{"id":18955,"date":"2026-05-04T10:12:29","date_gmt":"2026-05-04T08:12:29","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=18955"},"modified":"2026-05-04T10:12:29","modified_gmt":"2026-05-04T08:12:29","slug":"traumatismo-cranioencefalico-e-sua-reabilitacao-neuropsicologica-em-funcoes-executivas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/traumatismo-cranioencefalico-e-sua-reabilitacao-neuropsicologica-em-funcoes-executivas\/","title":{"rendered":"Traumatismo cr\u00e2nioencef\u00e1lico e sua reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em fun\u00e7\u00f5es executivas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">La especialista en neuropsicolog\u00eda Mar\u00eda Teresa explica en este art\u00edculo <strong>o que \u00e9 o traumatismo cranioencef\u00e1lico e sua reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica<\/strong> em fun\u00e7\u00f5es executivas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o os Traumatismos Cranioencef\u00e1licos (TCE)?<\/h2>\n\n\n\n<p>Define-se como uma <strong>altera\u00e7\u00e3o no funcionamento<\/strong> <strong>cerebral<\/strong>, <strong>causada por uma for\u00e7a externa<\/strong> (Menon, Schwab, Wright y Maas, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p>Os traumatismos cranioencef\u00e1licos (TCE) s\u00e3o um problema cr\u00edtico de sa\u00fade p\u00fablica, tanto por suas altas taxas de mortalidade, como pelas defici\u00eancias que apresentam os pacientes que sobrevivem, evidenciando dificuldade a n\u00edvel:<\/p>\n\n\n\n<p>Cognitivo, emocional, familiar, social e laboral.<\/p>\n\n\n\n<p>As quais afetam sua qualidade de vida (Arango-Lasprilla, Quijano y Cuervo, 2010; Corrigan, Selassie y Orman, 2010; Garc\u00eda-Rudolph y Gibert, 2015; Park et al., 2015; Santana et al., 2015). <br><br>Na neuropsicologia, o desenho de programas de reabilita\u00e7\u00e3o \u00e9 realizado a partir do <strong>enfoque cognitivo<\/strong>, pois considera-se que melhorar a capacidade mental dos pacientes com&nbsp;<strong>traumatismo cranioencef\u00e1lico<\/strong> tem um efeito direto sobre sua funcionalidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tipos de traumatismo cranioencef\u00e1lico (TCE):<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os TCE abertos<\/h3>\n\n\n\n<p>Os traumatismos cranioencef\u00e1licos abertos ocorrem quando se produz uma<strong> fratura ou perfura\u00e7\u00e3o de<\/strong> <strong>a b\u00f3veda craniana<\/strong>, produzindo uma<strong> ferida no<\/strong> <strong>tecido cerebral<\/strong> e expondo ou deixando em contacto com o ar a massa encef\u00e1lica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os TCE fechados<\/h3>\n\n\n\n<p>Os traumatismos cranioencef\u00e1licos fechados apenas <strong>afetam o tecido cerebral <\/strong>(Le\u00f3n-Carri\u00f3n, 1995).<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois tipos de trauma costumam apresentar uma afeta\u00e7\u00e3o focal e outra difusa, por causa do impacto recebido. A primeira corresponde \u00e0 les\u00e3o gerada no lugar do c\u00e9rebro que recebeu o impacto. A segunda, \u00e9 aquela que n\u00e3o ocupa um volume bem definido dentro do compartimento intracraniano, mas que gera, ao igual que a les\u00e3o focal, sequelas neurol\u00f3gicas (Gonz\u00e1lez, Pueyo y Serra, 2004). <br><br>Comumente, os danos focais caracterizam-se por altera\u00e7\u00f5es no funcionamento do lobo frontal e temporal, pois s\u00e3o as \u00e1reas mais suscet\u00edveis nos TCE fechados; nos abertos, depender\u00e1 do lugar em que se possa afetar o osso do cr\u00e2nio. Por sua parte, os danos difusos costumam gerar perda em fun\u00e7\u00f5es cognitivas complexas como a velocidade de processamento, a concentra\u00e7\u00e3o e a efici\u00eancia cognitiva, em geral (Kolb y Whishaw, 2014).