{"id":28114,"date":"2026-01-16T07:00:00","date_gmt":"2026-01-16T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=28114"},"modified":"2026-03-02T13:43:51","modified_gmt":"2026-03-02T11:43:51","slug":"transtorno-de-personalidade-o-que-e-natureza-tipos-tratamento-e-realidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/transtorno-de-personalidade-o-que-e-natureza-tipos-tratamento-e-realidade\/","title":{"rendered":"Transtorno de personalidade: o que \u00e9, natureza, tipos, tratamento e realidade"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">O Dr. em Psicologia Ignacio Ayerbe Puebla nos fala sobre o <strong>transtorno de personalidade.<\/strong> Especificamente, explica o que \u00e9, sua natureza, tipos, tratamento e realidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossa compreens\u00e3o do transtorno de personalidade \u00e9 limitada. O que \u00e9? Quais sintomas apresenta? Por que ocorre? Como voc\u00ea o define? Como quem sofre lida com ele e como seu entorno lida? Por que existe algo assim na humanidade, afetando situa\u00e7\u00f5es pessoais e sociais tanto de quem sofre quanto de quem n\u00e3o sofre?<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fundamentos do transtorno de personalidade<\/h2>\n\n\n\n<p>No <strong>transtorno de personalidade<\/strong> h\u00e1 necessidade e sofrimento. O que sente e pensa uma pessoa com transtorno de personalidade? Que imagem tem de si mesma e que significado atribui ao mundo? Em que medida acessa seus pr\u00f3prios pensamentos e os alheios? Reconhece suas sensa\u00e7\u00f5es e pensamentos como incorretos?<\/p>\n\n\n\n<p>Imaginemos uma pessoa que vive com a expectativa de rejei\u00e7\u00e3o, com uma hist\u00f3ria pessoal de comportamentos inadequados. Em uma entrevista de emprego, incapaz de ler a atitude amistosa do entrevistador, interpreta desprezo, sua aparente compet\u00eancia se transforma em uma atitude de passividade ativa acompanhada de sensa\u00e7\u00e3o de raiva e dor emocional, e, por fim, se auto-invalida.<\/p>\n\n\n\n<p>Recusa o emprego sem terminar a entrevista antes de ser julgado. Por qu\u00ea? Se buscarmos a <strong>funcionalidade desse comportamento<\/strong>, poder\u00edamos considerar que se trata de uma forma de evitar a avalia\u00e7\u00e3o a que se sente submetido e com ela a <strong>dor emocional<\/strong> que sofre. Para isso, invalida o entrevistador e se autoexclui antes que o entrevistador possa rejeit\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>A curto prazo \u00e9 um comportamento \u00fatil. Podemos, portanto, tentar <strong>compreender o comportamento do transtorno de personalidade em termos de sua fun\u00e7\u00e3o<\/strong>, n\u00e3o de sua forma.<\/p>\n\n\n\n<p>O dilema encontramos, pois, entre a funcionalidade percebida do padr\u00e3o de pensamentos e comportamentos inadaptados e as expectativas da cultura do entorno, que conduzem \u00e0 <strong>incerteza<\/strong>, que nos posiciona em uma inconsist\u00eancia cognitiva, uma desregula\u00e7\u00e3o emocional ou uma imprevisibilidade comportamental, da qual se deriva, por motivo psicol\u00f3gico, um comportamento (embora funcional desde a perspectiva das pessoas com transtorno de personalidade), ou seja, um <strong>comportamento<\/strong> <strong>incorreto<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o ao contexto em que se desenvolve, gerando em quem o vive importantes limita\u00e7\u00f5es em sua capacidade de gest\u00e3o da vida, <strong>sofrimento e vulnerabilidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 personalidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>O uso generalizado do termo <strong>personalidade<\/strong> evidencia uma ambiguidade significativa que impossibilita uma defini\u00e7\u00e3o majorit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dessa diversidade significativa, as defini\u00e7\u00f5es coincidem em considerar, em primeiro lugar, tanto a totalidade do comportamento manifestado quanto a experi\u00eancia privada; em segundo lugar, a persist\u00eancia e perman\u00eancia de suas caracter\u00edsticas; em terceiro lugar, a singularidade do car\u00e1ter \u00fanico em cada pessoa; e, por fim, a utilidade da categoriza\u00e7\u00e3o para <strong>descrever, explicar e prever de maneira confi\u00e1vel comportamentos<\/strong> com base em um constructo hipot\u00e9tico sobre o comportamento que chamamos de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Os modelos de personalidade procuram rela\u00e7\u00f5es de causa e efeito no fisiol\u00f3gico, no psicol\u00f3gico ou no sociocultural, que se movem entre o herdado e o aprendido, e determinam um comportamento habitual ou forma de ser, abrangendo tanto o comportamento manifesto quanto a experi\u00eancia cognitiva e emocional.