{"id":19598,"date":"2025-11-18T11:26:14","date_gmt":"2025-11-18T11:26:14","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=19598"},"modified":"2025-11-18T11:26:14","modified_gmt":"2025-11-18T11:26:14","slug":"anosognosia-o-que-e-historia-e-realidade-neuropsicologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/anosognosia-o-que-e-historia-e-realidade-neuropsicologica\/","title":{"rendered":"Anosognosia: o que \u00e9, hist\u00f3ria e realidade neuropsicol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">O neuropsic\u00f3logo Eriz Badiola explica neste artigo <strong>o que \u00e9 a anosognosia<\/strong>, a que ela pode estar associada e quais implica\u00e7\u00f5es tem no dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p>A anosognosia costuma ser um aspecto que fica em segundo plano quando se fala de neuropsicologia. Portanto, com este artigo pretende-se explicar o que \u00e9, a que pode estar associada e quais implica\u00e7\u00f5es tem no dia a dia e na cl\u00ednica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a anosognosia?<\/h2>\n\n\n\n<p>A anosognosia, neologismo proveniente das palavras gregas <em>a<\/em> (sem), nosos (doen\u00e7a) e gnosis (conhecimento), literalmente seria algo como \u201cfalta de conhecimento da doen\u00e7a\u201d. Ou seja, a <strong>perspectiva<\/strong> <strong>sobre determinadas limita\u00e7\u00f5es<\/strong> (cognitivas, comportamentais, emocionais ou funcionais) <strong>da pessoa afetada difere da de outras pessoas ou dos resultados<\/strong> de testes objetivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso pode ocorrer como <strong>consequ\u00eancia<\/strong> de <strong>les\u00f5es cerebrais<\/strong> decorrentes de <strong>les\u00e3o cerebral adquirida ou doen\u00e7as neurodegenerativas<\/strong> (Mograbi e Morris, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p>Essa dificuldade em perceber limita\u00e7\u00f5es pode abranger v\u00e1rios aspectos: desde <strong>acreditar que consegue ver<\/strong> quando sofre de cegueira cortical por danos no lobo occipital (s\u00edndrome de Ant\u00f3n-Babinski), at\u00e9 <strong>ignorar que esquece<\/strong> a lista de compras, passando por realizar comportamentos que antes n\u00e3o fazia e, mais uma vez, <strong>n\u00e3o ter consci\u00eancia disso<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, vale indicar que <strong>a anosognosia pode ser parcial<\/strong>, sendo poss\u00edvel que o paciente esteja ciente de alguma altera\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, mas ignore as demais, ou at\u00e9 minimize a relev\u00e2ncia do problema.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Saiba mais sobre <br><strong>NeuronUP<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/solicitacao-informacao\/\">Solicitar Informa\u00e7\u00f5es<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Experimente Gratuitamente<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\">A plataforma que mais de <strong>4.500 profissionais<\/strong> utilizam todos os dias<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button orange-button\" style=\"--button-background:var(--color-custom-1);--button-background-hover:#cc7e00;\"><a class=\"wp-block-button__link button   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/landing-store-user\/\">Solicitar Teste<img decoding=\"async\" class=\"wp-image-18719\" style=\"width: 8px;\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2022\/v3\/icon_rightArrow-white.svg\"><\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hist\u00f3ria sobre a anosognosia<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>descobrimento<\/strong> dessa condi\u00e7\u00e3o peculiar nos remonta a 1914, quando o neurologista franco-polon\u00eas <strong>Joseph Babinski<\/strong> (voc\u00eas tamb\u00e9m podem conhec\u00ea-lo pelo <em>sinal de Babinski<\/em>, o reflexo plantar) trabalhava com pacientes que haviam sofrido um AVC no hemisf\u00e9rio direito e, como consequ\u00eancia, padeciam de uma <strong>hemiplegia esquerda<\/strong>. Na tradu\u00e7\u00e3o do texto original para o ingl\u00eas de Langer e Levine (2014) comenta-se que <strong>quando a uma das pacientes pedia-se para levantar os dois bra\u00e7os, ela levantava o bra\u00e7o direito sem problema e, ao ter que levantar o esquerdo<\/strong> ou n\u00e3o respondia ou dizia que o havia levantado. Evidentemente<strong>, n\u00e3o podia levant\u00e1-lo, mas ela acreditava que o havia feito<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Anosodiaforia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>No artigo de 1914, nosso querido Joseph cunhou o neologismo anosognosia, ali\u00e1s, acrescentou mais uma palavra a esse contexto: <strong>anosodiaforia<\/strong> (indiferen\u00e7a). Esse termo foi usado para se referir \u00e0 condi\u00e7\u00e3o daqueles pacientes em que a hemiplegia estava presente, mas em que a import\u00e2ncia da paralisia passava para segundo plano. Em outras palavras: <strong>estando cientes da hemiplegia, n\u00e3o davam a m\u00ednima, n\u00e3o relatavam nenhum desconforto a respeito<\/strong> (Langer e Levine, 2014).