{"id":13458,"date":"2022-05-17T09:30:28","date_gmt":"2022-05-17T07:30:28","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=13458"},"modified":"2022-05-17T09:30:28","modified_gmt":"2022-05-17T07:30:28","slug":"avaliacao-neuropsicologica-em-criancas-com-tda-h-respondendo-duvidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/neuronup-academy\/avaliacao-neuropsicologica-em-criancas-com-tda-h-respondendo-duvidas\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH \u2013 Respondendo d\u00favidas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O catedr\u00e1tico de psicologia Mateu Servera responde \u00e0s d\u00favidas pendentes sobre sua palestra acerca da avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com <strong>TDAH<\/strong> que foi realizada no passado 24 de mar\u00e7o de 2022.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Palestra sobre Avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O professor universit\u00e1rio Mateu Servera ministrou uma palestra online e gratuita na <strong>NeuronUP Academy <\/strong>sobre avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH. Sua atividade docente se concentra em Psicopatologia e na avalia\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o em transtornos do comportamento infantil. Sua \u00e1rea de pesquisa tem se centrado no <strong>transtorno por d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade<\/strong> (TDAH), e mais especificamente no Tempo Cognitivo Lento (TCL).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao final da palestra, abriu-se um espa\u00e7o para perguntas ao vivo. No entanto, ficaram algumas pendentes, as quais ser\u00e3o respondidas a seguir:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">D\u00favidas sobre a palestra<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Paz Fern\u00e1ndez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao aplicar os testes do <strong>paradigma de vigil\u00e2ncia<\/strong> e do <strong>paradigma de execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua<\/strong>, em qual dos 2 \u00e9 previs\u00edvel que as crian\u00e7as com TDAH tenham pior desempenho?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao aplicar os testes de aten\u00e7\u00e3o e se compararmos os dois estilos que mais utilizamos, paradigma de vigil\u00e2ncia e execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, <strong>onde deveriam apresentar mais problemas \u00e9 na vigil\u00e2ncia<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Geralmente, no paradigma de vigil\u00e2ncia tendem a ter mais problemas do que na execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Al\u00e9m disso, devo dizer que a diferen\u00e7a, mais do que no desempenho (no resultado final ou capacidade atencional), costuma estar na variabilidade do tempo de rea\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a medida-chave nas crian\u00e7as com TDAH.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um aumento da variabilidade fora do normal, ou seja, que est\u00e3o em momentos muito focados e parecem r\u00e1pidos na m\u00e9dia, e em outros momentos muito fora da tarefa, em geral detecta melhor a variabilidade do tempo de rea\u00e7\u00e3o do que o resultado final. Mas, o resultado final deveria ser comparativamente pior na vigil\u00e2ncia que na execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Cynthia Canales:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trabalho com crian\u00e7as com <strong>Altas Habilidades<\/strong>, aplico regularmente o WISC-V e tenho detectado com frequ\u00eancia a queixa de pais e professores sobre TDAH. No entanto, ou os resultados est\u00e3o na norma, ou acima dela em muitos casos h\u00e1 tend\u00eancia \u00e0 baixa no \u00edndice de <strong>mem\u00f3ria de trabalho<\/strong> e <strong>velocidade de processamento<\/strong>. Sabe-se que essas crian\u00e7as dependem muito do interesse ou motiva\u00e7\u00e3o que a tarefa gera nelas. Por exemplo, provas mais repetitivas tendem a se envolver menos. Qual seria a chave para detectar o TDAH nessa popula\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Testes como o WISC-V talvez n\u00e3o sejam o melhor indicador para detectar TDAH<\/strong>. Isso se deve ao fato de que o desempenho deles em geral costuma ser alto em quase todas as medidas. Em geral, quando h\u00e1 tend\u00eancia a \u00edndices baixos de mem\u00f3ria de trabalho e velocidade de processamento, a chave costuma estar na mem\u00f3ria de trabalho.<br>Em Altas Habilidades, geralmente as diferen\u00e7as s\u00e3o muito menores e \u00e9 mais dif\u00edcil de detectar. Por isso, o WISC-V n\u00e3o seria o melhor teste de avalia\u00e7\u00e3o, porque em geral eles podem super\u00e1-lo ou obter resultados elevados em todas as escalas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para mim, nessas crian\u00e7as <strong>a chave \u00e9 mais cl\u00ednica<\/strong>, isto \u00e9, ver se seus problemas de aten\u00e7\u00e3o, impulsividade e hiperatividade motora est\u00e3o muito fora do normal, e, desde logo, n\u00e3o podem ser explicados por um problema de falta de motiva\u00e7\u00e3o dadas suas altas habilidades na sala de aula. Muitas vezes, em problemas de condutas assimiladas ao TDAH, \u00e9 preciso ter muita certeza de que n\u00e3o fazem parte de suas pr\u00f3prias caracter\u00edsticas comportamentais.