{"id":11694,"date":"2025-07-29T10:57:02","date_gmt":"2025-07-29T10:57:02","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=11694"},"modified":"2025-07-29T10:57:02","modified_gmt":"2025-07-29T10:57:02","slug":"cerebro-e-fobias-como-se-relacionam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/cerebro\/cerebro-e-fobias-como-se-relacionam\/","title":{"rendered":"C\u00e9rebro e fobias: como se relacionam?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"is-style-default has-xl-font-size\">Voc\u00ea sabe como surgem as fobias? Voc\u00ea saberia identificar se sofre de alguma? Ou como elas s\u00e3o eliminadas? A neuropsic\u00f3loga Cintia Martos nos explica as principais caracter\u00edsticas das fobias e a <strong>rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9rebro e as fobias.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o fobias?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Uma fobia \u00e9 definida como um <strong>medo intenso<\/strong> que surge imediatamente diante de um objeto ou situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. As fobias mais comuns costumam ser relacionadas a certos animais ou insetos. Al\u00e9m disso, entre as fobias mais frequentes est\u00e3o o medo de voar, de altura, de inje\u00e7\u00f5es ou de sangue. No entanto, as situa\u00e7\u00f5es e objetos f\u00f3bicos podem ser infinitamente variados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Embora o medo devesse ter como finalidade nos proteger, nas fobias ele se torna algo desadaptativo que pode chegar a ser um impedimento para nossas <strong>atividades di\u00e1rias<\/strong>. Assim como os medos, as fobias tamb\u00e9m s\u00e3o aprendidas, acompanhadas por mudan\u00e7as pl\u00e1sticas no c\u00e9rebro que ocorrem de forma muito r\u00e1pida. Da mesma forma, essas mudan\u00e7as s\u00e3o muito resistentes \u00e0 extin\u00e7\u00e3o, pois o organismo interpreta que sua sobreviv\u00eancia estaria em risco se o medo cessasse.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Caracter\u00edsticas: sinais de que voc\u00ea sofre de uma fobia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Segundo os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos do Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais V (DSM-V), as fobias apresentam as seguintes caracter\u00edsticas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>O objeto ou situa\u00e7\u00e3o que desencadeia o medo tende a ser evitado ativamente<\/strong>. A pessoa resiste em permanecer na situa\u00e7\u00e3o temida, algo que pode causar preju\u00edzo na qualidade de vida, principalmente se o est\u00edmulo f\u00f3bico puder estar presente no dia a dia.<\/li><li>O medo ou a ansiedade \u00e9 <strong>persistente<\/strong>, durando mais de seis meses.<\/li><li>Se refletido, <strong>a ansiedade experimentada \u00e9 desproporcional<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o ao perigo real que essa situa\u00e7\u00e3o ou objeto representa.<\/li><li>O medo, a ansiedade ou a evita\u00e7\u00e3o causa um mal-estar significativo ou <strong>acaba influenciando os \u00e2mbitos de funcionamento da pessoa<\/strong> (como o social ou o profissional).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como surgem as fobias?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">O medo e a ansiedade t\u00eam uma origem <strong>biol\u00f3gica<\/strong>, ou seja, s\u00e3o respostas evolutivas cujo objetivo \u00e9 detectar ou antecipar um perigo. O medo acompanha-se de mudan\u00e7as auton\u00f4micas e end\u00f3crinas que preparam o organismo para reagir ao perigo (lutando, fugindo ou imobilizando-se) com o objetivo de aumentar a probabilidade de sobreviv\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">No entanto, esse medo pode ser <strong>desadaptativo<\/strong>, como ocorre no caso das fobias. Pois, al\u00e9m de n\u00e3o contribuir significativamente para a sobreviv\u00eancia, pode gerar dificuldades em nossa vida di\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Os organismos t\u00eam medos inatos, ou seja, que podem <strong>surgir desde o nascimento<\/strong> sem terem sido aprendidos pela experi\u00eancia. Por exemplo, est\u00edmulos dolorosos ou muito