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Gravidade do traumatismo cranioencef\u00e1lico<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image image-interface\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"576\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Traumatismo-craneoencefalico.webp\" alt=\"Representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica de c\u00e9rebro humano em azul claro com \u00e1reas vermelhas destacadas, vista superior, para fun\u00e7\u00f5es executivas.\" class=\"wp-image-18970\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Traumatismo-craneoencefalico-300x225.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Traumatismo-craneoencefalico.webp 768w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Traumatismo cranioencef\u00e1lico e sua reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em fun\u00e7\u00f5es executivas<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A gravidade do traumatismo cranioencef\u00e1lico costuma ser classificada em tr\u00eas n\u00edveis, segundo o tempo que a pessoa se mant\u00e9m em estado de inconsci\u00eancia ou com uma amn\u00e9sia traum\u00e1tica:<\/p>\n\n\n\n<p> leve, moderado, grave.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Escala de Coma de Glasgow (GCS)<\/h3>\n\n\n\n<p>A medida padr\u00e3o para definir o n\u00edvel de gravidade do TCE \u00e9 conhecida como a<strong> Escala de Coma de Glasgow (GCS). <\/strong>Esta avalia tr\u00eas par\u00e2metros independentes com os quais define a capacidade de resposta consciente do paciente:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Resposta verbal<\/li>\n\n\n\n<li>Resposta motora<\/li>\n\n\n\n<li>Abertura ocular<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Pontua\u00e7\u00f5es<\/h4>\n\n\n\n<p>Quanto maior a pontua\u00e7\u00e3o, melhor n\u00edvel de consci\u00eancia apresenta o paciente (Hoffmann et al., 2012; Mu\u00f1ana-Rodr\u00edguez y Ram\u00edrez-El\u00edas, 2013; Santa Cruz y Herrera, 2006; Poca, 2006):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pontua\u00e7\u00f5es entre 14-15: <\/strong>correspondem a um&nbsp;traumatismo cranioencef\u00e1lico leve,<\/li>\n\n\n\n<li><strong>pontua\u00e7\u00f5es entre 9-13<\/strong>: moderado,<\/li>\n\n\n\n<li><strong>pontua\u00e7\u00f5es menores ou iguais a 8: <\/strong>o severo<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Avalia\u00e7\u00e3o do dano cerebral<\/h3>\n\n\n\n<p>A severidade do dano cerebral deve ser avaliada o quanto antes, preferivelmente, uma vez ocorrida a les\u00e3o para fornecer uma linha de base para futuras avalia\u00e7\u00f5es e agir oportunamente, tanto para estabilizar medicamente o paciente quanto para iniciar processos de reabilita\u00e7\u00e3o se necess\u00e1rios (Hoffmann et al., 2012; Mu\u00f1ana-Rodr\u00edguez y Ram\u00edrez-El\u00edas, 2013; Santa Cruz y Herrera, 2006; Poca, 2006).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A interven\u00e7\u00e3o ap\u00f3s sofrer um TC<\/h3>\n\n\n\n<p>A interven\u00e7\u00e3o ap\u00f3s sofrer um TCE costuma incluir <strong>reabilita\u00e7\u00e3o f\u00edsica e cognitiva<\/strong>. Nesta \u00faltima \u00e9 conveniente que seja dirigida \u00e0s fun\u00e7\u00f5es cognitivas de alto processamento, como s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es executivas, pois costumam ser umas das que mais se afetam, tanto nos danos focais como difusos, gerados pelo TCE (Garc\u00eda-Molina, Ense\u00f1at-Cantallops, S\u00e1nchez-Carri\u00f3n, Tormos y Roig-Rovira, 2014).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As fun\u00e7\u00f5es executivas em pessoa com traumatismo cranioencef\u00e1lico<\/h2>\n\n\n\n<p>O conceito de funcionamento executivo refere-se a um conjunto de opera\u00e7\u00f5es cognitivas de alto n\u00edvel como o planejamento, a tomada de decis\u00f5es, a flexibilidade, entre outras, as quais controlam e regulam o comportamento, direcionando-o para uma meta, formando seus objetivos e planejando como podem ser realizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas mesmas fun\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o reconhecidas como capacidades mentais essenciais para realizar uma conduta criativa e socialmente aceita. