{"id":27816,"date":"2024-03-01T12:43:22","date_gmt":"2024-03-01T10:43:22","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=27816"},"modified":"2024-03-01T12:43:22","modified_gmt":"2024-03-01T10:43:22","slug":"processamento-emocional-na-esquizofrenia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/esquizofrenia\/processamento-emocional-na-esquizofrenia\/","title":{"rendered":"Processamento emocional na esquizofrenia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size wp-block-paragraph\">O Doutor em Psicologia Carlos Rebolleda nos fala sobre o <strong>processamento emocional em<\/strong> <strong>esquizofrenia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O termo processamento emocional na la <strong>esquizofrenia,<\/strong> refere-se \u00e0 capacidade do indiv\u00edduo para&nbsp;perceber e usar as diferentes emo\u00e7\u00f5es de forma adaptativa&nbsp;(Green y Horan, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">La&nbsp;&nbsp;<strong>intelig\u00eancia emocional<\/strong>, definida como um conjunto de quatro componentes (identificaci\u00f3n emocional, facilitaci\u00f3n emocional, conocimiento emocional y manejo emocional) (Mayer y Salovey, 1997) se ha convertido en un&nbsp;modelo de referencia para el estudio del procesamiento emocional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Avalia\u00e7\u00e3o do processamento emocional<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente existem diversas medidas que habitualmente s\u00e3o utilizadas para avaliar algumas \u00e1reas pr\u00f3prias do processamento emocional, as mais relevantes s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pictures of Facial Affect (Ekman, 1976)<\/strong>: Este instrumento \u00e9 constitu\u00eddo por um total de 110 fotografias de rostos que mostram alguma das seis emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. A tarefa consiste em identificar a emo\u00e7\u00e3<strong>o<\/strong>&nbsp;expressa por cada um dos rostos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tarefa de Identifica\u00e7\u00e3o da Emo\u00e7\u00e3o Facial (Facial Emotion Identification Task, FEIT) (Kerr y Neale, 1993)<\/strong>: Utiliza 19 fotografias de rostos que mostram uma das seis emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o de cada uma, deve-se identificar a emo\u00e7\u00e3o que apresenta a face que foi mostrada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teste de Avalia\u00e7\u00e3o do Reconhecimento de Emo\u00e7\u00f5es (PERE) (Gil-Sanz y cols, 2017):<\/strong>&nbsp;Composta por 56 fotografias que mostram as diferentes emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. Consiste em identificar a emo\u00e7\u00e3o em cada uma das fotografias que s\u00e3o apresentadas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tarefa de Discrimina\u00e7\u00e3o da Emo\u00e7\u00e3o Facial (Facial Emotion Discrimination Test, FEDT) (Kerr y Neale, 1993):<\/strong>&nbsp;inclui 30 pares de fotografias de rostos de pessoas do mesmo sexo. Apresentam-se as fotografias aos pares e deve decidir-se se ambas as faces est\u00e3o expressando a mesma emo\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teste de Identifica\u00e7\u00e3o da Emo\u00e7\u00e3o da Voz (Kerr y Neale, 1993):<\/strong>&nbsp;Consiste em 21 frases de conte\u00fado neutro pronunciadas por vozes masculinas e femininas com uma entona\u00e7\u00e3o que procura mostrar uma das seis emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. Ap\u00f3s apresentar cada frase, pede-se ao sujeito que identifique a emo\u00e7\u00e3o com que foi pronunciada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>The Bell- Lysaker Emotion Recognition Task (BLERT) (Bell, Bryson y Lysaker, 1997).<\/strong>&nbsp;Consiste em 21 v\u00eddeos nos quais um actor entoa, com uma das seis emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, tr\u00eas mon\u00f3logos de conte\u00fado neutro. Depois de mostrar cada v\u00eddeo, pergunta-se ao sujeito qual \u00e9 a emo\u00e7\u00e3o que ele acredita que o ator pronunciou no mon\u00f3logo. <\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Facial Expression of Emotion: Stimuli and Test (FEEST) (Young, Perrett, Calder, Sprengelmeyer y Ekman, 2002)<\/strong>. A tarefa consiste em identificar as emo\u00e7\u00f5es que mostram 60 fotografias de faces. Ap\u00f3s cada fotografia, que mostra uma das emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, deve-se escolher qual dessas seis emo\u00e7\u00f5es est\u00e1 representada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Prosody Task (Pijnenborg, Whitaar, Van den Bosch y Brower, 2007).