013e578. https:\/\/doi.org\/10.1161\/CIR.0000000000000450\/ASSET\/004E3C84-43FF-4483-B2CA-1F9E42AA3DC6\/ASSETS\/GRAPHIC\/E535FIG05.JPEG<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Forte, G., Favieri, F., &amp; Casagrande, M. (2019). Heart rate variability and cognitive function: A systematic review. <em>Frontiers in Neuroscience<\/em>, <em>13<\/em>(JUL), 710. https:\/\/doi.org\/10.3389\/FNINS.2019.00710\/BIBTEX<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Gianaros, P. J., Van Der Veen, F. M., &amp; Jennings, J. R. (2004). Regional cerebral blood flow correlates with heart period and high-frequency heart period variability during working-memory tasks: Implications for the cortical and subcortical regulation of cardiac autonomic activity. <em>Psychophysiology<\/em>, <em>41<\/em>(4), 521\u2013530. https:\/\/doi.org\/10.1111\/1469-8986.2004.00179.x<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">McKhann, G. M., Knopman, D. S., Chertkow, H., Hyman, B. T., Jack, C. R., Kawas, C. H., Klunk, W. E., Koroshetz, W. J., Manly, J. J., Mayeux, R., Mohs, R. C., Morris, J. C., Rossor, M. N., Scheltens, P., Carrillo, M. C., Thies, B., Weintraub, S., &amp; Phelps, C. H. (2011). The diagnosis of dementia due to Alzheimer\u2019s disease: Recommendations from the National Institute on Aging-Alzheimer\u2019s Association workgroups on diagnostic guidelines for Alzheimer\u2019s disease. <em>Alzheimer\u2019s and Dementia<\/em>, <em>7<\/em>(3), 263\u2013269. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jalz.2011.03.005&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mej\u00eda-Arango, S., Miguel-Jaimes, A., Villa, A., Ruiz-Arregui, L., &amp; Guti\u00e9rrez-Robledo, L. M. (2007). Deterioro cognoscitivo y factores asociados en adultos mayores en M\u00e9xico. <em>Salud P\u00fablica de M\u00e9xico<\/em>, <em>49<\/em>(S4), 475\u2013481.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Moss, D. (2004). Heart rate variability and biofeedback. <em>Psychophysiology Today: The Magazine for Mind-Body Medicine<\/em>, <em>1<\/em>, 4\u201311.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). (2015). <em>Relat\u00f3rio mundial sobre envelhecimento e sa\u00fade<\/em>.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Shaffer, F., &amp; Venner, J. (2013). Heart Rate Variability Anatomy and Physiology. <em>Biofeedback<\/em>, <em>41<\/em>(1), 13\u201325. https:\/\/doi.org\/10.5298\/1081-5937-41.1.05&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Thayer, J. F., \u00c5hs, F., Fredrikson, M., Sollers, J. J., &amp; Wager, T. D. (2012). A meta-analysis of heart rate variability and neuroimaging studies: implications for heart rate variability as a marker of stress and health. <em>Neuroscience and Biobehavioral Reviews<\/em>, <em>36<\/em>(2), 747\u2013756. https:\/\/doi.org\/10.1016\/J.NEUBIOREV.2011.11.009<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Williams, P. G., Cribbet, M. R., Tinajero, R., Rau, H. K., Thayer, J. F., &amp; Suchy, Y. (2019). The association between individual differences in executive functioning and resting high-frequency heart rate variability. <em>Biological Psychology<\/em>, <em>148<\/em>, 107772. https:\/\/doi.org\/10.1016\/J.BIOPSYCHO.2019.107772<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group p-4 br-0111 has-alt-background-color has-background has-light-background\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Perguntas frequentes sobre a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC)<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"trabajarneuronup\"><h3 id=\"at-439880\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">1. O que \u00e9 a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC)?<\/h3><div id=\"ac-439880\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>A VFC \u00e9 a flutua\u00e7\u00e3o no intervalo entre batimentos do cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 um indicador do equil\u00edbrio do sistema nervoso aut\u00f4nomo e da capacidade do corpo de se adaptar ao estresse.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"trabajarneuronup\"><h3 id=\"at-439881\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">2. Por que a VFC \u00e9 importante em adultos mais velhos?<\/h3><div id=\"ac-439881\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Uma VFC baixa associa-se a um pior estado de sa\u00fade geral e a um maior risco de comprometimento cognitivo, pois reflete menor capacidade de autorregula\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica e emocional.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"videosneuronup\"><h3 id=\"at-439882\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">3. Quais fun\u00e7\u00f5es cognitivas s\u00e3o afetadas por uma VFC baixa?<\/h3><div id=\"ac-439882\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Principalmente aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria de trabalho, velocidade de processamento e fun\u00e7\u00f5es executivas.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-439883\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">4. Como a VFC \u00e9 medida em ambientes cl\u00ednicos?<\/h3><div id=\"ac-439883\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Pode ser medida por eletrocardiograma ou por dispositivos port\u00e1teis com sensores de frequ\u00eancia card\u00edaca, usando ferramentas de an\u00e1lise do ritmo card\u00edaco.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"formaciongratuita\"><h3 id=\"at-439884\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">5. Existe uma rela\u00e7\u00e3o entre a VFC e doen\u00e7as neurodegenerativas como o Alzheimer?<\/h3><div id=\"ac-439884\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Sim, diversos estudos sugerem que uma VFC baixa pode estar associada a um maior risco de comprometimento cognitivo leve e doen\u00e7a de Alzheimer, embora n\u00e3o seja um marcador diagn\u00f3stico \u00fanico.