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. In\u00e9s Ferreira:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 que ponto os <strong>problemas de aten\u00e7\u00e3o<\/strong> invalidam testes que medem QI, ou seja, QI baixos ou no limite, que s\u00e3o mais bem devidos \u00e0s dificuldades que a crian\u00e7a apresenta enquanto realiza a tarefa? Nesse caso, qual teste seria menos sens\u00edvel a isso que comento?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sim, os problemas de focaliza\u00e7\u00e3o atencional dessas crian\u00e7as afetam seu QI global. No entanto, \u00e9 preciso diferenciar que as crian\u00e7as com TDAH t\u00eam seu QI global algo baixo, mas dentro da normalidade (entre 90 e 97 aproximadamente). Ent\u00e3o, o problema atencional n\u00e3o deveria chegar ao ponto de invalidar e provocar um QI lim\u00edtrofe ou baixo. Se apresentam QIs muito baixos, eu duvidaria que tudo seja TDAH e seria preciso considerar se essa crian\u00e7a tem baixas <strong>capacidades cognitivas<\/strong> e se aproxima mais desse \u00e2mbito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste momento, embora seja permitido o diagn\u00f3stico duplo entre <strong>defici\u00eancia intelectual<\/strong> e TDAH, eu fa\u00e7o parte do grupo de cl\u00ednicos que n\u00e3o \u00e9 muito a favor disso. Ou seja, para mim o que prevalece nesse diagn\u00f3stico \u00e9 a defici\u00eancia intelectual. Deve-se destacar que crian\u00e7as com defici\u00eancia intelectual t\u00eam problemas de aten\u00e7\u00e3o e impulsividade, portanto, eu acho que enfocaria dessa maneira.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">4. Emma morales:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando h\u00e1 um diagn\u00f3stico principal como o Transtorno do Espectro do Autismo, que aspectos devemos levar em conta para suspeitar que haja uma <strong>comorbidade<\/strong> com o TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um duplo diagn\u00f3stico TEA e TDAH \u00e9 feito com muita frequ\u00eancia<\/strong>. Se aparecem os dois, para mim prevalece o TEA, que \u00e9 um transtorno que pode abranger mais problemas para a crian\u00e7a do que o TDAH. Tais como problemas no \u00e2mbito social, emocional e da comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, a maioria das crian\u00e7as com TEA apresenta problemas de desaten\u00e7\u00e3o e impulsividade. O duplo diagn\u00f3stico faria sentido se for um TEA leve porque poderia trabalhar-se com a crian\u00e7a tanto do ponto de vista farmacol\u00f3gico quanto do ponto de vista psicoeducativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas, tirando esse caso, particularmente no TEA padr\u00e3o, n\u00e3o creio que o duplo diagn\u00f3stico acrescente muito s\u00f3 porque existam condutas de TDAH.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">5. Antonia Garc\u00eda Jim\u00e9nez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como deve ser esse <strong>primeiro contato<\/strong> com uma crian\u00e7a com suspeita de TDAH em uma avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica? Deve-se seguir certos passos de forma protocolar na primeira vez que ela vem \u00e0 consulta?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estamos em uma unidade onde as crian\u00e7as j\u00e1 v\u00eam encaminhadas com <strong>suspeitas de TDAH<\/strong> e os pais j\u00e1 sabem para que v\u00eam, mas as crian\u00e7as n\u00e3o. Uma pergunta que costumamos fazer \u00e0 crian\u00e7a antes de come\u00e7ar \u00e9: \u00bfvoc\u00ea sabe por que est\u00e1 aqui?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As respostas s\u00e3o m\u00faltiplas. Doeu-me muito a de uma crian\u00e7a de 7 anos uma vez que disse: \u201cestou aqui porque sou burro\u201d. Foi muito duro, tendo em conta que \u00e9 uma crian\u00e7a de 7 anos acostumada ao fracasso escolar, a ser muito repreendida, castigada, etc. Chega um momento em que passa por v\u00e1rias avalia\u00e7\u00f5es e ele deduz que \u00e9 burro. Por essa raz\u00e3o, \u00e9 muito importante explicar a essas crian\u00e7as que n\u00e3o s\u00e3o burros nem estranhos, s\u00e3o formas diferentes de funcionar e todos temos maneiras diferentes de ser. Deve-se focar nesse aspecto. Existem v\u00e1rios livros infantis sobre TDAH que servem para introduzir essas crian\u00e7as ao seu poss\u00edvel problema, mas sem d\u00favida deve-se tentar eliminar qualquer contato que guarde rela\u00e7\u00e3o com defici\u00eancia, transtorno e aquelas palavras que para as crian\u00e7as n\u00e3o t\u00eam muito sentido nem relev\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia \u00e9 dizer-lhes que todo mundo \u00e9 diferente, que eles podem ter algum problema que n\u00e3o \u00e9 o esperado que os impe\u00e7a de funcionar melhor e que devem treinar certas coisas. \u00c9 preciso conquistar a confian\u00e7a deles para que possam prestar aten\u00e7\u00e3o, ouvir e