{"id":11694,"date":"2022-03-30T19:05:54","date_gmt":"2022-03-30T17:05:54","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=11694"},"modified":"2022-03-30T19:05:54","modified_gmt":"2022-03-30T17:05:54","slug":"cerebro-e-fobias-como-se-relacionam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/cerebro\/cerebro-e-fobias-como-se-relacionam\/","title":{"rendered":"C\u00e9rebro e fobias: Como se relacionam?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"is-style-default has-xl-font-size wp-block-paragraph\">Voc\u00ea sabe como surgem as fobias? Voc\u00ea conseguiria identificar se tem alguma? ou Como elas s\u00e3o eliminadas? A neuropsic\u00f3loga Cintia Martos nos explica as principais caracter\u00edsticas das fobias e a <strong>rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e fobias.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o as fobias?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Uma fobia \u00e9 definida como um <strong>medo intenso<\/strong> que surge de forma imediata diante de um objeto ou situa\u00e7\u00e3o concreta. As fobias mais comuns costumam ser a certos animais ou insetos. Tamb\u00e9m, entre as fobias mais frequentes est\u00e3o o medo de voar, de alturas, de inje\u00e7\u00f5es ou de sangue. No entanto, as situa\u00e7\u00f5es e objetos f\u00f3bicos podem ser infinitamente variados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Embora o medo devesse ter como fim nos proteger, nas fobias ele se converte em algo desadaptativo que pode chegar a ser um impedimento para nossas <strong>atividades di\u00e1rias<\/strong>. Assim como os medos, as fobias tamb\u00e9m s\u00e3o aprendidas, acompanhando-se de mudan\u00e7as pl\u00e1sticas no c\u00e9rebro que ocorrem de forma muito r\u00e1pida. Da mesma forma, essas mudan\u00e7as s\u00e3o muito resistentes \u00e0 extin\u00e7\u00e3o, pois o organismo interpreta que sua sobreviv\u00eancia estaria em jogo se o medo cessasse.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Caracter\u00edsticas: sinais de que sofre de uma fobia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Segundo os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos do Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais V (DSM-V), as fobias apresentam as seguintes caracter\u00edsticas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>O objeto ou situa\u00e7\u00e3o que desencadeia o medo costuma ser evitado ativamente<\/strong>. A pessoa resiste permanecer na situa\u00e7\u00e3o temida, algo que pode provocar deterioro na qualidade de vida, sobretudo se o est\u00edmulo f\u00f3bico pode estar presente no dia a dia.<\/li><li>O medo ou a ansiedade \u00e9 <strong>persistente<\/strong>, durando mais de seis meses.<\/li><li>Se se reflete, <strong>a ansiedade experimentada \u00e9 desproporcional<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o ao perigo real que sup\u00f5e essa situa\u00e7\u00e3o ou objeto.<\/li><li>O medo, a ansiedade ou a evita\u00e7\u00e3o provocam um importante mal-estar ou <strong>acabam influenciando os \u00e2mbitos de funcionamento da pessoa<\/strong> (como o social ou o laboral).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como nascem as fobias?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">O medo e a ansiedade t\u00eam uma origem <strong>biol\u00f3gica<\/strong>, isto \u00e9, s\u00e3o respostas evolutivas cujo fim \u00e9 detectar ou antecipar um perigo. O medo acompanha-se de mudan\u00e7as auton\u00f4micas e end\u00f3crinas que preparam o organismo para reagir ao perigo (lutando, fugindo ou imobilizando-se) com o objetivo de aumentar a probabilidade de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">No entanto, esse medo pode ser <strong>desadaptativo<\/strong>, como sucede no caso das fobias. J\u00e1 que, al\u00e9m de n\u00e3o contribuir significativamente para a sobreviv\u00eancia, pode gerar dificuldades em nossa vida di\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Os organismos t\u00eam medos inatos, isto \u00e9, que podem <strong>surgir desde o nascimento<\/strong> sem que tenham sido aprendidos pela experi\u00eancia. Por exemplo, est\u00edmulos dolorosos ou muito intensos, como sons fortes. Contudo, \u00e0 medida que os seres vivos v\u00e3o conhecendo o mundo, v\u00e3o percebendo a exist\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es aversivas