{"id":34139,"date":"2024-10-22T08:38:00","date_gmt":"2024-10-22T06:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=34139"},"modified":"2024-10-22T08:38:00","modified_gmt":"2024-10-22T06:38:00","slug":"fomo-o-medo-de-ficar-de-fora-da-era-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/psicologia\/fomo-o-medo-de-ficar-de-fora-da-era-digital\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size wp-block-paragraph\">A psic\u00f3loga Kira Guerra Franco e o psicoterapeuta Iv\u00e1n Bali\u00f1a Rodr\u00edguez-Valcarce exp\u00f5em neste artigo <strong>como o FOMO (Fear of Missing Out), impulsionado pelo uso de redes sociais, gera um fen\u00f4meno de ansiedade social que afeta milh\u00f5es de pessoas <\/strong>que buscam estar continuamente conectadas para n\u00e3o perderem nada na era digital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00ea j\u00e1 se sentiu alguma vez angustiado ao ver fotos de uma festa \u00e0 qual n\u00e3o assistiu, desejando ter estado l\u00e1? Talvez voc\u00ea tenha se perguntado se estava perdendo a melhor noite da sua vida enquanto via as fotos na tela inicial do Instagram. Se algo parecido aconteceu, \u00e9 prov\u00e1vel que voc\u00ea tenha experimentado FOMO.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Introducci\u00f3n <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na era digital, as redes sociais transformaram profundamente a forma como interagimos, nos comunicamos e percebemos o mundo (D\u00edaz &amp; Extremera, 2020). <strong>A prolifera\u00e7\u00e3o das Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (TIC)<\/strong>, especialmente atrav\u00e9s de plataformas digitais, <strong>amplificou alguns fen\u00f4menos psicol\u00f3gicos, entre os quais se destaca o Fear of Missing Out (FOMO)<\/strong>, ou o medo de perder algo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este termo, cunhado por Dan Herman e popularizado por Przybylski et al. (2013), descreve a <strong>ansiedade que surge ao sentir que outros est\u00e3o desfrutando experi\u00eancias das quais algu\u00e9m est\u00e1 ausente<\/strong> (Gupta &amp; Sharma, 2021; Torres Serrano, 2020), mostrando um desejo de estar continuamente conectado com o que os outros fazem (Przybylski et al., 2013).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pode existir como um sentimento epis\u00f3dico<\/strong> que ocorre no meio de uma conversa, <strong>como uma disposi\u00e7\u00e3o de longo prazo ou como um estado mental<\/strong> que leva o indiv\u00edduo a sentir uma sensa\u00e7\u00e3o mais profunda de inferioridade social, solid\u00e3o ou raiva intensa (Gupta &amp; Sharma, 2021). Apesar de o FOMO n\u00e3o ser exclusivo das redes sociais, a prolifera\u00e7\u00e3o dessas plataformas exacerbou esse medo antigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O impacto desse fen\u00f4meno n\u00e3o se limita aos indiv\u00edduos que o experimentam; tamb\u00e9m afeta a sociedade como um todo. As redes sociais criaram uma nova din\u00e2mica de intera\u00e7\u00e3o na qual a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 vida dos outros, cuidadosamente selecionada e apresentada, <strong>gera expectativas muitas vezes distorcidas <\/strong>sobre o que significa viver uma vida plena (Bra\u00f1a S\u00e1nchez &amp; Moral Jim\u00e9nez, 2023).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Funcionamiento de algoritmos <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As plataformas digitais n\u00e3o s\u00e3o neutras; est\u00e3o <strong>projetadas para maximizar o tempo de intera\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios,<\/strong> utilizando t\u00e9cnicas de refor\u00e7o positivo intermitente, como notifica\u00e7\u00f5es e valida\u00e7\u00f5es sociais, para manter os receptores ativos na plataforma. Isso cria um ciclo dif\u00edcil de romper, especialmente em adolescentes, que s\u00e3o mais vulner\u00e1veis \u00e0 <strong>gratifica\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>instant\u00e2nea <\/strong>(Wu et al., 2013).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os algoritmos que empregam respondem a<strong> interesses comerciais<\/strong>. Robert Cialdini, na nova edi\u00e7\u00e3o de Influ\u00eancia (2021), explica como esses algoritmos empregam princ\u00edpios de persuas\u00e3o, como o refor\u00e7o intermitente e a reciprocidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exposi\u00e7\u00e3o repetida a est\u00edmulos positivos, como &#8220;curtidas&#8221; ou coment\u00e1rios, refor\u00e7a o comportamento de uso constante, o que, do ponto de vista neuropsicol\u00f3gico, <strong>afet a as \u00e1reas do c\u00e9rebro respons\u00e1veis pela autorregula\u00e7\u00e3o e o autocontrole<\/strong>, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal (Turel et al., 2014).