{"id":13458,"date":"2025-08-15T10:57:02","date_gmt":"2025-08-15T10:57:02","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=13458"},"modified":"2025-08-15T10:57:02","modified_gmt":"2025-08-15T10:57:02","slug":"avaliacao-neuropsicologica-em-criancas-com-tda-h-respondendo-duvidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/neuronup-academy\/avaliacao-neuropsicologica-em-criancas-com-tda-h-respondendo-duvidas\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH &#8211; Respondendo d\u00favidas"},"content":{"rendered":"\n<p>O catedr\u00e1tico de psicologia Mateu Servera responde \u00e0s d\u00favidas pendentes sobre sua palestra acerca da avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com <strong>TDAH<\/strong> realizada no dia 24 de mar\u00e7o de 2022.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Palestra sobre avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH<\/h2>\n\n\n\n<p>O professor universit\u00e1rio Mateu Servera realizou uma palestra online e gratuita na <strong>NeuronUP Academy<\/strong> sobre avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH. Sua atividade docente foca em Psicopatologia e na avalia\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o em transtornos do comportamento infantil. Sua \u00e1rea de pesquisa concentrou-se no <strong>transtorno do d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade<\/strong> (TDAH), e mais especificamente no Tempo Cognitivo Lento (TCL).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a conclus\u00e3o da palestra, foi aberto um espa\u00e7o para perguntas ao vivo. No entanto, algumas ficaram pendentes, as quais ser\u00e3o respondidas a seguir:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">D\u00favidas sobre a palestra<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Paz Fern\u00e1ndez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ao aplicar os testes do <strong>paradigma de vigil\u00e2ncia<\/strong> e do <strong>paradigma de execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua<\/strong>, em qual dos dois \u00e9 previs\u00edvel que as crian\u00e7as com TDAH tenham pior desempenho?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ao aplicar os testes de aten\u00e7\u00e3o e comparar os dois estilos que mais utilizamos, paradigma de vigil\u00e2ncia e execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, <strong>onde devem apresentar mais problemas \u00e9 na vigil\u00e2ncia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Geralmente, no paradigma de vigil\u00e2ncia eles tendem a ter mais problemas do que na execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Al\u00e9m disso, devo dizer que a diferen\u00e7a, mais do que no desempenho (no resultado final ou na capacidade atencional), costuma estar na variabilidade do tempo de rea\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a medida-chave em crian\u00e7as com TDAH.<\/p>\n\n\n\n<p>Um aumento da variabilidade fora do padr\u00e3o, isto \u00e9, ficam em certos momentos muito focados e parecem r\u00e1pidos dentro do padr\u00e3o, e em outros momentos muito fora de tarefa, em geral detecta melhor a variabilidade do tempo de rea\u00e7\u00e3o do que o resultado final. Mas, comparativamente, o resultado final tamb\u00e9m deve apresentar mais problemas na vigil\u00e2ncia do que na execu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Cynthia Canales:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Trabalho com crian\u00e7as de <strong>Alta Capacidade<\/strong>, aplico regularmente o WISC-V e tenho detectado com frequ\u00eancia reclama\u00e7\u00f5es de pais e professores sobre TDAH. No entanto, ou os resultados est\u00e3o dentro da norma ou acima dela; em muitos casos h\u00e1 tend\u00eancia de queda no \u00edndice de <strong>mem\u00f3ria de trabalho<\/strong> e <strong>velocidade de processamento<\/strong>. Sabe-se que essas crian\u00e7as dependem muito do interesse ou motiva\u00e7\u00e3o que a tarefa gera. Por exemplo, em testes mais repetitivos, tendem a se envolver menos. Qual seria a chave para detectar o TDAH nessa popula\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Testes como o WISC-V talvez n\u00e3o sejam o melhor indicador para detectar TDAH<\/strong>. Isso se deve ao fato de que o desempenho, em geral, costuma ser alto em quase todas as medidas. Em geral, quando h\u00e1 tend\u00eancia a um \u00edndice baixo de mem\u00f3ria de trabalho e velocidade de processamento, a chave costuma estar na mem\u00f3ria de trabalho.