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as fun\u00e7\u00f5es executivas tornam-se mais complexas ao longo do desenvolvimento; algumas delas t\u00eam um aparecimento precoce, o que possibilita o surgimento e a complexifica\u00e7\u00e3o de outras fun\u00e7\u00f5es executivas (Bomb\u00edn-Gonz\u00e1lez et al., 2014; Tirapu-Ust\u00e1rrez, Garc\u00eda-Molina, Luna-Lario, Verdejo-Garc\u00eda y Rios-Lago, 2012).<\/p>\n\n\n\n<p>Para Tirapu-Ust\u00e1rrez et al. (2017), a revis\u00e3o sistem\u00e1tica de an\u00e1lises fatoriais das fun\u00e7\u00f5es executivas resultou numa proposta integradora dos processos de controle executivo, tais como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A velocidade de processamento<\/strong>: quantidade de informa\u00e7\u00e3o que pode ser processada por unidade de tempo ou a velocidade para realizar opera\u00e7\u00f5es cognitivas;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>a mem\u00f3ria de trabalho<\/strong>: capacidade para registrar, codificar, manter e manipular informa\u00e7\u00e3o em linha;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>a flu\u00eancia verbal<\/strong>: capacidade de acesso \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o, da mem\u00f3ria sem\u00e2ntica e ativa\u00e7\u00e3o para a busca de palavras;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>a inibi\u00e7\u00e3o<\/strong>: controle da interfer\u00eancia e distractores ou aten\u00e7\u00e3o seletiva,<\/li>\n\n\n\n<li><strong>a execu\u00e7\u00e3o dual<\/strong>: capacidade para prestar aten\u00e7\u00e3o simultaneamente a v\u00e1rios est\u00edmulos,<\/li>\n\n\n\n<li><strong>a flexibilidade cognitiva<\/strong>: altern\u00e2ncia,<\/li>\n\n\n\n<li><strong>o planejamento<\/strong>: monitoriza\u00e7\u00e3o e controle da conduta,<\/li>\n\n\n\n<li><strong>a tomada de decis\u00f5es<\/strong>: papel das emo\u00e7\u00f5es no racioc\u00ednio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>A fun\u00e7\u00e3o executiva desempenha um papel primordial na vida dos seres humanos<\/strong>, dado que se trata de um conjunto de processos cognitivos com diferentes componentes independentes, mas com \u00edntimas rela\u00e7\u00f5es entre si para controlar e modular o comportamento. <\/p>\n\n\n\n<p>Uma vez que essas fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o afetadas por um dano neurol\u00f3gico, como em um traumatismo cranioencef\u00e1lico, as defici\u00eancias executivas geram uma multiplicidade de manifesta\u00e7\u00f5es cognitivas, comportamentais e emocionais, as quais interferem no adequado desenvolvimento da pessoa em sua vida cotidiana, criando dificuldades para recuperar uma vida normal e produtiva.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em pacientes com TCE<\/h2>\n\n\n\n<p>A reabilita\u00e7\u00e3o pode ser definida como uma <strong>aplica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de atividades terap\u00eauticas<\/strong>, <strong>orientadas a melhorar a funcionalidade do paciente<\/strong>, a partir da compreens\u00e3o de seus d\u00e9ficits (Cicerone et al. como se cita em van Heugten, Greg\u00f3rio y Wade, 2012). <\/p>\n\n\n\n<p>A interven\u00e7\u00e3o deve ter <strong>validade ecol\u00f3gica<\/strong>, para que tenha um impacto real na vida di\u00e1ria do paciente, com o objetivo de que possa extrapolar e generalizar em sua cotidianidade, o aprendido em consulta (Carvajal-Castrill\u00f3n y Restrepo, 2013).