{"id":28170,"date":"2026-01-26T07:00:00","date_gmt":"2026-01-26T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=28170"},"modified":"2026-01-26T07:00:00","modified_gmt":"2026-01-26T07:00:00","slug":"inteligencia-emocional-na-esquizofrenia-deficits-na-esquizofrenia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/inteligencia-emocional-na-esquizofrenia-deficits-na-esquizofrenia\/","title":{"rendered":"Intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia: D\u00e9ficits na esquizofrenia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">O Doutor em Psicologia Carlos Rebolleda explica o que \u00e9 a <strong>intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia<\/strong>, a avalia\u00e7\u00e3o e os d\u00e9ficits na esquizofrenia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia: defini\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>O modelo dos quatro ramos da <strong>intelig\u00eancia emocional<\/strong> proposto pelos pesquisadores J.D. Mayer e P. Salovey em 1997 define-a como um tipo de intelig\u00eancia diferente das demais, <strong>composta por quatro capacidades<\/strong> ou \u201cramos\u201d que, especificamente, s\u00e3o denominados percep\u00e7\u00e3o emocional, facilita\u00e7\u00e3o emocional, compreens\u00e3o emocional e manejo emocional e que, por sua vez, est\u00e3o organizados em duas \u00e1reas chamadas experiencial e estrat\u00e9gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Como indicam Mayer, Salovey e Caruso (2002), a \u00e1rea experiencial refere-se \u00e0 capacidade do sujeito de perceber, responder e manipular a informa\u00e7\u00e3o emocional sem que isso implique necessariamente que ele a compreenda. Indica a precis\u00e3o com que o sujeito pode \u201cler\u201d e expressar emo\u00e7\u00f5es e se \u00e9 capaz de comparar a informa\u00e7\u00e3o emocional com outro tipo de experi\u00eancias (por exemplo, cores e sons). Isso mostra como o indiv\u00edduo funciona sob a influ\u00eancia de diferentes emo\u00e7\u00f5es. Essa \u00e1rea \u00e9 composta pelos ramos percep\u00e7\u00e3o e facilita\u00e7\u00e3o emocional.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">1. Percep\u00e7\u00e3o emocional<\/h3>\n\n\n\n<p>A percep\u00e7\u00e3o emocional refere-se \u00e0 <strong>capacidade de reconhecer como um indiv\u00edduo se sente<\/strong> e como se sentem aqueles ao seu redor. Esse ramo envolve a habilidade de perceber e expressar sentimentos, bem como prestar aten\u00e7\u00e3o e decodificar com precis\u00e3o as pistas emocionais em express\u00f5es faciais, tom de voz e manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas (Mayer et al., 2002).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2. Facilita\u00e7\u00e3o emocional<\/h3>\n\n\n\n<p>A facilita\u00e7\u00e3o emocional concentra-se em <strong>como as emo\u00e7\u00f5es afetam a cogni\u00e7\u00e3o e podem ser usadas para raciocinar, resolver problemas ou tomar decis\u00f5es<\/strong> (Mayer et al., 2002). Sabe-se que certas emo\u00e7\u00f5es, como o medo, podem afetar negativamente a cogni\u00e7\u00e3o, mas, conforme demonstrado em diversas pesquisas, tamb\u00e9m podem favorecer capacidades cognitivas, por exemplo, ajudando o sujeito a definir prioridades na aten\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 mais relevante ou aumentando seu n\u00edvel de concentra\u00e7\u00e3o ao enfrentar uma tarefa.<\/p>\n\n\n\n<p>A chamada \u00e1rea estrat\u00e9gica seria a capacidade do sujeito de compreender e manejar as emo\u00e7\u00f5es sem que necessariamente as perceba ou experimente corretamente. Indica a precis\u00e3o com que o sujeito \u00e9 capaz de entender o significado das emo\u00e7\u00f5es e a habilidade para lidar tanto com suas pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es como com as dos outros. Os ramos compreens\u00e3o e manejo emocional integram essa \u00e1rea (Mayer et al., 2002).