compreender melhor, e focar nesse \u00e2mbito sua poss\u00edvel problem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">6. Linda Ornelas:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em caso de haver obtido um resultado inespec\u00edfico, devemos seguir um <strong>plano de tratamento<\/strong> focado no atendimento de pacientes com TDAH, mesmo sem ter um diagn\u00f3stico como tal? Deve-se encaminhar ao m\u00e9dico imediatamente ou fazer isso s\u00f3 depois de alguns meses, quando realizarmos a reavalia\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 diferentes op\u00e7\u00f5es; para mim, quando nos deparamos com um TDAH inespec\u00edfico, o plano a seguir \u00e9 o acompanhamento. Deve-se fazer uma forma\u00e7\u00e3o para os tutores das crian\u00e7as e realizar um <strong>acompanhamento de 3 a 6 meses<\/strong> aproximadamente para ver como responde e como vai progredindo em fun\u00e7\u00e3o de como se adapta \u00e0 escola, como v\u00e3o as avalia\u00e7\u00f5es, etc.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia \u00e9 que, em no m\u00e1ximo 6 meses, possamos tomar uma decis\u00e3o definitiva. Se dermos um diagn\u00f3stico definitivo e este for TDAH, com o qual a crian\u00e7a dever\u00e1 receber um tratamento padr\u00e3o, ou o descartamos e vemos o que p\u00f4de ter acontecido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se o resultado for inespec\u00edfico, o ideal \u00e9 pass\u00e1-lo \u00e0 observa\u00e7\u00e3o e fazer esse acompanhamento e n\u00e3o a interven\u00e7\u00e3o direta porque ainda n\u00e3o est\u00e1 o transtorno definido e porque h\u00e1 limita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">7. Eliana S\u00e1nchez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No caso em que se observam sinais de TDAH, mas h\u00e1 predomin\u00e2ncia de um <strong>transtorno de linguagem receptiva<\/strong>, pode-se considerar o TDAH como uma <strong>comorbidade<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os <strong>transtornos do neurodesenvolvimento<\/strong> atualmente permitem um diagn\u00f3stico duplo entre si, o que acontece \u00e9 que \u00e9 preciso assinalar bem qual \u00e9 o diagn\u00f3stico principal e quais s\u00e3o os secund\u00e1rios. Eu tamb\u00e9m colocaria o transtorno de linguagem receptiva como diagn\u00f3stico principal. Para mim o TDAH \u00e9, por assim dizer, um transtorno residual diante da clara predomin\u00e2ncia de um transtorno mais diagnostic\u00e1vel como um transtorno de linguagem ou da comunica\u00e7\u00e3o. Seria preciso resolver esse problema primeiro antes de ir ao TDAH. Uma vez melhorado, ent\u00e3o naturalmente j\u00e1 se pode focalizar nele.<\/p>\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Portanto, do meu ponto de vista e como vou dizendo no caso das comorbidades, o TDAH \u00e9 um transtorno por exclus\u00e3o, n\u00e3o o transtorno principal a menos que seja o \u00fanico ou o priorit\u00e1rio. Se houver outros do neurodesenvolvimento ou de comportamento presentes, eu os coloco em primeiro lugar.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">8. Cecilio P\u00e9rez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O CARAS-R d\u00e1 um ICI, eu costumo utiliz\u00e1-lo nas avalia\u00e7\u00f5es com menores de 8 anos, voc\u00ea n\u00e3o o recomenda por algum motivo em concreto? Qual a sua opini\u00e3o sobre o R2 para maiores de 8? Eu uso estes dois. O que os diferencia do EMI ou do STOP?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O teste CARAS-R \u00e9 um<strong> teste perceptivo<\/strong> do meu ponto de vista. N\u00e3o nos deu muito bom resultado em aten\u00e7\u00e3o. Us\u00e1vamos no in\u00edcio, faz j\u00e1 v\u00e1rios anos que n\u00e3o o usamos. Embora eu n\u00e3o seja um especialista, n\u00e3o fiquei convencido. Uma vez que o testamos, pass\u00e1mos para os testes CPT e para os testes de vigil\u00e2ncia espec\u00edficos. N\u00e3o tenho mais experi\u00eancia al\u00e9m do seu uso no in\u00edcio, mas considero que no TDAH, tanto por investiga\u00e7\u00e3o quanto por refer\u00eancias, os testes espec\u00edficos de aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o mais recomend\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nossas formas de escolher os testes s\u00e3o aquelas que vemos que t\u00eam um bom respaldo em pesquisa ou que os utilizamos na cl\u00ednica e nos respondem muito bem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os testes EMI e STOP s\u00e3o duas provas de impulsividade, uma cognitiva e outra comportamental. Por um lado, a EMI \u00e9 um teste no qual a crian\u00e7a tem que desenvolver uma estrat\u00e9gia de resolu\u00e7\u00e3o. E, por outro lado, o teste STOP \u00e9 um teste mais direto. \u00c9 um teste de controle motor muito experimental onde a crian\u00e7a \u00e9 submetida a uma s\u00e9rie de <strong>est\u00edmulos<\/strong> aos quais aprende a responder. Posteriormente, h\u00e1 um sinal sonoro no qual deve inibir a resposta.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">9. Bel\u00e9n Prieto-Corona:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voc\u00eas n\u00e3o consideram \u00fatil acrescentar a avalia\u00e7\u00e3o do <strong>funcionamento executivo<\/strong> de forma ecol\u00f3gica com o uso do BRIEF?