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse <strong>padr\u00e3o de comportamento<\/strong> sup\u00f5e um estilo de vida arraigado que afeta a forma de interpretar a realidade, pensar, sentir e agir com um comportamento consistente, que se forja entre o temperamento herdado e o car\u00e1ter \u00fanico, conscientemente determinado, adquirido ao longo da vida por experi\u00eancias e influ\u00eancias sociais e culturais, produto da integra\u00e7\u00e3o dos processos de cada pessoa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"637\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-trastorno-de-personalidad.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-46653\" style=\"width:750px\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-trastorno-de-personalidad-187x300.webp 187w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-trastorno-de-personalidad.webp 637w\" sizes=\"(max-width: 637px) 100vw, 637px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Estudo sobre trajet\u00f3ria da personalidade.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O valor da personalidade<\/h3>\n\n\n\n<p>Apesar do <strong>objetivo de descrever as pessoas de forma confi\u00e1vel, atribuindo-lhes uma categoria definitiva<\/strong>, a personalidade, em sua condi\u00e7\u00e3o din\u00e2mica e evolutiva, apresenta uma consist\u00eancia transituacional e aberta \u00e0 incorpora\u00e7\u00e3o de conhecimentos e opini\u00f5es, dispon\u00edvel ao debate racional e, portanto, suscet\u00edvel de apresentar comportamentos diferentes, na medida em que muda a situa\u00e7\u00e3o concreta em que se desenvolve, e inovadores de acordo com as novas vari\u00e1veis envolvidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, seu valor transcende o \u00e2mbito privado e alcan\u00e7a as intera\u00e7\u00f5es humanas, pois a integra\u00e7\u00e3o do <strong>temperamento<\/strong> \u2013 concebido como heran\u00e7a gen\u00e9tica \u2013, da <strong>biografia<\/strong> \u2013 ou hist\u00f3ria pessoal do que fazemos e nos acontece na vida \u2013, e do <strong>car\u00e1ter<\/strong> \u2013 como parte aprendida do comportamento forjado na educa\u00e7\u00e3o, na fam\u00edlia e no entorno imediato \u2013, entendida essa soma como <strong>personalidade, \u00e9 a base da compet\u00eancia social de um ser humano<\/strong> (De Waele e Harre, 1976).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A rota da personalidade<\/h3>\n\n\n\n<p>A rota para alcan\u00e7ar essa <strong>compet\u00eancia social da personalidade madura<\/strong>, que determina os padr\u00f5es de comportamento das pessoas, requer derrotar os pensamentos autom\u00e1ticos com a ajuda da interpreta\u00e7\u00e3o racional; para tanto, a interpreta\u00e7\u00e3o racional confere significado aos sentimentos; estes ganham cr\u00e9dito emocional e suporte emp\u00edrico da experi\u00eancia com as a\u00e7\u00f5es; em seguida, as a\u00e7\u00f5es treinam o h\u00e1bito integrando conhecimento, capacidade e desejo; e, finalmente, o h\u00e1bito molda o car\u00e1ter que define a personalidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E o que \u00e9 o transtorno mental?<\/h2>\n\n\n\n<p>O segundo conceito que \u00e9 necess\u00e1rio explicar \u00e9 o de transtorno. Um <a href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/doenca-mental\/\"><strong>transtorno mental<\/strong><\/a> caracteriza-se por uma altera\u00e7\u00e3o significativa do estado cognitivo, da regula\u00e7\u00e3o emocional ou do comportamento manifesto, que reflete uma disfun\u00e7\u00e3o dos processos psicol\u00f3gicos, biol\u00f3gicos ou do desenvolvimento (DSM-5). O termo \u00e9 usado para indicar comportamentos identific\u00e1veis por um grupo de sintomas reconhec\u00edveis que interferem na atividade do organismo (CID-10).