<\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Programas de avalia\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o personalizados<\/h3>\n\n\n\n<p>As propostas da reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva, a partir da neuropsicologia contempor\u00e2nea, sugerem a elabora\u00e7\u00e3o de programas de avalia\u00e7\u00e3o e reabilita\u00e7\u00e3o <strong>individualizados <\/strong>para cada patologia, com expectativas e objetivos claros e compartilhados entre o paciente e sua fam\u00edlia (Calder\u00f3n, Cadavid-Ruiz e Santos, 2016; Carvajal-Castrill\u00f3n e Restrepo, 2013; R\u00edos, Mu\u00f1oz e Pa\u00fal-Lapedriza, 2007; Tate, Aird e Taylor, 2013). <\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Seus programas de reabilita\u00e7\u00e3o consistem em <strong>tarefas organizadas hierarquicamente por n\u00edvel de dificuldade <\/strong>e que requerem o uso repetitivo das fun\u00e7\u00f5es afetadas. Esses programas esclarecem que o grau de recupera\u00e7\u00e3o funcional do paciente depender\u00e1 do n\u00famero de repeti\u00e7\u00f5es e do tipo de tarefa realizada durante o tratamento (Garc\u00eda-Rudolph e Gibert, 2015).<\/p>\n\n\n\n<p>Na neuropsicologia, o desenho de programas de reabilita\u00e7\u00e3o \u00e9 realizado a partir da <strong>abordagem cognitiva<\/strong>, pois se considera que melhorar a capacidade mental dos pacientes tem um efeito direto sobre sua funcionalidade. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, esses programas destacam a import\u00e2ncia de <strong>ajustar os programas \u00e0s necessidades individuais <\/strong>do paciente por meio de t\u00e9cnicas restaurativas ou compensat\u00f3rias. A primeira refere-se ao refor\u00e7o, fortalecimento ou restaura\u00e7\u00e3o dos processos cognitivos deteriorados; a segunda apresenta formas de compensar a fun\u00e7\u00e3o alterada por meio do uso de recursos externos ao paciente, por exemplo, lembretes ou alarmes, entre outros (Barman et al., 2016; Evald, 2015; Tsaousides, D\u2019Antonio, Varbanova e Spielman, 2014).<\/p>\n\n\n\n<p>Conv\u00e9m que a reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva tenha em mente que o traumatismo cr\u00e2nioencef\u00e1lico \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica que abrange diversos campos da sa\u00fade; requer de:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Um manejo neurol\u00f3gico para modular e supervisionar o dano gerado ao tecido cerebral,<\/li>\n\n\n\n<li>uma interven\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica para recuperar o maior grau de funcionalidade poss\u00edvel no paciente,<\/li>\n\n\n\n<li>um manejo social para apoiar a funcionalidade do paciente nos contextos cotidianos nos quais ele possa se desenvolver.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Resultados de pesquisas<\/h2>\n\n\n\n<p>Os achados de investiga\u00e7\u00f5es sobre reabilita\u00e7\u00e3o em pacientes com traumatismo cr\u00e2nioencef\u00e1lico indicam que <strong>os melhores resultados s\u00e3o alcan\u00e7ados quando os programas de interven\u00e7\u00e3o visam um manejo global e interdisciplinar <\/strong>da condi\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e psicossocial vivida pelo paciente, o que inclui a interven\u00e7\u00e3o em sua esfera cognitiva, emocional, familiar e social. <\/p>\n\n\n\n<p>Essas iniciativas n\u00e3o devem apenas visar a reabilita\u00e7\u00e3o do paciente com TCE, mas tamb\u00e9m devem se direcionar \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de sua sa\u00fade, o que sup\u00f5e a implementa\u00e7\u00e3o de medidas para adotar estilos de vida saud\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Arango-Lasprilla, J.C., Quijano, M.C. y Cuervo, M.T. (2010). Alteraciones Cognitivas, Emocionales y Comportamentales en pacientes con Trauma Cr\u00e2nioencef\u00e1lico en Cali, Colombia. <em>Revista Colombiana de Psiquiatr\u00eda<\/em>,<em> 39<\/em> (4), 716-731.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Barman, A., Chatterjee, A. y Bhide, R. (2016). Cognitive Impairment and Rehabilitation Strategies After Traumatic Brain Injury. <em>Indian Journal of Psychological Medicine, 38<\/em> (3), 172-81. doi:10.4103\/0253-7176.183086.