{"id":11099,"date":"2026-05-04T09:57:26","date_gmt":"2026-05-04T07:57:26","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/?p=11099"},"modified":"2026-05-04T09:57:26","modified_gmt":"2026-05-04T07:57:26","slug":"disforia-de-genero-na-infancia-e-na-adolescencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/cerebro\/disforia-de-genero\/disforia-de-genero-na-infancia-e-na-adolescencia\/","title":{"rendered":"Disforia de g\u00eanero na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia. Tratamentos e consequ\u00eancias psicossociais"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-xl-font-size\">Voc\u00ea sabe o que \u00e9 a <strong>disforia de g\u00eanero<\/strong>?  E as causas, tratamentos e consequ\u00eancias psicossociais que essas pessoas vivenciam? A neuropsic\u00f3loga Daniela Ramos explica para voc\u00ea neste artigo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diferen\u00e7a entre sexo e g\u00eanero<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma <strong>pessoa transg\u00eanero<\/strong> \u00e9 aquela que sente uma <strong>dison\u00e2ncia entre o sexo biol\u00f3gico e sua identidade de g\u00eanero<\/strong>. Muitas vezes, os conceitos de sexo e g\u00eanero s\u00e3o usados indistinta e indevidamente, o que pode gerar confus\u00e3o quando se tratam assuntos como o presente. Por isso, \u00e9 necess\u00e1rio, em primeira inst\u00e2ncia, esclarecer o significado e as diferen\u00e7as de cada termo<sup>1<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sexo<\/strong>: caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas e fisiol\u00f3gicas que definem uma pessoa como masculino ou feminino. O sexo inclui horm\u00f4nios, \u00f3rg\u00e3os genitais, cromossomos sexuais e gen\u00e9tica, e \u00e9 atribu\u00eddo ao nascer levando em conta esses fatores.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>G\u00eanero<\/strong>: caracter\u00edsticas socialmente constru\u00eddas que definem o papel de uma pessoa na sociedade, e a categorizam como homem e mulher. O g\u00eanero inclui identidade, conduta e cren\u00e7as, e determina a maneira como as pessoas devem interagir com outras do mesmo sexo ou do sexo oposto dentro dos lares, as comunidades e os locais de trabalho.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a disforia de g\u00eanero?<\/h2>\n\n\n\n<p>Tendo claros esses dois conceitos, pode-se entender a disforia de g\u00eanero (DG) como o diagn\u00f3stico psiqui\u00e1trico caracterizado por um desconforto psicol\u00f3gico significativo devido a uma <strong>dison\u00e2ncia entre o sexo biol\u00f3gico, atribu\u00eddo ao nascer, e a identidade de g\u00eanero<\/strong>. Essa disson\u00e2ncia costuma aparecer em idade precoce, de modo que as crian\u00e7as com DG apresentam comportamentos e prefer\u00eancias que n\u00e3o correspondem ao seu sexo biol\u00f3gico<sup>2<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crit\u00e9rios para o diagn\u00f3stico da disforia de g\u00eanero<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Crit\u00e9rios para o diagn\u00f3stico da disforia de g\u00eanero em crian\u00e7as<\/h3>\n\n\n\n<p>Segundo o Manual diagn\u00f3stico e estat\u00edstico de transtornos mentais, quinta edi\u00e7\u00e3o (DSM-V)<sup>3<\/sup>, os crit\u00e9rios para o diagn\u00f3stico de disforia de g\u00eanero em <strong>crian\u00e7as<\/strong> s\u00e3o os seguintes:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Uma marcada incongru\u00eancia entre o sexo que a pessoa sente ou expressa e aquele que lhe \u00e9 atribu\u00eddo, com dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de <strong>seis meses<\/strong>, manifestada por um<strong> m\u00ednimo de seis das caracter\u00edsticas a seguir <\/strong>(uma das quais deve ser o Crit\u00e9rio A1):<\/li>\n\n\n\n<li>Um poderoso desejo de ser do outro sexo ou uma insist\u00eancia de que ele ou ela \u00e9 do sexo oposto (ou de um sexo alternativo distinto daquele que lhe \u00e9 atribu\u00eddo).