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Totalmente de acordo em incorporar o BRIEF ao protocolo. Al\u00e9m disso, n\u00f3s utilizamos a prova da escala de Barkley de funcionamento executivo para crian\u00e7as. \u00c9 muito parecida com a do BRIEF, que me parece tamb\u00e9m ideal e que deveria fazer parte da avalia\u00e7\u00e3o do funcionamento. Igualmente, os testes de funcionamento executivo ecol\u00f3gico distinguem muito bem o TDAH.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">10. Natalia Astudillo:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existe um protocolo deste estilo do IMAT de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH para TEA? \u00c9 poss\u00edvel usar testes n\u00e3o padronizados no meu pa\u00eds caso n\u00e3o encontrar um j\u00e1 padronizado adequado?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o temos um protocolo IMAT para TEA, j\u00e1 que n\u00e3o costumamos trabalhar esse transtorno. Entretanto, tratamos alguma medida de TEA em crian\u00e7as com comorbidade com TDAH. Sim, h\u00e1 v\u00e1rias provas derivadas de muitas teorias que abordam este tema. H\u00e1 bastantes testes que se podem encontrar at\u00e9 mesmo em acesso aberto.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">11. Patricia V\u00e1zquez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que voc\u00ea acha sobre algumas opini\u00f5es de outros profissionais da Espanha que dizem que o TDAH \u00e9 um problema de <strong>desparentalizaci\u00f3n<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 movimentos contr\u00e1rios a considerar o TDAH como transtorno. Como, por exemplo, movimentos negacionistas ou movimentos condicionais. Minha forma de entender o problema \u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o <strong>neuropsicol\u00f3gica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Certamente, h\u00e1 uma base e um funcionamento a n\u00edvel neuropsicol\u00f3gico que n\u00e3o funciona bem nessas crian\u00e7as. Este deveria ser o ponto b\u00e1sico do diagn\u00f3stico. Embora n\u00e3o tenhamos um teste definitivo, temos muitas evid\u00eancias em pesquisa que para mim s\u00e3o suficientes para avaliar que este \u00e9 o ponto de partida. Depois, esse ponto de partida \u00e9 alterado por fatores ambientais, tais como a cria\u00e7\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o, o ambiente escolar, etc. Claro est\u00e1, o TDAH \u00e9 um transtorno muito sens\u00edvel a condi\u00e7\u00f5es ambientais, mas n\u00e3o do ponto de vista causal. Uma coisa \u00e9 ter fatores moderadores do problema que devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o, e outra coisa s\u00e3o fatores de risco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em conclus\u00e3o, eu consideraria o TDAH como um problema do <strong>neurodesenvolvimento<\/strong> muito influenciado por problemas contextuais, entre eles o \u00e2mbito parental.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">12. Juan Carlos Guti\u00e9rrez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Qual \u00e9 a sua opini\u00e3o a respeito do uso do Nesplora para a <strong>avalia\u00e7\u00e3o do TDAH<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parece-me uma ferramenta interessante. No entanto, \u00e9 mais complexa do que os testes de computador, evidentemente. Al\u00e9m disso, oferece um relat\u00f3rio de mobilidade da cabe\u00e7a e da crian\u00e7a durante os testes, o que me parece interessante e gosto muito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesplora publicou trabalhos apresentando \u00edndices de sensibilidade e especificidade de diagn\u00f3stico bastante elevados, o que acredito que deveria ser replicado n\u00e3o s\u00f3 por autores do \u00e2mbito do Nesplora. Da mesma forma, considero que \u00e9 um bom teste na \u00e1rea de aten\u00e7\u00e3o que deve ser usado de modo complementar a outros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outro lado, pode-se dizer que \u00e9 um teste com pre\u00e7o mais elevado que os demais e que \u00e9 poss\u00edvel obter resultados parecidos com outros <strong>testes de aten\u00e7\u00e3o<\/strong> semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">13. Maria Fernanda Misti:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Podemos utilizar este protocolo de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH depois que um neurologista nos encaminhe ou a avalia\u00e7\u00e3o que fazemos constituiria o processo para dar o diagn\u00f3stico como tal?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O protocolo que usamos \u00e9 por encaminhamento. As crian\u00e7as v\u00eam encaminhadas de todos os \u00e2mbitos, pode ser escolar, por suspeita parental, ou encaminhadas por um profissional. Por exemplo, um <strong>pediatra<\/strong>, um <strong>psic\u00f3logo<\/strong> ou um <strong>neurologista<\/strong> que nos solicita uma avalia\u00e7\u00e3o. Quando o profissional nos pede uma avalia\u00e7\u00e3o, \u00e9 realizado um relat\u00f3rio e posteriormente o profissional v\u00ea nossa proposta e ent\u00e3o \u00e9 ele quem realiza a interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se a crian\u00e7a for encaminhada por um profissional, n\u00f3s fazemos o trabalho de avalia\u00e7\u00e3o e o profissional realiza a interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">14. Patricia De la Vega:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Que diagn\u00f3stico se daria a menores de 6 anos quando o TDAH se torna evidente?