<br>Em Alta Capacidade, geralmente as diferen\u00e7as s\u00e3o muito menores e \u00e9 mais dif\u00edcil de detectar. Portanto, o WISC-V n\u00e3o seria o melhor teste de avalia\u00e7\u00e3o, pois, em geral, eles podem super\u00e1-lo ou obter resultados elevados em todas as escalas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para mim, nessas crian\u00e7as <strong>a chave \u00e9 mais cl\u00ednica<\/strong>, ou seja, verificar se seus problemas de aten\u00e7\u00e3o, impulsividade e hiperatividade motora est\u00e3o muito fora do padr\u00e3o, e, certamente, n\u00e3o podem ser explicados por falta de motiva\u00e7\u00e3o, dada sua alta capacidade em sala de aula. Muitas vezes, nos problemas de comportamento assemelhados ao TDAH, \u00e9 preciso ter certeza de que n\u00e3o fazem parte de suas pr\u00f3prias caracter\u00edsticas comportamentais.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. In\u00e9s Ferreira:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em que medida os <strong>problemas atencionais<\/strong> invalidam testes que medem QI, isto \u00e9, QI baixo ou no limite, os quais s\u00e3o mais decorrentes das dificuldades que a crian\u00e7a apresenta ao realizar a tarefa? Nesse caso, qual teste seria menos sens\u00edvel a isso que menciono?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Sim, os problemas atencionais de focaliza\u00e7\u00e3o dessas crian\u00e7as afetam seu QI global. No entanto, \u00e9 preciso diferenciar que em crian\u00e7as com TDAH o QI global deve estar um pouco abaixo, mas ainda dentro da normalidade (entre aproximadamente 90 e 97). Ent\u00e3o, o problema atencional n\u00e3o deveria chegar ao ponto de invalidar a prova e provocar um QI limite ou baixo. Se apresentarem QI muito baixo, eu duvidaria que tudo seja TDAH e seria necess\u00e1rio considerar se essa crian\u00e7a tem baixas <strong>capacidades cognitivas<\/strong> e se aproxima mais dessa condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No momento atual, embora seja permitido o duplo diagn\u00f3stico entre <strong>defici\u00eancia intelectual<\/strong> e TDAH, fa\u00e7o parte do grupo de cl\u00ednicos que n\u00e3o adere muito a essa abordagem. Ou seja, para mim, o que prevalece nesse diagn\u00f3stico \u00e9 a defici\u00eancia intelectual. Pois, cabe destacar que crian\u00e7as com defici\u00eancia intelectual apresentam problemas de aten\u00e7\u00e3o e impulsividade, portanto, eu acredito que abordaria dessa forma.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">4. Emma Morales:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Quando h\u00e1 um diagn\u00f3stico principal, como o Transtorno do Espectro Autista, que aspectos devemos considerar para suspeitar de uma <strong>comorbidade<\/strong> com o TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><strong>O duplo diagn\u00f3stico de TEA e TDAH \u00e9 muito frequente<\/strong>. Se ambos aparecerem, para mim prevalece o TEA, que \u00e9 um transtorno que pode englobar mais problemas para a crian\u00e7a com TDAH, como problemas nos \u00e2mbitos social, emocional e da comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a maioria das crian\u00e7as com TEA apresenta problemas de desaten\u00e7\u00e3o e impulsividade. O duplo diagn\u00f3stico seria \u00fatil se for um TEA leve, pois seria poss\u00edvel trabalhar com a crian\u00e7a tanto do ponto de vista farmacol\u00f3gico quanto psicoeducativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, excluindo este caso, em geral no TEA t\u00edpico, n\u00e3o acredito que o duplo diagn\u00f3stico acrescente muito apenas por haver comportamentos de TDAH.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">5. Antonia Garc\u00eda Jim\u00e9nez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Como deve ser esse <strong>primeiro contato<\/strong> com uma crian\u00e7a com suspeita de TDAH em uma avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica? Devem ser seguidos certos passos de forma protocolar na primeira vez que a crian\u00e7a vem \u00e0 consulta?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Estamos em uma unidade onde as crian\u00e7as j\u00e1 s\u00e3o encaminhadas com <strong>suspeitas de TDAH<\/strong> e os pais j\u00e1 sabem por que vieram, mas as crian\u00e7as n\u00e3o. Uma pergunta que costumamos fazer \u00e0 crian\u00e7a antes de come\u00e7ar \u00e9: Voc\u00ea sabe por que est\u00e1 aqui?