<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, n\u00e3o entendemos os transtornos mentais como classifica\u00e7\u00f5es naturais, pois <strong>n\u00e3o existem na realidade como tais<\/strong>. As categorias que usamos s\u00e3o construtos que nos ajudam a compreender as leis gerais que regulam o comportamento anormal por causa psicol\u00f3gica e nos orientam a tratar os problemas do <strong>transtorno psicopatol\u00f3gico de personalidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o existem, portanto, doen\u00e7as; existem pessoas nas quais funcionam de forma incorreta mecanismos de constru\u00e7\u00e3o da autoimagem, defini\u00e7\u00e3o de identidade pessoal e social, interpreta\u00e7\u00e3o emocional, atribui\u00e7\u00e3o de significado ao mundo, estrat\u00e9gias de solu\u00e7\u00e3o de problemas, atribui\u00e7\u00e3o social, rela\u00e7\u00f5es interpessoais; enfim, existem pessoas que requerem uma <strong>aten\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica individualizada<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o transtorno de personalidade?<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando as pessoas estendem sua inadaptac\u00e3o particular a v\u00e1rios desses contextos da vida interior e da vida social, limitando sua capacidade e causando <strong>seu mal-estar e o de quem as rodeia<\/strong>, estamos diante do transtorno de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O crit\u00e9rio aceito pelo DSM para o transtorno de personalidade \u00e9 o de padr\u00e3o permanente de experi\u00eancia interna e de comportamento afastado da cultura do entorno, que provoca mal-estar significativo e deterioro familiar, social e laboral na atividade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Natureza do transtorno de personalidade<\/h2>\n\n\n\n<p>Estamos longe de compreender a natureza da rela\u00e7\u00e3o entre tra\u00e7os de personalidade e transtorno de personalidade. Diversos modelos prop\u00f5em os tra\u00e7os de personalidade como fator vulner\u00e1vel para o transtorno de personalidade ou vice-versa.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros prop\u00f5em a exist\u00eancia de uma influ\u00eancia m\u00fatua com uma continuidade derivada da depend\u00eancia dos fatores temperamentais inatos (Guti\u00e9rrez, 1996), base do car\u00e1ter aprendido que define a personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Dimaggio e Semerari reconduzem o transtorno de personalidade a um d\u00e9ficit cognitivo ou emocional de metarrepresenta\u00e7\u00e3o de si mesmo, que <strong>afeta a maneira como a pessoa organiza as emo\u00e7\u00f5es e o sistema de significados de seu mundo interior, seu senso de pertencimento ao mundo e as rela\u00e7\u00f5es com os demais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Etiologia<\/h3>\n\n\n\n<p>Por sua vez, a <strong>etiologia<\/strong> do transtorno de personalidade, embora complexa e indefinida, descreve, entre suas causas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>a) <strong>Fatores de vulnerabilidade gen\u00e9tica<\/strong> por influ\u00eancia da heran\u00e7a gen\u00e9tica que atua tanto a n\u00edvel individual quanto em associa\u00e7\u00e3o a fatores ambientais an\u00f4malos.<\/li>\n\n\n\n<li>b) <strong>Altera\u00e7\u00e3o dos neurotransmissores<\/strong> envolvidos na regula\u00e7\u00e3o dos impulsos, da agress\u00e3o e do afeto, que podem contribuir para uma resposta excessiva ao estresse e hipersensibilidade emocional nas rela\u00e7\u00f5es interpessoais.<\/li>\n\n\n\n<li>c) <strong>Disfun\u00e7\u00e3o neurobiol\u00f3gica<\/strong> que descreve evid\u00eancias de um d\u00e9ficit estrutural e funcional em \u00e1reas cerebrais-chave para a regula\u00e7\u00e3o do afeto, da aten\u00e7\u00e3o, do autocontrole e da fun\u00e7\u00e3o executiva, e evid\u00eancia cient\u00edfica em rela\u00e7\u00e3o a estruturas cerebrais envolvidas no componente de altera\u00e7\u00e3o relacional (Stanley e Siever, 2010).<\/li>\n\n\n\n<li>d) <strong>Fatores psicossociais e caracter\u00edsticas contextuais<\/strong> tendem a ser considerados predisponentes facilitadores da disfun\u00e7\u00e3o de personalidade.<\/li>\n\n\n\n<li>e) <strong>Processos de apego derivados de rela\u00e7\u00f5es de apego inseguro ou desorganizado<\/strong> que sugerem uma falha no desenvolvimento da capacidade de mentaliza\u00e7\u00e3o. (Mirapeix, V\u00e1zquez, G\u00f3mez e Artal, 2017).