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">3. Compreens\u00e3o emocional<\/h3>\n\n\n\n<p>Como apontam Mayer et al. (2002), o ramo <strong>compreens\u00e3o emocional<\/strong> refere-se \u00e0 <strong>capacidade do sujeito de rotular as emo\u00e7\u00f5es<\/strong>, isto \u00e9, reconhecer que existem grupos de termos relacionados a elas. A habilidade de entender como diferentes emo\u00e7\u00f5es se originam, como se combinam ou mudam ao longo do tempo s\u00e3o componentes fundamentais da intelig\u00eancia emocional, al\u00e9m de aspectos importantes para o relacionamento com os outros e o autoconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">4. Manejo emocional<\/h3>\n\n\n\n<p>Por fim, o ramo <strong>manejo emocional<\/strong> refere-se \u00e0 <strong>capacidade<\/strong> do sujeito de, em momentos apropriados, <strong>n\u00e3o reprimir suas emo\u00e7\u00f5es<\/strong>, mas trabalhar com elas de forma reflexiva e us\u00e1-las para tomar melhores decis\u00f5es. Um termo historicamente associado a esse ramo \u00e9 regula\u00e7\u00e3o emocional, que habitualmente tem sido entendido como a repress\u00e3o ou racionaliza\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es; no entanto, esse termo realmente se refere \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es no pensamento, n\u00e3o \u00e0 minimiza\u00e7\u00e3o ou elimina\u00e7\u00e3o das mesmas (Mayer et al., 2002).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia: avalia\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>intelig\u00eancia emocional<\/strong> \u00e9 considerada um importante componente da <strong>cogni\u00e7\u00e3o social<\/strong> (Matthews, Zeidner e Roberts, 2007; Mayer e Salovey, 1997) e, desde que, em 2003, o comit\u00ea MATRICS recomendou o ramo de manejo emocional do MSCEIT (Mayer et al., 2002) como a \u00fanica ferramenta para mensurar a cogni\u00e7\u00e3o social na esquizofrenia, v\u00e1rios estudos buscaram explorar as caracter\u00edsticas psicom\u00e9tricas do teste, sobretudo em popula\u00e7\u00f5es com diagn\u00f3stico de esquizofrenia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia: teste<\/h3>\n\n\n\n<p>O Mayer-Salovey-Caruso Emotional Intelligence Test (MSCEIT; Mayer et al., 2002) baseia-se no modelo dos quatro ramos e, por meio de 141 itens divididos em oito tarefas, gera um total de sete escores: um escore global, outros dois para as \u00e1reas experiencial e estrat\u00e9gica e, por fim, quatro para cada um dos ramos que comp\u00f5em o modelo. Os nomes dessas provas s\u00e3o os seguintes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Percep\u00e7\u00e3o emocional:<\/strong> Composta pelas tarefas denominadas Desenhos e Rostos,<\/li>\n<li><strong>Facilita\u00e7\u00e3o emocional:<\/strong> Integrada pelas subprovas Facilita\u00e7\u00e3o e Sensa\u00e7\u00f5es,<\/li>\n<li><strong>Compreens\u00e3o emocional:<\/strong> Composta por Mudan\u00e7as e Combina\u00e7\u00f5es,<\/li>\n<li><strong>Manejo emocional:<\/strong> Integrada por Manejo Emocional e Rela\u00e7\u00f5es Emocionais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A confiabilidade foi de 0,91 para o escore total, 0,91 e 0,85 para as \u00e1reas experiencial e estrat\u00e9gica, respectivamente, enquanto os coeficientes alfa de Cronbach para os ramos variaram entre o coeficiente mais baixo, embora adequado, de 0,74 em facilita\u00e7\u00e3o emocional, e o mais alto, 0,89 no caso de percep\u00e7\u00e3o emocional (Mayer et al., 2002).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Adapta\u00e7\u00e3o espanhola do MSCEIT: Extremera e Fern\u00e1ndez-Berrocal (2009<\/h4>\n\n\n\n<p>Extremera e Fern\u00e1ndez-Berrocal (2009) realizaram a adapta\u00e7\u00e3o espanhola do MSCEIT que, por sua vez, apresenta coeficientes de confiabilidade muito similares e at\u00e9 superiores aos encontrados no teste original, sendo 0,95 para o escore total, 0,93 e 0,90 para as \u00e1reas experiencial e estrat\u00e9gica, 0,93 em percep\u00e7\u00e3o, 0,76 em facilita\u00e7\u00e3o, 0,83 em compreens\u00e3o e 0,85 em manejo emocional. A adapta\u00e7\u00e3o espanhola, assim como as demais adapta\u00e7\u00f5es do MSCEIT, mostra <strong>n\u00edveis adequados de validade aparente, preditiva e de conte\u00fado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--2\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia: d\u00e9ficits na esquizofrenia<\/h2>\n\n\n\n<p>Alguns <strong>estudos mostraram<\/strong> a exist\u00eancia de <strong>d\u00e9ficits em intelig\u00eancia emocional<\/strong> tanto em pacientes <strong>diagnosticados<\/strong> com <strong>patologias psiqui\u00e1tricas<\/strong> (Lizeretti, Extremera e Rodr\u00edguez, 2012), quanto em seus familiares diretos (Sanders e Szymanski, 2012).