{"id":17649,"date":"2025-09-27T18:09:44","date_gmt":"2025-09-27T18:09:44","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=17649"},"modified":"2025-10-10T14:02:30","modified_gmt":"2025-10-10T12:02:30","slug":"afasia-tipos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtorno-de-linguagem\/afasia-tipos\/","title":{"rendered":"Afasia: diagn\u00f3stico diferencial e tipos de afasias"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">A neuropsic\u00f3loga Lidia Garc\u00eda P\u00e9rez explica neste artigo o que \u00e9 afasia, os <strong>tipos de afasias<\/strong> e faz uma distin\u00e7\u00e3o entre esse transtorno e os <em>transtornos da fala<\/em>, a disartria e a altera\u00e7\u00e3o cognitivo-comunicativa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 afasia?<\/h2>\n\n\n\n<p>A&nbsp;afasia&nbsp;\u00e9 uma perda ou<strong> transtorno na linguagem<\/strong> causado por um dano cerebral [1] que tipicamente se associa a les\u00f5es no hemisf\u00e9rio dominante para a linguagem (o hemisf\u00e9rio esquerdo para 96% dos destros e 70% dos canhotos [2]).<\/p>\n\n\n\n<p>O termo deriva do grego&nbsp;<em>\u1f00\u03c6\u03b1\u03c3\u03af\u03b1<\/em>&nbsp;que significa \u201cimpossibilidade de falar\u201d [3]; no entanto, esse transtorno pode <strong>comprometer,<\/strong> de diversas formas e em diferentes graus, <strong>tanto a produ\u00e7\u00e3o quanto a compreens\u00e3o da linguagem<\/strong>, em qualquer de suas modalidades: express\u00e3o oral, compreens\u00e3o oral, escrita ou leitura [4,5].<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, dentro dela podem ser descritos s\u00edndromes muito heterog\u00eaneos em fun\u00e7\u00e3o das habilidades lingu\u00edsticas afetadas, que al\u00e9m disso podem coexistir com outros d\u00e9ficits cognitivos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Afasia, transtornos da fala e transtornos da comunica\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Visto que o transtorno da linguagem, que implica a afasia, acarreta tamb\u00e9m um comprometimento na capacidade de comunica\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante distinguir esse transtorno de outros tipos de altera\u00e7\u00f5es na comunica\u00e7\u00e3o decorrentes ou n\u00e3o de&nbsp;dano cerebral adquirido, como os&nbsp;<em>transtornos da fala<\/em>&nbsp;e transtornos neuropsicol\u00f3gicos como a <em>apraxia da fala<\/em> ou as&nbsp;<em>altera\u00e7\u00f5es cognitivo-comunicativas<\/em>[4].<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Afasia vs. transtornos da fala<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Os&nbsp;<strong>transtornos da fala<\/strong>, como a disfonia, a disfemia, a disglossia, a dislalia ou a disartria, s\u00e3o altera\u00e7\u00f5es de diferentes origens (bucofonat\u00f3rio ou neurol\u00f3gico) que afetam diversos par\u00e2metros da elocu\u00e7\u00e3o, como as qualidades ac\u00fasticas da voz (intensidade, tom e timbre), a flu\u00eancia, a pron\u00fancia ou a articula\u00e7\u00e3o dos fonemas e das palavras, mas em que a linguagem permanece preservada [5].<\/p>\n\n\n\n<p>A afasia, por outro lado, caracteriza-se por uma altera\u00e7\u00e3o na estrutura da linguagem que afeta seu n\u00edvel sem\u00e2ntico, gramatical, fonol\u00f3gico e\/ou sint\u00e1tico, o que deteriora sua natureza simb\u00f3lica [5], ou seja, a capacidade da linguagem de representar ideias ou pensamentos. Portanto, enquanto esse transtorno consiste em um comprometimento espec\u00edfico da linguagem que afeta sua modalidade oral e a capacidade de comunica\u00e7\u00e3o, os transtornos da fala tamb\u00e9m afetam a comunica\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o a linguagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns casos, a afasia pode acompanhar-se de&nbsp;<strong>apraxia da fala<\/strong>, que assim como a afasia \u00e9 um transtorno neuropsicol\u00f3gico adquirido por&nbsp;dano cerebral&nbsp;e consiste na dificuldade de executar voluntariamente os movimentos articulat\u00f3rios da fala, devido a uma les\u00e3o em \u00e1reas corticais de associa\u00e7\u00e3o motora respons\u00e1veis pela programa\u00e7\u00e3o dos movimentos volunt\u00e1rios da musculatura da boca, da l\u00edngua e da laringe [2,5]. Embora alguns quadros af\u00e1sicos, como as&nbsp;<em>afasias n\u00e3o-fluentes<\/em>, possam incluir a apraxia da fala como sintoma, a