{"id":43084,"date":"2026-05-04T11:19:32","date_gmt":"2026-05-04T09:19:32","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=43084"},"modified":"2026-05-04T11:19:32","modified_gmt":"2026-05-04T09:19:32","slug":"tdah-em-adultos-sintomas-poucos-conhecidos-diagnostico-tardio-e-tratamento-eficaz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/tdah-em-adultos-sintomas-poucos-conhecidos-diagnostico-tardio-e-tratamento-eficaz\/","title":{"rendered":"TDAH em adultos: sintomas pouco conhecidos, diagn\u00f3stico tardio e tratamento eficaz"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">Neste artigo, a neuropsic\u00f3loga Ana Utrilla Lack aborda os <strong>aspectos mais relevantes do transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH) em adultos<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/tdah-na-infancia-sintomas-diagnostico-e-tratamento\/\">transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH)<\/a> \u00e9 um transtorno do neurodesenvolvimento, o que implica que seus sintomas devem ter come\u00e7ado antes dos 12 anos. No entanto, muitas vezes n\u00e3o \u00e9 detectado nem diagnosticado durante a inf\u00e2ncia. Por essa raz\u00e3o, na consulta neuropsicol\u00f3gica \u00e9 comum encontrar pacientes adultos que apresentam dificuldades significativas na organiza\u00e7\u00e3o e no planejamento, assim como problemas laborais, sociais e de casal. Ao serem avaliados, a esses pacientes \u00e9 diagnosticado transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com ou sem hiperatividade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o TDAH? <\/h2>\n\n\n\n<p>O transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o, segundo o DSM-5 (APA, 2013), \u00e9 definido como um padr\u00e3o persistente de desaten\u00e7\u00e3o e\/ou hiperatividade-impulsividade que interfere no funcionamento ou no desenvolvimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o DSM-5 (APA, 2013), o transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o (TDAH) caracteriza-se por um <strong>conjunto de condutas relacionadas com falhas na <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/o-que-e-a-atencao-definicao-problemas-e-atividades-para-trabalha-la\/\">aten\u00e7\u00e3o<\/a>, na impulsividade e\/ou na agita\u00e7\u00e3o, que se apresentam de forma persistente ao longo do tempo <\/strong>e em distintos momentos da vida de uma pessoa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essas dificuldades podem influenciar a sua maneira de se organizar, concentrar-se ou manter-se calmo, e afetar \u00e1reas como o trabalho, os estudos ou as rela\u00e7\u00f5es pessoais. Por se tratar de um <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/perturbacoes-do-neurodesenvolvimento\/\">transtorno do neurodesenvolvimento<\/a>, <strong>seus sintomas devem ter come\u00e7ado antes dos 12 anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por vezes, o diagn\u00f3stico na inf\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 realizado porque os pais podem apresentar sintomas semelhantes sem diagn\u00f3stico ou porque a estrutura e a conten\u00e7\u00e3o familiar favorecem a funcionalidade do paciente, entre outros fatores.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, <strong>muitas vezes n\u00e3o \u00e9 diagnosticado durante a inf\u00e2ncia por diversas raz\u00f5es<\/strong>, entre as quais se encontram:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>A<strong> normaliza\u00e7\u00e3o ou atribui\u00e7\u00e3o err\u00f4nea dos sintomas a outros fatores<\/strong>, como tra\u00e7os de personalidade ou etapas normais do desenvolvimento.<\/li>\n\n\n\n<li>O <strong>acesso limitado a profissionais de sa\u00fade<\/strong> capacitados para fazer o diagn\u00f3stico em fases precoces.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>compensa\u00e7\u00e3o por parte da fam\u00edlia ou do ambiente social<\/strong>, que mascara as dificuldades e atrasa o diagn\u00f3stico.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>presen\u00e7a de comorbidades que podem mascarar o transtorno<\/strong>, como outros transtornos de ansiedade, de aprendizagem ou do humor.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>resist\u00eancia dos familiares em aceitar um diagn\u00f3stico<\/strong>, pois muitas vezes continua sendo um tema &#8216;tabu&#8217;.