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00f3s n\u00e3o fazemos diagn\u00f3stico antes dos 6 anos. Nesse caso, colocamos a crian\u00e7a em observa\u00e7\u00e3o. Ou seja, n\u00e3o teria diagn\u00f3stico espec\u00edfico. Entretanto, se a crian\u00e7a apresentar dificuldades em alguns \u00e2mbitos, faz-se um acompanhamento mais espec\u00edfico. Uma vez na entrada ao ensino prim\u00e1rio, faria-se o diagn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">15. Daniel \u00d3scar Rodr\u00edguez:&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Crian\u00e7as com <strong>TDAH e autismo<\/strong>, poderia-se usar o IMAT?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Poderia ser empregado desde que sejam crian\u00e7as com <strong>autismo leve ou Asperger<\/strong>. Insisto no que disse antes: se h\u00e1 um diagn\u00f3stico claro de autismo, o ponto central da interven\u00e7\u00e3o seria este mesmo. Pois o que o TDAH poderia aportar como comorbidade \u00e9 relativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste caso de crian\u00e7as com TDAH e autismo leve aplicamos o protocolo IMAT e n\u00e3o tivemos problemas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">16. Alejandra Olea:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Podem ser utilizados instrumentos de avalia\u00e7\u00e3o que estejam validados em cada pa\u00eds que avaliem fun\u00e7\u00f5es similares \u00e0s que aqui foram nomeadas, seguindo o protocolo IMAT para a avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:&nbsp;<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00f3s usamos escalas americanas, mas validadas na Espanha. Da mesma forma, empregamos as duas normas, a americana e a espanhola. N\u00f3s as comparamos nos relat\u00f3rios e s\u00e3o bastante parecidas. Trabalhamos para tentar adequar ao m\u00e1ximo as normas ao contexto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em alguns pa\u00edses h\u00e1 trabalho de valida\u00e7\u00e3o de cada um dos testes e em outros n\u00e3o. Ter-se-ia que procurar nas revistas de publica\u00e7\u00e3o para ver se aparecem esses resultados.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">17. Marta Cid:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chegou \u00e0s minhas m\u00e3os um relat\u00f3rio no qual o diagn\u00f3stico \u00e9 TDAH negativista desafiante com medica\u00e7\u00e3o prescrita. Mas, por enquanto, apenas se mant\u00e9m a medica\u00e7\u00e3o. Isto est\u00e1 correto ou deveria haver um acompanhamento?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se apenas aparece medica\u00e7\u00e3o, deve ser um tipo de medica\u00e7\u00e3o para TDAH, a qual costuma ser controlada periodicamente. Por essa raz\u00e3o, deve haver tamb\u00e9m um certo controlo por parte do m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Al\u00e9m da medica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m deveria haver uma parte de <strong>forma\u00e7\u00e3o dos pais<\/strong>, de educadores e trabalho com a crian\u00e7a diretamente sobre <strong>controlo e impulsividade<\/strong>. Ou seja, deveria existir um tratamento simult\u00e2neo \u00e0 medica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">18. Irma Fern\u00e1ndez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No TDAH aparecem <strong>altera\u00e7\u00f5es sensoriais<\/strong>?<\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica habitual do TDAH. Se surgirem, ter\u00edamos que ver se h\u00e1 alguma outra comorbidade do <strong>neurodesenvolvimento<\/strong> que as cause diretamente. Por exemplo, transtorno do espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">19. Alma Isabel Hern\u00e1ndez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As provas Moxo e Aula Nesplora podem ser determinantes, elas sozinhas, para falar de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As duas s\u00e3o boas provas atencionais. Na minha opini\u00e3o, n\u00e3o servem para determinar por si s\u00f3s o TDAH, embora haja resultados muito espetaculares em ambas. Em provas de TDAH como estas, se obtivermos um resultado positivo e foram aplicadas corretamente, geralmente algo est\u00e1 ocorrendo. Mas, se derem negativo, n\u00e3o se pode descartar nada.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">20. Ana Pareja:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Neste protocolo de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH n\u00e3o incluem o CABI como question\u00e1rio para pais e professores?