<\/p>\n\n\n\n<p>As respostas s\u00e3o m\u00faltiplas. Me doeu muito a resposta de uma crian\u00e7a de 7 anos que disse: \u201cestou aqui porque sou burro\u201d. Foi muito cruel, considerando que se trata de uma crian\u00e7a acostumada ao fracasso acad\u00eamico, a ser muito repreendida, punida, etc. Chega um momento em que ela passa por v\u00e1rias avalia\u00e7\u00f5es e conclui que \u00e9 burra. Por essa raz\u00e3o, \u00e9 muito importante explicar a essas crian\u00e7as que elas n\u00e3o s\u00e3o burras nem esquisitas, mas que existem formas diferentes de funcionar e que todos temos diferentes formas de ser. Deve-se focar nesse aspecto. Existem v\u00e1rios livros infantis sobre TDAH que servem para introduzir essas crian\u00e7as ao seu poss\u00edvel problema, mas certamente \u00e9 preciso evitar qualquer contato com termos como defici\u00eancia, transtorno e outras palavras que para as crian\u00e7as fazem pouco sentido ou relev\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia \u00e9 dizer a eles que todo mundo \u00e9 diferente, que podem ter algum problema n\u00e3o esperado que os impede de funcionar melhor e que devem treinar certas habilidades. \u00c9 preciso envolv\u00ea-los para que voc\u00ea possa prestar aten\u00e7\u00e3o, ouvir e compreender melhor e focar nessa \u00e1rea a poss\u00edvel problem\u00e1tica deles.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">6. Linda Ornelas:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em caso de obter um resultado inespec\u00edfico, devemos seguir um <strong>plano de tratamento<\/strong> focado no atendimento de pacientes com TDAH, mesmo sem ter um diagn\u00f3stico formal? Deve-se encaminhar ao m\u00e9dico imediatamente ou aguardar alguns meses para realizar a reavalia\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>H\u00e1 diferentes op\u00e7\u00f5es; para mim, quando nos deparamos com um TDAH inespec\u00edfico, o plano a seguir \u00e9 o acompanhamento. Deve-se realizar um treinamento para os tutores das crian\u00e7as e fazer um <strong>acompanhamento de 3 a 6 meses<\/strong> aproximadamente, para observar como respondem e o quanto avan\u00e7am conforme se adaptam \u00e0 escola, como v\u00e3o as avalia\u00e7\u00f5es, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia \u00e9 que, em no m\u00e1ximo 6 meses, possamos tomar uma decis\u00e3o definitiva. Ou damos um diagn\u00f3stico definitivo e \u00e9 TDAH, para o qual a crian\u00e7a deve receber um tratamento padr\u00e3o, ou descartamos e analisamos o que pode ter ocorrido.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o resultado for inespec\u00edfico, o ideal \u00e9 coloc\u00e1-lo em observa\u00e7\u00e3o e realizar esse acompanhamento, e n\u00e3o interven\u00e7\u00e3o direta, pois ainda n\u00e3o h\u00e1 um transtorno definido e h\u00e1 limita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">7. Eliana S\u00e1nchez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No caso de observarem-se sinais de TDAH, mas houver predomin\u00e2ncia de um <strong>transtorno de linguagem receptiva<\/strong>, pode-se considerar o TDAH como uma <strong>comorbidade<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Todos os <strong>transtornos do neurodesenvolvimento<\/strong> atualmente permitem duplo diagn\u00f3stico entre si, mas \u00e9 preciso definir bem qual \u00e9 o diagn\u00f3stico principal e quais s\u00e3o os secund\u00e1rios. Eu tamb\u00e9m colocaria o transtorno de linguagem receptiva como diagn\u00f3stico principal. Para mim, o TDAH \u00e9, entre aspas, um transtorno residual diante da clara predomin\u00e2ncia de um transtorno mais diagnostic\u00e1vel, como um transtorno de linguagem ou de comunica\u00e7\u00e3o. Seria necess\u00e1rio resolver esse problema primeiro antes de tratar o TDAH. Quando estiver melhorado, a\u00ed sim pode-se naturalmente focar nele.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, do meu ponto de vista e como venho dizendo no caso das comorbidades, o TDAH \u00e9 um transtorno por exclus\u00e3o, n\u00e3o o transtorno principal, a menos que seja o \u00fanico ou priorit\u00e1rio. Se houver outros transtornos do neurodesenvolvimento ou comportamentais presentes, eu os colocaria em primeiro lugar.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">8. Cecilio P\u00e9rez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O CARAS-R fornece um ICI; eu costumo us\u00e1-lo em avalia\u00e7\u00f5es com menores de 8 anos. Voc\u00ea n\u00e3o o recomenda por algum motivo espec\u00edfico? Qual sua opini\u00e3o sobre o R2 para maiores de 8 anos? Eu uso esses dois. O que os difere do EMI ou STOP?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O teste CARAS-R \u00e9 um <strong>teste perceptivo<\/strong> do meu ponto de vista. N\u00e3o nos trouxe bons resultados em aten\u00e7\u00e3o. Usamo-lo no in\u00edcio, mas j\u00e1 faz v\u00e1rios anos que n\u00e3o o utilizamos. Embora eu n\u00e3o seja especialista, n\u00e3o fiquei convencido. Depois que o testamos, passamos para os testes CPT e para testes de vigil\u00e2ncia espec\u00edficos. N\u00e3o tenho mais experi\u00eancia al\u00e9m do uso inicial, mas considero que em TDAH, tanto por pesquisa quanto por refer\u00eancias, os testes espec\u00edficos de aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o mais recomendados.