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conceito de TDAH<\/h3>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/um-breve-historico-do-tdah-e-seu-impacto-no-funcionamento-executivo\/\">conceito e a caracteriza\u00e7\u00e3o do TDAH<\/a> passaram por mudan\u00e7as importantes ao longo do tempo. A sua primeira apari\u00e7\u00e3o nos manuais de diagn\u00f3stico psiqui\u00e1trico foi no DSM-III, em 1980, onde foi introduzido o termo \u201ctrastorno por d\u00e9ficit de atenci\u00f3n, tipo residual\u201d para descrever sintomas pr\u00f3prios do TDAH que persistiam na fase adulta ap\u00f3s um <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/neurodesenvolvimento-entendendo-o-diagnostico-do-transtorno-do-espectro-autista-tea-e-transtorno-por-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah\/\">diagn\u00f3stico na inf\u00e2ncia<\/a>. Na vers\u00e3o revisada de 1987 (DSM-III-R) esse conceito foi eliminado; no entanto, na pr\u00e1tica cl\u00ednica continuou a ser utilizado de forma informal para se referir a adultos com sintomas persistentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais adiante, em 2000, com o DSM-IV, reconheceu-se a possibilidade de diagnosticar TDAH em adultos, desde que houvesse evid\u00eancia de que os sintomas haviam come\u00e7ado na inf\u00e2ncia. <\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, <strong>em 2013, com a publica\u00e7\u00e3o do DSM-5, confirmou-se que o TDAH pode continuar na idade adulta<\/strong>. Foram feitos ajustes nos crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos, permitindo o diagn\u00f3stico com cinco (em vez de seis) sintomas em maiores de 17 anos. Al\u00e9m disso, eliminou-se formalmente o conceito de \u201cresidual\u201d, ao considerar que o TDAH \u00e9 um transtorno que pode persistir ao longo da vida, sem a necessidade dessa etiqueta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">TDAH em adultos<\/h2>\n\n\n\n<p>O transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH) em adultos caracteriza-se por <strong>dificuldades na aten\u00e7\u00e3o, impulsividade e hiperatividade que persistem al\u00e9m da inf\u00e2ncia, afetando o funcionamento di\u00e1rio e a qualidade de vida<\/strong>. De maneira semelhante \u00e0s <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-tdah\/10-atividades-de-reabilitacao-cognitiva-para-criancas-com-tdah\/\">crian\u00e7as com TDAH<\/a>, em adultos s\u00e3o afetadas diversas \u00e1reas, como as rela\u00e7\u00f5es interpessoais, o \u00e2mbito profissional e acad\u00eamico (Sapkale &amp; Sawal, 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>O TDAH afeta tanto homens quanto mulheres, embora existam diferen\u00e7as na sua express\u00e3o e diagn\u00f3stico. \u00c9 <strong>mais prov\u00e1vel que seja identificado em crian\u00e7as e homens<\/strong> devido a que costumam apresentar sintomas mais vis\u00edveis relacionados com a hiperatividade. Em contrapartida, as <strong>mulheres tendem a mostrar sintomas predominantes de desaten\u00e7\u00e3o e maior instabilidade emocional<\/strong>, o que pode dificultar seu reconhecimento precoce.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sintomas menos conhecidos do TDAH em adultos <\/h3>\n\n\n\n<p>Ao falar de TDAH, \u00e9 comum surgirem ideias estereotipadas, como imaginar uma crian\u00e7a inquieta ou que n\u00e3o presta aten\u00e7\u00e3o na aula. Por isso, \u00e0s vezes \u00e9 dif\u00edcil visualizar como este transtorno se manifesta na idade adulta.<\/p>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 mencionado, os sintomas do TDAH est\u00e3o relacionados com falhas atencionais e\/ou impulsividade e hiperatividade. No entanto, devido \u00e0s atividades pr\u00f3prias da vida adulta e \u00e0s ferramentas que a pessoa adquiriu ao longo do tempo, <strong>os sintomas e comportamentos podem se apresentar de forma muito diferente de como s\u00e3o observados na inf\u00e2ncia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por essa raz\u00e3o, muitas das manifesta\u00e7\u00f5es do TDAH na idade adulta costumam passar despercebidas, ser mal interpretadas ou mesmo atribu\u00eddas \u00e0 falta de motiva\u00e7\u00e3o, estresse ou tra\u00e7os de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, descrevem-se