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A prova CABI \u00e9 bastante nova e estamos incorporando cada vez mais no protocolo de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH. Neste momento estamos em um projeto em andamento e confiamos que nos pr\u00f3ximos anos conseguiremos um CABI normalizado para todo o territ\u00f3rio espanhol dos 6 aos 18 anos. De momento, o que temos estamos utilizando, mas at\u00e9 que n\u00e3o o tenhamos mais desenvolvido n\u00e3o \u00e9 a prova-chave.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">21. Susana Liszka:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que determina a utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>medica\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica<\/strong> no TDAH na sua experi\u00eancia?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fundamentalmente, em rela\u00e7\u00e3o com as principais diretrizes sobre o tema, a medica\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica n\u00e3o tem de ser a primeira escolha. Contudo, \u00e9 uma \u00f3tima alternativa quando o TDAH ocorre em grau moderado-grave e quando a interven\u00e7\u00e3o psicoeducativa \u00e9 muito dif\u00edcil. Al\u00e9m disso, costuma-se usar medica\u00e7\u00e3o quando h\u00e1 comorbidades que podem ro\u00e7ar comportamentos graves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim tamb\u00e9m, como a medica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o definitiva, mas uma solu\u00e7\u00e3o de sintomas, pode ser introduzida quando se quiser. Por exemplo, pode come\u00e7ar por uma interven\u00e7\u00e3o psicoeducativa com a crian\u00e7a e se aos 2 ou 3 meses ver que n\u00e3o vai bem, pode incorporar medica\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica de forma e modo adequado.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">22. Daniela Chamblas:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentro da <strong>avalia\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong>, poderia supor-se que as crian\u00e7as com TDAH apresentam um rendimento cognitivo mais deficiente ou lento?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma parte delas sim. Especialmente, os TDAH inatentos mais puros, j\u00e1 que a lentid\u00e3o e a defici\u00eancia na focaliza\u00e7\u00e3o se tornam mais evidentes. Mesmo mais do que nos impulsivos hiperativos que \u00e0s vezes a pr\u00f3pria atividade lhes permite ter melhor rendimento cognitivo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">23. Carolina Gonz\u00e1lez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se h\u00e1 dificuldades marcadas a n\u00edvel atencional tanto auditivo quanto visual e MT VP levemente alterado, mas se observam dificuldades marcadas na mem\u00f3ria, isso ainda \u00e9 considerado TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A parte neuro \u00e9 complementar. \u00c9 preciso come\u00e7ar a ver o <strong>perfil comportamental<\/strong> do protocolo que se aplica para determinar o que sucede. Uma vez que saibamos o que acontece a n\u00edvel comportamental, procede-se a analisar a parte neuro. Nessa parte, buscamos uma altera\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o espec\u00edfica do TDAH.<br>Os perfis neuro alterados n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficos de uma \u00e1rea. Ou seja, h\u00e1 crian\u00e7as com TDAH onde se pode ver que a mem\u00f3ria de trabalho est\u00e1 muito alterada e outras a aten\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se deve buscar um protocolo direto que d\u00ea TDAH, mas sim, buscar o espectro e ver a\u00ed se essa altera\u00e7\u00e3o ocorre.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">24. Almudena Ib\u00e1\u00f1ez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No subtipo inatento pode ter um perfil comportamental pouco relevante e, na minha opini\u00e3o, \u00e9 o mais dif\u00edcil de diagnosticar, como funcionaria esse subtipo no seu modelo?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O inatento passa muito mais despercebido fundamentalmente porque no perfil comportamental pode falhar. Tamb\u00e9m porque no perfil comportamental se pode demonstrar pouca implica\u00e7\u00e3o. No perfil comportamental onde costuma notar-se o TDAH s\u00e3o nas condutas de desaten\u00e7\u00e3o. Nessa parte tanto pais quanto educadores costumam detectar que algo n\u00e3o vai bem. Isso se deve a que a crian\u00e7a est\u00e1 distra\u00edda, desatenta, perdida no seu mundo, costuma confundir, etc. E \u00e9 nesse ponto que costuma-se detectar o problema na parte comportamental. Embora, evidentemente, passe mais despercebido porque pode ser uma crian\u00e7a sem impulsividade nem hiperatividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00f3s fixar\u00edamos a parte de desaten\u00e7\u00e3o do perfil comportamental e depois olhar\u00edamos para ver o que acontece na parte neuro. Um bom conselho seria introduzir a medida de tempo cognitivo lento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">25. Fabio Silva:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Test D2 e o Trail Making test, voc\u00ea acha que s\u00e3o bons para avaliar um caso de TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com respeito ao Test