apraxia da fala em si \u00e9 um problema de planejamento cin\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, pode-se distinguir a apraxia da fala pela dificuldade de mover os m\u00fasculos da boca, da l\u00edngua e da laringe em tarefas diferentes de falar [2], como engolir, soprar, assobiar, mastigar ou beijar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-neuronup wp-block-embed-neuronup\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/neuronup.com\/actividades-de-neurorrehabilitacion\/actividades-para-funciones-cognitivas\/actividades-de-lenguaje\/actividades-para-la-rehabilitacion-neuropsicologica-en-pacientes-con-afasia-de-broca\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Afasia vs. disartria<\/h3>\n\n\n\n<p>Outra distin\u00e7\u00e3o \u00fatil \u00e9 aquela que se pode fazer entre apraxia da fala e <strong>disartria<\/strong>, que \u00e9 um transtorno neuromuscular no qual a execu\u00e7\u00e3o dos movimentos da fala tamb\u00e9m est\u00e1 prejudicada, afetando a articula\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o por um problema de planejamento do movimento, e sim de ativa\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos envolvidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Clinicamente, distinguem-se porque, na disartria, h\u00e1 consist\u00eancia nos erros de articula\u00e7\u00e3o e a influ\u00eancia do comprimento das palavras \u00e9 menor, enquanto na apraxia da fala o comprimento da palavra influencia mais os erros e estes n\u00e3o s\u00e3o consistentes [4]. Al\u00e9m disso, na apraxia da fala h\u00e1 uma dissocia\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica-volunt\u00e1ria [4] (por exemplo, o paciente pode ter dificuldade para sorrir conscientemente, mas conseguir\u00e1 sorrir de forma espont\u00e2nea).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Afasia vs. altera\u00e7\u00e3o cognitivo-comunicativa<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Por outro lado, quando falamos, ouvimos, lemos ou escrevemos, n\u00e3o apenas aspectos lingu\u00edsticos est\u00e3o envolvidos, mas essas habilidades requerem outras&nbsp;fun\u00e7\u00f5es cognitivas&nbsp;como a&nbsp;aten\u00e7\u00e3o, a&nbsp;mem\u00f3ria, as&nbsp;fun\u00e7\u00f5es executivas, o&nbsp;racioc\u00ednio&nbsp;e a abstra\u00e7\u00e3o [4].<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, devemos ser capazes de discriminar entre um problema prim\u00e1rio da linguagem (afasia) e problemas de linguagem secund\u00e1rios a d\u00e9ficits nessas outras fun\u00e7\u00f5es, que t\u00eam sido denominados&nbsp;<em><strong>altera\u00e7\u00f5es cognitivo-comunicativas<\/strong><\/em>&nbsp;e afetam a regula\u00e7\u00e3o do comportamento, a intera\u00e7\u00e3o social, as atividades da vida di\u00e1ria, a aprendizagem e o desempenho acad\u00eamico e profissional [4].<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Saiba mais sobre <br><strong>NeuronUP<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/solicitacao-informacao\/\">Solicitar Informa\u00e7\u00f5es<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Experimente Gratuitamente<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\">A plataforma que mais de <strong>4.500 profissionais<\/strong> utilizam todos os dias<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button orange-button\" style=\"--button-background:var(--color-custom-1);--button-background-hover:#cc7e00;\"><a class=\"wp-block-button__link button   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/landing-store-user\/\">Solicitar Teste<img decoding=\"async\" class=\"wp-image-18719\" style=\"width: 8px;\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2022\/v3\/icon_rightArrow-white.svg\"><\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<h2><strong>Tipos de afasia<\/strong><\/h2>\n\n\n<p>Um primeiro crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o, \u00fatil no diagn\u00f3stico diferencial dos tipos de afasia, costuma ser a distin\u00e7\u00e3o entre&nbsp;<em>afasia fluente<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>afasia n\u00e3o-fluente<\/em>[7]. Quando \u00e9 n\u00e3o-fluente, a linguagem expressiva est\u00e1 menos preservada do que a compreensiva e, quando ocorre o contr\u00e1rio, considera-se que \u00e9 fluente [5].