{"id":29257,"date":"2024-02-19T12:28:48","date_gmt":"2024-02-19T10:28:48","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=29257"},"modified":"2024-02-19T12:28:48","modified_gmt":"2024-02-19T10:28:48","slug":"um-breve-historico-do-tdah-e-seu-impacto-no-funcionamento-executivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/um-breve-historico-do-tdah-e-seu-impacto-no-funcionamento-executivo\/","title":{"rendered":"Breve panorama hist\u00f3rico do TDAH e seu impacto no funcionamento executivo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size wp-block-paragraph\">A psic\u00f3loga, professora, pesquisadora e mestre em desenvolvimento humano e educa\u00e7\u00e3o Carolina Robledo Castro nos oferece neste artigo uma breve <strong>aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 hist\u00f3ria do TDAH e como afeta o funcionamento executivo<\/strong> de quem o sofre.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o TDAH<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/funcoes-executivas\/\">transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH)<\/a>, \u00e9 o termo clinicamente reconhecido para se referir a um <strong>transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por comportamentos de desaten\u00e7\u00e3o, impulsividade e hiperatividade<\/strong> (APA, 2013). No entanto, esse conceito continua sendo um constructo psicol\u00f3gico em desenvolvimento, o qual passou por diferentes concep\u00e7\u00f5es e abordagens ao longo das d\u00e9cadas e que certamente continuar\u00e1 em evolu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica do TDAH<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Alexander Crichton<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os primeiros abordagens cl\u00ednicas daquilo que hoje conhecemos como TDAH podem ser observados desde o s\u00e9culo XVII, quando o m\u00e9dico <strong>Alexander Crichton<\/strong>, com base em diferentes observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, publicou um trabalho denominado <strong>\u201cDa aten\u00e7\u00e3o e suas doen\u00e7as\u201d<\/strong> (On Attention and its Diseases) em que descreveu um quadro caracterizado pela incapacidade de manter a aten\u00e7\u00e3o de forma sustentada em qualquer objeto acompanhado de uma constante inquietude motora \u00e0 qual chamou agita\u00e7\u00e3o mental (Mental Restlessness) e que se assemelha \u00e0 descri\u00e7\u00e3o atual do TDAH (Lange, 2010).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Heinrich Hoffmann<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m foi identificada uma alus\u00e3o \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es do TDAH nos escritos do m\u00e9dico Heinrich Hoffmann em 1844. Hoffmann escreveu uma s\u00e9rie de hist\u00f3rias ilustradas que descrevem o comportamento impulsivo e desatento de uma crian\u00e7a a que chamou \u201c<strong>o inquieto Phil<\/strong>\u201d (Struwwelpeter), hist\u00f3rias que se basearam na observa\u00e7\u00e3o de seu pr\u00f3prio filho (Filomeno, 2007). Embora a abordagem de Hoffmann n\u00e3o tenha sido cl\u00ednica, a hist\u00f3ria do inquieto Phil costuma ser usada como uma alegoria para o TDAH (Lange, 2010).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">George Frederic Still<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No campo da pediatria um dos primeiros a realizar uma abordagem cl\u00ednica dessa condi\u00e7\u00e3o foi George Frederic Still, que em 1902 descreveu um <strong>padr\u00e3o de comportamento em crian\u00e7as que manifestavam falta de aten\u00e7\u00e3o<\/strong> e pareciam carecer de controle sobre sua conduta. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inicialmente, Still atribuiu esse comportamento a um defeito de controle moral, mas depois o associou a uma poss\u00edvel doen\u00e7a neurol\u00f3gica ou heredit\u00e1ria (Robledo, 2017; Filomeno, 2007). Mais adiante, esse quadro de desaten\u00e7\u00e3o e impulsividade foi associado \u00e0 <strong>encefalite let\u00e1rgica<\/strong> durante a epidemia que se estendeu entre 1917 e 1928, j\u00e1 que os afetados apresentavam altera\u00e7\u00f5es cognitivas e comportamentais semelhantes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>mudan\u00e7as significativas na personalidade, <\/li>\n\n\n\n<li>instabilidade emocional, <\/li>\n\n\n\n<li>d\u00e9ficits cognitivos, <\/li>\n\n\n\n<li>dificuldades de aprendizagem,<\/li>\n\n\n\n<li>controle motor deficiente.