intensos, como sons altos. No entanto, \u00e0 medida que os seres vivos conhecem o mundo, percebem a exist\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es aversivas e perigosas. Aos poucos v\u00e3o aprendendo quais s\u00e3o e onde costumam ocorrer para evit\u00e1-las ou enfrent\u00e1-las de forma eficiente. Esse medo aprendido continua sendo adaptativo, mas pode tornar-se desadaptativo como ocorre nas fobias e transtornos de ansiedade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Condicionamento pavloviano<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Quando um est\u00edmulo neutro, como um som, \u00e9 acompanhado por um est\u00edmulo aversivo, o est\u00edmulo neutro que inicialmente n\u00e3o significava nada passa a provocar medo por si s\u00f3 no indiv\u00edduo. Por exemplo, quando um som vem acompanhado de um choque el\u00e9trico. Isso ocorre porque a conex\u00e3o som-choque el\u00e9trico \u00e9 rapidamente armazenada na mem\u00f3ria, surgindo a resposta de medo assim que o som \u00e9 ouvido. A aprendizagem do medo costuma ser explicada por meio desse condicionamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">O condicionamento do medo \u00e9 um processo muito r\u00e1pido e poderoso. Mais ainda, uma \u00fanica apresenta\u00e7\u00e3o dos dois est\u00edmulos desse tipo j\u00e1 pode estabelecer a aprendizagem do medo na mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Teoria da prepara\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Segundo a Teoria da Prepara\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica de Martin Seligman, as fobias surgem por um conjunto de <strong>associa\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas<\/strong> que o organismo est\u00e1 evolutivamente predisposto a aprender de forma r\u00e1pida e persistente. Assim, o condicionamento a est\u00edmulos de medo relevantes como cobras, aranhas, express\u00f5es faciais de medo ou raiva, ou rostos de outros grupos sociais, \u00e9 mais resistente \u00e0 extin\u00e7\u00e3o e pode se consolidar sem que o indiv\u00edduo tenha consci\u00eancia disso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Uma vez aprendido, <strong>o medo condicionado pode permanecer durante toda a vida<\/strong>. No entanto, as respostas de medo podem enfraquecer ou ser eliminadas com experi\u00eancias que demonstrem que esse est\u00edmulo j\u00e1 n\u00e3o prediz perigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9rebro e as fobias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">O processo de aquisi\u00e7\u00e3o das fobias possui <strong>bases cerebrais<\/strong>. Nosso c\u00e9rebro \u00e9 pl\u00e1stico, ou seja, muda de acordo com nossos h\u00e1bitos e aprendizados. Quando ocorre o condicionamento do medo, ele vem acompanhado de mudan\u00e7as moleculares e estruturais em certos neur\u00f4nios.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Estruturas cerebrais na rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9rebro e as fobias<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Am\u00edgdala<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">A principal estrutura cerebral envolvida nas fobias \u00e9 a <strong>am\u00edgdala<\/strong>. Essa estrutura est\u00e1 comumente associada \u00e0s emo\u00e7\u00f5es, especialmente ao medo. Nela, estabelecem-se as conex\u00f5es entre o est\u00edmulo temido e o contexto que o acompanha. Al\u00e9m disso, desencadeia respostas de ativa\u00e7\u00e3o do organismo para que ele reaja rapidamente ao perigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">\u00c9 uma pequena \u00e1rea cerebral em forma de am\u00eandoa situada no interior de nosso c\u00e9rebro, que faz parte do <strong>sistema l\u00edmbico<\/strong> (sistema emocional). A am\u00edgdala \u00e9 uma estrutura complexa que cont\u00e9m v\u00e1rios grupos de neur\u00f4nios, cada um com fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e conectados entre si.