<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao estudo dos d\u00e9ficits em intelig\u00eancia emocional na psicose, uma das primeiras pesquisas que utilizou esse conceito, conforme conhecido atualmente, foi a de Aguirre, Sergi e Levy (2008), na qual se constatou que pessoas com <strong>altos n\u00edveis<\/strong> de <strong>esquizotipia<\/strong> apresentam <strong>d\u00e9ficits em intelig\u00eancia emocional<\/strong> que, por sua vez, afetam significativamente seu funcionamento psicossocial.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o estudo dos <strong>d\u00e9ficits emocionais<\/strong> que acompanham um transtorno psic\u00f3tico como a esquizofrenia \u00e9 bem anterior. Por exemplo, a redu\u00e7\u00e3o na express\u00e3o emocional facial manifestada por esses pacientes foi comprovada em in\u00fameras pesquisas (Andreasen, 1979; Borod et al., 1990; Tremeau et al., 2005; Yecker et al., 1999), d\u00e9ficit que, conforme observado, est\u00e1 presente at\u00e9 v\u00e1rios anos antes de o indiv\u00edduo desenvolver a doen\u00e7a (Hafner et al., 2003; Yung e McGorry, 1996), o que o posiciona como forte candidato a constituir-se um tra\u00e7o endofenot\u00edpico da mesma.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas problem\u00e1ticas n\u00e3o se restringem apenas \u00e0 express\u00e3o facial; pacientes diagnosticados com esquizofrenia tamb\u00e9m apresentam <strong>dificuldades na identifica\u00e7\u00e3o e verbaliza\u00e7\u00e3o de suas pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es<\/strong> (Cedro, Kokoszka, Popiel e Narkiewicz-Jodko, 2001; Stanghellini e Rica, 2010; Van\u2019t Wout, Aleman, Bermond e Kahn, 2007; Yu et al., 2011), d\u00e9ficit conhecido como <strong>alexitimia<\/strong> (Sifneos, 1973).<\/p>\n\n\n\n<p>A esses d\u00e9ficits se somam as dificuldades apresentadas por essas pessoas ao reconhecer express\u00f5es emocionais nos outros, sobretudo quando essas emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o negativas (Edwards et al., 2002; Kohler et al., 2003; Mandal et al., 1998; Scholten, Aleman, Montagne e Kahn, 2005).<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m foram encontrados d\u00e9ficits de regula\u00e7\u00e3o emocional nessa popula\u00e7\u00e3o (Nuechterlein e Green, 2006), sendo a supress\u00e3o emocional a estrat\u00e9gia de autorregula\u00e7\u00e3o habitualmente utilizada por esses indiv\u00edduos (Kimhy et al., 2012; Van der Meer, Van\u2019t Wout e Aleman, 2009). Enquanto que, na \u00fanica \u00e1rea emocional em que pacientes com esquizofrenia parecem apresentar funcionamento semelhante ao da popula\u00e7\u00e3o sem a patologia \u00e9 na <strong>capacidade de experimentar emo\u00e7\u00f5es<\/strong> (Kring, Barrett e Gard, 2003; Kring e Earnst, 1999).<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, o aspecto sobre o qual existe pleno consenso atualmente diz respeito \u00e0 influ\u00eancia negativa que esses d\u00e9ficits emocionais exercem sobre o funcionamento psicossocial do indiv\u00edduo (Baslet, Termini e Herberner, 2009; Kee, Green, Mintz e Brekke, 2003; Kimhy et al., 2012; Kring e Caponigro, 2010).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pesquisas utilizando o MSCEIT como medida<\/h3>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0s pesquisas realizadas utilizando o MSCEIT como medida, por exemplo, Eack et al. (2010) ampliaram os resultados obtidos em tr\u00eas estudos anteriores (Eack et al., 2009; Kee et al., 2009; Nuechterlein et al., 2008) e, para isso, utilizaram uma amostra de 64 indiv\u00edduos diagnosticados com v\u00e1rios transtornos psic\u00f3ticos, incluindo esquizofrenia, aos quais aplicaram esse teste.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses autores constataram, em primeiro lugar, que os escores obtidos pelos participantes s\u00e3o significativamente menores do que os da popula\u00e7\u00e3o sem diagn\u00f3stico de psicoses, embora ressaltem a necessidade de estudos rigorosos que possam oferecer resultados mais confi\u00e1veis sobre o grau real dessas diferen\u00e7as, j\u00e1 que algumas pesquisas afirmam que o ramo mais afetado seria o de manejo emocional (Wojtalik, Eack e Keshavan, 2013), enquanto outras apontam ser a compreens\u00e3o emocional (Dawson et al., 2012; Kee et al., 2009).<\/p>\n\n\n\n<p>Nem todos os estudos realizados nesse n\u00edvel encontram comprometimento em todos os ramos que integram o teste; por exemplo, Kee et al. (2009) n\u00e3o encontraram diferen\u00e7as significativas em facilita\u00e7\u00e3o emocional entre o grupo de pacientes com esquizofrenia e a popula\u00e7\u00e3o sem diagn\u00f3stico. Isso refor\u00e7a a necessidade de continuar investigando as reais diferen\u00e7as e o grau em que ocorrem.