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa depend\u00eancia dos algoritmos n\u00e3o apenas impacta em n\u00edvel individual, mas tamb\u00e9m em n\u00edvel social. A personaliza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado <strong>pode gerar bolhas informativas e polariza\u00e7\u00e3o<\/strong> (Todorovich, 2021), <strong>afetando a coes\u00e3o social <\/strong>e contribuindo para a fragmenta\u00e7\u00e3o das comunidades. Al\u00e9m disso, essa din\u00e2mica de manipula\u00e7\u00e3o <strong>refor\u00e7a comportamentos superficiais e de compara\u00e7\u00e3o social<\/strong>, o que pode ter efeitos negativos na autoestima dos usu\u00e1rios, especialmente nos jovens (Vogel et al., 2014).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">El FOMO en el contexto de la adolescencia <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora esse fen\u00f4meno possa afetar pessoas de qualquer idade, <strong>o impacto do FOMO \u00e9 particularmente relevante entre os jovens<\/strong>, que atravessam um per\u00edodo cr\u00edtico de desenvolvimento cerebral e emocional (B\u0142achnio &amp; Przepiorka, 2018). Durante essa etapa, <strong>o c\u00e9rebro \u00e9 especialmente vulner\u00e1vel a influ\u00eancias externas devido \u00e0 sua alta plasticidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na busca por se compreenderem e estabelecer sua identidade, os adolescentes usam essas plataformas como uma <strong>ferramenta para explorar e experimentar diversas formas de autoexpress\u00e3o e conex\u00e3o social<\/strong>. O FOMO, nesse contexto, atua como um catalisador para o uso das redes, onde a necessidade de encontrar essa identidade digital conduz a uma exposi\u00e7\u00e3o massiva de atividades e experi\u00eancias. Perder algo, portanto, pode implicar a <strong>sensa\u00e7\u00e3o de exclus\u00e3o que mina a autoestima <\/strong>de quem o sente. Al\u00e9m disso, a press\u00e3o social e a valida\u00e7\u00e3o online podem afetar o comportamento, levando a buscar realizar atividades a todo momento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c1reas cerebrales implicadas <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como o fen\u00f4meno do FOMO \u00e9 relativamente novo, <strong>ainda n\u00e3o existem estudos conclusivos sobre todas as \u00e1reas do c\u00e9rebro e processos neuropsicol\u00f3gicos implicados<\/strong>. No entanto, pesquisas demonstraram que <strong>\u00e1reas do c\u00e9rebro como o c\u00f3rtex cingulado anterior (ACC), a \u00ednsula e o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal dorsolateral (DLPFC) se ativam durante experi\u00eancias de exclus\u00e3o social<\/strong> ((Burklund et al., 2007;<br>Chester et al., 2016; DeWall et al., 2010; Eisenberger et al., 2003, 2007; Kross et al.,<br>2007, 2011).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ativa\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/a-cortex-cingulado-anterior-controle-executivo-e-controle-emocional\/\">c\u00f3rtex cingulado anterior (ACC)<\/a>, por exemplo, tem sido vinculada \u00e0 <strong>dor emocional que surge ao se sentir exclu\u00eddo ou ao n\u00e3o participar de eventos sociais<\/strong> (Eisenberger et al., 2003). Essa \u00e1rea do c\u00e9rebro se ativa tanto em situa\u00e7\u00f5es de exclus\u00e3o social quanto em cen\u00e1rios de dor f\u00edsica, o que reflete a intensidade do mal-estar que o FOMO pode gerar. Ademais, est\u00e1 envolvida no processamento emocional e na avalia\u00e7\u00e3o de conflitos. A <strong>\u00ednsula<\/strong>, por sua vez, <strong>desempenha um papel crucial na interocep\u00e7\u00e3o<\/strong>, isto \u00e9, a percep\u00e7\u00e3o das sensa\u00e7\u00f5es internas do corpo, e sua ativa\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es de exclus\u00e3o social amplifica as respostas emocionais negativas (Eisenberger et al., 2007).