{"id":18850,"date":"2026-05-04T10:08:36","date_gmt":"2026-05-04T08:08:36","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=18850"},"modified":"2026-05-04T10:08:36","modified_gmt":"2026-05-04T08:08:36","slug":"demencia-frontotemporal-o-que-e-tipos-sintomas-causas-diagnostico-e-tratamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/cerebro\/demencia-frontotemporal-o-que-e-tipos-sintomas-causas-diagnostico-e-tratamento\/","title":{"rendered":"Dem\u00eancia frontotemporal: o que \u00e9, tipos, sintomas, causas, diagn\u00f3stico e tratamento"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">A especialista em neuropsicologia Cristina Troyano Jim\u00e9nez explica neste artigo o que \u00e9 a <strong>dem\u00eancia frontotemporal<\/strong>, seus tipos, sintomas, causas, diagn\u00f3stico e tratamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<p>A dem\u00eancia frontotemporal (DFT) \u00e9 uma dem\u00eancia com uma incid\u00eancia mais baixa e afeta pessoas mais jovens (40-65). \u00c9 a segunda causa de dem\u00eancia pr\u00e9-senil, <strong>a afec\u00e7\u00e3o est\u00e1 nos lobos frontais e temporais (eles atrofi am)<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas que mais v\u00e3o aparecer s\u00e3o sobretudo de comportamento e personalidade. Pacientes com dem\u00eancia frontotemporal podem tornar-se pacientes complexos de manejar. Podem criar numerosos conflitos por apresentarem mudan\u00e7as de personalidade, podendo ocorrer confrontos com outros e at\u00e9 com seus familiares.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"767\" height=\"303\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Demencia-frontotemporal-2.webp\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o educativa com tr\u00eas c\u00e9rebros tridimensionais em branco, vistos de \u00e2ngulos variados, para a dem\u00eancia frontotemporal.\" class=\"wp-image-18867\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Demencia-frontotemporal-2-300x119.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Demencia-frontotemporal-2.webp 767w\" sizes=\"(max-width: 767px) 100vw, 767px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">C\u00e9rebro humano.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tipos de dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<p>A dem\u00eancia frontotemporal afeta os lobos frontais e temporais, ocorre uma atrofia destes. Ao contr\u00e1rio de outras dem\u00eancias, a afec\u00e7\u00e3o produz mudan\u00e7as no comportamento, problemas de linguagem e fala e, em alguns casos, dist\u00farbios de movimento.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A dem\u00eancia frontotemporal com problemas de comportamento:<\/h3>\n\n\n\n<p>Nestes pacientes surgem mudan\u00e7as na personalidade. Seu comportamento sofre altera\u00e7\u00f5es nas emo\u00e7\u00f5es, podendo ficar muito alterados ou, pelo contr\u00e1rio, inibidos de tal forma que, se n\u00e3o for indicado, nem se moveriam do lugar onde est\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Entre as mudan\u00e7as de personalidade encontramos <strong>desinibi\u00e7\u00e3o<\/strong> e comportamentos cada vez menos adequados:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Negligenciam sua higiene<\/li>\n\n\n\n<li>Em alguns aumenta o interesse por sexo, chegando alguns a desenvolver a s\u00edndrome de Kl\u00fcver-Bucy (maior interesse por sexo, estalar os l\u00e1bios e levar objetos \u00e0 boca&#8230;.)<\/li>\n\n\n\n<li>Sua linguagem pode tornar-se mais obscena<\/li>\n\n\n\n<li>Podem apresentar comportamentos repetitivos<\/li>\n\n\n\n<li>Podem tornar-se mais impulsivos ou compulsivos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A dem\u00eancia frontotemporal com afasia:<\/h3>\n\n\n\n<p>Nesses casos <strong>o mais afetado \u00e9 a \u00e1rea da linguagem<\/strong>, e eles t\u00eam problemas para falar, comunicar-se, ler, escrever e compreender. <\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7am com falhas na linguagem, anomia, articula\u00e7\u00e3o, etc. E progride de forma que a comunica\u00e7\u00e3o torna-se nula; os sintomas de linguagem podem ser os \u00fanicos durante anos nessa dem\u00eancia. Em outros casos a progress\u00e3o da doen\u00e7a \u00e9 mais r\u00e1pida. Conforme avan\u00e7a costumam falar menos at\u00e9 deixarem de falar.