{"id":32096,"date":"2026-05-04T10:25:15","date_gmt":"2026-05-04T08:25:15","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=32096"},"modified":"2026-05-04T10:25:15","modified_gmt":"2026-05-04T08:25:15","slug":"compreendendo-a-demencia-frontotemporal-a-importancia-da-psicoeducacao-para-os-familiares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/compreendendo-a-demencia-frontotemporal-a-importancia-da-psicoeducacao-para-os-familiares\/","title":{"rendered":"Compreendendo a dem\u00eancia frontotemporal: A import\u00e2ncia da psicoeduca\u00e7\u00e3o para os familiares"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">A neuropsic\u00f3loga Ana Laura Utrilla Lack revela neste artigo a <strong>import\u00e2ncia da psicoeduca\u00e7\u00e3o para os familiares de pessoas afetadas pela dem\u00eancia frontotemporal.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conviver e cuidar de uma pessoa com dem\u00eancia pode ser um grande desafio. A psicoeduca\u00e7\u00e3o ajuda a fam\u00edlia a entender o que est\u00e1 acontecendo e a conseguir lidar com isso. No caso da dem\u00eancia frontotemporal, os sintomas mais evidentes relacionam-se com altera\u00e7\u00f5es no comportamento. Al\u00e9m disso, o paciente n\u00e3o est\u00e1 totalmente consciente das mudan\u00e7as em seu comportamento, o que dificulta ainda mais a intera\u00e7\u00e3o com a fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a dem\u00eancia frontotemporal?<\/h2>\n\n\n\n<p>O primeiro passo na psicoeduca\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecer <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/o-que-e-a-demencia-frontotemporal-e-como-ela-a-afeta\/\">o que \u00e9 a dem\u00eancia frontotemporal<\/a>, variante comportamental. Esta \u00e9 um tipo de dem\u00eancia que ocorre quando h\u00e1 um <strong>dano no lobo frontal<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>O lobo frontal tem participa\u00e7\u00e3o fundamental na regula\u00e7\u00e3o do comportamento, na aten\u00e7\u00e3o, na inibi\u00e7\u00e3o e na tomada de decis\u00f5es. Por isso, quando essa \u00e1rea apresenta altera\u00e7\u00e3o, os <strong>sintomas <\/strong>s\u00e3o principalmente <strong>comportamentais<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem diferentes tipos de dem\u00eancia frontotemporal. Uma delas \u00e9 a <strong>variante comportamental<\/strong>, que se apresenta quando a les\u00e3o est\u00e1 especificamente no c\u00f3rtex orbitofrontal bilateral.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como se apresenta um paciente com dem\u00eancia frontotemporal?<\/h2>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 foi mencionado, um paciente com dem\u00eancia frontotemporal apresenta principalmente <strong>mudan\u00e7as no seu comportamento e personalidade<\/strong>. Entre essas mudan\u00e7as podem ser observadas as seguintes: <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ap\u00e1tia extrema, falta de emotividade, perda de interesse pelas coisas de que anteriormente gostava.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Neglig\u00eancia com sua higiene e apar\u00eancia pessoal. Os pacientes podem expressar resist\u00eancia em tomar banho e em cuidar de sua apar\u00eancia. Mesmo se forem incentivados a faz\u00ea-lo, podem mostrar raiva e descontentamento.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Comportamentos inapropriados, como ser demasiado diretos nas conversas ou falar de temas inadequados em ambientes impr\u00f3prios.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Comportamentos desinibidos, por exemplo em condutas sexuais ou na express\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Coment\u00e1rios ou comportamentos obscenos.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Labilidade emocional. Ou seja, podem mudar facilmente de emo\u00e7\u00e3o, sem ter um gatilho aparente.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Irritabilidade. Podem ser pouco tolerantes e explodir com facilidade.