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Bomb\u00edn-Gonz\u00e1lez, I., Cifuentes-Rodr\u00edguez, A., Climent-Mart\u00ednez, G., Luna-Lario, P., Cardas-Ib\u00e1\u00f1ez, J., Tirapu-Ust\u00e1rroz, J. y D\u00edaz-Orueta, U. (2014). Validez ecol\u00f3gica y entorno multitarea en la evaluaci\u00f3n de las funciones ejecutivas. <em>Revista Neurolog\u00eda, 59<\/em>(2), 77-87.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Calder\u00f3n, A., Cadavid-Ruiz, N. y Santos, O. (2016). Aproximaci\u00f3n Pr\u00e1ctica a la Rehabilitaci\u00f3n de la Atenci\u00f3n.<em> Revista Neuropsicolog\u00eda, Neuropsiquiatr\u00eda y Neurociencias, 16<\/em> (1), 69-89.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Carvajal-Castrill\u00f3n, J., Henao, E., Uribe, C., Giraldo, M. y Lopera, F. (2009). Rehabilitaci\u00f3n cognitiva en un caso de alteraciones neuropsicol\u00f3gicas y funcionales por Traumatismo Cr\u00e2nioencef\u00e1lico severo. <em>Revista Chilena de Neuropsicolog\u00eda, 4<\/em> (1), 52-63.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Corrigan, J.D, Selassie, A.W. y Orman, J.A. (2010). The epidemiology of traumatic brain injury. <em>Journal of Head Trauma Rehabilitation, 25<\/em> (2), 72\u201380. doi: 10.1097\/HTR.0b013e3181ccc8b4.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Evald, L. (2015). Prospective memory rehabilitation using smartphones in patients with TBI: What do participants report? <em>Neuropsychological Rehabilitation, 25<\/em> (2), 283\u2013297. doi:10.1080\/09602011.2014.970557.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Garc\u00eda-Molina, A., Ense\u00f1at-Cantallops, R., S\u00e1nchez-Carri\u00f3n, R., Tormos, J.M. y Roig-Rovira, T. (2014). Rehabilitaci\u00f3n de las Funciones Ejecutivas en el Traumatismo Cr\u00e2nioencef\u00e1lico: Abriendo la Caja Negra. <em>Revista Neuropsicolog\u00eda, Neuropsiquiatr\u00eda y Neurociencias, 14<\/em> (3), 61-76.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Garc\u00eda-Rudolpht, A. y Giber, K. (2015). A Data Mining Approach for Visual and Analytical Identification of Neurorehabilitation Ranges in Traumatic Brain Injury Cognitive Rehabilitation. <em>Abstract and Applied Analysis, <\/em>1-14.doi:10.1155\/2015\/823562.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Gonz\u00e1lez, M., Pueyo, R. y Serra, J. (2004). Secuelas neuropsicol\u00f3gicas de los traumatismos cr\u00e2nioencef\u00e1licos. <em>Anales de Psicolog\u00eda, 20,<\/em> 303-316.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Hoffmann, M., Lefering, R., Rueger, J.M., Kolb, J.P., Izbicki, J.R., Ruecker, A.H., \u2026Lehmann, W. (2012). Pupil evaluation in addition to Glasgow Coma Scale components in prediction of traumatic brain injury and mortality. <em>British Journal of Surgery, 99,<\/em> 122-130. doi:10.1002\/bjs.7707.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Kolb, B. y Whishaw, L.Q. (2014). <em>An introduction to brain and behavior.<\/em>New York, N.Y.: Worth Publishers.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Le\u00f3n-Carri\u00f3n, J. (1995). <em>Manual de Neuropsicolog\u00eda Humana.<\/em> Madrid: Siglo XXI de Espa\u00f1a Editores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Menon, D.K., Schwab, K., Wright, D.W. y Maas, A. (2010). Position statement: definition of traumatic brain injury.<em>Archives of physical medicine and rehabilitation, 91<\/em>(11), 1637-40. doi: 10.1016\/j.apmr.2010.05.017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Mu\u00f1ana-Rodr\u00edguez, J. E. y Ram\u00edrez-El\u00edas, A. (2013). Escala de coma de Glasgow: origen, an\u00e1lisis y uso apropiado. <em>Enfermer\u00eda Universitaria, 11<\/em>(1), 24-35. doi:10.1016\/S1665-7063.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">M\u00e1s referencias <\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Park, HY., Maitra, K. y Mart\u00ednez, K.M. (2015). The Effect of Occupation-based Cognitive Rehabilitation for Traumatic Brain Injury: A Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. <em>OccupationalTherapy International, 22,<\/em> 104-116. doi:10.1002\/oti.1389.