alguns <strong>sintomas que podem estar presentes em adultos com TDAH e que frequentemente n\u00e3o s\u00e3o associados a este diagn\u00f3stico<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Dificuldade para iniciar tarefas<\/h4>\n\n\n\n<p>\u00c9 comum que uma pessoa com TDAH se identifique com problemas de procrastina\u00e7\u00e3o, pois, apesar de ter claro que \u00e9 importante realizar uma atividade \u2014e at\u00e9 de ter interesse nela\u2014, apresenta uma grande dificuldade para inici\u00e1-la e s\u00f3 o faz quando o tempo e a press\u00e3o est\u00e3o em cima, encontrando nesse estresse um motor para, finalmente, come\u00e7ar. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Essa paralisia ou sensa\u00e7\u00e3o de estar \u201ccongelado\u201d sem conseguir come\u00e7ar as tarefas<\/strong> n\u00e3o \u00e9 por falta de vontade ou disciplina, mas <strong>est\u00e1 relacionada com uma altera\u00e7\u00e3o nas fun\u00e7\u00f5es executivas<\/strong>, que se vinculam \u00e0 \u00e1rea cortical frontal e s\u00e3o respons\u00e1veis por planejar, organizar e ativar um comportamento dirigido a metas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Esquecimentos frequentes de tarefas pequenas ou cotidianas<\/h4>\n\n\n\n<p>N\u00e3o importa com que regularidade essas tarefas tenham de ser feitas. \u00c9 comum que coisas como pagar a conta de luz, trancar a porta ou pegar algo a caminho de casa sejam esquecidas, gerando depois muita culpa e inc\u00f4modo para quem sofre com isso e seu entorno. Esses esquecimentos se devem \u00e0s <strong>falhas na mem\u00f3ria de trabalho, que impedem sustentar a aten\u00e7\u00e3o nessas tarefas enquanto se realizam outras atividades<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. Problemas com a gest\u00e3o do tempo<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Acreditar que h\u00e1 tempo suficiente<\/strong> para chegar a algum lugar ou para realizar todas as atividades pendentes antes de sair <strong>pode ser uma conduta frequente<\/strong> em pessoas com TDAH. Isso pode lev\u00e1-las a chegar atrasadas com regularidade ou, pelo contr\u00e1rio, a chegar excessivamente cedo como uma forma de compensa\u00e7\u00e3o, devido ao estresse que lhes gera a possibilidade de atrasar-se.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">4. Tend\u00eancia ao hiperfoco <\/h4>\n\n\n\n<p>No extremo oposto \u00e0 desaten\u00e7\u00e3o constante que muitas pessoas com TDAH apresentam, encontra-se o hiperfoco. Isto implica <strong>per\u00edodos de concentra\u00e7\u00e3o extrema que ocorrem em tarefas altamente estimulantes<\/strong>, nas quais se pode at\u00e9 perder a no\u00e7\u00e3o do tempo e deixar de lado outras responsabilidades importantes.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">5. Baixa autoestima ou sentimento de insufici\u00eancia <\/h4>\n\n<p>Como consequ\u00eancia dos sintomas j\u00e1 referidos, <strong>\u00e9 comum que pessoas com TDAH desenvolvam um di\u00e1logo interno negativo<\/strong>, convencendo-se de serem pregui\u00e7osos, desorganizados ou incapazes. Isso impacta de maneira significativa sua autoestima e seu autoconceito.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora a desaten\u00e7\u00e3o costume ser um dos sintomas mais vis\u00edveis em adultos com TDAH, n\u00e3o se deve esquecer que, em muitos casos, a hiperatividade tamb\u00e9m pode estar presente. No entanto, esta n\u00e3o se manifesta da mesma forma que na inf\u00e2ncia. Em vez de uma atividade f\u00edsica constante ou evidente, <strong>a hiperatividade em adultos costuma se expressar de forma mais interna ou sutil, o que pode dificultar sua identifica\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<aside class=\"wp-block-group br-1010 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-bottom has-sm-padding-left has-sm-padding-right\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns are-vertically-aligned-center is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-80a01e22e6b93297c4e1e782787642ea is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:60%\">\n<p>Obtenha 10 atividades de <strong>reabilita\u00e7\u00e3o e estimula\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong> para trabalhar com seus