e perigosas. Pouco a pouco aprendem quais s\u00e3o e onde costumam aparecer para evit\u00e1-las ou enfrent\u00e1-las eficientemente. Esse medo aprendido continua sendo adaptativo, mas pode tornar-se desadaptativo como ocorre nas fobias e transtornos de ansiedade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Condicionamento pavloviano<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Quando um est\u00edmulo neutro, como um som, \u00e9 acompanhado de um est\u00edmulo aversivo, o est\u00edmulo neutro que no in\u00edcio n\u00e3o significava nada passar\u00e1 a provocar medo por si s\u00f3 no sujeito. Por exemplo, quando um som vai acompanhado de um choque el\u00e9trico. Isso ocorre porque se armazena rapidamente na mem\u00f3ria a conex\u00e3o som-choque el\u00e9trico, aparecendo a resposta de medo assim que se ouve o som. O aprendizado do medo costuma explicar-se atrav\u00e9s desse condicionamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">O condicionamento do medo \u00e9 um processo muito r\u00e1pido e poderoso. Ainda mais, uma \u00fanica apresenta\u00e7\u00e3o de dois est\u00edmulos desse tipo j\u00e1 pode estabelecer o aprendizado do medo na mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Teoria da prepara\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Segundo a Teoria da Prepara\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica de Martin Seligman, as fobias surgem por um conjunto de <strong>associa\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas<\/strong> que o organismo est\u00e1 predisposto evolutivamente a aprender de forma r\u00e1pida e persistente. Assim, o condicionamento a est\u00edmulos de medo relevantes como serpentes, aranhas, express\u00f5es faciais de medo ou raiva ou rostos de outros grupos sociais, \u00e9 mais resistente \u00e0 extin\u00e7\u00e3o e pode fixar-se sem que o indiv\u00edduo seja consciente disso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Uma vez aprendido, <strong>o medo condicionado pode permanecer por toda a vida<\/strong>. No entanto, as respostas de medo podem enfraquecer-se ou ser eliminadas com experi\u00eancias que demonstrem que esse est\u00edmulo j\u00e1 n\u00e3o prediz o perigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e fobias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">O processo de aquisi\u00e7\u00e3o das fobias tem umas <strong>bases cerebrais<\/strong>. Nosso c\u00e9rebro \u00e9 pl\u00e1stico, isto \u00e9, muda conforme nossos h\u00e1bitos e aprendizados. Quando se produz o condicionamento do medo, este acompanha-se de mudan\u00e7as moleculares e estruturais em certas neur\u00f4nias.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Estruturas cerebrais na rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e fobias<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Am\u00edgdala<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">A principal estrutura cerebral implicada nas fobias \u00e9 a <strong>am\u00edgdala<\/strong>. Essa estrutura est\u00e1 comumente associada \u00e0s emo\u00e7\u00f5es, sobretudo ao medo. Nela estabelecem-se as conex\u00f5es entre o est\u00edmulo temido e o contexto que o acompanha. Al\u00e9m disso, desencadeia respostas de ativa\u00e7\u00e3o do organismo para que reaja rapidamente ao perigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">\u00c9 uma \u00e1rea cerebral pequena em forma de am\u00eandoa situada no interior do nosso c\u00e9rebro que faz parte do <strong>sistema l\u00edmbico<\/strong> (sistema emocional). A am\u00edgdala \u00e9 uma estrutura complexa que cont\u00e9m v\u00e1rios grupos de neur\u00f4nios, cada um deles com fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e conectados entre si.