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Poca, M. (2006). <em>Actualizaciones sobre la fisiopatolog\u00eda, diagn\u00f3stico y tratamiento en los traumatismos cr\u00e2nioencef\u00e1licos.<\/em> Recuperado de http:\/\/www.academia.cat\/societats\/dolor\/arxius\/tce.PDF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">R\u00edos, M., Mu\u00f1oz, J. y Pa\u00fal-Lapedriza, N. (2007). Alteraciones de la atenci\u00f3n tras da\u00f1o cerebral traum\u00e1tico: evaluaci\u00f3n y rehabilitaci\u00f3n. <em>Revista de Neurolog\u00eda, 44<\/em>, 291-297.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Santacruz, L.F. y Herrera, A.M (2006). <em>Trauma Cr\u00e2nioencef\u00e1lico.<\/em> Recuperado en http:\/\/salamandra.edu.co\/CongresoPHTLS2014\/Trauma%20Craneoencef%E1lico.pdf<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Santana, L., Yukie, C., Alves, S., Costa, A.L., P\u00e9rez, J., Moura, L., \u2026 Silva, W. (2015). Repetitive Transcranial Magnetic Stimulation (rTMS) for the cognitive rehabilitation of traumatic brain injury (TBI) victims: study protocol for a randomized controlled trial. <em>BioMed Central, 16<\/em> (440), 1-7. doi:10.1186\/s13063-015-0944-2.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Tate, R.L., Aird, V., y Taylor, C. (2013). Bringing Single-case Methodology into the Clinic to Enhance Evidence-based Practices. <em>Brain Impairment,13<\/em> (3), 347\u2013359. doi:10.1017\/BrImp.2012.32.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Tirapu-Ust\u00e1rroz, J., Cordero-Andr\u00e9s, P., Luna-Lario, P. y Hern\u00e1ez-Go\u00f1i, P. (2017). Propuesta de un modelo de funciones ejecutivas basado en an\u00e1lisis factoriales. <em>Revista de Neurolog\u00eda, 64<\/em> (2), 75-84.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Tirapu-Ust\u00e1rroz, J., Garc\u00eda-Molina, A., Luna-Lario, P., Verdejo-Garc\u00eda, A. y Rios-Lago, M. (2012). Corteza prefrontal, funciones ejecutivas y regulaci\u00f3n de la conducta. En J. Tirapu-Ust\u00e1rroz, A.G. Molina, M. R\u00edos-Lago y A.A. Ardila (Eds.), <em>Neuropsicolog\u00eda de la corteza prefrontal y las funciones ejecutivas<\/em> (pp. 87-120). Barcelona: Viguera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">Tsaousides, T., D\u2019Antonio, E., Varbanova, V. y Spielman, L. (2014). Delivering group treatment via videoconference to individuals with traumatic brain injury: A feasibility study. <em>Neuropsychological Rehabilitation, 24<\/em> (5), 784\u2013803. doi:10.1080\/09602011.2014.907186.<\/p>\n\n<p class=\"has-sm-font-size\">VanHeugten, C., Greg\u00f3rio, G.W. e Wade, D. (2012). Evidence-based cognitive rehabilitation after acquired brain injury: A systematic review of content of treatment. <em>Neuropsychological Rehabilitation, 22<\/em> (5), 653\u2013673. doi:10.1080\/09602011.2012.680891.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste post, talvez tamb\u00e9m lhe interesse:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-atividades-da-vida-diaria-avds tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-actividades-de-la-vida-diaria\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Interven\u00e7\u00e3o com o NeuronUP na atividade da vida di\u00e1ria \u00abvestir-se\u00bb\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/atividades-da-vida-diaria-avds\/intervencao-com-neuronup-na-atividade-da-vida-diaria-vestir-se\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Actividad-Vistete-hombre.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Homem de cabelo grisalho interage em um aplicativo de vestir do NeuronUP, com \u00edcones de roupas e paisagem ao fundo.