usu\u00e1rios<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:40%\">\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\" style=\"--button-secondary-color:var(--color-white);--button-secondary-background:var(--color-custom-1);--button-secondary-background-hover:#cc7e00;\"><a class=\"wp-block-button__link button button-secondary     has-link-color wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/redirect\/?target=typeform\/atividades?utm_first_source=Web&#038;utm_first_campaign_name=Worksheets_general_adults_kids\">Baixe gr\u00e1tis<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/aside>\n\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A seguir, descrevem-se algumas dessas <strong>manifesta\u00e7\u00f5es que, por n\u00e3o serem t\u00e3o conhecidas, frequentemente passam despercebidas ou s\u00e3o atribu\u00eddas erroneamente \u00e0 ansiedade, estresse ou simplesmente a um \u201ccar\u00e1ter inquieto\u201d<\/strong>. Estes s\u00e3o alguns dos sintomas frequentes, embora seja preciso ter em mente que podem variar, pois cada pessoa tem um perfil \u00fanico.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Sensa\u00e7\u00e3o constante de inquieta\u00e7\u00e3o interna<\/h4>\n\n\n\n<p>Mesmo estando sentada a pessoa e aparentemente tranquila, internamente pode estar experimentando uma necessidade importante de fazer algo. Essa inquieta\u00e7\u00e3o mental, muitas vezes, se traduz em <strong>ansiedade, impaci\u00eancia ou dificuldade para relaxar<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Falar de forma acelerada ou interromper com frequ\u00eancia<\/h4>\n\n\n\n<p>Algumas pessoas com TDAH <strong>podem ser vistas como que falam muito e que al\u00e9m disso mudam de assunto rapidamente ou tendem a interromper<\/strong> nas conversas sem m\u00e1 inten\u00e7\u00e3o, simplesmente porque sentem urg\u00eancia de dizer o que est\u00e3o pensando antes de esquecer.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. Dificuldade para ficar em repouso ou desfrutar do descanso<\/h4>\n\n\n\n<p>Pessoas com TDAH <strong>comumente relatam dificuldade para &#8220;n\u00e3o fazer nada&#8221;<\/strong> ou atividades como sentar para ver um filme ou descansar, sentindo at\u00e9 mesmo inc\u00f4modo e frustra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">4. Mover-se constantemente de formas sutis<\/h4>\n\n\n\n<p>Brincar com os dedos, mexer as pernas, mudar de posi\u00e7\u00e3o frequentemente ou at\u00e9 levantar-se para fazer algo sem raz\u00e3o aparente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">5. Buscar constantemente atividades ou est\u00edmulos<\/h4>\n\n\n\n<p>Mudar frequentemente de interesses, come\u00e7ar muitos projetos sem termin\u00e1-los ou ter uma agenda muito saturada pode ser uma <strong>forma de manejar a necessidade de se manter estimulado e evitar o t\u00e9dio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">6. Dificuldade para esperar<\/h4>\n\n\n\n<p>Baixa toler\u00e2ncia a esperar em filas, no tr\u00e2nsito, ou a que outros terminem de falar. Isso n\u00e3o se deve \u00e0 falta de educa\u00e7\u00e3o, mas a uma<strong> sensa\u00e7\u00e3o real de urg\u00eancia dif\u00edcil de controlar<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">7. Tend\u00eancia \u00e0 multitarefa (fazer muitas coisas ao mesmo tempo)<\/h4>\n\n\n\n<p>Embora nem sempre seja eficaz, muitas pessoas com TDAH na fase adulta <strong>tentam fazer v\u00e1rias coisas ao mesmo tempo<\/strong>, como forma de se manter ocupadas ou evitar a frustra\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica tarefa prolongada.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica do TDAH em adultos<\/h3>\n\n\n\n<p>Atualmente, o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o relacionada ao TDAH e seus sintomas \u00e9 maior, o que, por um lado, favorece um diagn\u00f3stico oportuno, mas por outro lado simplifica o que esse transtorno implica e pode levar ao sobrediagn\u00f3stico. Por isso, <strong>se uma pessoa suspeita apresentar sintomas pr\u00f3prios desse transtorno, deveria procurar o profissional indicado para realizar a avalia\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria<\/strong> e confirmar ou descartar essa suspeita.