<\/p>\n\n\n\n<p>Em n\u00edvel neuroestrutural, Wojtalik et al. (2013) encontraram que pacientes com mau funcionamento nos ramos de facilita\u00e7\u00e3o, compreens\u00e3o e manejo emocional apresentam redu\u00e7\u00e3o significativa de mat\u00e9ria cinzenta tanto no giro parahipocampal esquerdo quanto no giro cingulado posterior direito.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia:<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Aguirre, F., Sergi, M. J., y Levy, C. A. (2008). Emotional intelligence and social functioning in person with schizotypy. <em>Schizophrenia Research, 104<\/em>(1), 255-264.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Andreasen, N.C. (1979). Affective flattening and the criteria for schizophrenia. <em>American Journal of Psychiatry, 136<\/em>(7), 944-947.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Baslet, G., Termini, L., y Herberner, E. (2009). Deficits in emotional awareness in schizophrenia and their relationships with other measures of functioning. <em>Journal of Nervous and Mental Disease, 197<\/em>(9), 655-660.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Borod, J. C., Welkowitz, J., Alpert, M., Brozgold, A. Z., Martin, C., Peselow, E., y Diller, L. (1990). Parameters of emotional processing in neuropsychiatric disorders: conceptual issues and battery of tests. <em>Journal of Communication Disorders, 23<\/em>(4), 247-271.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Cedro, A., Kokoszka, A., Popiel, A., y Narkiewicz- Jodko, W. (2001). Alexithymia in schizophrenia: an exploratory study. <em>Psychological Reports, 89<\/em>(1), 95-98.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Dawson, S., Kettler, L., Burton, C., y Galletly, C. (2012). Do people with schizophrenia lack emotional intelligence? <em>Schizophrenia Research and Treatment.<\/em> doi:10.1155\/2012\/495174.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Eack, S. M., Greeno, C. G., Pogue-Geile, M. F., Newhill, C. E., Hogarty, G.E., y Keshavan, M. S. (2010). Assessing social-cognitive deficits in schizophrenia with the Mayer-Salovey-Caruso Emotional Intelligence Test. <em>Schizophrenia Bulletin, 36<\/em>(2), 370-380.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Eack, S. M., Pogue-Geile, M. F., Greeno, C. G., y Keshavan, M. S. (2009). Evidence of the factorial variance of the Mayer-Salovey-Caruso Emotional Intelligence Test across schizophrenia and normative samples. <em>Schizophrenia Research, 114<\/em>(1-3), 105-109.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Edwards, J., Jackson, H. J., y Pattison, P. E. (2002). Emotion recognition via facial expression and affective prosody in schizophrenia: a methodological review. <em>Clinical Psychology Review, 22<\/em>(6), 789-832.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Extremera, N., y Fern\u00e1ndez-Berrocal, P. (2009). <em>Test de Inteligencia Emocional Mayer-Salovey- Caruso (MSCEIT): manual<\/em>. Madrid: TEA Ediciones.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Hafner, H., Maurer, K., Loffler, W., Van der Heiden, W. Hambretch, M., y Schultze- Lutter, F. (2003). Modeling the early course of schizophrenia. <em>Schizophrenia Bulletin, 29<\/em>(2), 325-340.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kee, K. S., Green, M. F., Mintz, J., y Brekke, J. S. (2003). Is emotion processing a predictor of functional outcome in schizophrenia? <em>Schizophrenia Bulletin, 29<\/em>(3), 487-497.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kee, K. S., Horan, W. P., Salovey, P., Kern, R. S., Sergi, M. J., Fiske, A. P.,\u2026 y Green, M. F. (2009). 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Facial expressions of emotion and schizophrenia: a review. <em>Schizophrenia Bulletin, 24<\/em>(1), 399-412.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Matthews, G., Zeidner, M., y Roberts, R. D. (2007). Emotional intelligence: consensus controversies, and questions. En G. Mathews, M. Zeidner y R.D. Roberts. (Eds). <em>The science of emotional intelligence: knows and unknowns. Series in affective science<\/em> (pp. 3-46). New York, NY: Oxford University Press.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mayer, J. D., y Salovey, P. (1997). What is emotional intelligence? En P. Salovey y D. Sluyter (Eds). <em>Emotional development and emotional intelligence: implications for educators<\/em> (pp 3-31). New York, NY: Basic Books.