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Actividad-Vistete-hombre-300x224.webp 300w, 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aria-label=\"Estudo sobre a reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica \u00e0 dist\u00e2ncia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/estudo-sobre-reabilitacao-neuropsicologica-a-distancia\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Estudio-sobre-la-rehabilitacion-neuropsicologica-a-distancia-1-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Profissional de neuropsicologia trabalhando \u00e0 dist\u00e2ncia: port\u00e1til, tablet e stylus, com planta e parede de tijolos ao fundo.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Estudio-sobre-la-rehabilitacion-neuropsicologica-a-distancia-1-1-300x200.webp 300w, 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entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-tea-transtorno-do-espectro-do-autismo tag-autismo\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"A invisibilidade do autismo em meninas, adolescentes e mulheres\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tea-transtorno-do-espectro-do-autismo\/a-invisibilidade-do-autismo-em-meninas-adolescentes-e-mulheres\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/La-invisibilidad-del-autismo-en-ninas-adolescentes-y-mujeres-Raquel-Hernandez-Autora-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Menino ou menina com cabelo cacheado castanho, express\u00e3o tranquila e sorriso, segurando um objeto em um ambiente natural com grama verde.\" 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tea-transtorno-do-espectro-do-autismo\/a-invisibilidade-do-autismo-em-meninas-adolescentes-e-mulheres\/\" rel=\"bookmark\">A invisibilidade do autismo em meninas, adolescentes e mulheres<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-linhas-de-investigacao tag-investigacion tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"NeuronUP antecipa em um ano o risco de sofrer deteriora\u00e7\u00e3o cognitiva\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/a-neuronup-antecipa-o-risco-de-declinio-cognitivo-em-um-ano\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"290\" 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class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/interpretabilidade-de-performance-e-score-em-neuronup\/\" rel=\"bookmark\">Interpretabilidade de Desempenho e Pontua\u00e7\u00e3o no NeuronUP<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-demencia tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Dem\u00eancia e avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica: a escala GDS e sua aplicabilidade\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/demencia-e-avaliacao-neuropsicologica-a-escala-gds-e-a-sua-aplicabilidade\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/demencia.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Pessoa idosa resolvendo um quebra-cabe\u00e7a; pe\u00e7as dispersas, ilumina\u00e7\u00e3o suave e ambiente tranquilo.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/demencia-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/demencia-768x512.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/demencia-1024x683.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/demencia.webp 1201w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/demencia-e-avaliacao-neuropsicologica-a-escala-gds-e-a-sua-aplicabilidade\/\" rel=\"bookmark\">Dem\u00eancia e avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica: a escala GDS e sua aplicabilidade<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>La especialista en neuropsicolog\u00eda Mar\u00eda Teresa explica en este art\u00edculo o que \u00e9 o traumatismo cranioencef\u00e1lico e sua reabilita\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em fun\u00e7\u00f5es executivas. O que s\u00e3o os Traumatismos Cranioencef\u00e1licos (TCE)? Define-se como uma altera\u00e7\u00e3o no funcionamento cerebral, causada por uma for\u00e7a externa (Menon, Schwab, Wright y Maas, 2010). 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