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse quadro foi denominado como&nbsp;&#8220;<strong>les\u00e3o cerebral m\u00ednima<\/strong>&#8220;, e permaneceu at\u00e9 os anos setenta, quando passou a denominar-se \u201cdisfun\u00e7\u00e3o cerebral m\u00ednima\u201d&nbsp;(Lange, 2010).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">TDAH nas d\u00e9cadas de 1930 a 1960<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as d\u00e9cadas de 1930 e 1950, a comunidade m\u00e9dica colocou especial \u00eanfase nos sintomas de impulsividade e hiperatividade acima das manifesta\u00e7\u00f5es cognitivas, e o termo foi mudando para <strong>s\u00edndrome hiperquin\u00e9tica<\/strong>, uma atividade motora not\u00e1vel que faz com que as crian\u00e7as n\u00e3o consigam ficar paradas nem um segundo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A influ\u00eancia das perspectivas comportamentais nos anos sessenta iniciou de forma not\u00e1vel o trabalho de autores como Stella Chess e passou a ser referido como <strong>s\u00edndrome da crian\u00e7a hiperativa<\/strong> (Robledo, 2017). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Finalmente, em 1968, essa condi\u00e7\u00e3o foi inclu\u00edda pela primeira vez no Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais, DSM II, (APA, 1968) sob o nome de <strong>rea\u00e7\u00e3o hipercin\u00e9tica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">TDAH nas d\u00e9cadas de 1970 a 1990 <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A dificuldade de aten\u00e7\u00e3o sustentada e falta de controle de impulsos voltaram a ganhar reconhecimento nos anos setenta com os trabalhos de <strong>Virginia Douglas <\/strong>(Douglas, 1972). Para os anos oitenta, o Manual Diagn\u00f3stico de transtornos mentais em sua terceira vers\u00e3o estabeleceu que a hiperatividade n\u00e3o era um crit\u00e9rio diferencial diagn\u00f3stico para o transtorno, por isso cunhou o termo <strong>Transtorno do D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o<\/strong> (TDA) e indicou que este poderia apresentar dois tipos: com hiperatividade e sem hiperatividade (APA, 1980).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image image-interface\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1403\" height=\"752\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Linea-del-tiempo-de-la-conceptualizacion-clinica-del-TDAH-Robledo.webp\" alt=\"Linha do tempo visual de marcos hist\u00f3ricos do TDAH, desde 1917 at\u00e9 2010, com datas e eventos-chave.\" class=\"wp-image-29265\" style=\"object-fit:cover\" 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de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade <\/strong>e ampliou a classifica\u00e7\u00e3o desse transtorno ao distinguir os subtipos: desatento, hiperativo-impulsivo ou combinado (APA, 1990). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Naquela \u00e9poca esse transtorno foi categorizado no grupo dos transtornos com in\u00edcio na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia, especificamente na classifica\u00e7\u00e3o dos transtornos da aten\u00e7\u00e3o e do comportamento perturbador.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<aside class=\"wp-block-group pb-0 br-0101 has-background has-xl-margin-top\" style=\"background:linear-gradient(135deg,rgb(0,128,150) 0%,rgb(0,171,199) 100%)\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns br-1010 is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:60%\">\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-text-color has-link-color has-xxl-font-size wp-elements-af17c38b975a80e082289c991fa3c75a has-no-margin-top has-no-margin-bottom wp-block-paragraph\"> <strong>Trabalhe na NeuronUP<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-white-color has-text-color has-link-color has-sm-font-size wp-elements-c50a8ce795d5cac9a39fb87d78040e6d has-no-margin-top has-no-margin-bottom wp-block-paragraph\">Desenvolva sua carreira no setor da sa\u00fade digital.<br>Junte-se \u00e0 nossa equipe.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-75\" style=\"--button-background:var(--color-custom-1);--button-background-hover:#cc7e00;\"><a class=\"wp-block-button__link button   has-sm-font-size has-custom-font-size wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/as-melhores-ofertas-de-emprego-para-profissionais-da-neurorreabilitacao\/\"><strong><strong>Ver vagas dispon\u00edveis<\/strong><\/strong><\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-center is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:40%\"><div class=\"wp-block-image blog-br-0101\">\n<figure class=\"alignright size-large is-resized has--xxxl-margin-top has-no-margin-bottom\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Historias-exito-NeuronUP-14-2-1024x1024.