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De uma perspectiva mais ampla, <strong>o FOMO n\u00e3o apenas afeta a regula\u00e7\u00e3o emocional, mas tamb\u00e9m o processamento cognitivo<\/strong>. A sobrecarga de informa\u00e7\u00e3o e a necessidade constante de verificar o que acontece no ambiente, especialmente no digital, <strong>fragmentam a aten\u00e7\u00e3o e dificultam a reflex\u00e3o profunda<\/strong> (Shanmugasundaram &amp; Tamilarasu, 2023), desembocando em informa\u00e7\u00f5es consumidas rapidamente e esquecidas com igual rapidez.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 claro qual via de recompensa est\u00e1 implicada em seus efeitos refor\u00e7adores. \u00c9 amplamente aceito que as vias dopamin\u00e9rgicas, em particular os sistemas mesol\u00edmbicos, se ativam com as conex\u00f5es sociais satisfat\u00f3rias (Gupta y Sharma, 2021; Todorovich, 2021). Ademais, a codifica\u00e7\u00e3o do erro na predi\u00e7\u00e3o da recompensa e os padr\u00f5es vari\u00e1veis da mesma mant\u00eam esses comportamentos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Consecuencias sociales y emocionales del FOMO<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O FOMO afeta o bem-estar emocional e social dos indiv\u00edduos. Alguns estudos apoiam que<strong> a press\u00e3o constante por estar a par<\/strong> das atividades dos outros, unida \u00e0 necessidade de valida\u00e7\u00e3o social, <strong>pode levar a n\u00edveis not\u00f3rios de estresse, ansiedade e esgotamento mental <\/strong>(Alkis et al., 2017; Gupta &amp; Sharma, 2021; Tanhan et al., 2022).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As pessoas que temem perder intera\u00e7\u00f5es com seus pares ou eventos sociais gratificantes <strong>podem demonstrar uma desregula\u00e7\u00e3o no uso das redes<\/strong>, mantendo-se constantemente conectadas para aliviar a ansiedade provocada por uma poss\u00edvel exclus\u00e3o (Ferreira et al., 2021; Fioravanti et al., 2021).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O soci\u00f3logo Zygmunt Bauman em sua obra Gera\u00e7\u00e3o L\u00edquida (2000) argumenta que as rela\u00e7\u00f5es sociais na modernidade se tornaram fr\u00e1geis, o que \u00e9 evidente na din\u00e2mica das redes. As conex\u00f5es online muitas vezes andam de m\u00e3os dadas com a <strong>superficialidade<\/strong>, criando uma <strong>desconex\u00e3o entre a vida idealizada <\/strong>que se apresenta nas plataformas digitais <strong>e a complexa realidade humana<\/strong>. Essa disson\u00e2ncia entre a vida digital e a vida tang\u00edvel gera frustra\u00e7\u00e3o e dor, j\u00e1 que as expectativas irreais sobre o que significa ter sucesso ou ser amado n\u00e3o correspondem \u00e0s experi\u00eancias f\u00edsicas, afetando negativamente a autoestima e o bem-estar emocional dos indiv\u00edduos (Chou &amp; Edge, 2012).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>No entanto, cabe destacar que, at\u00e9 o momento, na literatura cient\u00edfica n\u00e3o h\u00e1 consenso quanto \u00e0 associa\u00e7\u00e3o entre internet, FOMO e sintomas de depress\u00e3o e\/ou ansiedade <\/strong>(Akbari et al., 2021).  <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estrategias de manejo del FOMO<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para gerir o FOMO e seus efeitos, foram propostas diversas estrat\u00e9gias. <\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">M\u00e9todo FOMO-R<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <strong>m\u00e9todo FOMO-R<\/strong> (Alutaybi et al., 2020) \u00e9 uma <strong>abordagem baseada na autoavalia\u00e7\u00e3o e no planejamento de a\u00e7\u00f5es concretas para aumentar o controle sobre o uso de redes sociais<\/strong>. Esse m\u00e9todo inclui cinco etapas: prepara\u00e7\u00e3o, planejamento, a\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o. Essas fases permitem que os indiv\u00edduos identifiquem seus padr\u00f5es de uso, desenvolvam estrat\u00e9gias para gerir o FOMO e avaliem a efic\u00e1cia dessas estrat\u00e9gias.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Etapa de preparaci\u00f3n <\/h4>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesta etapa busca-se aumentar a consci\u00eancia sobre o FOMO, ajudando os indiv\u00edduos a entender os diferentes tipos que podem experimentar. Utilizando um folheto de autoavalia\u00e7\u00e3o, diagnosticam-se os sintomas espec\u00edficos de FOMO, preparando os indiv\u00edduos para a etapa seguinte.