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Demonstra\u00e7\u00f5es inapropriadas das emo\u00e7\u00f5es. Seja que estejam muito felizes, zangados ou tristes, a express\u00e3o dessas emo\u00e7\u00f5es pode n\u00e3o ser condizente com a situa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Impulsividade, que pode se manifestar no consumo de \u00e1lcool ou de alguma subst\u00e2ncia, gastos excessivos ou acidentes de tr\u00e2nsito.<\/li>\n\n\n\n<li>Mudan\u00e7as no apetite. A tend\u00eancia principalmente \u00e9 comer mais do que costumavam, mas tamb\u00e9m notam-se diferen\u00e7as em como o fazem, podendo haver prefer\u00eancia por alimentos doces ou comida n\u00e3o saud\u00e1vel. Al\u00e9m disso, a quantidade e os hor\u00e1rios das refei\u00e7\u00f5es ficam alterados.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Comportamentos motores repetitivos ou estereotipados. Movimentos que n\u00e3o t\u00eam um objetivo ou fun\u00e7\u00e3o clara e que, ainda assim, a pessoa continua fazendo sem conseguir parar. Alguns desses comportamentos podem ser balan\u00e7ar-se, mexer a boca como se estivesse comendo ou mascando chiclete, bater palmas, entre outros.<\/li>\n\n\n\n<li>Outro sintoma importante \u00e9 a falta de consci\u00eancia da doen\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Todos os sintomas ou comportamentos j\u00e1 referidos podem ser not\u00f3rios para familiares e amigos, que podem tentar se aproximar do paciente e tentar mudar ou corrigir os comportamentos observados. No entanto, o paciente pode mostrar resist\u00eancia significativa a isso e at\u00e9 se mostrar zangado ou desconfort\u00e1vel diante do que v\u00ea como um ataque. Isso ocorre porque ele n\u00e3o \u00e9 capaz de perceber suas pr\u00f3prias condutas e como estas mudaram. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem participa no diagn\u00f3stico da dem\u00eancia frontotemporal?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O diagn\u00f3stico \u00e9 uma parte fundamental para uma interven\u00e7\u00e3o adequada.<\/strong> Da\u00ed a import\u00e2ncia de que, assim que os familiares observem mudan\u00e7as importantes no comportamento do paciente, procurem o especialista adequado. <\/p>\n\n\n\n<p>Para o diagn\u00f3stico desse tipo de transtorno <strong>podem participar diferentes especialistas<\/strong>. Entre eles encontram-se os seguintes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Neuropsic\u00f3logo<\/strong>: O neuropsic\u00f3logo se encarrega da aplica\u00e7\u00e3o de testes que permitam avaliar as fun\u00e7\u00f5es executivas, associadas \u00e0 \u00e1rea cortical frontal, que como j\u00e1 foi mencionado \u00e9 a \u00e1rea principalmente afetada nessa dem\u00eancia. Tamb\u00e9m \u00e9 importante avaliar o funcionamento do restante das fun\u00e7\u00f5es cognitivas para poder fazer um diagn\u00f3stico diferencial adequado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Geriatra<\/strong>: O papel do geriatra, por ser um m\u00e9dico internista com especialidade em idosos, \u00e9 avaliar n\u00e3o s\u00f3 o comportamento e a cogni\u00e7\u00e3o, mas o paciente de forma integral, ou seja, seu estado de sa\u00fade e os medicamentos que toma para, assim, conhecer o que est\u00e1 ocasionando a altera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea cortical frontal. O geriatra, por sua vez, apoia-se em ferramentas de neuroimagem, que permitem conhecer o estado do c\u00e9rebro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Psiquiatra<\/strong>: Em ocasi\u00f5es, por se tratar de mudan\u00e7as comportamentais e de personalidade, o primeiro contato costuma ser com o psiquiatra. Este \u00e9 quem realiza uma avalia\u00e7\u00e3o para conhecer o estado emocional e cognitivo do paciente, o que lhe permite identificar os sintomas apresentados e determinar se se trata de uma dem\u00eancia frontotemporal. Assim como o geriatra, pode apoiar-se em t\u00e9cnicas de neuroimagem para corroborar seu diagn\u00f3stico.