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Apesar da certeza sobre a participa\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas na <strong>constru\u00e7\u00e3o do eu e na constru\u00e7\u00e3o da realidade percebida<\/strong>, ainda n\u00e3o temos um entendimento completo do c\u00e9rebro que a conecte com a base da <strong>personalidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--2\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tipos de transtorno de personalidade<\/h2>\n\n\n\n<p>Os transtornos de personalidade s\u00e3o complexos de avaliar. Exigem a <strong>detec\u00e7\u00e3o de um conjunto amplo e heterog\u00eaneo de tra\u00e7os, sintomas e comportamentos<\/strong>, uma avalia\u00e7\u00e3o da dura\u00e7\u00e3o e inflexibilidade dos sintomas e a avalia\u00e7\u00e3o de como estes produzem <strong>mal-estar emocional e comprometimento funcional em v\u00e1rios \u00e2mbitos da vida<\/strong>. (Mirapeix, V\u00e1zquez, G\u00f3mez e Artal, 2017).<\/p>\n\n\n\n<p>Os padr\u00f5es inst\u00e1veis de pensamento e comportamentos inadequados, tamb\u00e9m chamados de <strong>comportamentos incorretos<\/strong> ou pouco saud\u00e1veis, enquadram-se em tr\u00eas grupos:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Transtornos de personalidade grupo A<\/h3>\n\n\n\n<p>Apresentam pouca varia\u00e7\u00e3o ao longo da vida, caracterizados por uma <strong>persist\u00eancia de pensamentos e comportamentos exc\u00eantricos<\/strong> <strong>e estranhos, com situa\u00e7\u00f5es sociais especialmente problem\u00e1ticas devido \u00e0 desconfian\u00e7a e interpreta\u00e7\u00e3o maliciosa, introvers\u00e3o e baixa sociabilidade<\/strong>, entre os quais se incluem o transtorno esquiz\u00f3ide de personalidade (desconfian\u00e7a), o transtorno esquizot\u00edpico de personalidade e o transtorno paranoide de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Transtornos de personalidade grupo B<\/h3>\n\n\n\n<p>Com tend\u00eancia a declinar na idade madura, caracterizados por <strong>pensamentos e comportamentos emocionalmente imprevis\u00edveis e extremos, labilidade afetiva e comportamento disruptivo<\/strong>. Incluem o transtorno de personalidade borderline, transtorno de personalidade antissocial, transtorno de personalidade histri\u00f4nico e transtorno de personalidade narcisista.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Transtornos de personalidade grupo C<\/h3>\n\n\n\n<p>Com presen\u00e7a de neuroticismo, caracterizados por <strong>pensamentos e comportamentos dominantes de ansiedade e temor<\/strong>, com alta depend\u00eancia e neuroticismo e uso predominante de nega\u00e7\u00e3o, racionaliza\u00e7\u00e3o, evita\u00e7\u00e3o e inibi\u00e7\u00e3o, como o transtorno de personalidade por evitamento, transtorno de personalidade dependente e transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva. Adicionalmente, existe a categoria de transtorno depressivo da personalidade, caracterizado pela dificuldade em sentir prazer, e o transtorno passivo-agressivo, determinado pelos conflitos intraps\u00edquicos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diagn\u00f3stico e tratamento do transtorno de personalidade<\/h2>\n\n\n\n<p>O constructo de tipologias do DSM e CID nos ajudam a estabelecer um <strong>diagn\u00f3stico<\/strong> de transtorno de personalidade que, ap\u00f3s superar a resist\u00eancia \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o de quem o sofre, exige <strong>avaliar o comportamento manifesto, a cogni\u00e7\u00e3o, o controle de impulsos e as rela\u00e7\u00f5es interpessoais<\/strong> (existem diversos instrumentos de acordo com os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos DSM-4 e CID-10).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Quiroga e Erraste, n\u00e3o existe nenhum <strong>tratamento<\/strong> empiricamente comprovado para tratar todos os transtornos de personalidade em geral, sendo a psicoterapia o tratamento de escolha majoritariamente aceito, onde existe uma estrat\u00e9gia de <strong>manejo psicoterap\u00eautico<\/strong> espec\u00edfica para os diferentes transtornos de personalidade. Nas terapias comportamentais e cognitivas, t\u00eam sido pe\u00e7as importantes a solu\u00e7\u00e3o de problemas e gest\u00e3o de crises, a reestrutura\u00e7\u00e3o cognitiva e o treinamento em habilidades enquadradas na <strong>alian\u00e7a terap\u00eautica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista farmacol\u00f3gico, os diversos tratamentos empregados at\u00e9 hoje t\u00eam se direcionado exclusivamente ao controle sintomatol\u00f3gico. Os melhores resultados foram obtidos naqueles que reduzem a impulsividade em situa\u00e7\u00f5es de crise e naqueles que estabilizam o humor.