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Am\u00edgdala lateral<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">\u00c9 aquela que recebe todas as informa\u00e7\u00f5es sensoriais (visuais, auditivas, t\u00e1teis\u2026) e as vincula ao est\u00edmulo temido. Al\u00e9m disso, foi demonstrado que essas informa\u00e7\u00f5es podem viajar por \u201cdois caminhos\u201d ou duas entradas sensoriais diferentes. Em primeiro lugar, a via tal\u00e2mica. Essa \u00e9 a via mais curta, que transmite informa\u00e7\u00f5es rapidamente e de forma imprecisa. Em segundo lugar, a via cortical, onde ocorre uma representa\u00e7\u00e3o mais complexa, elaborada e consciente do est\u00edmulo externo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Nessa \u00e1rea \u00e9 onde <strong>ocorrem as principais mudan\u00e7as sin\u00e1pticas<\/strong> na aprendizagem da fobia. As conex\u00f5es neurais se fortalecem \u00e0 medida que o condicionamento do medo se estabelece.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O n\u00facleo central da am\u00edgdala<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">\u00c9 respons\u00e1vel por enviar as informa\u00e7\u00f5es processadas \u00e0s \u00e1reas do tronco cerebral, que controlam a express\u00e3o das respostas de medo, como a imobiliza\u00e7\u00e3o. Dessa forma, s\u00e3o ativados os sistemas adren\u00e9rgico, serotonin\u00e9rgico, dopamin\u00e9rgico e colin\u00e9rgico que ocasionam <strong>mudan\u00e7as end\u00f3crinas e auton\u00f4micas<\/strong> t\u00edpicas do medo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>O n\u00facleo basal<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">\u00c9 aquele que recebe informa\u00e7\u00f5es do hipocampo, do c\u00f3rtex entorrinal e das \u00e1reas de associa\u00e7\u00e3o polimodal. Da mesma forma, essa regi\u00e3o da am\u00edgdala <strong>armazena informa\u00e7\u00f5es sobre o contexto ambiental<\/strong> onde a amea\u00e7a ocorreu. Por essa raz\u00e3o, sentimos medo em lugares onde um est\u00edmulo f\u00f3bico apareceu no passado, mesmo que naquele momento ele n\u00e3o esteja presente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>As c\u00e9lulas intercaladas<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Grupo de neur\u00f4nios gaba\u00e9rgicos, ou seja, inibit\u00f3rios. Podem <strong>inibir as respostas de medo<\/strong> \u201cbloqueando\u201d as informa\u00e7\u00f5es da am\u00edgdala lateral e basal at\u00e9 o n\u00facleo central. Por exemplo, em caso de um alarme falso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estudos interessantes sobre o c\u00e9rebro e as fobias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Por meio de estudos com animais, foi demonstrado que, se o n\u00facleo central da am\u00edgdala \u00e9 estimulado, podem ser desencadeados diferentes componentes da resposta de medo. Em contrapartida, se essa \u00e1rea for lesionada, o medo diante de est\u00edmulos condicionados diminui. Al\u00e9m disso, o indiv\u00edduo n\u00e3o consegue estabelecer novos medos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Por outro lado, se a les\u00e3o ocorrer no hipocampo, que \u00e9 a regi\u00e3o que envia informa\u00e7\u00f5es \u00e0 am\u00edgdala sobre o local onde o est\u00edmulo temido surgiu, apenas o medo ao contexto desapareceria, mas n\u00e3o o medo ao est\u00edmulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Quanto \u00e0 atividade cerebral em fobias, em um estudo de Schienle &#038; cols. (2005), foram encontradas diferen\u00e7as entre pessoas com fobia de aranhas e aquelas sem essa fobia enquanto observavam imagens desses insetos e outras neutras. Os f\u00f3bicos apresentaram maior ativa\u00e7\u00e3o na am\u00edgdala, no c\u00f3rtex de associa\u00e7\u00e3o visual, no hipocampo direito e no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal dorsolateral direito. Essa \u00faltima \u00e1rea parece associar-se ao processamento de emo\u00e7\u00f5es negativas. Tamb\u00e9m foi observada ativa\u00e7\u00e3o na \u00e1rea motora suplementar (que se vincula \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o e motiva\u00e7\u00e3o para o movimento). Al\u00e9m disso, quanto mais desagrad\u00e1vel a imagem era considerada, maior atividade na am\u00edgdala foi encontrada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Um meta-an\u00e1lise publicado em 2012 destacou a hiperatividade na \u00ednsula (al\u00e9m da am\u00edgdala) de sujeitos f\u00f3bicos. Ambas as