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>A am\u00edgdala lateral<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">\u00c9 a que recebe toda a informa\u00e7\u00e3o sensorial (visual, auditiva, t\u00e1til\u2026) e a vincula ao est\u00edmulo temido. Al\u00e9m disso, demonstrou-se que essa informa\u00e7\u00e3o pode viajar por \u201cdois caminhos\u201d ou duas entradas sensoriais diferentes. Em primeiro lugar, a via tal\u00e2mica. Esta \u00e9 a via mais curta que transmite informa\u00e7\u00e3o rapidamente e de forma imprecisa. Em segundo lugar, a via cortical, onde se produz uma representa\u00e7\u00e3o mais complexa, elaborada e consciente do est\u00edmulo externo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Nessa \u00e1rea \u00e9 onde <strong>ocorrem as principais mudan\u00e7as sin\u00e1pticas<\/strong> no aprendizado da fobia. As conex\u00f5es neuronais fortalecem-se \u00e0 medida que se estabelece o condicionamento do medo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O n\u00facleo central da am\u00edgdala<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Responsabiliza-se por enviar a informa\u00e7\u00e3o processada a \u00e1reas do tronco encef\u00e1lico, que controlam a express\u00e3o das respostas de medo como a imobiliza\u00e7\u00e3o. Deste modo, ativam-se os sistemas adren\u00e9rgicos, serotonin\u00e9rgicos, dopamin\u00e9rgicos e colin\u00e9rgicos que ocasionam <strong>mudan\u00e7as end\u00f3crinas e auton\u00f4micas<\/strong> t\u00edpicas do medo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O n\u00facleo basal<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">\u00c9 o que recebe informa\u00e7\u00e3o do hipocampo, do c\u00f3rtex entorrinal e das \u00e1reas de associa\u00e7\u00e3o polimodal. Assim, essa zona da am\u00edgdala <strong>armazena informa\u00e7\u00e3o sobre o contexto ambiental<\/strong> onde a amea\u00e7a ocorreu. Por essa raz\u00e3o, sentimos medo em lugares onde surgiu um est\u00edmulo f\u00f3bico no passado, embora nesse momento n\u00e3o esteja presente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>As c\u00e9lulas intercaladas<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Grupo de neur\u00f4nios gaba\u00e9rgicos, isto \u00e9, inibit\u00f3rios. Podem <strong>inibir as respostas de medo<\/strong> \u201cbloqueando\u201d a informa\u00e7\u00e3o desde a am\u00edgdala lateral e basal at\u00e9 o n\u00facleo central. Por exemplo, perante um alarme falso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estudos interessantes sobre o c\u00e9rebro e as fobias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Por meio de estudos com animais demonstrou-se que, se se estimula o n\u00facleo central da am\u00edgdala, podem desencadear-se diferentes componentes da resposta de medo. Em contrapartida, se essa \u00e1rea \u00e9 lesionada, diminui o medo perante est\u00edmulos condicionados. Al\u00e9m disso, o sujeito n\u00e3o pode estabelecer novos medos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Por outro lado, se a les\u00e3o ocorre no hipocampo, que \u00e9 a regi\u00e3o que envia informa\u00e7\u00e3o \u00e0 am\u00edgdala sobre o lugar onde surgiu o est\u00edmulo temido, s\u00f3 desapareceria o medo ao contexto, mas n\u00e3o ao est\u00edmulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Quanto \u00e0 atividade cerebral nas fobias, em um estudo de Schienle&amp; cols. (2005), encontraram-se diferen\u00e7as entre as pessoas com fobia de aranhas e as que n\u00e3o tinham essa fobia enquanto observavam imagens desses insetos e outras neutras. Os f\u00f3bicos mostravam maior ativa\u00e7\u00e3o na am\u00edgdala, no c\u00f3rtex de associa\u00e7\u00e3o visual, no hipocampo direito e no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal dorsolateral direito. Esta \u00faltima \u00e1rea parece associar-se ao processamento de emo\u00e7\u00f5es negativas. Tamb\u00e9m foi observada ativa\u00e7\u00e3o na \u00e1rea motora suplementar (que se vincula \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o e motiva\u00e7\u00e3o para o movimento). Al\u00e9m disso, quanto mais desagrad\u00e1vel uma imagem era considerada, maior atividade na am\u00edgdala se encontrava.<\/p>\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Uma meta-an\u00e1lise publicada em 2012 destacou a hiperatividade na \u00ednsula (al\u00e9m da am\u00edgdala) de sujeitos f\u00f3bicos. Ambas as estruturas se relacionam com respostas emocionais negativas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Eliminar uma fobia levando em conta a rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e fobias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Uma fobia pode ser extinta por meio de <strong>exposi\u00e7\u00f5es repetidas ao est\u00edmulo temido em um contexto neutro ou seguro<\/strong>. Pouco a pouco, aprende-se que o objeto ou evento f\u00f3bico j\u00e1 n\u00e3o significa perigo. Essa \u00e9 a base das eficazes terapias de exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default wp-block-paragraph\">Tudo isso tem um suporte cerebral, pois demonstrou-se que a extin\u00e7\u00e3o do medo se relaciona com uma intera\u00e7\u00e3o entre a am\u00edgdala, o hipocampo e o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal medial.