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A dem\u00eancia frontotemporal com dist\u00farbios de movimento:<\/h3>\n\n\n\n<p>H\u00e1 afec\u00e7\u00e3o no movimento, podendo produzir DFT com parkinsonismo ou DFT com esclerose lateral amiotr\u00f3fica. <\/p>\n\n\n\n<p>Um tipo de dem\u00eancia frontotemporal \u00e9 a doen\u00e7a de Pick, que se caracteriza por atrofia grave, morte celular e presen\u00e7a de c\u00e9lulas an\u00f4malas de Pick.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sintomas da dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>S\u00e3o progressivas<\/strong>, mas a evolu\u00e7\u00e3o varia entre os pacientes<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Atingem a personalidade, o comportamento e a linguagem<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>A afec\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria \u00e9 menor <\/strong>do que em outras dem\u00eancias<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dificuldades no pensamento abstrato<\/strong>, na aten\u00e7\u00e3o e na mem\u00f3ria recente<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O planeamento e a organiza\u00e7\u00e3o<\/strong> para realizar tarefas ou desenvolver ideias<br>s\u00e3o afetados<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Distraiem-se com facilidade<\/strong>, mas costumam estar orientados e realizam as atividades da<br>vida di\u00e1ria<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Disartria ou dificuldade na articula\u00e7\u00e3o da fala<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Os que apresentam afasia costumam ter fraqueza <\/strong>nos m\u00fasculos da cabe\u00e7a e do pesco\u00e7o<br>e da\u00ed a afec\u00e7\u00e3o na degluti\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pode aparecer anomia<\/strong> (n\u00e3o reconhecer objetos) e<strong> prosopagnosia<\/strong> (n\u00e3o reconhecer<br>faces)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Causas da dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<p>As causas da dem\u00eancia frontotemporal n\u00e3o s\u00e3o completamente conhecidas, embora seja certo que<strong> os pacientes com esta patologia apresentam maior quantidade ou formas an\u00f4malas das prote\u00ednas TAU e TDP-43 nos neur\u00f4nios<\/strong>, com o ac\u00famulo destas se produzem os danos e a consequente morte celular. <\/p>\n\n\n\n<p>Em outros casos parece haver <strong>uma muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica<\/strong>, parece haver rela\u00e7\u00e3o entre a variante comportamental e essa causa; acredita-se que entre 10 e 30% dos pacientes com dem\u00eancia frontotemporal. Tamb\u00e9m foi verificado que, com antecedentes familiares de DFT, <strong>h\u00e1 causa gen\u00e9tica.<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diagn\u00f3stico da dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico da dem\u00eancia frontotemporal \u00e9 complexo, pois os sintomas podem ser confundidos com outras dem\u00eancias, e n\u00e3o \u00e9 estranho que inicialmente se d\u00ea um diagn\u00f3stico errado de dem\u00eancia tipo Alzheimer, por ser uma dem\u00eancia menos frequente e menos conhecida; nesses casos a medica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 errada. <\/p>\n\n\n\n<p>Isto nos leva \u00e0 grande import\u00e2ncia de um diagn\u00f3stico acertado. Durante anos observei casos assim e a medica\u00e7\u00e3o n\u00e3o atuava sobre os sintomas, remediando quando o diagn\u00f3stico estava correto e a farmacologia adequada. Hoje em dia, por sorte, temos suficientes <strong>t\u00e9cnicas de neuroimagem<\/strong> capazes de ver onde est\u00e1 a afec\u00e7\u00e3o a n\u00edvel cerebral e corroborar o diagn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as t\u00e9cnicas de neuroimagem mais recentes est\u00e3o <strong>a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral e a difusividade m\u00e9dia cortical<\/strong>, que nos ajudam a um diagn\u00f3stico mais exato.