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mayer, J. D., Salovey, P., y Caruso, D. R. (2002). <em>Mayer-Salovey-Caruso Emotional Intelligence Test (MSCEIT): USER\u2019s Manual<\/em>. Toronto, ON: Multi-Health Systems Inc.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Nuechterlein, K. 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The prevalence of \u201calexithymic\u201d characteristics in psychosomatic patients. <em>Psychotherapy and Psychosomatics, 22<\/em>(2-6), 255-262.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Stanghellini, G., y Ricca, V. (2010). Alexithymia and schizophrenias. <em>Psychopathology, 28<\/em>(5), 263-272<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Tremeau, F., Malaspina, D., Duval, F., Correa, H., Hager-Budny, M., Coin-Bariou, L.,\u2026 y Gorman, J. M. (2005). Facial expressiveness in patients with schizophrenia compared to depressed patients and nonpatient comparison subjects. <em>American Journal of Psychiatry, 162<\/em>(1), 92-101.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Van der Meer, L., Van\u2019t Wout, M., y Aleman, A. (2009). Emotion regulation strategies in patients with schizophrenia. <em>Psychiatry Research, 170<\/em>(2-3), 108-113.<\/li>\n<li class=\"has-sm-font-size\">Van\u2019t Wout, M., Aleman, A., Bermond, B., y Kahn, R. S. (2007). 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The prodromal phase of first-episode psychosis: past and current conceptualizations. <em>Schizophrenia Bulletin, 22<\/em>(2), 353-370<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta postagem sobre <strong>intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia<\/strong>, recomendamos que voc\u00ea d\u00ea uma olhada nestas publica\u00e7\u00f5es da NeuronUP:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-transtorno-de-linguagem tag-linguagem tag-transtorno-de-linguagem\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"\u00c1rea de Broca e \u00c1rea de Wernicke e seu funcionamento\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtorno-de-linguagem\/areas-de-broca-e-wernicke\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/cerebro-area-broca-wernicke-1-1-1-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o de c\u00e9rebro com as \u00e1reas de Broca (frontal esquerdo) e Wernicke (temporal esquerdo) destacadas para linguagem.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/cerebro-area-broca-wernicke-1-1-1-1-400x300.webp 400w, 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/a-cortex-cingulado-anterior-controle-executivo-e-controle-emocional\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"290\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/medical-background-crumpled-paper-brain-shape-with-light-bulb-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Bola de papel amassada, simulando c\u00e9rebro, cercada por bal\u00f5es de fala com l\u00e2mpadas, em fundo neutro, brainstorming e inspira\u00e7\u00e3o.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/medical-background-crumpled-paper-brain-shape-with-light-bulb-1-300x217.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/medical-background-crumpled-paper-brain-shape-with-light-bulb-1-768x556.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/medical-background-crumpled-paper-brain-shape-with-light-bulb-1.webp 1000w\" 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/a-sindrome-pos-concussao-e-a-reabilitacao-neuropsicologica\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mulher jovem com express\u00e3o de dor segurando a cabe\u00e7a com uma m\u00e3o e apoiando o rosto com a outra, fundo neutro.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1-768x512.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1-1024x683.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/o-fenomeno-da-confabulacao-vol-i-classificacoes-neuropatologia-e-mecanismos-cognitivos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/idea-negocio-cabeza-concepto-silueta-persona-luz-cerebro-innovacion-estrategica-mente-creativa-puesta-marcha-elemento-imagen-proporcionada-nasa-1-1-1-1-1-1-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Silhueta de cabe\u00e7a em perfil contra espa\u00e7o c\u00f3smico alaranjado, com luz central irradiando a cena.