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"has-sm-font-size wp-block-list\"><li>Associa\u00e7\u00e3o Americana de Psiquiatria. (2013). Guia de consulta dos crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos do DSM-5.<\/li><li>Dbiec, J., &amp;LeDoux, J. (2009). Theamygdala and the neural pathwaysoffear. In Post-Traumatic Stress Disorder (pp. 23-38). Humana Press.<\/li><li>Etkin, A., &amp;Wager, T. D. (2007). Functional Neuroimaging of Anxiety: A Meta-Analysis of Emotional Processing in PTSD, Social AnxietyDisorder, and SpecificPhobia. The American Journal of Psychiatry, 164(10), 1476\u20131488. http:\/\/doi.org\/10.1176\/appi.ajp.2007.07030504<\/li><li>LaBar, K. S., &amp; Cabeza, R. (2006). Cognitive neuroscience of emotional memory. Nature Reviews Neuroscience, 7(1), 54.<\/li><li>S\u00e1nchez Navarro, J. P., &amp; Rom\u00e1n, F. (2004). Am\u00edgdala, c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal e especializa\u00e7\u00e3o hemisf\u00e9rica na experi\u00eancia e express\u00e3o emocional. Anales de psicolog\u00eda, 20(2).<\/li><li>Schienle, A., Sch\u00e4fer, A., Walter, B., Stark, R., &amp;Vaitl, D. (2005). Brainactivation of spider phobics towards disorder-relevant, generally disgust-and fear-inducing pictures.&nbsp;Neuroscience Letters,&nbsp;388(1), 1-6.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta entrada sobre c\u00e9rebro e fobias: \u00bfC\u00f3mo se relacionan?, talvez tamb\u00e9m lhe interesse:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-transtorno-bipolar tag-salud-mental\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Transtorno bipolar: o que \u00e9, tipos, causas, sintomas, diagn\u00f3stico e tratamento\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/transtorno-bipolar\/transtorno-bipolar-o-que-e-tipos-causas-sintomas-diagnostico-e-tratamento\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/hombre-joven-trastorno-de-bipolaridad-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Homem jovem com express\u00e3o neutra, fundo claro e camadas de sua figura que sugerem introspec\u00e7\u00e3o e foco em sa\u00fade mental.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/hombre-joven-trastorno-de-bipolaridad-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/hombre-joven-trastorno-de-bipolaridad-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doenca-mental\/transtorno-bipolar\/transtorno-bipolar-o-que-e-tipos-causas-sintomas-diagnostico-e-tratamento\/\" rel=\"bookmark\">Transtorno bipolar: o que \u00e9, tipos, causas, sintomas, diagn\u00f3stico e tratamento<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-neuropsicologia tag-neuropsicologia tag-ninos\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"A teoria do apego: o que \u00e9, postulados, aplica\u00e7\u00f5es e transtornos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/teoria-da-vinculacao-o-que-e-postulados-aplicacoes-e-perturbacoes\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/teoria-del-apego-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Adulto sentado abra\u00e7ando uma crian\u00e7a, sorrindo; paisagem natural com montanhas e c\u00e9u nublado, transmitindo calor humano e conex\u00e3o.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/teoria-del-apego-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/teoria-del-apego-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/teoria-da-vinculacao-o-que-e-postulados-aplicacoes-e-perturbacoes\/\" rel=\"bookmark\">A teoria do apego: o que \u00e9, postulados, aplica\u00e7\u00f5es e transtornos<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-novidades-neuronup tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"NOVIDADE Experi\u00eancia de navega\u00e7\u00e3o aprimorada dos resultados\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/experiencia-de-navegacao-melhorada-dos-resultados\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Experiencia-de-navegacion-mejorada-de-los-resultados-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Interface de resultados do NeuronUP com filtragem por usu\u00e1rio, lista de usu\u00e1rios e gr\u00e1fico de desempenho\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Experiencia-de-navegacion-mejorada-de-los-resultados-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Experiencia-de-navegacion-mejorada-de-los-resultados-800x600.webp 800w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Experiencia-de-navegacion-mejorada-de-los-resultados-1200x900.