<\/li>\n\n\n\n<li>Nos meninos (sexo atribu\u00eddo), uma forte prefer\u00eancia pelo travestismo ou por simular vestimentas femininas; nas meninas (sexo atribu\u00eddo) uma forte prefer\u00eancia por vestir somente roupas tipicamente masculinas e uma forte resist\u00eancia a vestir roupas tipicamente femininas.<\/li>\n\n\n\n<li>Prefer\u00eancias marcadas e persistentes pelo papel do outro sexo ou fantasias referentes a pertencer ao outro sexo.<\/li>\n\n\n\n<li>Uma marcada prefer\u00eancia por brinquedos, jogos ou atividades habitualmente utilizados ou praticados pelo sexo oposto.<\/li>\n\n\n\n<li>Uma marcada prefer\u00eancia por companheiros de brincadeira do sexo oposto.<\/li>\n\n\n\n<li>Nos meninos (sexo atribu\u00eddo), uma forte rejei\u00e7\u00e3o a brinquedos, jogos e atividades tipicamente masculinos, assim como uma marcada evita\u00e7\u00e3o de brincadeiras bruscas; nas meninas (sexo atribu\u00eddo), uma forte rejei\u00e7\u00e3o a brinquedos, jogos e atividades tipicamente femininos.<\/li>\n\n\n\n<li>Um marcado desgosto com a pr\u00f3pria anatomia sexual.<\/li>\n\n\n\n<li>Um forte desejo de possuir os caracteres sexuais tanto prim\u00e1rios como secund\u00e1rios, correspondentes ao sexo que se sente.<\/li>\n\n\n\n<li>O problema est\u00e1 associado a um mal-estar clinicamente significativo ou a um comprometimento no \u00e2mbito social, escolar ou em outras \u00e1reas importantes do funcionamento.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Crit\u00e9rios para o diagn\u00f3stico da disforia de g\u00eanero em adolescentes e adultos<\/h3>\n\n\n\n<p>No caso dos <strong>adolescentes<\/strong>, os crit\u00e9rios s\u00e3o os mesmos que para os adultos:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Uma marcada incongru\u00eancia entre o sexo que a pessoa sente ou expressa e aquele que lhe \u00e9 atribu\u00eddo, com dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de <strong>seis meses<\/strong>, manifestada por um m\u00ednimo de duas das caracter\u00edsticas seguintes:<\/li>\n\n\n\n<li>Uma marcada incongru\u00eancia entre o sexo que a pessoa sente ou expressa e seus caracteres sexuais prim\u00e1rios ou secund\u00e1rios (ou, em adolescentes jovens, os caracteres sexuais secund\u00e1rios previstos).<\/li>\n\n\n\n<li>Um forte desejo de se livrar dos caracteres sexuais pr\u00f3prios prim\u00e1rios ou secund\u00e1rios, devido a uma marcada incongru\u00eancia com o sexo que se sente ou se expressa (ou em adolescentes jovens, um desejo de impedir o desenvolvimento dos caracteres sexuais secund\u00e1rios previstos).<\/li>\n\n\n\n<li>Um forte desejo de possuir os caracteres sexuais, tanto prim\u00e1rios quanto secund\u00e1rios, correspondentes ao sexo oposto.<\/li>\n\n\n\n<li>Um forte desejo de ser do outro sexo (ou de um sexo alternativo distinto daquele que lhe \u00e9 atribu\u00eddo).<\/li>\n\n\n\n<li>Um forte desejo de ser tratado como do outro sexo (ou de um sexo alternativo distinto daquele que lhe \u00e9 atribu\u00eddo).<\/li>\n\n\n\n<li>Uma forte convic\u00e7\u00e3o de que se tem os sentimentos e rea\u00e7\u00f5es t\u00edpicos do outro sexo (ou de um sexo alternativo distinto daquele que lhe \u00e9 atribu\u00eddo).<\/li>\n\n\n\n<li>O problema est\u00e1 associado a um mal-estar clinicamente significativo ou a um comprometimento no \u00e2mbito social, laboral ou em outras \u00e1reas importantes do funcionamento.