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-51286\" style=\"width:361px;height:auto\" 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Embora se mantenham grande parte dos crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos da vers\u00e3o anterior, agora o TDAH foi incorporado na divis\u00e3o de<strong> transtornos do neurodesenvolvimento<\/strong> junto com outros, como o transtorno do espectro autista. Adicionalmente, pela primeira vez dentro dos crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos, reconhece-se que esta condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 exclusivamente da inf\u00e2ncia, mas que pode <strong>persistir na adolesc\u00eancia e na idade adulta<\/strong>; ao mesmo tempo que se diferencia em n\u00edveis leve, moderado e severo (APA, 2013).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como resultado de um trabalho de mais de 40 anos com crian\u00e7as, adolescentes e adultos que apresentavam esse padr\u00e3o de comportamento, Russel Barkley (2002) afirmou: \u201cAgora vejo o TDAH como um transtorno do desenvolvimento da habilidade para regular o pr\u00f3prio comportamento e para prever o futuro\u201d (p.35). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Barkley, respaldado nos avan\u00e7os cient\u00edficos da \u00e9poca, concluiu que o TDAH procede da hipoatividade de uma \u00e1rea do c\u00e9rebro cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 fornecer maiores recursos para a inibi\u00e7\u00e3o do comportamento, a autorregula\u00e7\u00e3o, a auto-organiza\u00e7\u00e3o e a previs\u00e3o na medida em que o sujeito vai crescendo e essa \u00e1rea neurol\u00f3gica vai se tornando madura. Al\u00e9m disso, essa hipoatividade resulta em um d\u00e9ficit na capacidade das pessoas de regular seu funcionamento di\u00e1rio, adaptar-se \u00e0s demandas do ambiente e preparar-se para o futuro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na d\u00e9cada de 2000, os achados cient\u00edficos confirmaram altera\u00e7\u00f5es nos mecanismos bioqu\u00edmicos no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal em indiv\u00edduos com TDAH, especialmente nos neurotransmissores dopamina e norepinefrina (Nigg 2006, Duda 2011). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisas em neuroimagem sugerem um<strong> poss\u00edvel atraso de at\u00e9 tr\u00eas anos na matura\u00e7\u00e3o do c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal<\/strong> naqueles com TDAH (Shaw 2007), assim como uma associa\u00e7\u00e3o entre o TDAH e uma altera\u00e7\u00e3o do volume e do n\u00edvel de ativa\u00e7\u00e3o em \u00e1reas pr\u00e9-frontais relacionadas com as fun\u00e7\u00f5es executivas (Seidman et&nbsp;al., 2005).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nessas descobertas e outros achados cl\u00ednicos, autores como Brown (2002) e Barkley (2011) sugeriram que o transtorno por TDAH n\u00e3o se origina principalmente em um d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o, mas que \u00e9 resultado de uma altera\u00e7\u00e3o nos circuitos sin\u00e1pticos de determinadas \u00e1reas cerebrais, incluindo o neoc\u00f3rtex pr\u00e9-frontal, que desempenham um papel crucial na regula\u00e7\u00e3o e no controle cognitivo. Em consequ\u00eancia, concluiu-se que os d\u00e9ficits na organiza\u00e7\u00e3o e na autogest\u00e3o em indiv\u00edduos com TDAH est\u00e3o vinculados \u00e0 <strong>altera\u00e7\u00e3o no funcionamento executivo<\/strong> (Barkley, 1997; 2011).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es executivas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/areas-de-intervencao\/funcoes-cognitivas\/funcoes-executivas\/\">fun\u00e7\u00f5es executivas<\/a> (FE) s\u00e3o <strong>processos cognitivos que permitem ao sujeito internalizar comportamentos para antecipar mudan\u00e7as no futuro<\/strong> e, desse modo, maximizar a longo prazo os benef\u00edcios do indiv\u00edduo (Barcel\u00f3, 2005; Flores &amp; Ostrosky-Shejet, 2012). <\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o precursoras da capacidade de autorregula\u00e7\u00e3o bem-sucedida (Kalbfleisch, 2017), sendo assim cruciais para a aprendizagem escolar, o seguimento de instru\u00e7\u00f5es, o cumprimento de regras e o desenvolvimento geral na vida di\u00e1ria. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Interv\u00eam na realiza\u00e7\u00e3o de tarefas dirigidas a metas<\/strong>, aquelas que implicam revisar op\u00e7\u00f5es, organizar, planejar, monitorar a execu\u00e7\u00e3o, prever consequ\u00eancias futuras, avaliar o desempenho e adaptar-se a situa\u00e7\u00f5es novas (Portellano &amp; Garc\u00eda, 2014). Em outras palavras, esses processos cognitivos possibilitam <strong>planejar, organizar, guiar, revisar, regular e avaliar o comportamento na consecu\u00e7\u00e3o de metas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fun\u00e7\u00f5es executivas afetadas pelo TDAH <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Brown (2008) as FE afetadas nas pessoas com TDAH s\u00e3o as seguintes:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>A <strong>ativa\u00e7\u00e3o<\/strong>, requerida para organizar as tarefas e materiais, estimar o tempo, estabelecer prioridades das tarefas e iniciar a atividade;<\/li>\n\n\n\n<li>a <strong>focaliza\u00e7\u00e3o<\/strong>, necess\u00e1ria para focalizar e sustentar a aten\u00e7\u00e3o, assim como mudar o foco de interesse;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>a <strong>regula\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o<\/strong>, o que inclui a gest\u00e3o do estado de alerta, a toler\u00e2ncia \u00e0 fadiga e a velocidade de processamento;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>a <strong>gest\u00e3o emocional<\/strong>, que permite ao sujeito manejar a frustra\u00e7\u00e3o e controlar as emo\u00e7\u00f5es;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>a <strong>mem\u00f3ria de trabalho<\/strong> encarregada de reter informa\u00e7\u00e3o entrante e evocar a informa\u00e7\u00e3o armazenada at\u00e9 conseguir o desenvolvimento de uma tarefa;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>e o <strong>controle da a\u00e7\u00e3o<\/strong>, que permite o monitoramento do comportamento, aprender com os erros e inibir respostas autom\u00e1ticas e impulsivas.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Atividades desafiadoras por causa do TDAH <\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Baseada nos achados de Brown (2008), Beatriz Duda (2011) realiza uma descri\u00e7\u00e3o de atividades associadas ao funcionamento executivo que costumam ser desafiadoras para crian\u00e7as, jovens e adultos com TDAH, as quais foram compiladas na tabela a seguir:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table alignwide is-style-stripes table-nup\"><table><thead><tr><th><strong>Fun\u00e7\u00e3o executiva (Brown, 2008)<\/strong><\/th><th><strong>Subfun\u00e7\u00e3o<\/strong><\/th><th><strong>Atividades que s\u00e3o dif\u00edceis para pessoas com TDAH (Duda, 2011)<\/strong><\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td><strong>Foco<\/strong>:<br>Capacidade de focalizar a aten\u00e7\u00e3o no que \u00e9 importante, manter e mudar a aten\u00e7\u00e3o em certas tarefas.<\/td><td>Focalizar<\/td><td>Orientar sua aten\u00e7\u00e3o para o que \u00e9 importante. Ex. prestar aten\u00e7\u00e3o na professora em vez de falar com os colegas.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Manter foco<\/td><td>Sustentar a aten\u00e7\u00e3o pelo tempo necess\u00e1rio que dura uma aula. Ou alternar a aten\u00e7\u00e3o entre duas tarefas.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Flexibilidade<\/td><td>Ex. Parar de pesquisar na internet e come\u00e7ar a escrever.<\/td><\/tr><tr><td><strong>A\u00e7\u00e3o<\/strong>:<br>Capacidade de avaliar a pr\u00f3pria conduta, reconhecer dificuldades, autorregular-se, inibir impulsos e comportamentos autom\u00e1ticos.<\/td><td>Inibi\u00e7\u00e3o<\/td><td>Evitar comportamentos autom\u00e1ticos, esperar a vez, adiar recompensas. Ex. Sair correndo no momento do recreio.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Auto-monitora\u00e7\u00e3o<\/td><td>Gerenciar eficientemente o tempo. Reconhecer erros e acertos como aprendizados para situa\u00e7\u00f5es futuras.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Emo\u00e7\u00e3o<\/strong>:<br>Habilidade para controlar e manejar os estados afetivos, reagir com o n\u00edvel emocional adequado frente \u00e0s circunst\u00e2ncias.<\/td><td>Gerenciamento da frustra\u00e7\u00e3o<\/td><td>Manter a calma quando as coisas n\u00e3o est\u00e3o saindo como ele(a) quer.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Gest\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es<\/td><td>Reagir de maneira adequada \u00e0s situa\u00e7\u00f5es. Ex. Gritar ou bater quando algo os incomoda.