<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico da dem\u00eancia frontotemporal, inicialmente costuma ser feito com a entrevista ao paciente e aos familiares, complementando com provas de neuroimagem; tamb\u00e9m, em alguns casos em que se suspeita de hereditariedade, um exame gen\u00e9tico o confirmaria. <\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, uma maneira de confirmar \u00e9 a posteriori, mediante a aut\u00f3psia cerebral, como em quase todas as dem\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tratamentos da dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tratamento farmacol\u00f3gico<\/h3>\n\n\n\n<p>Como tratamento farmacol\u00f3gico est\u00e1<strong> <\/strong>o <strong>uso de antipsic\u00f3ticos<\/strong> para pacientes com problemas comportamentais, sobretudo comportamentos compulsivos. Tamb\u00e9m <strong>uso de antidepressivos <\/strong>e, no caso de problemas de movimento, uso de medicamentos que atuem nessa \u00e1rea. <\/p>\n\n\n\n<p>Entre os novos tratamentos que t\u00eam sido postos em pr\u00e1tica est\u00e1 o <strong>Selenato de S\u00f3dio<\/strong>, que aumenta a enzima prote\u00edna fosfatase 2A, que decomp\u00f5e a prote\u00edna TAU, a qual observamos em grandes quantidades nos neur\u00f4nios de pacientes com dem\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tratamento n\u00e3o farmacol\u00f3gico<\/h3>\n\n\n\n<p>Como tratamento n\u00e3o farmacol\u00f3gico, encontraremos variedade, pois depende do tipo de paciente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em pacientes com problemas de linguagem, \u00e9 importante procurar o fonoaudi\u00f3logo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em pacientes com problemas de movimento recomenda-se fisioterapia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>E, em geral, o uso da <strong>terapia ocupacional<\/strong> e da <strong>estimula\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong>, embora seja certo que, em compara\u00e7\u00e3o com outras dem\u00eancias, aqui a orienta\u00e7\u00e3o e a mem\u00f3ria n\u00e3o est\u00e3o t\u00e3o afetadas originalmente, mas \u00e9 importante trabalhar todas as \u00e1reas cerebrais.<\/p>\n\n\n\n<p>E, sobretudo, \u00e9 importante para esses pacientes<strong> a rotina di\u00e1ria.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Evolu\u00e7\u00e3o da dem\u00eancia frontotemporal<\/h2>\n\n\n\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o da dem\u00eancia frontotemporal \u00e9 diferente de outras dem\u00eancias, como por exemplo o Alzheimer. Costuma ser <strong>progressiva e depende de cada paciente<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 mais lenta, em torno de dez anos, e em outros \u00e9 mais r\u00e1pida, influindo o tipo de les\u00e3o. Por exemplo, um paciente com afasia acabar\u00e1 desenvolvendo problemas na degluti\u00e7\u00e3o, como disfagia, e sua evolu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 totalmente diferente da de um paciente com problemas de mobilidade ou de comportamento. <\/p>\n\n\n\n<p>A variante comportamental \u00e9 a que avan\u00e7a mais r\u00e1pido; a de afasia tem uma evolu\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria. <\/p>\n\n\n\n<p>A esperan\u00e7a m\u00e9dia de vida \u00e9 entre 6 e 8 anos, no m\u00e1ximo 15 anos.<\/p>\n\n<p>O que \u00e9 importante, como em todas as dem\u00eancias, al\u00e9m de um diagn\u00f3stico precoce e correto, \u00e9 enfrent\u00e1-la o mais cedo poss\u00edvel por meio das diferentes op\u00e7\u00f5es: estimula\u00e7\u00e3o cognitiva, fisioterapia, terapia ocupacional, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenho trabalhado muitos anos nesta \u00e1rea e vi pacientes de todo tipo. E tamb\u00e9m como todas essas t\u00e9cnicas fizeram com que a doen\u00e7a avan\u00e7asse mais lentamente. Embora seja certo que nos \u00faltimos tr\u00eas anos, na pandemia, muitos pacientes deixaram de ir aos centros de dia e sua evolu\u00e7\u00e3o foi mais r\u00e1pida. A sa\u00fade deixou um pouco de lado as especialidades, com os protocolos COVID-19 e muitos foram diagnosticados em est\u00e1gio avan\u00e7ado e o tratamento tanto farmacol\u00f3gico como n\u00e3o farmacol\u00f3gico chega tarde e encontramos pacientes muito avan\u00e7ados, e com problemas de comportamento. E o trabalho com eles se complica. Estes s\u00e3o alguns dos problemas colaterais de uma pandemia na qual tudo paralisou.