D2, usei-o no in\u00edcio mas n\u00e3o funcionou muito bem para n\u00f3s. J\u00e1 que nos detectava muito pouco, pelo menos em crian\u00e7as. Por outro lado, o Taril Making Test temos empregado mais em adultos algumas vezes, mas n\u00e3o a fundo. Esse teste tamb\u00e9m n\u00e3o nos convenceu totalmente. No meu caso n\u00e3o aconselharia nenhuma das duas provas porque penso que h\u00e1 outras tarefas atencionais muito mais espec\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">26. Marcela G\u00f3mez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0s vezes n\u00e3o \u00e9 consistente a forma como uma crian\u00e7a interage nos diferentes grupos aos quais pertence (fam\u00edlia, escola, clube social ou esportivo e outros). Tamb\u00e9m h\u00e1 grupos que normalizam condutas pelo que n\u00e3o representa um sintoma para um grupo e sim para outro. Como se procede nesses casos?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando fazemos o protocolo IMAT de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH, \u00e0s vezes conseguimos avalia\u00e7\u00f5es de pais, tutores escolares, professores extracurriculares e de outros \u00e2mbitos. Pode-se recolher informa\u00e7\u00e3o de 3 ou 4 avaliadores distintos que interagem com a crian\u00e7a em ambientes diferentes. O que pode conduzir a uma falta de consist\u00eancia. Isso encontramos com certa frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Deve-se ir com muito cuidado, porque, como sabem, o TDAH tem car\u00e1ter sindr\u00f4mico. Ou seja, tem de ocorrer em dois ou mais ambientes. E, muitas vezes, isso n\u00e3o \u00e9 levado em conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se s\u00f3 \u00e9 TDAH em um ambiente colocamos muita d\u00favida, e tecnicamente n\u00e3o se poderia fazer o diagn\u00f3stico. No entanto, revisamos o caso e ficamos muito atentos ao que aconteceu com os outros avaliadores.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">27. Daniela Chamblas:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Perguntas:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Realizam cursos de capacita\u00e7\u00e3o para certificar-se em aplicar a prova IMAT? Quem pode se certificar?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o, temos alguns cursos de atualiza\u00e7\u00e3o profissional, mas n\u00e3o espec\u00edficos do IMAT. Sim, j\u00e1 tivemos gente que passa pela nossa unidade alguns meses para ver como funcionamos, os quais costumam ser alunos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">28. Andrea Lazcanoiturburu:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que voc\u00ea faria se a escola n\u00e3o colaborar e n\u00e3o responder aos question\u00e1rios?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 um problema, j\u00e1 que \u00e9 preciso demonstrar que o problema ocorre pelo menos em dois ambientes. E os ambientes cl\u00e1ssicos da crian\u00e7a s\u00e3o a casa e a escola. Por isso voc\u00ea precisa da colabora\u00e7\u00e3o da escola. Se o tutor n\u00e3o responde, conversamos com a escola ou procuramos outro professor que tenha no m\u00ednimo 3 meses de intera\u00e7\u00e3o com a crian\u00e7a. Uma vez que o tutor tenha claro como \u00e9 a crian\u00e7a, ele deveria responder os question\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre a palestra de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH, talvez tamb\u00e9m se interesse pelas seguintes informa\u00e7\u00f5es:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"O conceito de depend\u00eancia e o sistema de recompensa cerebral\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/o-conceito-de-adicao-e-o-sistema-de-recompensa-cerebral\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/El-concepto-de-adiccion-y-el-sistema-de-recompensa-cerebral-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ilustra\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro com luzes que destacam o circuito de recompensa e sua rela\u00e7\u00e3o com a depend\u00eancia; \u00fatil para contextualizar conceitos neurocognitivos no NeuronUP.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/El-concepto-de-adiccion-y-el-sistema-de-recompensa-cerebral-NeuronUP-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/El-concepto-de-adiccion-y-el-sistema-de-recompensa-cerebral-NeuronUP-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/o-conceito-de-adicao-e-o-sistema-de-recompensa-cerebral\/\" rel=\"bookmark\">O conceito de depend\u00eancia e o sistema de recompensa cerebral<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-formacao tag-neuropsicologia tag-trastornos-del-neurodesarrollo\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Por que fazer uma Especializa\u00e7\u00e3o em Neuropsicologia Infantil?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/por-que-fazer-um-especialista-em-neuropsicologia-infantil\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-05-at-3-08-32-PM-1160x819-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Banner colorido de Neuropsicologia Infantil para curso online da ITACA Forma\u00e7\u00e3o, com o diretor acad\u00eamico e cr\u00e9ditos.