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>As tr\u00eas \u00e1reas de especialidade mencionadas podem levar a cabo o diagn\u00f3stico da dem\u00eancia frontotemporal. Em ocasi\u00f5es, para chegar a um diagn\u00f3stico mais certeiro, trabalha-se de forma colaborativa entre as 3 \u00e1reas, cada uma aportando \u00e0s demais diferentes estrat\u00e9gias para a interven\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O diagn\u00f3stico j\u00e1 foi feito&#8230; O que vem a seguir? <\/h2>\n\n\n\n<p>Uma vez confirmado o diagn\u00f3stico da dem\u00eancia frontotemporal, \u00e9 importante iniciar a interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Usualmente, numa interven\u00e7\u00e3o pensa-se apenas no paciente, mas o ideal \u00e9 que esta inclua tamb\u00e9m os familiares.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao <strong>trabalho com o paciente<\/strong>, assim como para o diagn\u00f3stico, <strong>interv\u00eam diferentes especialistas<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Neuropsic\u00f3logo<\/strong>: nestes casos, o neuropsic\u00f3logo interv\u00e9m com um programa especializado centrado nas necessidades encontradas no diagn\u00f3stico inicial, oferecendo ferramentas para melhorar o autocontrole, o manejo dos sintomas, etc. <\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tratamento m\u00e9dico<\/strong>, seja por parte da <strong>geriatria ou psiquiatria<\/strong>. A abordagem m\u00e9dica inclui o uso de medicamentos para o manejo dos comportamentos problem\u00e1ticos encontrados no paciente. <\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 dissemos, o trabalho com os familiares tamb\u00e9m \u00e9 uma parte importante, e este consiste principalmente na psicoeduca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>psicoeduca\u00e7\u00e3o com os familiares<\/strong> tem por objetivo fornecer-lhes informa\u00e7\u00e3o sobre a patologia para que saibam do que se trata, o que podem esperar, qual ser\u00e1 sua progress\u00e3o, assim como o que podem fazer para manejar melhor a situa\u00e7\u00e3o. Isso tem um impacto positivo importante tanto no paciente como no cuidador, pois evita chegar \u00e0 s\u00edndrome do desgaste do cuidador.<\/p>\n\n\n\n<p>Parte da psicoeduca\u00e7\u00e3o consiste em que a fam\u00edlia conhe\u00e7a do que se trata a dem\u00eancia. Mas tamb\u00e9m \u00e9 muito importante entender o porqu\u00ea dos comportamentos do paciente. <\/p>\n\n\n\n<p>Quando temos um paciente que fisicamente n\u00e3o apresenta nenhuma falha, ou seja, anda bem, fala bem, n\u00e3o tem problemas de mobilidade, etc., os familiares t\u00eam dificuldade em entender que os comportamentos observados s\u00e3o ocasionados por algum dano org\u00e2nico e n\u00e3o s\u00e3o condutas que o paciente seja capaz de identificar e regular por si mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por vezes, uma das maiores dificuldades observadas est\u00e1 nas rela\u00e7\u00f5es familiares, j\u00e1 que ao agir de forma impulsiva ou desinibida, os familiares podem sentir-se ofendidos pelo paciente, gerando dist\u00e2ncia entre eles.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Algumas <strong>recomenda\u00e7\u00f5es para os familiares de pacientes com dem\u00eancia frontotemporal <\/strong>s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Observar atentamente o paciente, identificar quais situa\u00e7\u00f5es desencadeiam os sintomas comportamentais e manter um registro das mesmas para poder evit\u00e1-las em outros momentos.<\/li>\n\n\n\n<li>Eliminar sinais no ambiente que possam desencadear uma crise. Por exemplo, se n\u00e3o \u00e9 permitido que o paciente dirija, n\u00e3o deixar as chaves do carro \u00e0 m\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Manter um ambiente tranquilo.<\/li>\n\n\n\n<li>Estabelecer rotinas. Acompanhar e apoiar o paciente no in\u00edcio e, conforme ele v\u00e1 automatizando as rotinas, permitir que as execute com maior independ\u00eancia.