<\/strong>&nbsp;Consiste em 16 frases de conte\u00fado neutro gravadas juntamente com oito estruturas sil\u00e1bicas pronunciadas, por um lado, de forma neutra e, por outro, utilizando cinco das seis emo\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, concretamente ang\u00fastia, medo, tristeza, alegria e surpresa. Os sujeitos&nbsp;devem identificar a emo\u00e7\u00e3o com que essas frases e estruturas sil\u00e1bicas s\u00e3o pronunciadas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Teste de Intelig\u00eancia Emocional Mayer-Salovey-Caruso (Mayer-Salovey-Caruso Emotional Intelligence Test, MSCEIT) (Mayer, Salovey y Caruso, 2002).<\/strong>&nbsp;Projetado para avaliar a intelig\u00eancia emocional entendida como uma capacidade. Trata-se de um teste de habilidade cujas respostas representam atitudes reais para resolver problemas emocionais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Em que consiste?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A prova \u00e9 composta por <strong>141 itens divididos <\/strong>em oito tarefas (faces, desenhos, facilita\u00e7\u00e3o, sensa\u00e7\u00f5es, mudan\u00e7as, combina\u00e7\u00f5es, manejo emocional, rela\u00e7\u00f5es emocionais) que <strong>fornecem pontua\u00e7\u00f5es<\/strong> em cada uma das quatro \u00e1reas principais da intelig\u00eancia emocional segundo o modelo de Mayer y Salovey (1997) (percep\u00e7\u00e3o emocional, facilita\u00e7\u00e3o emocional, compreens\u00e3o emocional, manejo emocional).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m permite obter uma pontua\u00e7\u00e3o total de<strong> intelig\u00eancia emocional,<\/strong> assim como pontua\u00e7\u00f5es nas duas \u00e1reas (experiencial e estrat\u00e9gica) que integram esse quociente. Kee y cols (2009) verificaram as boas caracter\u00edsticas psicom\u00e9tricas da prova em uma amostra de<strong> pacientes diagnosticados com esquizofrenia.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">D\u00e9ficits na esquizofrenia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os d\u00e9ficits mais importantes na esquizofrenia t\u00eam a ver com a&nbsp;<strong>percep\u00e7\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es negativas<\/strong>. Por exemplo, Kohler y cols (2003) encontram dificuldades em pacientes diagnosticados com esquizofrenia no reconhecimento d<strong>o medo e o nojo<\/strong>; tamb\u00e9m no reconhecimento de faces que poderiam ser classificadas como neutras, j\u00e1 que geralmente tendem a identificar essas express\u00f5es com emo\u00e7\u00f5es negativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os d\u00e9ficits no processamento emocional est\u00e3o presentes ao longo das diferentes fases da doen\u00e7a, constatando-se que s\u00e3o&nbsp;<strong>mais severos em pacientes em fases agudas<\/strong>&nbsp;da mesma. Assim, Comparelli y cols (2013) encontram esses d\u00e9ficits em pacientes com alto risco de desenvolver esquizofrenia, naqueles que se encontram em um primeiro epis\u00f3dio e, por \u00faltimo, naqueles que apresentam um perfil cr\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em alguns estudos (Green y Phillips, 2004; Russell, Green, Simpson y Coltheart, 2008; Williams, Loughland, Gordon y Davidson, 1999) encontrou-se que a maioria dos indiv\u00edduos diagnosticados com esquizofrenia&nbsp;<strong>despendem menos tempo<\/strong>&nbsp;do que os sujeitos sem a patologia&nbsp;<strong>na an\u00e1lise dos tra\u00e7os faciais<\/strong>&nbsp;nas tarefas de reconhecimento emocional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por fim, estudos de neuroimagem encontraram<strong>&nbsp;anomalias estruturais&nbsp;<\/strong>em v\u00e1rias \u00e1reas cerebrais que geralmente&nbsp; t\u00eam sido associadas ao processamento emocional. Essas anomalias encontram-se localizadas&nbsp;<strong>no giro fusiforme, no sulco temporo-medial, na am\u00edgdala e no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal<\/strong>&nbsp;(Marwick y Hall, 2008).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-sm-font-size\">Bell, M. D., Bryson, G., y Lysaker, P. (1997). Positive and negative affect recognition in schizophrenia: a comparison with substance abuse and normal control subjects.&nbsp;<em>Psychiatry Research<\/em>,&nbsp;<em>73<\/em>(1), 73-82.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Comparelli, A., De Carolis, A., Corigliano, V., Di Pietro, S., Trovini, G., Granese, C.,\u2026y Girardi, P. (2013). Symptom correlates of facial emotion recognition impairment in schizophrenia.