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossas formas de escolher os testes s\u00e3o aquelas que vemos ter um bom respaldo em pesquisa ou que j\u00e1 usamos em cl\u00ednica e nos oferecem boas respostas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os testes EMI e STOP s\u00e3o duas provas de impulsividade, uma cognitiva e outra comportamental. Por um lado, o EMI \u00e9 um teste no qual a crian\u00e7a deve desenvolver uma estrat\u00e9gia de resolu\u00e7\u00e3o. Por outro lado, o teste STOP \u00e9 mais direto. \u00c9 um teste de controle motor bastante experimental em que a crian\u00e7a \u00e9 submetida a uma s\u00e9rie de <strong>est\u00edmulos<\/strong> aos quais aprende a responder. Posteriormente, h\u00e1 um sinal sonoro no qual deve inibir a resposta.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">9. Bel\u00e9n Prieto-Corona:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Voc\u00eas n\u00e3o consideram \u00fatil acrescentar a avalia\u00e7\u00e3o do <strong>funcionamento executivo<\/strong> de forma ecol\u00f3gica com o uso dos BRIEF?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Concordo totalmente em incorporar o teste BRIEF no protocolo. Al\u00e9m disso, usamos a escala de Barkley de funcionamento executivo para crian\u00e7as. \u00c9 muito parecida com o BRIEF, que tamb\u00e9m considero ideal e que deveria fazer parte da avalia\u00e7\u00e3o. Da mesma forma, os testes de funcionamento executivo ecol\u00f3gico distinguem muito bem o TDAH.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">10. Natalia Astudillo:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Existe um protocolo IMAT de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH para TEA? \u00c9 poss\u00edvel usar testes n\u00e3o normatizados em meu pa\u00eds caso n\u00e3o se encontre um j\u00e1 normatizado?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o temos um protocolo IMAT para TEA, pois n\u00e3o costumamos trabalhar esse transtorno. Entretanto, se lidamos com alguma medida de TEA em crian\u00e7as com comorbidade com TDAH. Existem, sim, v\u00e1rios testes derivados de muitas teorias que abordam esse tema. H\u00e1 diversos testes que podem ser encontrados at\u00e9 mesmo de forma gratuita.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">11. Patricia V\u00e1zquez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O que voc\u00ea acha de algumas opini\u00f5es de outros profissionais da Espanha que dizem que o TDAH \u00e9 um problema de <strong>desparentaliza\u00e7\u00e3o<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>H\u00e1 movimentos contr\u00e1rios a considerar o TDAH como transtorno, como movimentos negacionistas ou movimentos condicionais. Minha forma de entender o problema \u00e9 a partir de uma perspectiva <strong>neuropsicol\u00f3gica<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>De fato, h\u00e1 uma base e um funcionamento a n\u00edvel neuropsicol\u00f3gico que n\u00e3o funciona bem nessas crian\u00e7as. Esse deve ser o ponto b\u00e1sico de diagn\u00f3stico. Embora n\u00e3o tenhamos um teste definitivo, temos muitas evid\u00eancias em pesquisa que, para mim, s\u00e3o suficientes para considerar que esse \u00e9 o ponto de partida. Depois, esse ponto de partida \u00e9 influenciado por fatores ambientais, como a cria\u00e7\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o, o ambiente escolar, etc. \u00c9 claro que o TDAH \u00e9 um transtorno muito sens\u00edvel a condi\u00e7\u00f5es ambientais, mas n\u00e3o do ponto de vista causal. Uma coisa \u00e9 ter fatores moderadores do problema que precisam ser levados em conta, e outra s\u00e3o fatores de risco.<\/p>\n\n\n\n<p>Em conclus\u00e3o, eu consideraria o TDAH como um problema de <strong>neurodesenvolvimento<\/strong> muito influenciado por quest\u00f5es contextuais, entre elas o \u00e2mbito parental.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">12. Juan Carlos Guti\u00e9rrez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Qual \u00e9 sua opini\u00e3o sobre o uso do Nesplora para a <strong>avalia\u00e7\u00e3o do TDAH<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Me parece uma ferramenta interessante. No entanto, \u00e9 mais complexa do que testes de computador, evidentemente. Al\u00e9m disso, oferece um relat\u00f3rio de mobilidade da cabe\u00e7a e do corpo da crian\u00e7a durante os testes, o que me parece interessante e gosto muito.