<\/p>\n\n\n\n<p>Em qualquer caso, j\u00e1 expressamos que n\u00e3o existem doen\u00e7as, existem <strong>pessoas com transtorno de personalidade<\/strong> que, como explica Millon, requerem modalidades combinadas e estrategicamente desenhadas de forma sequencial, portanto, personalizadas. Atendendo \u00e0s leis do funcionamento humano que devem ser <strong>atendidas de forma sistem\u00e1tica<\/strong>, o pr\u00f3prio Millon prop\u00f5e como dimens\u00f5es b\u00e1sicas o <strong>prop\u00f3sito da exist\u00eancia pessoal<\/strong>, o modo de adapta\u00e7\u00e3o, o <strong>interesse pela sobreviv\u00eancia e descend\u00eancia<\/strong> e os <strong>estilos pessoais para representar as experi\u00eancias da vida em forma de significados pessoais<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Viver com transtorno de personalidade<\/h2>\n\n\n\n<p>Enfrentar as complica\u00e7\u00f5es di\u00e1rias do transtorno de personalidade requer um esfor\u00e7o permanente para ir se conhecendo e aprender a controlar os dias ruins. A pessoa com transtorno de personalidade vive em uma <strong>discrep\u00e2ncia persistente<\/strong> entre a experi\u00eancia privada e o que a sociedade descreve como comportamento adequado. Essa discord\u00e2ncia refor\u00e7a cren\u00e7as, pressupostos disfuncionais e comportamentos inadequados, dos quais se gera o <strong>contexto motivacional<\/strong> do transtorno de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A experi\u00eancia de Anna<\/h3>\n\n\n\n<p>O sofrimento da pessoa com transtorno de personalidade encontramos no testemunho de Anna, diagnosticada com transtorno de personalidade borderline: \u201c\u2026para mim \u00e9 um grande problema n\u00e3o ter estabilidade emocional, minhas repentinas mudan\u00e7as de humor fazem com que as pessoas n\u00e3o saibam como me tratar e se afastem\u2026eu evito o sofrimento terminando o relacionamento antes que me abandonem\u2026a sociedade \u00e9 med\u00edocre\u2026eu n\u00e3o gostaria de ser t\u00e3o simples como os demais\u2026come\u00e7o a compreender o que me acontece\u2026No entanto, continuo e continuarei pensando que n\u00e3o me encaixo nesta sociedade\u201d (Fr\u00edas, A. Viver com transtorno borderline. pp.109-110).<\/p>\n\n\n\n<p>Os efeitos dessa desregula\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es em sua significa\u00e7\u00e3o conduzem a <strong>estrat\u00e9gias funcionais<\/strong> sob a perspectiva da pessoa com transtorno de personalidade, mas que, no entanto, s\u00e3o desadaptativas e inesperadas em qualidade e grau no contexto. Ao mesmo tempo, interferem na manuten\u00e7\u00e3o do sentido de si, cujo prop\u00f3sito \u00e9 firmar a <strong>consist\u00eancia emocional, a idea\u00e7\u00e3o est\u00e1vel e a previsibilidade comportamental<\/strong> ao longo do tempo e em situa\u00e7\u00f5es semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltando ao caso de Anna, percebemos que ela apresenta uma incapacidade de inibir os comportamentos desadaptativos dependentes do estado de humor ou iniciar comportamentos independentes do estado de humor do momento atual, necess\u00e1rios para estabelecer objetivos a longo prazo. Anna sofre.<\/p>\n\n\n\n<p>Tem perante si um longo <strong>caminho terap\u00eautico de valida\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a<\/strong> no qual compreender a si mesma e aprender <strong>habilidades psicossociais de pensamento e comportamento<\/strong> (toler\u00e2ncia ao desconforto, regula\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es, autoconsci\u00eancia, efetividade interpessoal, etc.) at\u00e9 aceitar e adaptar-se \u00e0s tens\u00f5es normais da vida cotidiana.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"837\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-de-trastorno-de-personalidad.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-46656\" style=\"aspect-ratio:0.8173951914173505;width:685px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-de-trastorno-de-personalidad-245x300.webp 245w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-de-trastorno-de-personalidad-768x940.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Estudio-de-trastorno-de-personalidad.webp 837w\" sizes=\"(max-width: 837px) 100vw, 837px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Estudo sobre transtorno de personalidade.