<\/p>\n\n\n\n<p>Como neuropsic\u00f3logos, a avalia\u00e7\u00e3o que realizamos <strong>come\u00e7a com uma Entrevista cl\u00ednica<\/strong>. O objetivo desta \u00e9 <strong>conhecer as condutas ou sintomas<\/strong> que fazem pensar no diagn\u00f3stico, e parte fundamental \u00e9 determinar o in\u00edcio destes, j\u00e1 que, como mencionado anteriormente, embora o transtorno continue at\u00e9 a vida adulta, os sintomas devem ter come\u00e7ado em uma etapa precoce, dado que se trata de um transtorno do neurodesenvolvimento. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>procuramos conhecer o impacto atual desses sintomas para avaliar se s\u00e3o clinicamente significativos<\/strong>, isto \u00e9, se est\u00e3o afetando diversas \u00e1reas da vida do paciente. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio realizar um diagn\u00f3stico diferencial, certificando-nos de que os sintomas n\u00e3o sejam causados por outro transtorno, como ansiedade, depress\u00e3o ou outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base no que foi recolhido na Entrevista, para realizar o diagn\u00f3stico requer-se a <strong>aplica\u00e7\u00e3o de testes neuropsicol\u00f3gicos<\/strong>, cujo objetivo \u00e9 <strong>conhecer o desempenho do paciente em atividades principalmente relacionadas com as <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/funcoes-executivas\/\">fun\u00e7\u00f5es executivas<\/a><\/strong>, al\u00e9m de outras fun\u00e7\u00f5es cognitivas como mem\u00f3ria, linguagem e aten\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>escolha dos testes pode ser diferente dependendo do paciente e de suas particularidades<\/strong>, o importante \u00e9 ter claro o objetivo buscado e&nbsp; que os testes aplicados se alinhem com este.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:70px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Alguns dos testes propostos pela Fundaci\u00f3n Cantabria Ayuda al D\u00e9ficit de Atenci\u00f3n e Hiperactividad (CADAH) (s.d.) para a avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica do TDAH em adultos s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Testes de rastreio de est\u00edmulo, como o Trail Making Task (Reitan, 1958)<\/h4>\n\n\n\n<p>Estes testes est\u00e3o orientados a <strong>avaliar as fun\u00e7\u00f5es executivas<\/strong>:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O teste <strong>Trail Making Task<\/strong>, em seu formato B,<strong> avalia a capacidade atencional e de planejamento do paciente<\/strong>. Consiste em pedir que trace um caminho unindo n\u00fameros em ordem ascendente, ou alternando n\u00fameros e letras (1-A-2-B\u2026) de forma sequencial. Embora \u00e0 primeira vista pare\u00e7a uma tarefa simples, pode representar um desafio importante para quem apresenta dificuldades em direcionar a aten\u00e7\u00e3o ou gerar estrat\u00e9gias.<\/p>\n\n\n\n<p>Este teste requer manter a concentra\u00e7\u00e3o durante um per\u00edodo sustentado, ao mesmo tempo em que se alterna entre diferentes tipos de informa\u00e7\u00e3o, o que nos fornece dados valiosos sobre a capacidade do paciente para planejar, sustentar a aten\u00e7\u00e3o e mudar o foco conforme a tarefa exigir.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Tarefas de planejamento, como a Torre de Han\u00f3i ou o Mapa do Zool\u00f3gico, parte do teste BADS (Wilson et al., 1996)<\/h4>\n\n\n\n<p>Como parte da avalia\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m s\u00e3o aplicadas tarefas de planejamento, como a <strong>Torre de Han\u00f3i<\/strong>, na qual se requer gerar uma estrat\u00e9gia para resolver um problema concreto, respeitando uma s\u00e9rie de regras estabelecidas desde o in\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro teste \u00fatil \u00e9 o <strong>Mapa do Zool\u00f3gico<\/strong>, que pessoalmente me parece muito representativo de situa\u00e7\u00f5es cotidianas. Nesta tarefa, pede-se \u00e0 pessoa que organize um percurso por um zool\u00f3gico cumprindo certas condi\u00e7\u00f5es, o que implica planejar, priorizar e antecipar os passos a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>Este tipo de exerc\u00edcios <strong>permite observar como a pessoa estrutura seu pensamento e executa uma sequ\u00eancia l\u00f3gica de a\u00e7\u00f5es<\/strong> diante de um objetivo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. Tarefas de interfer\u00eancia, como o Teste de Stroop de cores e palavras (Golden, C.J.)