&nbsp;<em>Psychopathology,<\/em>&nbsp;<em>47<\/em>(1), 65-70.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Ekman, P. (1976).&nbsp;<em>Pictures of facial affect<\/em>. Palo Alto, CA: Consulting Psychologists Press.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Gil-Sanz, D., Fern\u00e1ndez-Modamio, M., Bengochea-Seco, R., Arrieta-Rodr\u00edguez, M., Gonz\u00e1lez-Fraile, E., P\u00e9rez-Fuentes, G., \u2026 y Santos-Zorroz\u00faa, B. (2017). PERE: Una nueva herramienta para valorar el reconocimiento de las emociones b\u00e1sicas y su aplicaci\u00f3n en la esquizofrenia.&nbsp;<em>Revista de Psicopatolog\u00eda y Psicolog\u00eda Cl\u00ednica<\/em>,&nbsp;<em>22<\/em>(2), 85-93.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Green, M. F., y Horan, W. P. (2010). Social cognition in schizophrenia.&nbsp;<em>Current Directions in Psychological Science, 19<\/em>(4), 243-248.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Green, M. F., y Phillips, M. L. (2004). Social threat perception and the evolution of paranoia.&nbsp;<em>Neuroscience Biobehavioral Reviews, 28<\/em>(3), 333-342<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kee, K. S., Horan, W. P., Salovey, P., Kern, R. S., Sergi, M. J., Fiske, A. P.,\u2026 y Green, M. F. (2009). Emotional intelligence in schizophrenia.&nbsp;<em>Schizophrenia Research, 107<\/em>(1), 61-68<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kerr, S. L., y Neale, J. M. (1993). Emotion perception in schizophrenia: specific deficit or further evidence of generalized poor performance?&nbsp;<em>Journal of Abnormal Psychology, 102<\/em>(2), 312-318<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Kohler, C. G., Turner, T. H., Bilker, W. B., Brensinger, C., Siegel, S. J., Kanes, S. J.,\u2026 y Gur, R. C. (2003). Facial emotion recognition in schizophrenia: intensity effects and error pattern.&nbsp;<em>American Journal of Psychiatry, 160<\/em>(10), 1768-1774.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Marwick, K., y Hall, J. (2008). Social cognition in schizophrenia: a review of face processing.&nbsp;<em>British Medical Bulletin, 88<\/em>(1), 43-58.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mayer, J. D., y Salovey, P. (1997). What is emotional intelligence? En P. Salovey y D. Sluyter (Eds).&nbsp;<em>Emotional development and emotional intelligence: implications for educators&nbsp;<\/em>(pp 3-31). New York, NY: Basic Books<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Mayer, J. D., Salovey, P., y Caruso, D. R. (2002).&nbsp;<em>Mayer- Salovey- Caruso Emotional Intelligence Test (MSCEIT): USER\u00b4s Manual<\/em>. Toronto, ON: Multi- Health Systems Inc<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Pijnenborg, G. H. M., Withaar, F. K., Van den Bosch, R. J., y Brouwer, W. H. (2007). Impaired perception of negative emotional prosody in schizophrenia.&nbsp;<em>The Clinical Neuropsychologist<\/em>,&nbsp;<em>21<\/em>(5), 762-775.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Russell, T. A., Green, M. J., Simpson, I., y Coltheart, M. (2008). Remediation of facial emotion perception in schizophrenia: concomitant changes in visual attention.&nbsp;<em>Schizophrenia Research, 103<\/em>(1-3), 248-253<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Williams, L. M., Loughland, C. M., Gordon, E., y Davidson, D. (1999). Visual scanpaths in schizophrenia. Is there a deficit in face recognition?&nbsp;<em>Schizophrenia Research, 40<\/em>(3),189-199<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-sm-font-size\">Young, A. W., Perrett, D., Calder, A., Sprengelmeyer, R., y Ekman, P. (2002).<em>&nbsp;The facial expressions of emotion: stimuli and test, manual<\/em>. Bury St. Edmunds, UK: Thames Valley Test Company<\/li>\n<\/ul>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta postagem sobre <strong>processamento emocional na esquizofrenia<\/strong>, talvez te interessem&nbsp;estas publica\u00e7\u00f5es da&nbsp;NeuronUP:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1 \/ 1;--columns-sm:1 \/ 1;--columns-md:1 \/ 3;--columns-lg:1 \/ 3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-cerebro tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Uma breve neuropsicologia do autoritarismo\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/uma-breve-neuropsicologia-do-autoritarismo\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/charles-chaplin-autoritarismo-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Personagem com bigode caracter\u00edstico e uniforme militar em um cen\u00e1rio teatral, junto a gr\u00e1ficos sobre autoritarismo e neuropsicologia.