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O entorno<\/h3>\n\n\n\n<p>O entorno constata como quem sofre o transtorno de personalidade se torna um risco para si mesmo, para a fam\u00edlia e para as rela\u00e7\u00f5es. Tende inicialmente a exigir normalidade, um aprendizado comportamental aparentemente simples que socialmente \u00e9 dado como certo. \u201c\u00c9 simples, basta mudar o comportamento, voc\u00ea consegue\u201d\u2026mas n\u00e3o \u00e9 assim; cada crise nos deixa vacilantes, fr\u00e1geis como um junco temeroso do futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia oscila entre a <strong>compreens\u00e3o do comportamento inadaptado<\/strong>, deixando-se manipular pelo temor \u00e0 rea\u00e7\u00e3o, e a <strong>cr\u00edtica<\/strong> que leva ao aumento do conflito, vivendo no esgotamento. A incerteza se abre caminho diante de novos problemas, suas consequ\u00eancias e a persist\u00eancia dos comportamentos. Estes minam o \u00e2nimo de ajudar dos familiares e a tens\u00e3o do confronto leva a estados de <strong>ansiedade e depress\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A forma de se relacionar com pessoas com transtorno de personalidade come\u00e7a na compreens\u00e3o: compreender que elas agem funcionalmente conforme sua <strong>forma particular de ver o mundo<\/strong>, agem como sabem; entender que seu objetivo n\u00e3o \u00e9 ferir, que o conflito n\u00e3o \u00e9 pessoal, que sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 refor\u00e7ar o comportamento; compreender o sofrimento do comportamento inadaptado; compreender que est\u00e3o diante de um longo caminho terap\u00eautico de autoconhecimento e aprendizado de habilidades psicossociais normalizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Assimilar essa filosofia \u00e9 importante porque determina a <strong>atitude<\/strong> <strong>de apoio \u00e0 mudan\u00e7a<\/strong>, que \u00e9 um componente essencial da rela\u00e7\u00e3o dos familiares com quem sofre transtorno de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Ayerbe, I. (2018). <em>Atlas Mental<\/em>. Ed. Punto Rojo, Sevilla.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Dimaggio, G. y Semerari, A., (2008). <em>Los trastornos de personalidad<\/em>. Biblioteca de psicolog\u00eda, Descl\u00e9e de Brouwer, Bilbao.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Marsha, L., (2007). <em>Manual de tratamiento de los Trastornos de Personalidad L\u00edmite<\/em>. Paidos, Barcelona.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mirapeix, C., V\u00e1zquez, J., G\u00f3mez, A., y Artal, J., (2017). <em>Abordaje integrador del Trastorno L\u00edmite de la Personalidad<\/em>. Servicio de Psiquiatr\u00eda del Hospital Universitario Marqu\u00e9s de Valdecilla y CIBERSAM, Santander.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Navas, E. y al. <em>Manual PIR Psicolog\u00eda Cl\u00ednica<\/em>. CEDE, Madrid.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Fr\u00edas, A. (2018) <em>Vivir con TLP<\/em>. Descl\u00e9e de Brouwer, Bilbao.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Jarne, A. y Talarn, A.(2016). <em>Manual de psicopatolog\u00eda cl\u00ednica<\/em>. Ed. digital Titivillus<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Flores, T, Lavilla, M., Molina, D., L\u00f3pez, B.(2017). Volver a aprender a montar en bicicleta. Morales i Torres<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta postagem sobre <strong>o transtorno de personalidade<\/strong>, recomendamos que d\u00ea uma olhada nestas publica\u00e7\u00f5es da NeuronUP:<\/h3>\n\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-transtornos-do-desenvolvimento tag-criancas tag-transtornos-do-desenvolvimento\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Consci\u00eancia fonol\u00f3gica\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/consciencia-fonologica\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Consciencia-fonologica-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Menino lendo um livro no sof\u00e1 em ambiente acolhedor, ilumina\u00e7\u00e3o suave, foco na leitura para desenvolver consci\u00eancia fonol\u00f3gica.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Consciencia-fonologica-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Consciencia-fonologica-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/consciencia-fonologica\/\" rel=\"bookmark\">Consci\u00eancia fonol\u00f3gica<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-avc\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Quatro causas pouco frequentes de AVC\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/avc\/quatro-causas-pouco-frequentes-de-avc\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/ictus-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica do sistema nervoso: silhueta humana com c\u00e9rebro iluminado em vermelho, c\u00e9lulas sangu\u00edneas azuis ao fundo.