<\/h4>\n\n\n\n<p>Outra prova frequentemente utilizada \u00e9 o <strong>Teste de Stroop de cores e palavras<\/strong>, uma tarefa de interfer\u00eancia que <strong>permite avaliar processos como a aten\u00e7\u00e3o seletiva e a inibi\u00e7\u00e3o de respostas autom\u00e1ticas<\/strong>. Nesta prova, \u00e9 apresentada ao paciente uma lista de palavras que nomeiam cores (como \u201cvermelho\u201d ou \u201cverde\u201d), mas impressas em uma cor diferente da que indicam. Por exemplo, a palavra \u201cazul\u201d escrita em cor amarela. A tarefa consiste em nomear a cor da tinta e n\u00e3o ler a palavra. <\/p>\n\n\n\n<p>Embora pare\u00e7a simples, implica um esfor\u00e7o importante para inibir a leitura autom\u00e1tica e concentrar-se na instru\u00e7\u00e3o dada, o que pode ser um grande desafio para pessoas com dificuldades no controle inibit\u00f3rio ou no manejo da impulsividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m podemos utilizar baterias de testes mais completas, como a <strong>Bateria neuropsicol\u00f3gica de Fun\u00e7\u00f5es Executivas<\/strong> (BANFE-3), desenvolvida por Ostrosky.<\/p>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o do TDAH em adultos requer integrar diferentes ferramentas, entre as quais se encontram os testes neuropsicol\u00f3gicos mencionados. Para obter um diagn\u00f3stico preciso e completo, <strong>tamb\u00e9m podem ser utilizadas Escalas de autorrelato e Entrevistas estruturadas como a DIVA-5<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Essa combina\u00e7\u00e3o permite<strong> identificar as dificuldades espec\u00edficas do paciente e orientar um plano de interven\u00e7\u00e3o adequado<\/strong>. A Entrevista DIVA-5, baseada nos crit\u00e9rios do DSM-5, permite explorar a presen\u00e7a dos sintomas pr\u00f3prios do diagn\u00f3stico, bem como sua intensidade e o impacto que t\u00eam na vida do avaliado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tratamentos e estrat\u00e9gias eficazes para adultos com TDAH<\/h3>\n\n<p>Uma vez estabelecido o diagn\u00f3stico de TDAH em adultos, o passo seguinte \u00e9 o tratamento, que deve ser multidisciplinar. Em alguns casos, este inclui interven\u00e7\u00f5es farmacol\u00f3gicas, a cargo do psiquiatra, cujo objetivo principal \u00e9 melhorar a aten\u00e7\u00e3o e reduzir a impulsividade. No entanto, <strong>o tratamento farmacol\u00f3gico deve ser acompanhado de interven\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica<\/strong>, na qual, no in\u00edcio, ser\u00e3o estabelecidos juntamente com o paciente os objetivos espec\u00edficos que deseja alcan\u00e7ar, com base em suas necessidades e nas atividades que desempenha a n\u00edvel pessoal, social e laboral.<\/p>\n\n\n\n<p>Como parte da <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/otimizacao-de-terapias-para-o-tdah\/\">interven\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica<\/a>, <strong>pode-se utilizar plataformas digitais especializadas, como <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/\">NeuronUP<\/a><\/strong>, que oferece exerc\u00edcios personalizados para estimular diversas fun\u00e7\u00f5es cognitivas, o que contribui para melhorar a aten\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e fun\u00e7\u00f5es executivas de forma estruturada e adaptada a cada paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o uso de ferramentas digitais pode ser de grande ajuda no dia a dia. Existem aplica\u00e7\u00f5es como Todoist ou Trello, que facilitam a organiza\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o de tarefas, e outras como Headspace, que apoiam a pr\u00e1tica de mindfulness e a redu\u00e7\u00e3o do estresse, aspectos fundamentais para o manejo integral do TDAH.<\/p>\n\n\n\n<p>Como foi mencionado anteriormente, o TDAH pode ser acompanhado de sintomas emocionais como ansiedade ou depress\u00e3o, al\u00e9m de sentimentos frequentes de frustra\u00e7\u00e3o e baixa autoestima, os quais, se n\u00e3o forem abordados adequadamente, podem interferir no tratamento. Nesse sentido, <strong>pr\u00e1ticas como o mindfulness t\u00eam demonstrado ser \u00fateis, pois contribuem para melhorar a regula\u00e7\u00e3o emocional<\/strong>, reduzir o estresse e fomentar uma maior consci\u00eancia do momento presente. Incorporar esse tipo de ferramentas pode se tornar uma estrat\u00e9gia complementar valiosa dentro da abordagem integral do TDAH em adultos (Crespo &amp; Valero, 2019).