<\/p>\n\n\n\n<p>Ficaram muitos aspectos em aberto e, a partir disso, surgiu um debate que se prolongou ao longo do s\u00e9culo passado: a anosognosia realmente existe ou o paciente finge? Ele a nega?<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O debate entre anosognosia e nega\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit<\/h3>\n\n\n\n<p>Nosso protagonista acreditava na exist\u00eancia da anosognosia, embora n\u00e3o soubesse como comprov\u00e1-la. Para ele, n\u00e3o fazia muito sentido que um paciente fingisse durante meses e meses que seu bra\u00e7o funcionava perfeitamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, <strong>alguns autores sugerem que a nega\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit \u00e9 explic\u00e1vel pelo paradigma psicodin\u00e2mico<\/strong>, relacionando a <em>falta de consci\u00eancia<\/em> com <em>resist\u00eancias<\/em> ou mecanismos de defesa (Ramachandran, 1995; Sims, 2014). No entanto, as perspectivas neurocient\u00edficas atuais colocam em pauta o fato de que <strong>o uso de mecanismos de defesa deve ser contextualizado em pacientes cuja <em>anosognosia<\/em> n\u00e3o depende de altera\u00e7\u00f5es neurocognitivas<\/strong> (Mograbi e Morris, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, sabemos <strong>que a anosognosia \u00e9 uma realidade<\/strong> em grande parte neuropsicol\u00f3gica e que determinadas les\u00f5es cerebrais podem levar a essa condi\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, existem <strong>correlatos neuroanat\u00f4micos<\/strong> que nos aproximam de sua compreens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bases neuroanat\u00f4micas da anosognosia e preval\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p>Babinski mencionava que a anosognosia poderia dever-se a <strong>les\u00f5es no hemisf\u00e9rio direito<\/strong> e que <strong>as altera\u00e7\u00f5es sensoriais poderiam influenciar sua exist\u00eancia<\/strong> (de fato, os pacientes n\u00e3o reagiam a est\u00edmulos externos nessas extremidades).<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje em dia seria <strong>um erro determinar que uma les\u00e3o espec\u00edfica<\/strong> em um local exato <strong>pode, necessariamente, ocasionar<\/strong> <strong>altera\u00e7\u00f5es neuropsicol\u00f3gicas concretas<\/strong>. No entanto, podemos afirmar que les\u00f5es em determinadas estruturas podem favorecer o surgimento dessas altera\u00e7\u00f5es, ou que les\u00f5es em v\u00e1rias regi\u00f5es estejam potencialmente associadas a elas.<\/p>\n\n\n\n<p>Como mencionei anteriormente, a <strong>etiologia da anosognosia \u00e9 variada<\/strong>, existindo uma incid\u00eancia de <strong>10 a 18%<\/strong> em pacientes que sofreram <strong>acidentes cerebrovasculares<\/strong> e apresentam hemiparesia, enquanto se considera que at\u00e9 <strong>81%<\/strong> das pessoas diagnosticadas com <strong>Alzheimer<\/strong> sofrem algum tipo de anosognosia e que <strong>60%<\/strong> daquelas com <strong>comprometimento cognitivo leve<\/strong> tamb\u00e9m a experimentam (Acharya e S\u00e1nchez-Manso, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p>No caso de <strong>a anosognosia para hemiplegia<\/strong>, apesar de ser mais frequente em les\u00f5es <strong>unilaterais direitas ou bilaterais<\/strong>, a frequ\u00eancia de aparecimento da anosognosia \u00e9 semelhante em pessoas com les\u00f5es (subcorticais e\/ou corticais) <strong>temporais, parietais ou frontais<\/strong>. Contudo, a probabilidade de exist\u00eancia de anosognosia \u00e9 maior naquelas pessoas que sofrem les\u00f5es tanto a n\u00edvel frontal quanto parietal, em compara\u00e7\u00e3o com les\u00f5es em outras regi\u00f5es cerebrais (Pia, Neppi-Modona, Ricci e Berti, 2004).