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Etapa de planejamento <\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objetivo aqui \u00e9 que os indiv\u00edduos planejem como gerir seu FOMO, fornecendo-lhes contramedidas espec\u00edficas. Estas incluem t\u00e9cnicas e estrat\u00e9gias para prevenir.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. Etapa de a\u00e7\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesta fase, os indiv\u00edduos implementam e praticam as contramedidas selecionadas durante a etapa de planejamento. Eles s\u00e3o incentivados a dedicar um tempo espec\u00edfico, geralmente uma semana, para ensaiar essas t\u00e9cnicas e prevenir reca\u00eddas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">4. Etapa de avalia\u00e7\u00e3o <\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os indiv\u00edduos avaliam a efic\u00e1cia das contramedidas utilizadas. Se constatarem que pelo menos uma contramedida \u00e9 \u00fatil para cada tipo de FOMO, passam \u00e0 etapa de revis\u00e3o. Caso contr\u00e1rio, identificam os desafios e selecionam novas contramedidas ou retornam a etapas anteriores para ajustar sua abordagem.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">5. Etapa de revisi\u00f3n <\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os indiv\u00edduos revisam as a\u00e7\u00f5es realizadas nas etapas anteriores para determinar se conseguiram controlar seu FOMO. Se tiverem sucesso, o processo termina ou volta \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o para identificar outros poss\u00edveis tipos. Se n\u00e3o conseguirem controlar seu FOMO, revisam e ajustam sua abordagem at\u00e9 encontrar uma solu\u00e7\u00e3o eficaz. Al\u00e9m disso, \u00e9 fornecida ajuda adicional com o objetivo de fomentar o empoderamento individual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O FOMO-R fornece um quadro estruturado para ajudar as pessoas a reduzir sua ansiedade em rela\u00e7\u00e3o ao FOMO, promovendo uma regula\u00e7\u00e3o emocional mais saud\u00e1vel. Esta abordagem pode ser especialmente \u00fatil para adolescentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, integrar t\u00e9cnicas de preven\u00e7\u00e3o e autocuidado, como o <strong>mindfulness<\/strong> (Chan et al., 2022), permite \u00e0s pessoas reconectar-se com o presente e distanciar-se da necessidade de valida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Reflex\u00e3o final <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O FOMO e o uso excessivo das redes sociais s\u00e3o <strong>fen\u00f4menos caracter\u00edsticos da era da hiperconectividade<\/strong>, com profundas implica\u00e7\u00f5es no bem-estar emocional e social. Embora as redes sociais tenham facilitado enormemente a comunica\u00e7\u00e3o e o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m introduziram <strong>novos desafios<\/strong>, especialmente em termos de <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/o-impacto-da-neurorreabilitacao-na-saude-mental-uma-abordagem-abrangente-ao-bem-estar-cognitivo-e-emocional\/\">sa\u00fade mental<\/a> (Soriano-S\u00e1nchez, 2022).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como indiv\u00edduos e como sociedade, \u00e9 essencial que reflitamos sobre nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo digital e promovamos um uso saud\u00e1vel e consciente dessas tecnologias. Isso inclui <strong>fomentar a desconex\u00e3o consciente, desenvolver estrat\u00e9gias de autocuidado e preven\u00e7\u00e3o, e promover uma educa\u00e7\u00e3o digital respons\u00e1vel<\/strong> que permita \u00e0s pessoas, especialmente aos jovens, reconectar-se com o mundo fora da tela (Mart\u00ednez, 2021). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em vez de demonizar as redes sociais, devemos focar em <strong>aproveitar seus benef\u00edcios enquanto mitigamos seus poss\u00edveis efeitos negativos<\/strong>. O chamado \u00e0 reflex\u00e3o coletiva \u00e9 urgente, n\u00e3o se trata de preto ou branco; <strong>promover pr\u00e1ticas de aten\u00e7\u00e3o plena e oferecer alternativas saud\u00e1veis <\/strong>dentro do uso da tecnologia s\u00e3o passos-chave para garantir que o mundo digital enrique\u00e7a, em vez de eclipsar, os <strong>pilares fundamentais da nossa sociedade<\/strong>: as rela\u00e7\u00f5es humanas, o desenvolvimento pessoal e a conex\u00e3o com o presente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia <\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Akbari, M., Seydavi, M., Palmieri, S., Mansueto, G., Caselli, G., &amp; Spada, M. M. (2021). Fear of missing out (FoMO) and internet use: A comprehensive systematic review and meta-analysis. Journal of Behavioral Addictions, 10(4), 879-900. https:\/\/doi.org\/10.1556\/2006.2021.00083<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Alkis, Y., Kadirhan, Z., &amp; Sat, M. (2017). Development and validation of social anxiety scale for social media users. Computers in Human Behavior, 72, 296- 303. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.chb.2017.03.011<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Alutaybi, A., Al-Thani, D., McAlaney, J., &amp; Ali, R. (2020). Combating fear of missing out (FoMO) on social media: The FoMO-R method. International Journal of Environmental Research and Public Health, 17(17), 6128. https:\/\/doi.org\/10.3390\/ijerph17176128<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Bauman, Z. (2000). Liquid modernity. Cambridge, UK: Polity Press; Malden, MA: Blackwell.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">B\u0142achnio, A., &amp; Przepio\u0301rka, A. (2018). Facebook intrusion, fear of missing out, narcissism, and life satisfaction: A cross-sectional study. Psychiatry Research, 259, 514\u2013519. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.psychres.2017.11.012<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Bra\u00f1a S\u00e1nchez, \u00c1. J., &amp; Moral Jim\u00e9nez, M. de la V. (2023). Nomofobia e FoMO no uso do smartphone em jovens: O papel da ansiedade por estar conectado. Health and Addictions\/Salud y Drogas, 23(1), 117-https:\/\/doi.org\/10.21134\/haaj.v23i1.707<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Burklund, L. J., Eisenberger, N. I., &amp; Lieberman, M. D. (2007). The face of rejection: Rejection sensitivity moderates dorsal anterior cingulate activity to disapproving facial expressions. Social Neuroscience, 2(3-4), 238\u2013253. https:\/\/doi.org\/10.1080\/17470910701391711<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Chan, S. S., Van Solt, M., Cruz, R. E., Philp, M., Bahl, S., Serin, N., Amaral, N. B., Schindler, R., &amp; Bartosiak, A. (2022). Social media and mindfulness: From the fear of missing out (FOMO) to the joy of missing out (JOMO). Journal of Consumer Affairs. https:\/\/doi.org\/10.1111\/joca.12476<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Chester, D. S., DeWall, C. N., &amp; Pond, R. S., Jr (2016). The push of social pain: Does rejection&#8217;s sting motivate subsequent social reconnection?. Cognitive, affective &amp; behavioral neuroscience, 16(3), 541\u2013550. https:\/\/doi.org\/10.3758\/s13415- 016-0412-9<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Chou, H. T., &amp; Edge, N. (2012). &#8220;They are happier and having better lives than I am&#8221;: the impact of using Facebook on perceptions of others&#8217; lives. Cyberpsychology, behavior and social networking, 15(2), 117\u2013121. https:\/\/doi.org\/10.1089\/cyber.2011.0324<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Cialdini, R. B. (2021). Influence: The psychology of persuasion. Harper Business. Dewall, C. N., Macdonald, G., Webster, G. D., Masten, C. L., Baumeister, R. F., Powell, C., Combs, D., Schurtz, D. R., Stillman, T. F., Tice, D. M., &amp; Eisenberger, N. I. (2010). Acetaminophen reduces social pain: Behavioral and neural evidence. Psychological Science, 21(7), 931\u2013937. https:\/\/doi.org\/10.1177\/0956797610374741<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">D\u00edaz, N., &amp; Extremera, N. (2020). Inteligencia emocional, adicci\u00f3n al smartphone y malestar psicol\u00f3gico como predictores de la nomofobia en adolescentes. Know and Share Psychology, 1(2), 7-13. https:\/\/doi.org\/10.25115\/kasp.v1i2.3195<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Eisenberger, N. I., Gable, S. L., &amp; Lieberman, M. D. (2007). Functional magnetic resonance imaging responses relate to differences in real-world social experience. Emotion (Washington, D.C.), 7(4), 745\u2013754. https:\/\/doi.org\/10.1037\/1528-3542.7.4.745<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Eisenberger, N. I., Lieberman, M. D., &amp; Williams, K. D. (2003). Does rejection hurt? An FMRI study of social exclusion. Science (New York, N.Y.), 302(5643), 290\u2013 292. https:\/\/doi.org\/10.1126\/science.1089134<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Ferreira, D., De Sousa, H., De Moraes, G., De Assis, S. E., Negreiros, F., &amp; Medeiros, E. D. (2021). Fear of missing out (FoMO), m\u00eddias sociais e ansiedade: Uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica. Psicolog\u00eda, Conocimiento y Sociedad, 11(3), 99- 114. https:\/\/doi.org\/10.26864\/pcs.v11.n3.7<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Fioravanti, G., Casale, S., Bocci Benucci, S., Prostamo, A., Falone, A., Ricca, V., &amp; Rotella, F. (2021). Fear of missing out and social networking sites use and abuse: A meta-analysis. Computers in Human Behavior, 122, Article 106839. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.chb.2021.106839<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Gupta, M., &amp; Sharma, A. (2021). Fear of missing out: A brief overview of origin, theoretical underpinnings and relationship with mental health. World journal of clinical cases, 9(19), 4881\u20134889. https:\/\/doi.org\/10.12998\/wjcc.v9.i19.4881<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kross, E., Berman, M. G., Mischel, W., Smith, E. E., &amp; Wager, T. D. (2011). Social rejection shares somatosensory representations with physical pain. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, 108(15), 6270\u20136275. https:\/\/doi.org\/10.1073\/pnas.1102693108<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kross, E., Egner, T., Ochsner, K., Hirsch, J., &amp; Downey, G. (2007). Neural dynamics of rejection sensitivity. Journal of Cognitive Neuroscience, 19(6), 945\u2013956. https:\/\/doi.org\/10.1162\/jocn.2007.19.6.945<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mart\u00ednez, M. (2021). Rela\u00e7\u00e3o existente entre o uso problem\u00e1tico do telefone m\u00f3vel e internet e adolescencia. OIDLES. Desarrollo Local y Econom\u00eda Social, [In press], 57-70. https:\/\/www.eumed.net\/es\/revistas\/oidles\/especial-noviembre 21\/internet-adolescencia<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Przybylski, A. K., Murayama, K., DeHaan, C. R., &amp; Gladwell, V. (2013). Motivational, emotional, and behavioral correlates of fear of missing out. Computers In Human Behavior, 29(4), 1841-1848. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.chb.2013.02.014<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Shanmugasundaram, M., &amp; Tamilarasu, A. (2023). The impact of digital technology, social media, and artificial intelligence on cognitive functions: A review. Frontiers in Cognition, 2, Article 1203077. https:\/\/doi.org\/10.3389\/fcogn.2023.1203077<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Soriano-S\u00e1nchez, J. G. (2022). Fatores psicol\u00f3gicos e consequ\u00eancias da s\u00edndrome Fear of Missing Out: Uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica. 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Aloma: revista de psicolog\u00eda, ci\u00e8ncies de l\u2019educaci\u00f3 i de l\u2019esport Blanquerna, 38(1), 31-38. https:\/\/doi.org\/10.51698\/aloma.2020.38.1.31-38<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Turel, O., He, Q., Xue, G., Xiao, L., &amp; Bechara, A. (2014). Examination of neural systems sub-serving facebook &#8220;addiction&#8221;. Psychological reports, 115(3), 675\u2013 695. https:\/\/doi.org\/10.2466\/18.PR0.115c31z8<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Vogel, E. A., Rose, J. P., Roberts, L. R., &amp; Eckles, K. (2014). Social comparison, social media, and self-esteem. Psychology of Popular Media Culture, 3(4), 206\u2013 222. https:\/\/doi.org\/10.1037\/ppm0000047<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Wu, A. M., Cheung, V. I., Ku, L., &amp; Hung, E. P. (2013). Psychological risk factors of addiction to social networking sites among Chinese smartphone users. 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tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-actividades-de-la-vida-diaria tag-atencion tag-funciones-ejecutivas tag-memoria tag-orientacion\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Atividades Instrumentais da Vida Di\u00e1ria: o que s\u00e3o, tipos e exemplos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/atividades-da-vida-diaria-avds\/atividades-instrumentais-da-vida-diaria-que-sao-tipos-e-exemplos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Actividades-instrumentales-de-la-vida-diaria-que-son-tipos-y-ejemplos-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Atividades