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Mem\u00f3ria de trabalho:<br><\/strong>Habilidade para reter na mente informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para seguir as a\u00e7\u00f5es.<\/td><td>Reter<\/td><td>Manter a informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria enquanto se desenvolve uma tarefa. Ex. Em uma conversa, n\u00e3o lembrar do que estava falando ap\u00f3s ter sido interrompido.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Evo c ar<\/td><td>Acessar a informa\u00e7\u00e3o importante. Ex. Estudar para uma prova e n\u00e3o recordar na hora do exame.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Esfor\u00e7o sustentado: <\/strong>A regula\u00e7\u00e3o do estado de alerta, a sustenta\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o e a rapidez de processamento de informa\u00e7\u00e3o.<\/td><td>Velocidade de processamento<\/td><td>Fazer as tarefas no tempo atribu\u00eddo. Ex. Necessitam de mais tempo que os demais colegas para terminar uma tarefa.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Manuten\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o<\/td><td>Toler\u00e2ncia \u00e0 fadiga. Ex. Sua aten\u00e7\u00e3o se esgota mais r\u00e1pido que a das outras crian\u00e7as.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Regular estado de alerta<\/td><td>Manter seu estado de alerta em atividades que n\u00e3o s\u00e3o motivadoras.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Ativa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<br>Capacidade para ativar-se para trabalhar, estabelecer uma ordem de prioridades e planejar a\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o de metas projetadas no tempo.<\/td><td>Ativar-se<\/td><td>Levantar de manh\u00e3 e come\u00e7ar as atividades do dia. Parar de brincar e come\u00e7ar a fazer as tarefas.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Priorizar<\/td><td>Decidir o que fazer primeiro e estabelecer uma ordem das a\u00e7\u00f5es segundo prioridades. Ex. Come\u00e7am muitas coisas ao mesmo tempo.<\/td><\/tr><tr><td><\/td><td>Organizar<\/td><td>Manter a ordem. Ex. Dificuldade para planejar a forma como vai resolver uma situa\u00e7\u00e3o.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fun\u00e7\u00f5es executivas alteradas no TDAH segundo o modelo de Brown. Fonte: Robledo (2017).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Interven\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es executivas em crian\u00e7as com TDAH e sem TDAH<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com respeito \u00e0 interven\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es executivas em crian\u00e7as com TDAH e sem TDAH, Diamond (2011; 2012) diferencia quatro tipos de interven\u00e7\u00f5es que demonstraram resultados promissores: <\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>os treinamentos cognitivos, <\/li>\n\n\n\n<li>as pr\u00e1ticas de aten\u00e7\u00e3o plena orientadas \u00e0 regula\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o, <\/li>\n\n\n\n<li>as abordagens curriculares com \u00eanfase no andaime cognitivo,<\/li>\n\n\n\n<li>programas centrados nas habilidades sociais e na regula\u00e7\u00e3o emocional.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Treinamento cognitivo computadorizado<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O treinamento cognitivo computadorizado tem sido uma das interven\u00e7\u00f5es mais implementadas para<strong> melhorar as fun\u00e7\u00f5es executivas e reduzir os sintomas de impulsividade e desaten\u00e7\u00e3o no contexto do TDAH<\/strong> (Pauli-Pott et al., 2021; Robledo et al., 2023). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse tipo de interven\u00e7\u00e3o busca otimizar o funcionamento cognitivo por meio da pr\u00e1tica de instru\u00e7\u00f5es intencionais e distingue dois paradigmas: <\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>um baseado em processos, onde o indiv\u00edduo repete a execu\u00e7\u00e3o de uma tarefa<\/li>\n\n\n\n<li>outro baseado em estrat\u00e9gias, onde se exploram diversas estrat\u00e9gias para abordar uma tarefa espec\u00edfica (Jolles y Crone, 2012; Portellano, 2018).