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>A dem\u00eancia frontotemporal, assim como muitas dem\u00eancias, s\u00e3o <strong>doen\u00e7as psicossociais<\/strong>, pois n\u00e3o afeta apenas o doente, mas tamb\u00e9m seu entorno, cuidadores, familiares. <\/p>\n\n\n\n<p>Talvez agora estejamos chegando ao ponto alto desta pandemia silenciosa que, com o envelhecimento que vivemos da popula\u00e7\u00e3o, afeta cada vez mais pessoas. Houve muito progresso tanto nas causas, na medica\u00e7\u00e3o, na tecnologia, no diagn\u00f3stico e no enfrentamento di\u00e1rio (por meio das diferentes terapias). <\/p>\n\n\n\n<p>Ainda h\u00e1 caminho a percorrer. Sem d\u00favida, o avan\u00e7o na engenharia gen\u00e9tica e na tecnologia ajudar\u00e1 no futuro a um diagn\u00f3stico muito precoce e at\u00e9 para que algum dia sejam erradicadas, como muitas doen\u00e7as no passado. Mas no presente continuamos dia a dia, combatendo a doen\u00e7a por meio dos recursos que temos e tentando dar ao paciente e ao seu entorno qualidade de vida e dignidade.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>O Alzheimer apaga a mem\u00f3ria, n\u00e3o os sentimentos. <\/p>\n<cite>Pascual Maragall<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group br-0111 has-alt-background-color has-background has-light-background has-sm-padding-top has-sm-padding-bottom has-sm-padding-left has-sm-padding-right\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Perguntas frequentes sobre a dem\u00eancia frontotemporal<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"queslademenciaf0\"><h3 id=\"at-188500\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">1. O que \u00e9 a dem\u00eancia frontotemporal?<\/h3><div id=\"ac-188500\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>A dem\u00eancia frontotemporal (DFT) \u00e9 um dist\u00farbio neurodegenerativo que atrofia os lobos frontal e temporal. Geralmente inicia-se entre os 40 e 65 anos e provoca principalmente altera\u00e7\u00f5es de comportamento e da linguagem. \u00c9 uma causa importante de dem\u00eancia presenil.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"culessonlostipo1\"><h3 id=\"at-188501\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">2. Quais s\u00e3o os tipos de dem\u00eancia frontotemporal?<\/h3><div id=\"ac-188501\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Existem tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es principais: variante comportamental (mudan\u00e7as de personalidade e desinibi\u00e7\u00e3o), DFT com afasia (altera\u00e7\u00e3o da linguagem) e DFT com transtornos de movimento (parkinsonismo ou ELA). A doen\u00e7a de Pick \u00e9 um subtipo com atrofia severa e c\u00e9lulas de Pick.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"qusntomascausal2\"><h3 id=\"at-188502\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">3. Quais sintomas causa a dem\u00eancia frontotemporal?<\/h3><div id=\"ac-188502\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Causa mudan\u00e7as de personalidade, desinibi\u00e7\u00e3o e impulsividade, comportamentos repetitivos e problemas para planejar e organizar. A linguagem pode tornar-se obscena ou empobrecer; h\u00e1 disartria, anomia e prosopagnosia. A mem\u00f3ria costuma ser menos afetada do que em outras dem\u00eancias.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"culessonlascaus3\"><h3 id=\"at-188503\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">4. Quais s\u00e3o as causas da dem\u00eancia frontotemporal?