instrumentais da vida di\u00e1ria: o que s\u00e3o, tipos e exemplos\" 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tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva-para-adultos tag-adultos tag-atencion\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Jogos de aten\u00e7\u00e3o seletiva para adultos: Formas g\u00eameas e Pareamento de cores\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/jogos-de-atencao-seletiva-para-adultos-formas-gemeas-e-emparelhamento-de-cores\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Formas-gemelas-y-Emparejamiento-de-colores-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grade de aten\u00e7\u00e3o seletiva para adultos: par de c\u00edrculos verdes \u00e0 esquerda e um quadrado \u00e0 esquerda, e formas multicoloridas com sinais de sele\u00e7\u00e3o \u00e0 direita.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Formas-gemelas-y-Emparejamiento-de-colores-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Formas-gemelas-y-Emparejamiento-de-colores-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/jogos-de-atencao-seletiva-para-adultos-formas-gemeas-e-emparelhamento-de-cores\/\" rel=\"bookmark\">Jogos de aten\u00e7\u00e3o seletiva para adultos: Formas g\u00eameas e Pareamento de cores<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-de-atencao tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva-para-ninos tag-atencion tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"Ficha para melhorar a discrimina\u00e7\u00e3o em crian\u00e7as: Qual existe?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/ficha-para-melhorar-a-discriminacao-em-criancas-qual-existe\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Ficha-discriminacion-en-ninos-Actividad-NeuronUP-Cual-existe-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Interface com tr\u00eas palavras como op\u00e7\u00f5es (\u00f1oni, no\u00f1i, ni\u00f1o); a correta \u00e9 &#039;ni\u00f1o&#039;. Fundo claro e painel inferior de progresso.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Ficha-discriminacion-en-ninos-Actividad-NeuronUP-Cual-existe-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Ficha-discriminacion-en-ninos-Actividad-NeuronUP-Cual-existe-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/ficha-para-melhorar-a-discriminacao-em-criancas-qual-existe\/\" rel=\"bookmark\">Ficha para melhorar a discrimina\u00e7\u00e3o em crian\u00e7as: Qual existe?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-dano-cerebral tag-dano-cerebral-adquirido\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Tend\u00eancias atuais no tratamento do dano cerebral adquirido (DCA)\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/tendencias-atuais-no-tratamento-de-dano-cerebral-adquirido-dca\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Tendencias-actuales-en-el-tratamiento-de-dano-cerebral-adquirido-DCA-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mulher sentada em um sof\u00e1, express\u00e3o de mal-estar, cabelo cacheado e camiseta branca; fundo com plantas e uma estante decorativa.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Tendencias-actuales-en-el-tratamiento-de-dano-cerebral-adquirido-DCA-NeuronUP-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Tendencias-actuales-en-el-tratamiento-de-dano-cerebral-adquirido-DCA-NeuronUP-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/tendencias-atuais-no-tratamento-de-dano-cerebral-adquirido-dca\/\" rel=\"bookmark\">Tend\u00eancias atuais no tratamento do dano cerebral adquirido (DCA)<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-funcoes-executivas tag-adultos tag-estimulacion-cognitiva tag-funciones-ejecutivas\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Neuroreabilita\u00e7\u00e3o e estimula\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es executivas no mundo do trabalho\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/funcoes-executivas\/neuro-reabilitacao-e-estimulacao-das-funcoes-executivas-no-mundo-do-trabalho\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Neurorrehabilitacion-de-las-funciones-ejecutivas-en-el-mundo-laboral-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Cena de escrit\u00f3rio em uma reuni\u00e3o: v\u00e1rias pessoas sentadas, algu\u00e9m faz anota\u00e7\u00f5es e h\u00e1 gr\u00e1ficos na mesa, com um palestrante ao fundo.\" 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