<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Afasias n\u00e3o-fluentes<\/h3>\n\n\n\n<p>Segundo a classifica\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica dos distintos tipos [4, 7], as n\u00e3o-fluentes incluem a afasia de Broca, a afasia transcortical motora e a afasia global; e as fluentes incluem a afasia de Wernicke, a afasia transcortical sensorial, a afasia de condu\u00e7\u00e3o e a an\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pacientes com&nbsp;<strong>afasia de Broca<\/strong>&nbsp;costumam apresentar dificuldades na fala espont\u00e2nea, baixa flu\u00eancia, linguagem telegr\u00e1fica, <em>agramatismos<\/em>&nbsp;(erros gramaticais e sint\u00e1ticos) e dificuldades na nomea\u00e7\u00e3o e na repeti\u00e7\u00e3o, enquanto a compreens\u00e3o permanece relativamente mais preservada [5,6]. Quando o paciente apresenta um quadro semelhante, mas n\u00e3o apresenta problemas de repeti\u00e7\u00e3o, classifica-se como&nbsp;<strong>afasia transcortical motora<\/strong>&nbsp;[6].<\/p>\n\n\n\n<p>Na&nbsp;<strong>afasia global<\/strong>&nbsp;existem graves problemas tanto de compreens\u00e3o quanto de produ\u00e7\u00e3o [5,6].<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Afasia Fluente<\/h3>\n\n\n\n<p>Na&nbsp;<strong>afasia de Wernicke<\/strong>&nbsp;a compreens\u00e3o e a nomea\u00e7\u00e3o est\u00e3o gravemente afetadas e sua express\u00e3o oral \u00e9 fluente, mas com abundantes&nbsp;<em>parafasias<\/em>&nbsp;(constru\u00e7\u00f5es incorretas ou substitui\u00e7\u00f5es de palavras) e neologismos (palavras inexistentes) [5,6]. Na&nbsp;<strong>afasia transcortical sensorial<\/strong>, o paciente apresenta os problemas da afasia de Wernicke, exceto a dificuldade na repeti\u00e7\u00e3o [6].<\/p>\n\n\n\n<p>Quando a dificuldade na repeti\u00e7\u00e3o \u00e9 o problema principal, classifica-se como&nbsp;<strong>afasia de condu\u00e7\u00e3o<\/strong>. Na&nbsp;<strong>afasia an\u00f4mica<\/strong>&nbsp;existe apenas d\u00e9ficit na nomea\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora essa classifica\u00e7\u00e3o seja provavelmente a mais difundida, o diagn\u00f3stico diferencial das afasias, por meio desta ou de qualquer outra taxonomia de grupos sindr\u00f4micos, apresenta algumas limita\u00e7\u00f5es na pr\u00e1tica, tema que ser\u00e1 abordado em um post futuro.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Ardila, A. &amp; Benson, D. F. (1996). <em>Aphasia: A clinical perspective<\/em>. Nova York: Oxford.<\/li>\n\n\n\n<li>Scott J. G. e Schoenberg, M. R. (2011). <em>Language problems and assessment: the aphasic patient<\/em>. Em Schoenberg, M. R. &amp; Scott J. G. (Eds.). The little black book of neuropsychology: a syndrome-based approach (p. 159-178). Nova York, Dordrecht, Heidelberg, Londres: Springer.<\/li>\n\n\n\n<li>Real Academia Nacional de Medicina (2012). <em>Diccionario de t\u00e9rminos m\u00e9dicos<\/em>. Madri: Panamericana. Recuperado de <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/dtme.ranm.es\/ingresar.aspx\" target=\"_blank\">http:\/\/dtme.ranm.es\/ingresar.aspx<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Gispert-Sa\u00fach, M. M. (2011). <em>Lenguaje, afasias y trastornos de la comunicaci\u00f3n<\/em>. Em Bruna, O., Roig, T., Puyuelo, M., Junqu\u00e9, C. e Rueano, A. (Eds.). Rehabilitaci\u00f3n neuropsicol\u00f3gica: intervenci\u00f3n y pr\u00e1ctica cl\u00ednica (p. 61-81). Barcelona: ElsevierMasson.<\/li>\n\n\n\n<li>Portellano, J. A. (2010). <em>Introducci\u00f3n a la neuropsicolog\u00eda<\/em>. Madri: McGraw Hill.<\/li>\n\n\n\n<li>Cuetos, F., Gonz\u00e1lez, M., Mart\u00ednez, L., Manti\u00f1\u00e1n, N., Olmedo, A. e Dioses, A. (2010). <em>\u00bfS\u00edndromes o s\u00edntomas en la evaluaci\u00f3n de los pacientes af\u00e1sicos? <\/em>Psicothema, vol. 22(4), pp. 715-719.<\/li>\n\n\n\n<li>Ardila, A. e Roselli, M. (2007). <em>Neuropsicolog\u00eda cl\u00ednica<\/em>. M\u00e9xico, D. F.: El Manual Moderno.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre afasia, talvez tamb\u00e9m tenha interesse em:<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A neuropsic\u00f3loga Lidia Garc\u00eda P\u00e9rez explica neste artigo o que \u00e9 afasia, os tipos de afasias e faz uma distin\u00e7\u00e3o entre esse transtorno e os transtornos da fala, a disartria e a altera\u00e7\u00e3o cognitivo-comunicativa. O que \u00e9 afasia? 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