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-primary-background-color has-background has-dark-background has-sm-padding-top has-sm-padding-left has-sm-padding-right has-xxl-margin-top\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full desktop-position-absolute desktop-bottom-0 mobile-width-50 mobile-m-inline-auto has-xl-margin-top\"><img decoding=\"async\" width=\"292\" height=\"338\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-31568\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto-259x300.webp 259w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/certificado-de-produto.webp 292w\" sizes=\"(max-width: 292px) 100vw, 292px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\"><strong>Inscreva-se<\/strong> <br>na nossa <br>Newsletter<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--2\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/newsletter\/\">Inscreva-se<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Anosognosia no comprometimento cognitivo leve<\/h2>\n\n\n\n<p>Em uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica recente (Mondrag\u00f3n, Maurits e De Deyn, 2019) comenta-se que, em pacientes com comprometimento cognitivo leve, \u00e9 comum a associa\u00e7\u00e3o entre anosognosia e redu\u00e7\u00e3o de perfus\u00e3o, al\u00e9m da atividade no <strong>lobo frontal<\/strong> e em <strong>estruturas da linha m\u00e9dia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Anosognosia na doen\u00e7a de Alzheimer<\/h3>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, no que diz respeito \u00e0 anosognosia na <strong>doen\u00e7a de Alzheimer<\/strong>, nos estudos revisados observa-se menor perfus\u00e3o, ativa\u00e7\u00e3o e metabolismo em \u00e1reas <strong>da linha m\u00e9dia cortical<\/strong>, detectando-se o mesmo fen\u00f4meno em estruturas <strong>parietotemporais<\/strong>, em est\u00e1gios mais avan\u00e7ados da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Implica\u00e7\u00f5es na avalia\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica<\/h3>\n\n\n\n<p>Primeiro, na avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica \u00e9 poss\u00edvel que, devido \u00e0 anosognosia, o <strong>paciente questione o procedimento.<\/strong> \u201cPara que voc\u00ea me faz tantas perguntas?\u201d, dizia-me uma paciente que veio ser avaliada para iniciar reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica ap\u00f3s um AVC. A n\u00e3o colabora\u00e7\u00e3o durante a avalia\u00e7\u00e3o <strong>poderia prejudic\u00e1-la<\/strong> e <strong>confrontar nem sempre seria uma solu\u00e7\u00e3o<\/strong> (apesar de parecer evidente, mais adiante explicarei o porqu\u00ea). Por isso, e considerando que o surgimento da anosognosia \u00e9 muito diverso, na realiza\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica devem-se adaptar os testes \u00e0 situa\u00e7\u00e3o individual e \u00fanica de cada paciente. Assim, caber\u00e1 ao profissional decidir como abordar a situa\u00e7\u00e3o com as habilidades que for adquirindo em sua experi\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra situa\u00e7\u00e3o que pode ocorrer durante as sess\u00f5es de reabilita\u00e7\u00e3o \u00e9 que o paciente com problemas de mem\u00f3ria (por exemplo, pessoas com Alzheimer<strong>) ignore a exist\u00eancia de d\u00e9ficits mn\u00e9sticos<\/strong>, podendo haver maior probabilidade de anosognosia quanto mais avan\u00e7ada estiver a doen\u00e7a (Hanseeuw et al., 2019). O que acontece com a anosognosia associada aos problemas de mem\u00f3ria e \u00e0s pessoas que a sofrem (especialmente de mem\u00f3ria epis\u00f3dica) \u00e9 que <strong>por mais que se confronte o paciente sobre a exist\u00eancia dessas dificuldades, n\u00e3o \u00e9 produtivo<\/strong>, pois eles se sentir\u00e3o piores e, provavelmente, na pr\u00f3xima sess\u00e3o n\u00e3o lembrar\u00e3o do ocorrido. Nesse sentido, recomendo assistir a \u201cQuando e como abordar a anosognosia?\u201d, um v\u00eddeo que diferencia a abordagem para pessoas com Alzheimer e para aquelas que sofreram DCA (Ruiz-S\u00e1nchez de Le\u00f3n, 2020).<\/p>\n\n\n\n<p>Por tudo isso, n\u00e3o devemos esquecer de <strong>informar e educar os familiares e cuidadores<\/strong>, para que levem em conta a anosognosia, pois ela pode ser fonte de conflitos em que tanto o paciente quanto o familiar podem se sentir mal. Nesse contexto, dois pilares importantes para abordar essa situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o: <strong>compreens\u00e3o e empatia<\/strong>. Tanto por parte dos familiares quanto do neuropsic\u00f3logo cl\u00ednico.<\/p>\n\n\n\n<p>Em resumo, a anosognosia \u00e9 uma fiel companheira do dano cerebral adquirido e das doen\u00e7as neurodegenerativas, que devemos levar em conta tanto na avalia\u00e7\u00e3o quanto na reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica. A <strong>abordagem deve ser adaptada ao paciente e pensada a partir de uma perspectiva multidisciplinar.