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Algumas revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e meta-an\u00e1lises t\u00eam compilado <strong>evid\u00eancia de estudos cl\u00ednicos<\/strong> e ensaios controlados nos quais foram implementados treinamentos cognitivos computadorizados para a estimula\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es executivas em popula\u00e7\u00e3o com TDAH (Sonuga-Barke et al., 2014; Alabdulakareem and Jamjoom, 2020; Robledo et al., 2023). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses trabalhos encontraram que os treinamentos cognitivos computadorizados tiveram <strong>efeitos em:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>a aten\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>a <strong>redu\u00e7\u00e3o dos sintomas do TDAH em crian\u00e7as e adolescentes<\/strong> (Sonuga-Barke et al., 2014);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>efeitos positivos em fun\u00e7\u00f5es executivas<\/strong> como aten\u00e7\u00e3o, controle inibit\u00f3rio e mem\u00f3ria de trabalho (Robledo et al., 2023);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>melhorias no rendimento acad\u00eamico e autocontrole<\/strong> das crian\u00e7as com TDAH;<\/li>\n\n\n\n<li>uma<strong> maior satisfa\u00e7\u00e3o e ades\u00e3o ao tratamento<\/strong> (Alabdulakareem and Jamjoom, 2020).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda que at\u00e9 o momento se tenha reunido evid\u00eancia sobre os usos e benef\u00edcios dos treinamentos cognitivos computadorizados nas fun\u00e7\u00f5es executivas das crian\u00e7as e nos sintomas do TDAH, este continua sendo um campo de estudo em processo de desenvolvimento que sem d\u00favida tem ampla pertin\u00eancia e interesse para a comunidade acad\u00eamica, assim como para todos os profissionais respons\u00e1veis pelo atendimento e interven\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o com TDAH.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia <\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">APA &#8211; American Psychiatric Association (1968) Manual diagn\u00f3stico y estad\u00edstico de los trastornos mentales (2\u00aa Edici\u00f3n) (DSM-II).&nbsp;Asociaci\u00f3n Estadounidense de Psiquiatr\u00eda, Washington DC.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">APA &#8211; American Psychiatric Association (1980) Manual diagn\u00f3stico y estad\u00edstico de los trastornos mentales (3\u00aa Edici\u00f3n) (DSM-III).&nbsp;Asociaci\u00f3n Estadounidense de Psiquiatr\u00eda, Washington DC<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">APA &#8211; American Psychiatric Association (1990) Manual diagn\u00f3stico y estad\u00edstico de los trastornos mentales (3\u00aa Edici\u00f3n) (DSM-IV).&nbsp;Asociaci\u00f3n Estadounidense de Psiquiatr\u00eda, Washington DC<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">APA &#8211; American Psychiatric Association. (2014). <em>Gu\u00eda de consulta de los criterios diagn\u00f3sticos del DSM-5<\/em> Washington: Autor.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Barkley, R. (2002). <em>Ni\u00f1os hiperactivos: c\u00f3mo comprender y atender sus necesidades especiales. <\/em>3a. Ed. Barcelona: Paid\u00f3s.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Barkley, R. (2011). <em>Executive functioning and self- regulation: Integration, extended phenotype, and clinical implications<\/em>. The Guilford Press.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Barkley, R.A. (1997). Behavioral inhibition, sustained attention, and executive functions. <em>Psychological Bulletin, 121<\/em> (1), 65-94. https:\/\/doi.org\/10.1037\/0033-2909.121.1.65<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Barkley, R.A. &amp; Edwards, G. (1998). Diagnostic interview, behavior rating scales and the medical examination. In R.A. Barkley, Attention-deficit hyperactivity disorder: A handbook for diagnosis and treatment (2 ed.) (pp.510-551). The Guilford Press.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Bauermeister, J. (2014). <em>Hiperactivo, impulsivo, distra\u00eddo: \u00bfMe conoces?.<\/em> 3\u00aa Ed. New York: The Guilford Press.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Brown, T.E. (2005). <em>Attention Deficit Disorder. The Unfocused Mind in Children and Adults.<\/em> New Heaven: Yale University Press.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Douglas, V.I. (1972). Stop, look and listen: The problem of sustained attention and impulse control in hyperactive and normal children.&nbsp;Canadian Journal of Behavioural Science, 4, 259-282.