<\/p>\n\n\n\n<p>O Nesplora publicou trabalhos apresentando \u00edndices de sensibilidade e especificidade de diagn\u00f3stico bastante elevados, os quais, acredito, deveriam ser replicados n\u00e3o apenas por autores do \u00e2mbito do Nesplora. Da mesma forma, considero que \u00e9 um bom teste na \u00e1rea de aten\u00e7\u00e3o e deve ser usado de forma complementar com outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, pode-se dizer que \u00e9 um teste com pre\u00e7o mais elevado que os demais e que se podem obter resultados semelhantes com outras <strong>provas de aten\u00e7\u00e3o<\/strong> similares.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">13. Maria Fernanda Misti:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Podemos usar esse protocolo de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH depois que um neurologista nos encaminhe, ou a avalia\u00e7\u00e3o que fazemos constituiria o processo para dar o diagn\u00f3stico propriamente dito?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O protocolo que usamos \u00e9 por encaminhamento. As crian\u00e7as chegam encaminhadas de diversas origens: podem ser da escola, por suspeita dos pais, ou encaminhadas por um profissional. Por exemplo, um <strong>pediatra<\/strong>, um <strong>psic\u00f3logo<\/strong> ou um <strong>neur\u00f3logo<\/strong> que nos solicita uma avalia\u00e7\u00e3o. Quando o profissional nos pede uma avalia\u00e7\u00e3o, elaboramos um relat\u00f3rio e posteriormente o profissional avalia nossa proposta e \u00e9 ele quem conduz a interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Se a crian\u00e7a for encaminhada por um profissional, fazemos n\u00f3s o trabalho de avalia\u00e7\u00e3o e o profissional conduz a interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">14. Patricia De la Vega:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Qual diagn\u00f3stico seria atribu\u00eddo a menores de 6 anos quando o TDAH se torna evidente?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o fazemos diagn\u00f3stico antes dos 6 anos. Nesse caso, colocamos a crian\u00e7a em observa\u00e7\u00e3o. Ou seja, n\u00e3o haveria diagn\u00f3stico espec\u00edfico. No entanto, se a crian\u00e7a apresentar dificuldades em alguns \u00e2mbitos, fazemos um acompanhamento mais espec\u00edfico. Uma vez no ingresso no ensino fundamental, seria feito o diagn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">15. Daniel \u00d3scar Rodr\u00edguez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Crian\u00e7as com <strong>TDAH e autismo<\/strong>, poderia-se usar o IMAT?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Pode ser empregado desde que sejam crian\u00e7as com <strong>autismo leve ou Asperger<\/strong>. Insisto no que disse antes: se h\u00e1 um diagn\u00f3stico claro de autismo, o ponto central da interven\u00e7\u00e3o seria esse. O que o TDAH pode aportar como comorbidade \u00e9 relativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste caso de crian\u00e7as com TDAH e autismo leve, aplicamos o protocolo IMAT e n\u00e3o tivemos problemas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">16. Alejandra Olea:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Podem ser utilizados instrumentos de avalia\u00e7\u00e3o validados em cada pa\u00eds que avaliem fun\u00e7\u00f5es similares \u00e0s mencionadas aqui, seguindo o protocolo IMAT para avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Usamos escalas americanas, mas validadas na Espanha. Da mesma forma, utilizamos as duas normas, a americana e a espanhola. As comparamos nos relat\u00f3rios e s\u00e3o bastante semelhantes. Trabalhamos para tentar adequar ao m\u00e1ximo as normas ao contexto.<\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns pa\u00edses h\u00e1 trabalhos de valida\u00e7\u00e3o de cada um dos testes e em outros n\u00e3o. Seria necess\u00e1rio pesquisar em peri\u00f3dicos se esses resultados est\u00e3o dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">17. Marta Cid:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Cai em minhas m\u00e3os um relat\u00f3rio em que o diagn\u00f3stico \u00e9 TDAH com transtorno desafiador de oposi\u00e7\u00e3o e medica\u00e7\u00e3o prescrita. Mas, pela Agora, apenas mant\u00e9m a medica\u00e7\u00e3o. Isso est\u00e1 correto ou deveria haver acompanhamento?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Se apenas consta a medica\u00e7\u00e3o, deve ser um tipo de medica\u00e7\u00e3o para TDAH, que costuma ser controlada periodicamente. Por essa raz\u00e3o, tamb\u00e9m deve haver certo controle por parte do m\u00e9dico.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da medica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m deveria haver uma parte de <strong>capacita\u00e7\u00e3o de pais<\/strong>, de educadores e trabalho com a crian\u00e7a diretamente sobre <strong>controle e impulsividade<\/strong>. Ou seja, deveria existir um tratamento concomitante \u00e0 medica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">18. Irma Fern\u00e1ndez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No TDAH, apresentam-se <strong>altera\u00e7\u00f5es sensoriais<\/strong>?