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/ictus-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/ictus-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/avc\/quatro-causas-pouco-frequentes-de-avc\/\" rel=\"bookmark\">Quatro causas pouco frequentes de AVC<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-noticias-de-estimulacao-cognitiva tag-estimulacao-cognitiva\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"\u201cInterven\u00e7\u00f5es Cognitivas e o uso da NeuronUP; uma ferramenta eficiente para contexto cl\u00ednico e online\u201d\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/intervencoes-cognitivas-uso-da-neuronup\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/declinio-cognitivo1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Pessoa segurando um c\u00e9rebro colorido com se\u00e7\u00f5es em azul, roxo, verde e vermelho; foco no c\u00e9rebro, fundo desfocado.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/declinio-cognitivo1-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/declinio-cognitivo1-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/intervencoes-cognitivas-uso-da-neuronup\/\" rel=\"bookmark\">\u201cInterven\u00e7\u00f5es Cognitivas e o uso da NeuronUP; uma ferramenta eficiente para contexto cl\u00ednico e online\u201d<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-tea-transtorno-do-espectro-do-autismo tag-autismo tag-neuropsicologia tag-transtornos-do-desenvolvimento\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"S\u00edndrome de Asperger, segundo o ponto de vista da Neuropsicologia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tea-transtorno-do-espectro-do-autismo\/sindrome-de-asperger\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Sindrome-de-Asperger-segundo-o-ponto-de-vista-da-Neuropsicologia-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Crian\u00e7a segurando pe\u00e7as de quebra-cabe\u00e7a diante do rosto, com pe\u00e7as coloridas ao fundo, representando Asperger e neuropsicologia.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Sindrome-de-Asperger-segundo-o-ponto-de-vista-da-Neuropsicologia-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Sindrome-de-Asperger-segundo-o-ponto-de-vista-da-Neuropsicologia-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tea-transtorno-do-espectro-do-autismo\/sindrome-de-asperger\/\" rel=\"bookmark\">S\u00edndrome de Asperger, segundo o ponto de vista da Neuropsicologia<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neurociencia tag-cerebro\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"O que \u00e9 magnetorecep\u00e7\u00e3o? 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O ser humano e a magnetorecep\u00e7\u00e3o<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Dem\u00eancia e avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica: a escala GDS e a sua aplicabilidade\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/demencia-e-avaliacao-neuropsicologica-a-escala-gds-e-a-sua-aplicabilidade\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/escala-GDS-e-a-sua-aplicabilidade-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Homem idoso concentrado montando um quebra-cabe\u00e7a, barba branca e camisa listrada; segurando uma pe\u00e7a, pe\u00e7as na mesa.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/escala-GDS-e-a-sua-aplicabilidade-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/escala-GDS-e-a-sua-aplicabilidade-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/demencia-e-avaliacao-neuropsicologica-a-escala-gds-e-a-sua-aplicabilidade\/\" rel=\"bookmark\">Dem\u00eancia e avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica: a escala GDS e a sua aplicabilidade<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Dr. em Psicologia Ignacio Ayerbe Puebla nos fala sobre o transtorno de personalidade. Especificamente, explica o que \u00e9, sua natureza, tipos, tratamento e realidade. Nossa compreens\u00e3o do transtorno de personalidade \u00e9 limitada. O que \u00e9? Quais sintomas apresenta? Por que ocorre? Como voc\u00ea o define? 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