<\/h3><div id=\"ac-188503\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>Associa-se ao ac\u00famulo an\u00f4malo das prote\u00ednas tau e TDP-43 em neur\u00f4nios, com dano e morte celular. Em 10\u201330% h\u00e1 muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e antecedentes familiares, sobretudo na variante comportamental.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"cmosediagnostic4\"><h3 id=\"at-188504\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">5. Como se diagnostica a dem\u00eancia frontotemporal?<\/h3><div id=\"ac-188504\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>O diagn\u00f3stico combina entrevista cl\u00ednica e familiar com neuroimagem. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e a difusividade m\u00e9dia cortical ajudam a localizar a atrofia. Em casos suspeitos solicitam-se exames gen\u00e9ticos. A confirma\u00e7\u00e3o definitiva pode ser realizada post mortem.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-pb-accordion-item c-accordion__item js-accordion-item no-js\" data-initially-open=\"false\" data-click-to-close=\"true\" data-auto-close=\"true\" data-scroll=\"false\" data-scroll-offset=\"0\" id=\"qutratamientose5\"><h3 id=\"at-188505\" class=\"c-accordion__title js-accordion-controller\" role=\"button\">6. Quais tratamentos existem para a dem\u00eancia frontotemporal?<\/h3><div id=\"ac-188505\" class=\"c-accordion__content\">\n<p>N\u00e3o h\u00e1 cura. O manejo inclui antipsic\u00f3ticos para comportamentos compulsivos, antidepressivos e f\u00e1rmacos para transtornos do movimento. Recomenda-se fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, estimula\u00e7\u00e3o cognitiva e rotinas di\u00e1rias. O selenato de s\u00f3dio \u00e9 estudado por sua a\u00e7\u00e3o sobre a tau.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-sm-font-size\">\n<li>Parkin, A. (2003). Explora\u00e7\u00f5es em Neuropsicologia, Editorial M\u00e9dica Panamericana.<\/li>\n\n\n\n<li>Carpintero H, Delius J, Fierro A, Le\u00f3n Carri\u00f3n A. (2001), Neuropsicologia Cognitiva, alguns problemas atuais. Ediciones Aljibe.<\/li>\n\n\n\n<li>HYPERLINK &#8220;https:\/\/www.msdmanuals.com\/es-es\/hogar\/authors\/huang-juebin&#8221; Juebin Huang, MD, PhD, Department of Neurology, University of Mississippi Medical Center. \u00daltima revis\u00e3o completa mar. 2021.<\/li>\n\n\n\n<li>https:\/\/www.mayoclinic.org\/es-es\/diseases-conditions\/frontotemporal-dementia\/diagnosis-treatment\/drc-20354741.2022<\/li>\n\n\n\n<li>https:\/\/www.alzheimers.gov\/es\/alzheimer-demencias\/demencia-frontotemporal.2022<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre a dem\u00eancia frontotemporal,<strong> <\/strong>pode ser que tamb\u00e9m se interesse pelos seguintes artigos:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/10-dicas-para-melhorar-a-memoria-e-a-saude-cognitiva\/\" rel=\"bookmark\">10 dicas para melhorar a mem\u00f3ria e a sa\u00fade cognitiva<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-autismo tag-doenca-de-alzheimer tag-enfermedades-neurodegenerativas tag-maiores tag-salud-mental tag-trastornos-del-neurodesarrollo\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"A rede em repouso. Implica\u00e7\u00f5es em Alzheimer, esquizofrenia e autismo\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/a-rede-em-repouso-repercussao-em-alzheimer-esquizofrenia-e-autismo\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"246\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/10.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o 3D do c\u00e9rebro com zonas iluminadas que destacam a rede em repouso (DMN) para visualiza\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/10-300x185.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/10.webp 650w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/a-rede-em-repouso-repercussao-em-alzheimer-esquizofrenia-e-autismo\/\" rel=\"bookmark\">A rede em repouso. Implica\u00e7\u00f5es em Alzheimer, esquizofrenia e autismo<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-novidades-neuronup tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"O que acontecer\u00e1 no NeuronUP em breve?