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora o TDAH costume ser associado principalmente a dificuldades, <strong>tamb\u00e9m \u00e9 importante reconhecer as fortalezas que podem acompanhar esse diagn\u00f3stico<\/strong>. Muitas pessoas com TDAH destacam-se por sua criatividade, capacidade de pensar de forma divergente, energia e entusiasmo, assim como por uma grande resili\u00eancia frente aos desafios. Sua tend\u00eancia a buscar novas experi\u00eancias e sua capacidade de hiperfocalizar em temas de interesse podem ser vantagens valiosas em \u00e2mbitos laborais e pessoais. Reconhecer essas qualidades ajuda a construir uma vis\u00e3o mais completa e positiva, fomentando a autoestima e um enfoque equilibrado do transtorno.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Detectar a tempo o TDAH em adultos \u00e9 fundamental<\/strong> para que as pessoas compreendam o que lhes acontece e possam buscar a ajuda necess\u00e1ria. Em muitas ocasi\u00f5es, as pessoas desenvolvem estrat\u00e9gias compensat\u00f3rias que as ajudam a manejar as dificuldades do dia a dia. No entanto,<strong> essas estrat\u00e9gias nem sempre evitam que sua vida pessoal, laboral e social seja afetada<\/strong>, especialmente quando os sintomas n\u00e3o s\u00e3o identificados com clareza. Por isso, um diagn\u00f3stico bem realizado, acompanhado de um tratamento integral e adaptado a cada caso, pode fazer grande diferen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez obtido o diagn\u00f3stico, o passo seguinte \u00e9 iniciar um tratamento adequado. O neuropsic\u00f3logo desempenha um papel fundamental ao desenhar um plano de interven\u00e7\u00e3o individualizado, que responda \u00e0s necessidades particulares do paciente. Esse <strong>plano deve contemplar tanto os aspectos comportamentais quanto emocionais<\/strong>, buscando favorecer a qualidade de vida e a estabilidade emocional.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, <strong>\u00e9 importante promover uma postura aberta e informada frente \u00e0 neurodiverg\u00eancia<\/strong>. Embora atualmente haja maior conhecimento sobre o TDAH, ainda persistem estigmas e ideias equivocadas que podem limitar as oportunidades pessoais e laborais de quem o vive, afetando tamb\u00e9m sua autoestima. Como sociedade, podemos contribuir para um ambiente mais compreensivo cuidando de nossas palavras e da maneira como falamos sobre o TDAH, reconhecendo que as dificuldades que enfrentam as pessoas com esse diagn\u00f3stico v\u00e3o al\u00e9m da vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>Como profissional, considero que entender o TDAH al\u00e9m de suas dificuldades nos permite acompanhar melhor quem o vive e oferecer o apoio que realmente precisam para potencializar suas fortalezas e melhorar sua qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia <\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5\u00aa ed.). Autor.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Crespo, M., &amp; Valero, S. (2019). Mindfulness e autorregula\u00e7\u00e3o emocional em adultos com TDAH: uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica. Revista de Psicolog\u00eda Cl\u00ednica con Ni\u00f1os y Adolescentes, 6(1), 41-46.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Fundaci\u00f3n CADAH. (s.d.). TDAH: Instrumentos ou provas para avaliar as fun\u00e7\u00f5es neuropsicol\u00f3gicas e executivas (Parte II). Dispon\u00edvel em https:\/\/www.fundacioncadah.org\/web\/articulo\/tdah-instrumentos-o-pruebas-para-evaluar-las-funciones-neuropsicologicas-y-ejecutivas-parte-ii.html<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Golden, C. J. (s.d.). Stroop Color and Word Test. [Manual].<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">NeuronUP. (s.d.). Plataforma de reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva. Dispon\u00edvel em https:\/\/www.neuronup.com<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Ostrosky, F. (ano). Bater\u00eda Neuropsicol\u00f3gica de Funciones Ejecutivas (BANFE-3). [Manual].