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Duda, B. (2011). <em>El Coaching para el TDAH: aspectos te\u00f3ricos y pr\u00e1cticos<\/em>. Lima: Asociaci\u00f3n Peruana para D\u00e9ficit de Atenci\u00f3n&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Filomeno, A. (2009). El ni\u00f1o con d\u00e9ficit de atenci\u00f3n o hiperactividad: c\u00f3mo pasar del fracaso al \u00e9xito. 2\u00aa. Ed. Lima: Universidad San Cayetano de Heredia.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Flores, J. &amp; Ostrosky-Shejet, F. (2012). <em>Desarrollo neuropsicol\u00f3gico de los l\u00f3bulos frontales y funciones ejecutivas.<\/em> M\u00e9xico DF: Manual Moderno.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Jolles, D., &amp; Crone, E. (2012). Training the developing brain: A neurocognitive perspective. Frontiers in Human Neuroscience, 6. https:\/\/www.frontiersin.org\/articles\/10.3389\/fnhum.2012.00076<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kalbfleisch, L. (2017). Neurodevelopment of the executive functions. En Executive functions in health and disease (pp. 143-168). Elsevier Academic Press. https:\/\/doi.org\/10.1016\/B978-0-12-803676-1.00007-6<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Lange, K. W., Reichl, S., Lange, K. M., Tucha, L., &amp; Tucha, O. (2010). The history of attention deficit hyperactivity disorder.&nbsp;Attention deficit and hyperactivity disorders,&nbsp;2(4), 241\u2013255. https:\/\/doi.org\/10.1007\/s12402-010-0045-8<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Nigg, J. (2006). <em>What Causes ADHD?: Understanding What Goes Wrong and Why<\/em>. New York NY: The Guilford Press&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Pauli-Pott, U., Mann, C., &amp; Becker, K. (2021). Do cognitive interventions for preschoolers improve executive functions and reduce ADHD and externalizing symptoms? A meta-analysis of randomized controlled trials. European Child &amp; Adolescent Psychiatry, 30(10), 1503-1521. https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00787-020-01627-z<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Portellano, J. A., &amp; Garc\u00eda Alba, J. (2014). <em>Neuropsicolog\u00eda de la atenci\u00f3n, las funciones ejecutivas y la memoria<\/em>. S\u00edntesis.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Portellano, J.A. &amp; Garc\u00eda, J. (2014). Neuropsicolog\u00eda de la atenci\u00f3n, las funciones ejecutivas y la memoria. Editorial S\u00edntesis.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Robledo, C. (2018). D\u00e9ficit de atenci\u00f3n e hiperactividad: Algunas preguntas y respuestas. Sello editorial Universidad del Tolima<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Seidman, L. J., Valera, E. M., &amp; Makris, N. (2005). Structural brain imaging of attention-deficit\/hyperactivity disorder.&nbsp;Biological psychiatry,&nbsp;57(11), 1263\u20131272. https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.biopsych.2004.11.019&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Shaw, P., Eckstrand, K., Sharp, W., Blumenthal, J., Lerch, J. P., Greenstein, D., Clasen, L., Evans, A., Giedd, J., &amp; Rapoport, J. L. (2007). Attention-deficit\/hyperactivity disorder is characterized by a delay in cortical maturation.&nbsp;Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America,&nbsp;104(49), 19649\u201319654. https:\/\/doi.org\/10.1073\/pnas.0707741104<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Soprano, A. (2010). <em>C\u00f3mo evaluar la atenci\u00f3n y las funciones ejecutivas en ni\u00f1os y adolescentes. <\/em>Buenos Aires: Paid\u00f3s.<\/li>\n<\/ul>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre a hist\u00f3ria do TDAH e como ele afeta o funcionamento executivo, certamente estes artigos da NeuronUP podem te interessar:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-atividades-de-neurorreabilitacao category-para-envelhecimento-natural tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-envejecimiento-normal tag-maiores\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"7 exerc\u00edcios de estimula\u00e7\u00e3o cognitiva para idosos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/estimulacao-cognitiva-para-idosos-exercicios-de-estimulacao-cognitiva-para-idosos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Actividades-NeuronUP-Separa-los-bichos-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Tela da atividade Separe os bichos: joaninhas vermelhas com manchas pretas na grade e joaninhas verdes na \u00e1rea natural.