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/o-que-vai-acontecer-no-neuronup-em-breve\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"224\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Chapas-nuevo-diseno-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Interface da atividade Jogo de tampas no NeuronUP com design atualizado: jogo interativo, bot\u00e3o Iniciar e dica com &#039;?&#039; para ordenar Jogo de tampas.\" 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type-post category-linhas-de-investigacao tag-doenca-de-alzheimer tag-enfermedades-neurodegenerativas tag-investigacion tag-maiores\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Atividade f\u00edsica e Alzheimer pr\u00e9-cl\u00ednico: evid\u00eancia cient\u00edfica sobre quantos passos protegem o c\u00e9rebro\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/investigacao\/linhas-de-investigacao\/atividade-fisica-e-alzheimer-preclinico-evidencia-cientifica-sobre-quantos-passos-protegem-o-cerebro\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Actividad-fisica-y-alzheimer-preclinico-evidencia-cientifica-sobre-cuantos-pasos-protegen-el-cerebro.-Actividad-fisica-y-alzheimer.-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o: homem idoso correndo ao ar livre ao lado de um c\u00e9rebro, evidenciando atividade f\u00edsica e Alzheimer pr\u00e9-cl\u00ednico.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Actividad-fisica-y-alzheimer-preclinico-evidencia-cientifica-sobre-cuantos-pasos-protegen-el-cerebro.-Actividad-fisica-y-alzheimer.-NeuronUP-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Actividad-fisica-y-alzheimer-preclinico-evidencia-cientifica-sobre-cuantos-pasos-protegen-el-cerebro.-Actividad-fisica-y-alzheimer.-NeuronUP-768x512.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Actividad-fisica-y-alzheimer-preclinico-evidencia-cientifica-sobre-cuantos-pasos-protegen-el-cerebro.-Actividad-fisica-y-alzheimer.-NeuronUP-1024x683.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Actividad-fisica-y-alzheimer-preclinico-evidencia-cientifica-sobre-cuantos-pasos-protegen-el-cerebro.-Actividad-fisica-y-alzheimer.-NeuronUP.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/a-sindrome-pos-concussao-e-a-reabilitacao-neuropsicologica\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mulher jovem em ambiente cl\u00ednico leva a m\u00e3o \u00e0 t\u00eampora por dor; fundo neutro e presen\u00e7a m\u00ednima de elementos vis\u00edveis.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1-768x512.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1-1024x683.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/sindrome-posconmocional-1.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, 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O que \u00e9 a dem\u00eancia frontotemporal A dem\u00eancia frontotemporal (DFT) \u00e9 uma dem\u00eancia com uma incid\u00eancia mais baixa e afeta pessoas mais jovens (40-65). \u00c9 a segunda causa de dem\u00eancia pr\u00e9-senil, a &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":223,"featured_media":18866,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[686],"tags":[599],"class_list":{"2":"type-post","7":"category-cerebro","8":"tag-cerebro","9":"entry"},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18850","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/223"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18850"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18850\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49819,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18850\/revisions\/49819"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18866"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18850"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18850"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18850"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}