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/novidades-neuronup\/experiencia-de-navegacao-melhorada-dos-resultados\/\" rel=\"bookmark\">[NOVIDADE] Experi\u00eancia de navega\u00e7\u00e3o aprimorada dos resultados<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-deficiencia-intelectual tag-discapacidad-intelectual tag-estimulacion-cognitiva tag-testemunhos\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Novas tecnologias para pessoas com defici\u00eancia intelectual\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/deficiencia-intelectual\/novas-tecnologias-para-pessoas-com-deficiencias-intelectuais\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Fundacion-San-Francisco-de-Borja-2-e1651143946741-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Duas mulheres em uma sala de aula; uma orienta a outra, que utiliza um tablet durante uma sess\u00e3o terap\u00eautica de aprendizagem.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Fundacion-San-Francisco-de-Borja-2-e1651143946741-1-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Fundacion-San-Francisco-de-Borja-2-e1651143946741-1-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/deficiencia-intelectual\/novas-tecnologias-para-pessoas-com-deficiencias-intelectuais\/\" rel=\"bookmark\">Novas tecnologias para pessoas com defici\u00eancia intelectual<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade tag-tdah tag-trastornos-del-neurodesarrollo\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Breve panorama hist\u00f3rico do TDAH e seu impacto no funcionamento executivo\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/um-breve-historico-do-tdah-e-seu-impacto-no-funcionamento-executivo\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Nina-con-TDAH-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Menina em sala de aula, com caderno e materiais, express\u00e3o de concentra\u00e7\u00e3o e frustra\u00e7\u00e3o; foco no TDAH e na fun\u00e7\u00e3o executiva.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Nina-con-TDAH-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Nina-con-TDAH-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/um-breve-historico-do-tdah-e-seu-impacto-no-funcionamento-executivo\/\" rel=\"bookmark\">Breve panorama hist\u00f3rico do TDAH e seu impacto no funcionamento executivo<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-para-funcoes-cognitivas tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva-para-ninos tag-ninos\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Exerc\u00edcio de racioc\u00ednio com n\u00fameros para crian\u00e7as: \u00abPares com pares\u00bb\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/exercicio-de-raciocinio-com-numeros-para-criancas\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grade num\u00e9rica em interface educacional: n\u00fameros distribu\u00eddos em c\u00e9lulas, com se\u00e7\u00f5es PARES e \u00cdMPARES e bot\u00e3o Resolver.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1-300x224.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1-800x600.webp 800w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1-1024x765.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1-1200x900.webp 1200w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Pares-con-pares-1.webp 1255w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/exercicio-de-raciocinio-com-numeros-para-criancas\/\" rel=\"bookmark\">Exerc\u00edcio de racioc\u00ednio com n\u00fameros para crian\u00e7as: \u00abPares com pares\u00bb<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabe como surgem as fobias? Voc\u00ea conseguiria identificar se tem alguma? ou Como elas s\u00e3o eliminadas? A neuropsic\u00f3loga Cintia Martos nos explica as principais caracter\u00edsticas das fobias e a rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e9rebro e fobias. O que s\u00e3o as fobias? 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