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica comum do TDAH. Se aparecerem, ter\u00edamos que verificar se h\u00e1 alguma outra comorbidade do <strong>neurodesenvolvimento<\/strong> que as cause diretamente. Por exemplo, espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">19. Alma Isabel Hern\u00e1ndez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os testes Moxo e Aula Nesplora podem ser determinantes, por si s\u00f3, para identificar d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Ambos s\u00e3o bons testes atencionais. Na minha opini\u00e3o, n\u00e3o servem para determinar o TDAH sozinhos, embora apresentem resultados muito impressionantes. Em testes de TDAH como esses, se obtivermos um resultado positivo e foram aplicados corretamente, geralmente algo ocorre. Mas, se derem negativo, n\u00e3o se pode descartar nada.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">20. Ana Pareja:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Neste protocolo de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH voc\u00eas n\u00e3o incluem o CABI como question\u00e1rio para pais e professores?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O teste CABI \u00e9 relativamente novo e estamos o incorporando cada vez mais no protocolo de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH. Atualmente, estamos em um projeto em andamento e confiamos que nos pr\u00f3ximos anos teremos um CABI normatizado para todo o territ\u00f3rio espanhol, dos 6 aos 18 anos. Por enquanto, o que temos est\u00e1 sendo utilizado, mas at\u00e9 que n\u00e3o esteja mais desenvolvido, n\u00e3o \u00e9 o teste principal.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">21. Susana Liszka:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O que determina a utiliza\u00e7\u00e3o de <strong>medica\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica<\/strong> no TDAH, na sua experi\u00eancia?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Fundamentalmente, de acordo com as principais diretrizes sobre o tema, a medica\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica n\u00e3o precisa ser a primeira escolha. Entretanto, \u00e9 uma \u00f3tima alternativa quando o TDAH se manifesta em grau moderado a grave e quando a interven\u00e7\u00e3o psicoeducativa \u00e9 muito dif\u00edcil. Al\u00e9m disso, costuma-se usar medica\u00e7\u00e3o quando h\u00e1 comorbidades que podem se aproximar de comportamentos graves.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, como a medica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o definitiva, mas sim um controle de sintomas, pode ser introduzida quando quiser. Por exemplo, voc\u00ea pode come\u00e7ar com uma interven\u00e7\u00e3o psicoeducativa com a crian\u00e7a e, se em 2 ou 3 meses perceber que n\u00e3o est\u00e1 evoluindo, pode incorporar a medica\u00e7\u00e3o farmacol\u00f3gica de forma adequada.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">22. Daniela Chamblas:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Na <strong>avalia\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong>, pode-se supor que crian\u00e7as com TDAH apresentam um desempenho cognitivo mais deficiente ou lento?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em parte, sim. Especialmente, os TDAH predominantemente desatentos, pois a lentid\u00e3o e a defici\u00eancia na focaliza\u00e7\u00e3o ficam mais evidentes. At\u00e9 mais do que nos impulsivos e hiperativos, cuja pr\u00f3pria atividade \u00e0s vezes permite um desempenho cognitivo melhor.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">23. Carolina Gonz\u00e1lez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Se h\u00e1 dificuldades marcadas no n\u00edvel atencional, tanto auditivo quanto visual, e MT e VP levemente alterados, mas se observam dificuldades significativas na mem\u00f3ria, isso ainda \u00e9 considerado TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A parte neuro\u00e9 complementar. \u00c9 preciso primeiro olhar o <strong>perfil comportamental<\/strong> do protocolo que for aplicado para determinar o que acontece. Uma vez que saibamos o que acontece a n\u00edvel comportamental, procede-se a analisar a parte neuro. Nessa parte, buscamos uma altera\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o espec\u00edfica do TDAH.