<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Reitan, R. M. (1958). Validity of the Trail Making Test as an indicator of organic brain damage. Perceptual and Motor Skills, 8(3), 271\u2013276.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Sapkale, N., &amp; Sawal, M. (2023). ADHD in adults: An overview of symptoms, diagnosis, and management. Journal of Psychiatry and Neuroscience, 48(1), 10-20. https:\/\/doi.org<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Wilson, B., Alderman, N., Burgess, P., Emslie, H., &amp; Evans, J. J. (1996). Behavioural Assessment of the Dysexecutive Syndrome (BADS). Thames Valley Test Company.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre o <strong>TDAH em adultos<\/strong>, certamente estes artigos da NeuronUP ir\u00e3o lhe interessar:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-doenca-mental tag-cognicion-social\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Livro de neurocogni\u00e7\u00e3o, cogni\u00e7\u00e3o social e metacogni\u00e7\u00e3o na psicose\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/livro-de-neurocognicao-cognicao-social-e-metacognicao-em-psicose\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"304\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Estante com formato de cabe\u00e7a humana em perfil, cheia de livros, rel\u00f3gio e design moderno sobre fundo claro.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-24x24.webp 24w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-48x48.webp 48w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-96x96.webp 96w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Libro-neurocognicion-300x296.webp 300w, 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tag-enfermedades-neurodegenerativas tag-parkinson\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Fen\u00f4menos on-off e Wearing-off na doen\u00e7a de Parkinson\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/parkinson\/fenomenos-on-off-e-wearing-off-na-doenca-de-parkinson\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/closeup-of-support-hands.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Duas m\u00e3os entrela\u00e7adas, uma de idade mais avan\u00e7ada com rugas e a outra mais jovem, sobre fundo neutro.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/closeup-of-support-hands-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/closeup-of-support-hands-768x512.webp 768w, 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crian\u00e7as com TDAH\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-tdah\/10-atividades-de-reabilitacao-cognitiva-para-criancas-com-tdah\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"285\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/actividades-de-rehabilitacion-cognitiva-para-ninos-con-TDAH-imgenes-revueltas-optimizada.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Quebra-cabe\u00e7a urbano que mostra uma cena cotidiana: um homem se dirige \u00e0 porta de um edif\u00edcio, a um quiosque e a uma crian\u00e7a com brinquedo.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/actividades-de-rehabilitacion-cognitiva-para-ninos-con-TDAH-imgenes-revueltas-optimizada-300x214.webp 300w, 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tipos, exemplos e metodologias de interven\u00e7\u00e3o\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/transtorno-infantis-que-sao-tipos-exemplos-e-metodologias-de-intervencao\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"266\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Trastornos-infantiles.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mulher e menina brincando com blocos coloridos em uma mesa; imagem educativa que ilustra a intera\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento infantil.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Trastornos-infantiles-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Trastornos-infantiles-768x511.webp 768w, 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Introdu\u00e7\u00e3o O transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH) \u00e9 um transtorno do neurodesenvolvimento, o que implica que seus sintomas devem ter come\u00e7ado antes dos 12 anos. 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