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-05-at-3-08-32-PM-1160x819-1-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/WhatsApp-Image-2021-12-05-at-3-08-32-PM-1160x819-1-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/por-que-fazer-um-especialista-em-neuropsicologia-infantil\/\" rel=\"bookmark\">Por que fazer uma Especializa\u00e7\u00e3o em Neuropsicologia Infantil?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuronup-academy tag-neuronup-academy tag-ponencia-de-neuronup-academy\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"As fun\u00e7\u00f5es executivas v\u00e3o al\u00e9m do cognitivo\u2026 at\u00e9 chegar ao eu\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/neuronup-academy\/as-funcoes-executivas-alem-do-cognitivo-ate-chegar-ao-eu\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/00_igor-bombin-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Retrato profissional em neuropsicologia, com fundo neutro e ilumina\u00e7\u00e3o clara, apto para conte\u00fados educativos sobre neuroreabilita\u00e7\u00e3o cognitiva.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/00_igor-bombin-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/00_igor-bombin-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/neuronup-academy\/as-funcoes-executivas-alem-do-cognitivo-ate-chegar-ao-eu\/\" rel=\"bookmark\">As fun\u00e7\u00f5es executivas v\u00e3o al\u00e9m do cognitivo\u2026 at\u00e9 chegar ao eu<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-deficiencia-intelectual tag-discapacidad-intelectual tag-estimulacion-cognitiva tag-testemunhos\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Novas tecnologias para pessoas com defici\u00eancia intelectual\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/deficiencia-intelectual\/novas-tecnologias-para-pessoas-com-deficiencias-intelectuais\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Fundacion-San-Francisco-de-Borja-2-e1651143946741-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Duas mulheres em uma sala de aula; uma orienta a outra, que utiliza um tablet durante uma sess\u00e3o terap\u00eautica de aprendizagem.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Fundacion-San-Francisco-de-Borja-2-e1651143946741-1-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Fundacion-San-Francisco-de-Borja-2-e1651143946741-1-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/deficiencia-intelectual\/novas-tecnologias-para-pessoas-com-deficiencias-intelectuais\/\" rel=\"bookmark\">Novas tecnologias para pessoas com defici\u00eancia intelectual<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-novidades-neuronup tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Viagem pela neuroreabilita\u00e7\u00e3o: O Calend\u00e1rio do Advento da NeuronUP\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/um-viagem-pela-neurorrehabilitacao-o-calendario-do-advento-do-neuronup\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Captura-de-pantalla-2024-12-01-a-las-10.05.16-scaled-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Captura de tela do cabe\u00e7alho do post, calend\u00e1rio do Advento de neurorehabilita\u00e7\u00e3o com flocos de neve.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Captura-de-pantalla-2024-12-01-a-las-10.05.16-scaled-1-400x300.webp 400w, 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style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"As fichas de estimula\u00e7\u00e3o cognitiva para adultos mais populares\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/as-fichas-de-estimulacao-cognitiva-para-adultos-mais-populares\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Seleccionar-elementos-de-una-categoria-2-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Interface do NeuronUP com \u00edcones de objetos dom\u00e9sticos: vaso sanit\u00e1rio, cadeira de praia, mop, telefone, controle remoto e aspirador de p\u00f3 para selecionar os elementos de uma categoria.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Seleccionar-elementos-de-una-categoria-2-400x300.webp 400w, 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Palestra sobre Avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH O professor universit\u00e1rio Mateu Servera ministrou uma palestra online e gratuita na NeuronUP Academy sobre avalia\u00e7\u00e3o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":10782,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[517],"tags":[771,765,601,751],"class_list":["type-post","category-neuronup-academy","tag-evaluacion-neuropsicologica","tag-ponencia-de-neuronup-academy","tag-tdah","tag-trastornos-del-neurodesarrollo","entry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13458","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13458"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13458\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10782"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13458"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13458"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13458"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}