<br>Os perfis neuro alterados n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficos de uma \u00e1rea. Ou seja, h\u00e1 crian\u00e7as com TDAH onde se pode ver que a mem\u00f3ria de trabalho est\u00e1 muito alterada e outras a aten\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se deve buscar um protocolo direto que indique TDAH, mas sim observar o espectro e ver se l\u00e1 ocorre essa altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">24. Almudena Ib\u00e1\u00f1ez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>No subtipo desatento, pode haver um perfil comportamental pouco relevante e, na minha opini\u00e3o, \u00e9 o mais dif\u00edcil de diagnosticar. Como esse subtipo funcionaria em seu modelo?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O desatento passa muito mais despercebido, principalmente porque pode falhar no perfil comportamental. Tamb\u00e9m porque no perfil comportamental pode demonstrar pouca participa\u00e7\u00e3o. No perfil comportamental em que normalmente se nota o TDAH \u00e9 nas condutas de desaten\u00e7\u00e3o. Nessa parte, tanto pais quanto educadores costumam detectar que algo n\u00e3o vai bem. Isso ocorre porque a crian\u00e7a est\u00e1 dispersa, desatenta, perdida em seu mundo, costuma confundir, etc. E \u00e9 nesse ponto que normalmente se detecta o problema na parte comportamental. Embora, evidentemente, passe mais despercebido, pois pode ser uma crian\u00e7a sem impulsividade nem hiperatividade.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s focar\u00edamos na parte de desaten\u00e7\u00e3o do perfil comportamental e depois observar\u00edamos o que acontece na parte neuro. Um bom conselho seria introduzir a medida de tempo cognitivo lento.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">25. Fabio Silva:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O Teste D2 e o Trail Making Test, voc\u00ea acha que s\u00e3o bons para avaliar um caso de TDAH?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao teste D2, utilizei-o no in\u00edcio, mas n\u00e3o funcionou bem para n\u00f3s. Pois nos detectava muito pouco, pelo menos em crian\u00e7as. Por outro lado, o Trail Making Test n\u00f3s usamos mais em adultos algumas vezes, mas n\u00e3o a fundo. Esse teste tamb\u00e9m n\u00e3o nos convenceu. No meu caso, n\u00e3o recomendaria nenhum dos dois testes, pois acredito que existem outras tarefas atencionais muito mais espec\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">26. Marcela G\u00f3mez:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Em algumas ocasi\u00f5es, n\u00e3o \u00e9 consistente a forma como uma crian\u00e7a interage nos diferentes grupos aos quais pertence (fam\u00edlia, escola, clube social ou esportivo e outros). Tamb\u00e9m h\u00e1 grupos que normalizam comportamentos, de modo que n\u00e3o representam um sintoma para um grupo, mas sim para outro. Como se procede nesses casos?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Respuesta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Quando fazemos o protocolo IMAT de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH, \u00e0s vezes recebemos avalia\u00e7\u00f5es de pais, tutores escolares, professores de atividades extracurriculares e de outros contextos. Pode-se coletar informa\u00e7\u00f5es de 3 ou 4 avaliadores distintos que interagem com a crian\u00e7a em ambientes diferentes, o que pode gerar falta de consist\u00eancia. Isso encontramos com certa frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso ter muito cuidado porque, como voc\u00eas sabem, o TDAH tem car\u00e1ter sindr\u00f4mico. Ou seja, precisa manifestar-se em dois ou mais ambientes. E, muitas vezes, essa condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 levada em conta.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o TDAH ocorrer apenas em um ambiente, colocamos em grande d\u00favida, e tecnicamente n\u00e3o seria poss\u00edvel fazer o diagn\u00f3stico. Entretanto, revisamos o caso e ficamos muito atentos ao que ocorreu com os outros avaliadores.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">27. Daniela Chamblas:<\/h4>\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Perguntas:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>S\u00e3o oferecidos cursos de capacita\u00e7\u00e3o para certificar-se na aplica\u00e7\u00e3o do teste IMAT? Quem pode se certificar?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o, temos alguns cursos de atualiza\u00e7\u00e3o profissional, mas n\u00e3o espec\u00edficos de IMAT. J\u00e1 tivemos pessoas que passam alguns meses em nossa unidade para ver como funcionamos, geralmente alunos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">28. Andrea Lazcanoiturburu:<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Pergunta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>O que voc\u00ea faria se a escola n\u00e3o colaborasse e n\u00e3o respondesse aos question\u00e1rios?