{"id":33754,"date":"2024-10-14T13:36:51","date_gmt":"2024-10-14T11:36:51","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=33754"},"modified":"2024-10-14T13:36:51","modified_gmt":"2024-10-14T11:36:51","slug":"reserva-cognitiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/reserva-cognitiva\/","title":{"rendered":"Reserva cognitiva: Do que falamos quando falamos dela?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size wp-block-paragraph\">O neuropsic\u00f3logo cl\u00ednico Aar\u00f3n F. Del Olmo exp\u00f5e neste artigo <strong>o que \u00e9 a reserva cognitiva<\/strong>, seu funcionamento e sua rela\u00e7\u00e3o com o dano cerebral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 quem diga que, se o s\u00e9culo passado foi o s\u00e9culo da gen\u00e9tica, <em>este s\u00e9culo em que nos encontramos \u00e9 o do c\u00e9rebro<\/em>. E \u00e9 verdade que, conforme v\u00e3o passando os anos destas primeiras d\u00e9cadas, come\u00e7amos a entender um pouco como o c\u00e9rebro funciona e como este se relaciona com o meio para nos ajudar a nos adaptar a ele. Muito contribu\u00edram os estudos de pessoas que sofreram uma <strong>les\u00e3o cerebral<\/strong>, mas como costuma acontecer, quanto mais se conhece, mais perguntas surgem: Como \u00e9 poss\u00edvel que haja pessoas que evoluam de maneira t\u00e3o diferente em sua recupera\u00e7\u00e3o com danos semelhantes? Por que \u00e0s vezes les\u00f5es similares n\u00e3o implicam o mesmo tipo de altera\u00e7\u00e3o cl\u00ednica? E um dos paradigmas que tenta abordar as respostas \u00e9 o da reserva cognitiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o se trata de um paradigma recente, mas \u00e9 um termo que, nos \u00faltimos anos, come\u00e7ou a ter um lugar em nossas conversas sobre neuropsicologia e dano cerebral. Pode servir como exemplo o aumento de publica\u00e7\u00f5es existente com essa tem\u00e1tica no t\u00edtulo (Fonte: PubMed) que passou de 183 na primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI para 967 na d\u00e9cada atual que ainda n\u00e3o terminou (pode ver-se a evolu\u00e7\u00e3o no gr\u00e1fico a seguir).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"508\" height=\"308\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/publicaciones-sobre-reserva-cognitiva.webp\" alt=\"Gr\u00e1fico de l\u00edneas de publica\u00e7\u00f5es sobre reserva cognitiva entre 1990 e 2020, com eixo 0\u2013200 e aumento entre 2015 e 2020.\" class=\"wp-image-33755\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/publicaciones-sobre-reserva-cognitiva-300x182.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/publicaciones-sobre-reserva-cognitiva.webp 508w\" sizes=\"(max-width: 508px) 100vw, 508px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Reserva cerebral \u00e9 o mesmo que reserva cognitiva?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, o problema deste termo \u00e9 realmente entender seu significado e o que pode ou n\u00e3o aportar ao nosso trabalho di\u00e1rio. Para isso \u00e9 interessante diferenciar entre reserva cerebral e reserva cognitiva, termos que erroneamente se empregam de forma intercambi\u00e1vel, embora enverguem pressupostos diferentes. Por um lado, o termo reserva cerebral deriva dos estudos <em>post-mortem<\/em> que Katzman e colaboradores (1) realizaram em uma amostra de pessoas idosas saud\u00e1veis e com <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/doencas-neurodegenerativas\/doenca-de-alzheimer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Alzheimer<\/a>, encontrando que havia uma <strong>falta de rela\u00e7\u00e3o direta entre a carga amiloide e os sinais cognitivos mostrados<\/strong>. A explica\u00e7\u00e3o que encontraram foi que os c\u00e9rebros das pessoas que haviam suportado mais dano, sem dar mostra disso em vida, eram maiores. Isso foi vinculado diretamente a temas gen\u00e9ticos, \u00e0 intelig\u00eancia em geral (ligada a fatores heredit\u00e1rios) e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o formal, que incide no neurodesenvolvimento gerando maior densidade sin\u00e1ptica (2). Contudo, esse modelo fica como algo est\u00e1tico (h\u00e1 um limiar igual para todos a partir do qual mostramos dano) e com certa limita\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o a n\u00edvel de interven\u00e7\u00e3o. De certo modo, tamb\u00e9m refletia concep\u00e7\u00f5es mais antigas do funcionamento do c\u00e9rebro (mais estruturais).