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/charles-chaplin-autoritarismo-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/charles-chaplin-autoritarismo-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, 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has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Reserva cognitiva e neuroplasticidade no envelhecimento: implica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas para avalia\u00e7\u00e3o e estimula\u00e7\u00e3o cognitiva\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/reserva-cognitiva-e-neuroplasticidade-em-envelhecimento-implicacoes-clinicas-para-a-avaliacao-e-a-estimulacao-cognitiva\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Reserva-cognitiva-y-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento.-Como-influyen-la-reserva-cognitiva-y-la-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento-cerebral-scaled-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Reserva cognitiva e neuroplasticidade no envelhecimento. Como a reserva cognitiva e a neuroplasticidade influenciam o envelhecimento cerebral.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Reserva-cognitiva-y-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento.-Como-influyen-la-reserva-cognitiva-y-la-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento-cerebral-scaled-1-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Reserva-cognitiva-y-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento.-Como-influyen-la-reserva-cognitiva-y-la-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento-cerebral-scaled-1-800x600.webp 800w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Reserva-cognitiva-y-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento.-Como-influyen-la-reserva-cognitiva-y-la-neuroplasticidad-en-el-envejecimiento-cerebral-scaled-1-1200x900.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/reserva-cognitiva-e-neuroplasticidade-em-envelhecimento-implicacoes-clinicas-para-a-avaliacao-e-a-estimulacao-cognitiva\/\" rel=\"bookmark\">Reserva cognitiva e neuroplasticidade no envelhecimento: implica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas para avalia\u00e7\u00e3o e estimula\u00e7\u00e3o cognitiva<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-memoria tag-memoria\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"O fen\u00f4meno da confabula\u00e7\u00e3o (Vol. II): modelos te\u00f3ricos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/confabulacao-modelos-teoricos-temporalidade-e-modelos-recuperacao\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/El-fenomeno-de-la-confabulacion-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grupo em sess\u00e3o: um homem \u00e0 frente com a m\u00e3o no queixo, duas mulheres atr\u00e1s observando, fundo claro e cadeiras de madeira.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/El-fenomeno-de-la-confabulacion-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/El-fenomeno-de-la-confabulacion-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/confabulacao-modelos-teoricos-temporalidade-e-modelos-recuperacao\/\" rel=\"bookmark\">O fen\u00f4meno da confabula\u00e7\u00e3o (Vol. II): modelos te\u00f3ricos<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-novidades-neuronup tag-neuronup\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Trabalho em grupo com NeuronUP\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/trabalho-em-grupo-com-neuronup\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Captura-1-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grade 10x5 com c\u00e9lulas azuis, vermelhas, amarelas e verdes; barra ENCONTRE e um quadrado azul para exerc\u00edcio visual em grupo.\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/trabalho-em-grupo-com-neuronup\/\" rel=\"bookmark\">Trabalho em grupo com NeuronUP<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Doutor em Psicologia Carlos Rebolleda nos fala sobre o processamento emocional em esquizofrenia. O termo processamento emocional na la esquizofrenia, refere-se \u00e0 capacidade do indiv\u00edduo para&nbsp;perceber e usar as diferentes emo\u00e7\u00f5es de forma adaptativa&nbsp;(Green y Horan, 2010). 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