<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Resposta:<\/em><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>\u00c9 um problema, pois \u00e9 necess\u00e1rio demonstrar que o problema ocorre ao menos em dois ambientes. E os ambientes cl\u00e1ssicos da crian\u00e7a s\u00e3o a casa e a escola. Por isso, voc\u00ea precisa da colabora\u00e7\u00e3o da escola. Se o tutor n\u00e3o responder, conversamos com a escola ou procuramos outro professor que tenha no m\u00ednimo 3 meses de intera\u00e7\u00e3o com a crian\u00e7a. Uma vez que o tutor compreenda como \u00e9 a crian\u00e7a, ele dever\u00e1 responder aos question\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre a palestra de avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH, talvez tamb\u00e9m se interesse pelas seguintes informa\u00e7\u00f5es:<\/h3>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Saiba mais sobre 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style=\"--button-background:var(--color-custom-1);--button-background-hover:#cc7e00;\"><a class=\"wp-block-button__link button   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/landing-store-user\/\">Solicitar Teste<img decoding=\"async\" class=\"wp-image-18719\" style=\"width: 8px;\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2022\/v3\/icon_rightArrow-white.svg\"><\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Triagem precoce da doen\u00e7a de Parkinson com IA: o sorriso como biomarcador digital\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/uncategorized\/rastreamento-precoce-do-parkinson-com-ia-o-sorriso-como-biomarcador-digital\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/La-sonrisa-como-biomarcador-digital-para-el-parkinson-un-nuevo-horizonte-en-el-cribado-accesible-scaled-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Idosa com cabelo grisalho veste blusa amarela listrada, sorrindo para a c\u00e2mera em ambiente interno claro e acolhedor.\" 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itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/desconstruindo-a-sindrome-de-myhre\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Deconstruyendo-el-sindrome-de-Myhre-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Mulher loira segurando uma crian\u00e7a pequena no colo, ambos com express\u00e3o neutra, em ambiente claro e minimalista.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Deconstruyendo-el-sindrome-de-Myhre-NeuronUP-300x225.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Deconstruyendo-el-sindrome-de-Myhre-NeuronUP-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Deconstruyendo-el-sindrome-de-Myhre-NeuronUP-768x576.webp 768w, 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tag-memoria\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"Tudo sobre a mem\u00f3ria\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/memoria\/tudo-sobre-a-memoria\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"265\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/todo-sobre-la-memoria.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Pessoa sentada em uma cafeteria, folheando um \u00e1lbum de fotos antigas, com c\u00e2mera, cadernos e l\u00e1pis sobre a mesa.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/todo-sobre-la-memoria-300x199.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/todo-sobre-la-memoria-768x509.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/todo-sobre-la-memoria-1024x679.webp 1024w, 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Palestra sobre avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em crian\u00e7as com TDAH O professor universit\u00e1rio Mateu Servera realizou uma palestra online e gratuita na NeuronUP Academy sobre avalia\u00e7\u00e3o neuropsicol\u00f3gica em &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":10782,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[517],"tags":[706,703,601,693],"class_list":{"2":"type-post","7":"category-neuronup-academy","8":"tag-avaliacao-neuropsicologica","9":"tag-palestra-da-academia-neuronup","10":"tag-tdah","11":"tag-transtornos-do-neurodesenvolvimento","12":"entry"},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13458","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13458"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13458\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10782"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13458"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13458"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13458"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}