\" 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aria-label=\"Diagn\u00f3stico diferencial de etiologias de dem\u00eancia baseado em IA com dados multimodais\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/diagnostico-diferencial-baseado-em-ia-de-etiologias-de-demencia-em-dados-multimodais\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Diagnostico-diferencial-de-etiologias-de-demencia-basado-en-IA-sobre-datos-multimodales-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"C\u00e9rebro digital luminoso em fundo escuro, com conex\u00f5es neuronais em azul e laranja, design futurista que sugere IA.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Diagnostico-diferencial-de-etiologias-de-demencia-basado-en-IA-sobre-datos-multimodales-NeuronUP-400x300.webp 400w, 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neurorehabilita\u00e7\u00e3o juntos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/depoimentos\/afa-rioja-e-neuronup-dez-anos-de-neurorreabilitacao-juntas\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Usuarios-de-AFA-Rioja-trabajando-con-NeuronUP-en-sesion-grupal-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grupo de participantes em uma sala de forma\u00e7\u00e3o observando uma proje\u00e7\u00e3o com c\u00edrculos coloridos e n\u00fameros, com um laptop sobre a mesa e luz natural.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Usuarios-de-AFA-Rioja-trabajando-con-NeuronUP-en-sesion-grupal-400x300.webp 400w, 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class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/funcionamento-social-na-esquizofrenia\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/El-funcionamiento-social-en-la-esquizofrenia-2-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Composi\u00e7\u00e3o em preto e branco: duas faces entrela\u00e7adas por m\u00e3os que cobrem os rostos, olhos alinhados, efeito surreal.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/El-funcionamiento-social-en-la-esquizofrenia-2-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/El-funcionamiento-social-en-la-esquizofrenia-2-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/funcionamento-social-na-esquizofrenia\/\" rel=\"bookmark\">O funcionamento social na esquizofrenia<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-zanzibar tag-estimulacion-cognitiva tag-ninos tag-noticias-de-neuronup tag-projetos tag-rehabilitacion-cognitiva tag-zanzibar\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"PsicoNED e NeuronUP em Zanzibar: Neuropsicologia, coopera\u00e7\u00e3o e esperan\u00e7a\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/projetos\/zanzibar\/psiconed-e-neuronup-em-zanzibar-neuropsicologia-cooperacao-e-esperanca\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" 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aria-label=\"Atividades de aten\u00e7\u00e3o sustentada para adultos e crian\u00e7as\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-atencao\/atividades-de-atencao-sustentada-para-adultos-e-criancas\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Encontrar-los-numeros-que-faltan-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ficha de aten\u00e7\u00e3o sustentada: duas tabelas com sequ\u00eancias de 1 a 25, com n\u00fameros ausentes para completar.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Encontrar-los-numeros-que-faltan-NeuronUP-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Encontrar-los-numeros-que-faltan-NeuronUP-800x600.webp 800w\" 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O que \u00e9 o TDAH Atualmente, transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o com hiperatividade (TDAH), \u00e9 o termo clinicamente reconhecido para &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":196,"featured_media":29272,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[607],"tags":[601,751],"class_list":["type-post","category-tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade","tag-tdah","tag-trastornos-del-neurodesarrollo","entry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29257","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/196"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29257"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29257\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29272"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29257"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29257"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29257"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}