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/idea-negocio-cabeza-concepto-silueta-persona-luz-cerebro-innovacion-estrategica-mente-creativa-puesta-marcha-elemento-imagen-proporcionada-nasa-1-1-1-1-1-1-1-300x200.webp 300w, 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/o-fenomeno-da-confabulacao-vol-i-classificacoes-neuropatologia-e-mecanismos-cognitivos\/\" rel=\"bookmark\">O fen\u00f4meno da confabula\u00e7\u00e3o (Vol. I): classifica\u00e7\u00f5es, neuropatologia e mecanismos cognitivos<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-memoria tag-funcoes-executivas tag-memoria\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Mem\u00f3ria de trabalho e mem\u00f3ria de curto prazo: defini\u00e7\u00e3o e diferen\u00e7as\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/memoria-de-trabalho-e-memoria-de-curto-prazo-definicao-e-diferencas\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"225\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/memoria-a-corto-plazo.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mesa de escrit\u00f3rio com caderno aberto, desenhos e gr\u00e1ficos, bloco amarelo, croissant, copo de papel e planta ao lado.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/memoria-a-corto-plazo-300x169.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/memoria-a-corto-plazo-768x432.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/memoria-a-corto-plazo-1024x576.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/memoria-a-corto-plazo.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/memoria-de-trabalho-e-memoria-de-curto-prazo-definicao-e-diferencas\/\" rel=\"bookmark\">Mem\u00f3ria de trabalho e mem\u00f3ria de curto prazo: defini\u00e7\u00e3o e diferen\u00e7as<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-atividades-para-transtornos-do-desenvolvimento tag-atividades-de-estimulacao-cognitiva tag-atividades-de-estimulacao-cognitiva-para-criancas tag-criancas tag-dislexia tag-estimulacao-cognitiva tag-transtornos-do-neurodesenvolvimento\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Atividades para pessoas com dislexia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/atividades-para-transtornos-do-desenvolvimento\/atividades-para-pessoas-com-dislexia\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"225\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Detective-de-letras-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Interface educativa do NeuronUP com fogueira; palavra &#039;fuego&#039; tem a letra &#039;e&#039; destacada em verde.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Detective-de-letras-NeuronUP-300x169.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Detective-de-letras-NeuronUP-768x432.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Detective-de-letras-NeuronUP-1024x576.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Detective-de-letras-NeuronUP.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/atividades-para-transtornos-do-desenvolvimento\/atividades-para-pessoas-com-dislexia\/\" rel=\"bookmark\">Atividades para pessoas com dislexia<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Doutor em Psicologia Carlos Rebolleda explica o que \u00e9 a intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia, a avalia\u00e7\u00e3o e os d\u00e9ficits na esquizofrenia. Intelig\u00eancia emocional na esquizofrenia: defini\u00e7\u00e3o O modelo dos quatro ramos da intelig\u00eancia emocional proposto pelos pesquisadores J.D. Mayer e P. Salovey em 1997 define-a como um tipo de intelig\u00eancia diferente das demais, composta &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":268,"featured_media":28171,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[626],"tags":[713,697],"class_list":{"2":"type-post","7":"category-esquizofrenia","8":"tag-esquizofrenia","9":"tag-saude-mental","10":"entry"},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28170","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/268"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28170"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28170\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28171"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28170"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28170"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28170"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}