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse termo foi considerado relevante e levou ao emprego de medidas grosseiras do tamanho do c\u00e9rebro, como o pr\u00f3prio contorno do cr\u00e2nio. Contudo, essa ideia ficou relativamente curta, especialmente \u00e0 medida que se avan\u00e7ava no conhecimento sobre como o c\u00e9rebro funciona, gra\u00e7as em parte \u00e0s <strong>t\u00e9cnicas de neuroimagem funcional<\/strong>. De fato, com base no funcionamento do c\u00e9rebro, Stern (3) elaborou outra hip\u00f3tese mais din\u00e2mica, partindo da base de que realmente <strong>h\u00e1 c\u00e9rebros mais eficientes<\/strong> ou com maior capacidade de compensa\u00e7\u00e3o, sem necessidade de ligar isso ao tamanho. Ou seja, h\u00e1 pessoas que podem manter um funcionamento cognitivo melhor diante de um dano que outras e, portanto, esse limiar de capacidade de suportar o dano variaria muito de uma pessoa para outra. O mais interessante dessa hip\u00f3tese \u00e9 que ela colocou a capacidade de <strong>modificar essa reserva<\/strong> (adquirir ou perd\u00ea-la) em fun\u00e7\u00e3o do estilo de vida, apontando as atividades cognitivamente estimulantes, a atividade f\u00edsica ou o componente social como formas para isso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se bem que sejam dois modelos diferentes (embora a terminologia \u00e0s vezes seja usada de forma laxa), o certo \u00e9 que se poderia colocar que ambos interagem. Cada um de n\u00f3s tem uma dota\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, mas, ao mesmo tempo, o que se faz com ela \u00e9 o que ajudar\u00e1 a ter ou n\u00e3o mais reserva cognitiva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona essa reserva?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A palavra reserva faz refer\u00eancia a \u201cacumular\u201d algo, por isso, em teoria, o termo reserva cognitiva poderia entender-se como \u201cacumular cogni\u00e7\u00e3o\u201d; n\u00e3o por acaso, a ideia que sustenta essa reserva \u00e9 precisamente <strong>contar com um extra de \u201ccogni\u00e7\u00e3o\u201d para continuar sendo funcionais quando uma les\u00e3o cerebral ocorre<\/strong> (ou se acumula progressivamente). A base principal dessa acumula\u00e7\u00e3o vem do termo <strong>neuroplasticidade<\/strong>, ou seja, a capacidade do c\u00e9rebro de reagir ao meio e ser modificado pela exposi\u00e7\u00e3o a ele. Mas, como se disse antes, tanto para o bem quanto para o mal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sem d\u00favida, a ideia de uma neuroplasticidade positiva e negativa (4), em fun\u00e7\u00e3o dos h\u00e1bitos de vida, nos d\u00e1 certa capacidade para decidir a n\u00edvel pessoal como queremos que o passar do tempo afete nosso c\u00e9rebro. Com base nisso, uma hip\u00f3tese que se encaixa com essa ideia da neuroplasticidade \u00e9 a do \u201cuse ou perca\u201d (5), em refer\u00eancia a que aquilo que n\u00e3o se usa acaba por se deteriorar, ou em termos cerebrais, aquilo que n\u00e3o se estimula deixa de ser eficiente. Por isso, uma das fontes de reserva cognitiva pode ser realizar <strong>atividades que representem uma novidade<\/strong> (e, portanto, estejam longe do automatismo) e tenham um componente cognitivo. Dessa maneira, promovendo essa efici\u00eancia cerebral, poderia-se retardar a express\u00e3o cl\u00ednica do avan\u00e7o de uma <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/doencas-neurodegenerativas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">doen\u00e7a neurodegenerativa<\/a> ou, ent\u00e3o, compensar de maneira mais eficiente uma les\u00e3o cerebral (6).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Temos testes na Espanha para medi-la?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O grande problema costuma ser como medir essa reserva. A investiga\u00e7\u00e3o nestas d\u00e9cadas tem permitido compreender um pouco melhor como se pode gerar essa reserva e, tamb\u00e9m, a que devemos atender para tentar quantific\u00e1-la (7,8). Na Espanha contamos no momento com v\u00e1rias Escalas que podem ser \u00fateis. Por exemplo, o<strong> Question\u00e1rio de Reserva Cognitiva<\/strong> (CRC) (9) consta de 8 itens a pontuar que recolhem informa\u00e7\u00e3o sobre a educa\u00e7\u00e3o formal, a educa\u00e7\u00e3o dos pais, ocupa\u00e7\u00e3o laboral, forma\u00e7\u00e3o musical, entre outras, considerando estas como \u201cfontes\u201d dessa reserva cognitiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outro lado, tamb\u00e9m temos a <strong>Escala de reserva cognitiva<\/strong> (10) que recolhe a pontua\u00e7\u00e3o em uma s\u00e9rie de atividades tanto durante a juventude como durante a idade adulta (e, em outra vers\u00e3o, j\u00e1 idoso) de aspetos relacionados com a forma\u00e7\u00e3o, hobbies ou a \u00e1rea social.