<\/li>\n\n\n\n<li>Simplificar tarefas da vida cotidiana para que ele as possa continuar fazendo por si mesmo.<\/li>\n\n\n\n<li>Ao surgir comportamentos prejudiciais, distrair o paciente e redirecionar sua aten\u00e7\u00e3o para outro est\u00edmulo que possa ser do seu interesse.<\/li>\n\n\n\n<li>Caso o paciente esteja em crise, manter a calma, falar-lhe tranquilamente esperando que passe, e n\u00e3o apress\u00e1-lo nem for\u00e7\u00e1-lo, pois isso pode alter\u00e1-lo ainda mais. Se ele estiver prestes a perder a calma, \u00e9 melhor pedir que outra pessoa ajude.<\/li>\n<\/ul>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao trabalhar com uma dem\u00eancia, neste caso dem\u00eancia frontotemporal, n\u00e3o \u00e9 importante apenas o atendimento ao paciente, mas tamb\u00e9m o trabalho com a fam\u00edlia. O trabalho com a fam\u00edlia consiste em oferecer psicoeduca\u00e7\u00e3o ou fornecer informa\u00e7\u00f5es importantes para a conviv\u00eancia com o paciente. Conhecer as ferramentas que podem usar para comunicar-se de maneira assertiva ou como regular os comportamentos problem\u00e1ticos do paciente e, dessa forma, melhorar n\u00e3o apenas a estabilidade do paciente, mas tamb\u00e9m a da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Iragorri Cucal\u00f3n, \u00c1ngela Mar\u00eda. (2007). Dem\u00eancia frontotemporal.&nbsp;<em>Revista Colombiana de Psiquiatr\u00eda<\/em>,&nbsp;<em>36<\/em>(Suppl. 1), 139-156.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Lillo, P. (2016) Dem\u00eancia frontotemporal, como ressurgiu o diagn\u00f3stico. <em>Revista m\u00e9dica cl\u00ednica Las Condes.<\/em> 309-318&nbsp;(maio 2016)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre a&nbsp;<strong>import\u00e2ncia da psicoeduca\u00e7\u00e3o para os familiares de pessoas afetadas pela dem\u00eancia frontotemporal<\/strong>, certamente se interessar\u00e1 por estes artigos da NeuronUP:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-alzheimer tag-doenca-de-alzheimer tag-enfermedades-neurodegenerativas\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Qualidade de vida na doen\u00e7a de Alzheimer\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/alzheimer\/qualidade-de-vida-na-doenca-de-alzheimer\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"246\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Calidad-de-vida-en-la-enfermedad-de-Alzheimer.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Homem idoso com express\u00e3o de preocupa\u00e7\u00e3o, pe\u00e7as de quebra-cabe\u00e7a se dispersam sobre fundo azul, simbolizando a mem\u00f3ria e a qualidade de vida na doen\u00e7a de Alzheimer.\" 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aria-label=\"Reabilita\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o sustentada\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/reabilitacao-da-atencao-sustentada\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Atencion-sostenida.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Perfil de cabe\u00e7a com a parte superior aberta; dentro h\u00e1 pipocas e um papel amarelo, simbolizando aten\u00e7\u00e3o sustentada.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Atencion-sostenida-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Atencion-sostenida-768x512.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Atencion-sostenida-1024x683.webp 1024w, 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/validez-ecologica-no-neuronup-exemplos\/\" rel=\"bookmark\">Validade ecol\u00f3gica no NeuronUP: exemplos<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A neuropsic\u00f3loga Ana Laura Utrilla Lack revela neste artigo a import\u00e2ncia da psicoeduca\u00e7\u00e3o para os familiares de pessoas afetadas pela dem\u00eancia frontotemporal. Conviver e cuidar de uma pessoa com dem\u00eancia pode ser um grande desafio. A psicoeduca\u00e7\u00e3o ajuda a fam\u00edlia a entender o que est\u00e1 acontecendo e a conseguir lidar com isso. 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