estruturas relacionam-se com respostas emocionais negativas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Eliminar uma fobia considerando a rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9rebro e as fobias<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Uma fobia pode ser extinta por meio de <strong>exposi\u00e7\u00f5es repetidas ao est\u00edmulo temido em um contexto neutro ou seguro<\/strong>. Aos poucos, aprende-se que o objeto ou evento f\u00f3bico j\u00e1 n\u00e3o significa perigo. Essa \u00e9 a base das efetivas terapias de exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"is-style-default\">Tudo isso possui um suporte cerebral, pois foi demonstrado que a extin\u00e7\u00e3o do medo relaciona-se com uma intera\u00e7\u00e3o entre a am\u00edgdala, o hipocampo e o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal medial.<\/p>\n\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained\">\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Saiba mais sobre <br><strong>NeuronUP<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button--1\" style=\"--button-outline-color:var(--color-white);--button-outline-color-hover:rgba(0,0,0,0.8);\"><a class=\"wp-block-button__link button button-outline   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/solicitacao-informacao\/\">Solicitar Informa\u00e7\u00f5es<\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column br-0111 p-5 particle-bg anims-fadein-up has-primary-background-color has-background is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<h2 class=\"wp-block-heading has-white-color has-text-color\">Experimente Gratuitamente<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-text-color\">A plataforma que mais de <strong>4.500 profissionais<\/strong> utilizam todos os dias<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button orange-button\" style=\"--button-background:var(--color-custom-1);--button-background-hover:#cc7e00;\"><a class=\"wp-block-button__link button   wp-element-button\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/landing-store-user\/\">Solicitar Teste<img decoding=\"async\" class=\"wp-image-18719\" style=\"width: 8px;\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2022\/v3\/icon_rightArrow-white.svg\"><\/a><\/div>\n\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<h2>Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"has-sm-font-size wp-block-list\"><li>Associa\u00e7\u00e3o Americana de Psiquiatria. (2013). Guia de consulta dos crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos do DSM-5.<\/li><li>Dbiec, J., &amp;LeDoux, J. (2009). Theamygdala and the neural pathwaysoffear. In Post-Traumatic Stress Disorder (pp. 23-38). Humana Press.<\/li><li>Etkin, A., &amp;Wager, T. D. (2007). Functional Neuroimaging of Anxiety: A Meta-Analysis of Emotional Processing in PTSD, Social AnxietyDisorder, and SpecificPhobia. The American Journal of Psychiatry, 164(10), 1476\u20131488. http:\/\/doi.org\/10.1176\/appi.ajp.2007.07030504<\/li><li>LaBar, K. S., &amp; Cabeza, R. (2006). Cognitive neuroscience of emotional memory. Nature Reviews Neuroscience, 7(1), 54.<\/li><li>S\u00e1nchez Navarro, J. P., &amp; Rom\u00e1n, F. (2004). Am\u00edgdala, c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal e especializa\u00e7\u00e3o hemisf\u00e9rica na experi\u00eancia e express\u00e3o emocional. Anales de psicolog\u00eda, 20(2).<\/li><li>Schienle, A., Sch\u00e4fer, A., Walter, B., Stark, R., &amp;Vaitl, D. (2005). Brainactivation of spider phobics towards disorder-relevant, generally disgust-and fear-inducing pictures.&nbsp;Neuroscience Letters,&nbsp;388(1), 1-6.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou desta entrada sobre c\u00e9rebro e fobias, talvez tamb\u00e9m se interesse por:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-deterioracao-cognitiva tag-envelhecimento-normal tag-idosos\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Como se explica a deteriora\u00e7\u00e3o cognitiva em pessoas de cinquenta anos?