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por fim, recentemente validado em popula\u00e7\u00e3o idosa, temos o question\u00e1rio de a<strong>tividades cognitivamente estimulantes<\/strong> (11) que recolhe 10 atividades que podem ser consideradas geradoras dessa reserva cognitiva ou, pelo menos, parecem relacionar-se com um melhor estado do funcionamento cognitivo em pessoas idosas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seguindo essa linha, \u00e9 muito poss\u00edvel que vejamos no futuro mais investiga\u00e7\u00f5es que nos esclare\u00e7am um pouco o funcionamento dessa reserva cognitiva, e talvez mais importante, como aprender a us\u00e1-la no contexto cl\u00ednico para avaliar a evolu\u00e7\u00e3o das pessoas com les\u00e3o cerebral e a forma de introduzi-la dentro do tratamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-sm-font-size\">\n<li>Katzman R, Aronson M, Fuld P, Kawas C, Brown T, Morgenstern H, et\u00a0al. Developmentofdementingillnesses in an 80-year-old volunteercohort. Ann Neurol. abril de 1989;25(4):317-24.<\/li>\n\n\n\n<li>Satz P. Brain reserve capacityonsymptomonset after braininjury: A formulation and reviewofevidenceforthresholdtheory. Neuropsychology. 1993;7(3):273-95.<\/li>\n\n\n\n<li>Stern Y. Whatiscognitive reserve? Theory and researchapplicationofthe reserve concept. J IntNeuropsycholSoc JINS. marzo de 2002;8(3):448-60.<\/li>\n\n\n\n<li>Vance DE, Wright MA. Positive and negativeneuroplasticity: implicationsforage-relatedcognitive declines. J GerontolNurs. junio de 2009;35(6):11-7; quiz 18-9.<\/li>\n\n\n\n<li>Hultsch DF, Hertzog C, Small BJ, Dixon RA. Use itor lose it: engagedlifestyle as a buffer ofcognitive decline in aging?PsycholAging. junio de 1999;14(2):245-63.<\/li>\n\n\n\n<li>Scarmeas N, Stern Y. Cognitive reserve and lifestyle. J Clin ExpNeuropsychol. agosto de 2003;25(5):625-33.<\/li>\n\n\n\n<li>Schinka JA, McBride A, Vanderploeg RD, Tennyson K, Borenstein AR, Mortimer JA. Florida CognitiveActivitiesScale: initialdevelopment and validation. J IntNeuropsycholSoc JINS. enero de 2005;11(1):108-16.<\/li>\n\n\n\n<li>Salthouse TA, Berish DE, Miles JD. The role ofcognitivestimulationontherelationsbetweenage and cognitivefunctioning. PsycholAging. diciembre de 2002;17(4):548-57.<\/li>\n\n\n\n<li>Rami L, Valls-Pedret C, Bartr\u00e9s-Faz D, Caprile C, Sol\u00e9-Padull\u00e9s C, Castellv\u00ed M, et\u00a0al. Cuestionario de reserva cognitiva. Valores obtenidos en poblaci\u00f3n anciana sana y con enfermedad de Alzheimer. Rev Neurol. 2011;52(4):195-201.<\/li>\n\n\n\n<li>Le\u00f3n I, Garc\u00eda-Garc\u00eda J, Rold\u00e1n-Tapia L. EstimatingCognitive Reserve in HealthyAdultsUsingtheCognitive Reserve Scale. PLOS ONE. 22 de julio de 2014;9(7):e102632.<\/li>\n\n\n\n<li>Morales Ortiz M, Fern\u00e1ndez A. AssessmentofCognitivelyStimulatingActivity in a SpanishPopulation. Assessment. 1 de mayo de 2018;1073191118774620.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste post sobre a reserva cognitiva, pode se interessar por estes artigos da NeuronUP.<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-esquizofrenia tag-esquizofrenia\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Estilo atribucional na esquizofrenia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a 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class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/estilo-atribucional-na-esquizofrenia\/\" rel=\"bookmark\">Estilo atribucional na esquizofrenia<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-de-atencao tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-atencion\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Ficha para trabalhar a hemineglig\u00eancia com adultos: Compara\u00e7\u00e3o de textos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/ficha-para-trabalhar-a-heminegligencia-com-adultos-comparacao-de-textos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" 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category-linhas-de-investigacao tag-atencion tag-ninos\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Suplementa\u00e7\u00e3o colin\u00e9rgica pr\u00e9-natal e aten\u00e7\u00e3o: um aliado-chave para o desenvolvimento cognitivo infantil\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/suplementacao-colinergica-prenatal-e-atencao-um-aliado-chave-para-o-desenvolvimento-cognitivo-infantil\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Suplementacion-colinergica-prenatal-y-atencion-un-aliado-clave-para-el-desarrollo-cognitivo-infantil-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mulher gr\u00e1vida recebe atendimento m\u00e9dico enquanto uma profissional mede sua press\u00e3o arterial; \u00e0 esquerda, frasco de colina.\" 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infantil<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O neuropsic\u00f3logo cl\u00ednico Aar\u00f3n F. Del Olmo exp\u00f5e neste artigo o que \u00e9 a reserva cognitiva, seu funcionamento e sua rela\u00e7\u00e3o com o dano cerebral. H\u00e1 quem diga que, se o s\u00e9culo passado foi o s\u00e9culo da gen\u00e9tica, este s\u00e9culo em que nos encontramos \u00e9 o do c\u00e9rebro. 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