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta entrada do blog sobre <strong>a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) e sua rela\u00e7\u00e3o com o comprometimento cognitivo<\/strong>, certamente lhe interessar\u00e3o estes artigos da NeuronUP:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-noticias-de-estimulacao-cognitiva tag-atencao tag-estimulacao-cognitiva tag-reabilitacao-cognitiva\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Hemineglig\u00eancia espacial: Metade de tudo\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/heminegligencia-espacial-a-metade-de-tudo\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o detalhada em preto e branco de uma borboleta vista de lado, com padr\u00f5es nas asas, fundo branco.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-24x24.webp 24w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-48x48.webp 48w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-96x96.webp 96w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-150x150.webp 150w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-300x300.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-768x768.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1-1024x1024.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Heminegligencia-espacial-1-1.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/heminegligencia-espacial-a-metade-de-tudo\/\" rel=\"bookmark\">Hemineglig\u00eancia espacial: Metade de tudo<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-noticias-de-estimulacao-cognitiva tag-telerreabilitacao\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Existe diferen\u00e7a entre a neurorreabilita\u00e7\u00e3o presencial e online? An\u00e1lise de um caso\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/existe-diferenca-entre-a-neurorreabilitacao-presencial-e-online-analise-de-um-caso\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/preparar-sesiones-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Pessoa em mesa de madeira usando laptop, caneta digital, com tablet ao lado, planta ao fundo e parede de tijolos expostos sob luz natural.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/preparar-sesiones-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/preparar-sesiones-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/existe-diferenca-entre-a-neurorreabilitacao-presencial-e-online-analise-de-um-caso\/\" rel=\"bookmark\">Existe diferen\u00e7a entre a neurorreabilita\u00e7\u00e3o presencial e online? An\u00e1lise de um caso<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-para-alzheimer tag-alzheimer tag-atividades-de-estimulacao-cognitiva\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"10 exerc\u00edcios de estimula\u00e7\u00e3o cognitiva para pessoas com Alzheimer\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-alzheimer\/10-exercicios-de-estimulacao-cognitiva-para-pessoas-com-alzheimer\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Interface de jogo de moda com avatar visto de costas vestindo camiseta laranja e cal\u00e7as cargo; \u00edcones de roupas \u00e0 direita e janela com montanhas indicam 3 pe\u00e7as faltando.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se-300x225.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se-768x576.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se-800x600.webp 800w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se-1024x768.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Atividade-da-NeuronUP-Vista-se.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-alzheimer\/10-exercicios-de-estimulacao-cognitiva-para-pessoas-com-alzheimer\/\" rel=\"bookmark\">10 exerc\u00edcios de estimula\u00e7\u00e3o cognitiva para pessoas com Alzheimer<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-alzheimer tag-alzheimer\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Anosognosia na doen\u00e7a de Alzheimer\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/alzheimer\/anosognosia-na-doenca-de-alzheimer\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Anosognosia-en-la-enfermedad-de-Alzheimer-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Idoso em destaque com express\u00e3o pensativa, rugas marcantes; 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ao lado, tigelas com carne mo\u00edda, massa e legumes.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Actividad-de-estimulacion-cognitiva-para-personas-con-sindrome-de-Down-imagenes-incompletas-1-300x180.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Actividad-de-estimulacion-cognitiva-para-personas-con-sindrome-de-Down-imagenes-incompletas-1-768x461.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Actividad-de-estimulacion-cognitiva-para-personas-con-sindrome-de-Down-imagenes-incompletas-1-1024x615.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Actividad-de-estimulacion-cognitiva-para-personas-con-sindrome-de-Down-imagenes-incompletas-1.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-sindrome-down\/5-atividades-de-estimulacao-cognitiva-para-pessoas-com-sindrome-de-down\/\" rel=\"bookmark\">5 atividades de estimula\u00e7\u00e3o cognitiva para pessoas com s\u00edndrome de Down<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">&#8220;Este artigo foi traduzido. Link para o artigo original em espanhol:&#8221;<br><a href=\"https:\/\/neuronup.com\/estimulacion-y-rehabilitacion-cognitiva\/metodos-y-tecnicas-de-intervencion-terapeutica-y-psicologica\/la-variabilidad-de-la-frecuencia-cardiaca-vfc-y-su-relacion-con-el-deterioro-cognitivo\/\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/neuronup.com\/estimulacion-y-rehabilitacion-cognitiva\/metodos-y-tecnicas-de-intervencion-terapeutica-y-psicologica\/la-variabilidad-de-la-frecuencia-cardiaca-vfc-y-su-relacion-con-el-deterioro-cognitivo\/\"><em>La variabilidad de la frecuencia card\u00edaca (VFC) y su relaci\u00f3n con el deterioro cognitivo<\/em><\/a><\/p>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A neuropsic\u00f3loga Sof\u00eda Fonseca Moreno analisa como a variabilidade da frequ\u00eancia card\u00edaca (VFC) influencia o comprometimento cognitivo na velhice. Introdu\u00e7\u00e3o A expectativa de vida aumentou, por isso o grupo de pessoas com mais de 60 anos cresceu a n\u00edvel mundial (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, 2015), inclusive no M\u00e9xico. 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