<\/strong> Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio incluir os pr\u00f3prios familiares e torn\u00e1-los participantes na jornada rumo \u00e0 melhoria da qualidade de vida das pessoas que queremos ajudar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-sm-font-size\">\n<li>Acharya, A. B., y S\u00e1nchez-Manso, J. C. (2018). Anosognosia. StatPearls Publishing: Treasure Island (Florida).<\/li>\n<li>Hanseeuw, B. J., Scott, M. R., Sikkes, S. A., Properzi, M., Gatchel, J. R., Salmon, E., &#8230; y Alzheimer&#8217;s Disease Neuroimaging Initiative. (2020). Evolution of anosognosia in alzheimer&#8217;s disease and its relationship to amyloid.&nbsp;<em>Annals of neurology<\/em>,&nbsp;<em>87<\/em>(2), 267-280.<\/li>\n<li>Langer, K. G., y Levine, D. N. (2014). Babinski, J. (1914). Contribution to the study of the mental disorders in hemiplegia of organic cerebral origin (anosognosia). Traducido por K.G. Langer &amp; D.N. Levine. Traducido del original Contribution \u00e0 l&#8217;\u00c9tude des Troubles Mentaux dans l&#8217;H\u00e9mipl\u00e9gie Organique C\u00e9r\u00e9brale (Anosognosie).&nbsp;<em>Cortex; a journal devoted to the study of the nervous system and behavior<\/em>,&nbsp;<em>61<\/em>, 5\u20138.<\/li>\n<li>Mondrag\u00f3n, J. D., Maurits, N. M., y De Deyn, P. P. (2019). Functional neural correlates of anosognosia in mild cognitive impairment and alzheimer\u2019s disease: a systematic review.&nbsp;<em>Neuropsychology review<\/em>,&nbsp;<em>29<\/em>(2), 139-165.<\/li>\n<li>Mograbi, D. C., y Morris, R. G. (2018). Anosognosia.&nbsp;<em>Cortex; a journal devoted to the study of the nervous system and behavior<\/em>,&nbsp;<em>103<\/em>, 385-386.<\/li>\n<li>Pia, L., Neppi-Modona, M., Ricci, R., &amp; Berti, A. (2004). The anatomy of anosognosia for hemiplegia: a meta-analysis.&nbsp;<em>Cortex<\/em>,&nbsp;<em>40<\/em>(2), 367-377.<\/li>\n<li>Ruiz-S\u00e1nchez de Le\u00f3n, J.M. [LOGICORTEX Neuropsicolog\u00eda]. (2020, 2 de septiembre). \u00bfCu\u00e1ndo y c\u00f3mo abordar la anosognosia? [Archivo de v\u00eddeo]. Recuperado de https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=uJi7_v_CluM<\/li>\n<li>Ramachandran, V. S. (1995). Anosognosia in parietal lobe syndrome.&nbsp;<em>Consciousness and cognition<\/em>,&nbsp;<em>4<\/em>(1), 22-51.<\/li>\n<li>Sims, A. (2014).&nbsp;<em>Anosognosia and the very idea of psychodynamic neuroscience<\/em>&nbsp;(No. Ph. D.). Deakin University.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mais bibliografia recomendada<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-sm-font-size\">\n<li>Orfei, M. D., Caltagirone, C., y Spalletta, G. (2009). The evaluation of anosognosia in stroke patients.&nbsp;<em>Cerebrovascular diseases<\/em>,&nbsp;<em>27<\/em>(3), 280-289.<\/li>\n<li>Starkstein, S. E. (2014). Anosognosia in Alzheimer&#8217;s disease: diagnosis, frequency, mechanism and clinical correlates.&nbsp;<em>Cortex<\/em>,&nbsp;<em>61<\/em>, 64-73.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre anosognosia, talvez tamb\u00e9m se interesse por estas outras publica\u00e7\u00f5es:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Leituras recomendadas sobre transtornos do espectro autista (TEA)\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/uncategorized\/leituras-recomendadas-sobre-transtornos-do-espectro-autista-tea\/\" rel=\"bookmark\">Leituras recomendadas sobre transtornos do espectro autista (TEA)<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-dano-cerebral tag-alzheimer tag-cerebro tag-lesao-cerebral tag-lesao-cerebral-adquirida\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Anosognosia: o que \u00e9, hist\u00f3ria e realidade neuropsicol\u00f3gica\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/anosognosia-o-que-e-historia-e-realidade-neuropsicologica\/\" 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aria-label=\"Nova atividade de pr\u00e9-leitura para crian\u00e7as: Letras viradas\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-linguagem\/nova-atividade-de-pre-leitura-para-criancas-letras-viradas\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Nova-atividade-NeuronUP-letras-viradas-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"V\u00e1rias letras espalhadas ao fundo, com o O circular destacado dentro de quadrados verdes; letras n e u dispersas ao redor.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Nova-atividade-NeuronUP-letras-viradas-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Nova-atividade-NeuronUP-letras-viradas-800x600.webp 800w, 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