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/deterioracao-cognitiva\/como-se-explica-o-deterioro-cognitivo-das-pessoas-de-cinquenta-anos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Como-se-explica-el-deterioro-cognitivo-de-las-personas-de-cincuenta-anos-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grupo de cinco pessoas brindando em restaurante elegante, mesa posta com pratos e copos cheios, ilumina\u00e7\u00e3o natural suave.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Como-se-explica-el-deterioro-cognitivo-de-las-personas-de-cincuenta-anos-NeuronUP-300x200.webp 300w, 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pessoas de cinquenta anos?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-de-linguagem tag-atividades-de-estimulacao-cognitiva tag-atividades-de-estimulacao-cognitiva-para-criancas tag-criancas tag-noticias-da-neuronup\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Atividade para associar fonema ao grafema: Detetive de letras\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-linguagem\/atividade-para-associar-fonema-com-grafema\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"268\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Actividad-para-asociar-fonema-con-grafema.-Detective-de-letras.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Crian\u00e7a com hula hoop diante de tela azul; instru\u00e7\u00e3o para 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href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-linguagem\/atividade-para-associar-fonema-com-grafema\/\" rel=\"bookmark\">Atividade para associar fonema ao grafema: Detetive de letras<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade tag-tdah\" style=\"--entry-index:3;\" aria-label=\"Um breve hist\u00f3rico do TDAH e seu impacto no funcionamento executivo\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/tdah-transtorno-deficit-atencao-hiperatividade\/um-breve-historico-do-tdah-e-seu-impacto-no-funcionamento-executivo\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" 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rel=\"bookmark\">Um breve hist\u00f3rico do TDAH e seu impacto no funcionamento executivo<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-dano-cerebral tag-acidente-vascular-cerebral tag-lesao-cerebral-adquirida\" style=\"--entry-index:4;\" aria-label=\"Transtornos psiqui\u00e1tricos em les\u00e3o cerebral adquirida\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/transtornos-psiquiatricos-dano-cerebral-adquirido\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"127\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/trastornos-psiquiatricos-en-dano-cerebral.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"S\u00edmbolo de cora\u00e7\u00e3o estilizado dividido em roxo e azul-claro, design minimalista que representa sa\u00fade mental ap\u00f3s dano cerebral.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/trastornos-psiquiatricos-en-dano-cerebral-300x95.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/trastornos-psiquiatricos-en-dano-cerebral-768x243.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/trastornos-psiquiatricos-en-dano-cerebral-1024x324.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/trastornos-psiquiatricos-en-dano-cerebral.webp 1200w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/dano-cerebral\/transtornos-psiquiatricos-dano-cerebral-adquirido\/\" rel=\"bookmark\">Transtornos psiqui\u00e1tricos em les\u00e3o cerebral adquirida<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"Leituras recomendadas sobre TEAF\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/uncategorized\/leituras-recomendadas-sobre-teaf\/\" rel=\"bookmark\">Leituras recomendadas sobre TEAF<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-esquizofrenia tag-esquizofrenia tag-inteligencia-emocional tag-saude-mental\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Processamento emocional em esquizofrenia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" 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Voc\u00ea saberia identificar se sofre de alguma? Ou como elas s\u00e3o eliminadas? A neuropsic\u00f3loga Cintia Martos nos explica as principais caracter\u00edsticas das fobias e a rela\u00e7\u00e3o entre o c\u00e9rebro e as fobias. O que s\u00e3o fobias? 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