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Causas da disforia de g\u00eanero<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fatores hormonais<\/h3>\n\n\n\n<p>Embora tenham sido feitos esfor\u00e7os para determinar as causas da disforia de g\u00eanero, os resultados das pesquisas n\u00e3o s\u00e3o conclusivos. Entre as hip\u00f3teses levantadas, destacam-se os <strong>fatores hormonais<\/strong> como poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o, de modo que uma produ\u00e7\u00e3o at\u00edpica de horm\u00f4nios sexuais na fase pr\u00e9-natal leva a mudan\u00e7as na ativa\u00e7\u00e3o de circuitos cerebrais durante a puberdade que explicariam a incongru\u00eancia experimentada por essa popula\u00e7\u00e3o<sup>4<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao anterior, diversos estudos em adultos demonstraram que existe um padr\u00e3o de ativa\u00e7\u00e3o particular em pessoas transg\u00eanero que difere do dos homens e das mulheres<sup>5-7<\/sup>. Esses achados foram explorados em popula\u00e7\u00e3o infantil no estudo de Nota e colaboradores<sup>8<\/sup>, onde os adolescentes, mas n\u00e3o as crian\u00e7as, apresentaram padr\u00f5es de conectividade funcional (CF) semelhantes ao seu g\u00eanero vivenciado e n\u00e3o ao sexo. Cabe ressaltar que s\u00e3o necess\u00e1rios mais estudos nessa linha de pesquisa para consolidar essa hip\u00f3tese.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Fator gen\u00e9tico<\/h3>\n\n\n\n<p>Por outro lado, encontrou-se que irm\u00e3os g\u00eameos monocig\u00f3ticos t\u00eam maior probabilidade de ambos terem DG do que irm\u00e3os dizig\u00f3ticos. Isso sugere que existe um <strong>fator gen\u00e9tico<\/strong> que parece desempenhar um papel relevante no desenvolvimento da DG; no entanto, ainda n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias suficientes a esse respeito<sup>9<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Perspectiva psicossocial e ambiental<\/h3>\n\n\n\n<p>Finalmente, tentou-se dar uma explica\u00e7\u00e3o a partir de uma perspectiva psicossocial e ambiental, argumentando que a DG se desenvolve em situa\u00e7\u00f5es nas quais existe uma <strong>tend\u00eancia ansiosa por parte das crian\u00e7as que se conjuga com um perfil psicopatol\u00f3gico dos pais<\/strong>, acompanhada de outros fatores biol\u00f3gicos como um aspecto feminino nos meninos ou masculino nas meninas<sup>10<\/sup>. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Inconformidade com o sistema bin\u00e1rio<\/h4>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, hipotetizou-se que as crian\u00e7as com DG, na verdade, apresentam uma inconformidade com o sistema bin\u00e1rio (homem\/mulher) imposto na maioria das sociedades<sup>11<\/sup>. No entanto, assim como nos casos anteriores, n\u00e3o est\u00e1 clara a veracidade dessas explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Consequ\u00eancias psicossociais<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Problemas emocionais<\/h3>\n\n\n\n<p>O que est\u00e1 claro \u00e9 que essa situa\u00e7\u00e3o pode ser realmente adversa para os menores e desencadear uma s\u00e9rie de <strong>problemas a n\u00edvel emocional e social<\/strong> que comprometem sua qualidade de vida. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, \u00e9 preciso esclarecer que o sofrimento psicol\u00f3gico associado \u00e0 disson\u00e2ncia entre o sexo e o g\u00eanero que essas crian\u00e7as experimentam \u00e9 diferente e independente dos problemas emocionais decorrentes do rejeitamento social que comumente sofrem tanto as crian\u00e7as quanto os familiares. <\/p>\n\n\n\n<p>Na maioria das vezes, esses menores s\u00e3o incompreendidos pelos outros e tratados como \u201cestranhos\u201d por n\u00e3o serem congruentes com o que est\u00e1 socialmente aceito. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Resposta escolar<\/h4>\n\n\n\n<p>No ambiente escolar, o rejeitamento por parte dos colegas e at\u00e9 dos professores faz com que crian\u00e7as e adolescentes associem o col\u00e9gio a experi\u00eancias negativas e o percebam como um lugar inseguro para eles. Isso, por sua vez, tem como consequ\u00eancia que os menores n\u00e3o queiram ir ou n\u00e3o frequentem o col\u00e9gio, n\u00e3o prestem aten\u00e7\u00e3o em aula ou apresentem problemas de comportamento, o que, finalmente, se traduz em fracasso escolar.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Resposta familiar<\/h4>\n\n\n\n<p>No ambiente familiar, tamb\u00e9m pode haver rejei\u00e7\u00e3o por parte dos pais e\/ou outros familiares, que podem enfrentar a situa\u00e7\u00e3o com ang\u00fastia ou incerteza e n\u00e3o fornecer o apoio de que seus filhos tanto precisam.<\/p>\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Resposta institucional<\/h4>\n\n\n\n<p>A n\u00edvel institucional, esses menores tamb\u00e9m t\u00eam que lidar com obst\u00e1culos no seu dia a dia que, por insignificantes que possam parecer, para eles representam um sofrimento. Por exemplo, at\u00e9 outubro de 2018, a lei de identidade de g\u00eanero de 2007 proibia a altera\u00e7\u00e3o registral de nome e sexo para menores de idade. N\u00e3o foi at\u00e9 ent\u00e3o quando se redigiu uma proposta de lei com o fim de que os menores de idade possam solicitar a altera\u00e7\u00e3o do nome no registro por meio de seus pais ou tutores legais<sup>12<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ansiedade e depress\u00e3o<\/h3>\n\n\n\n<p>Em conjunto, todos esses fatores promovem o desenvolvimento de <strong>sintomas de ansiedade e depress\u00e3o<\/strong> em crian\u00e7as e adolescentes, que nos casos mais extremos pode resultar em suic\u00eddio, como foi o recente caso de Ekai que chocou toda a Espanha<sup>13<\/sup>. De fato, os menores que contam com apoio social e crescem em um ambiente de toler\u00e2ncia s\u00e3o menos propensos a sofrer transtornos emocionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, est\u00e1 documentado que os problemas emocionais diminuem consideravelmente no momento em que os menores iniciam um tratamento. Embora seja um processo longo, o fato de saber que est\u00e3o a caminho de ser quem realmente desejam representa um al\u00edvio para eles<sup>14<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tratamentos<\/h2>\n\n\n\n<p>Trata-se de um processo gradual que consta das seguintes fases<sup>1<\/sup>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Transi\u00e7\u00e3o social<\/strong>: crian\u00e7as e adolescentes adotam um nome e pronomes em conson\u00e2ncia com o g\u00eanero com o qual se identificam, assim como a vestimenta, corte de cabelo, etc.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Supress\u00e3o da puberdade:<\/strong> inicia-se um tratamento com agonistas do horm\u00f4nio liberador de gonadotropina (GnRH) que interrompe o desenvolvimento de caracter\u00edsticas f\u00edsicas e sexuais indesejadas, como pelos faciais em meninos ou o aumento dos seios em meninas, entre outros. Esse tratamento se inicia na adolesc\u00eancia, entre os 12 e os 16 anos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reatribui\u00e7\u00e3o de sexo:<\/strong> por um lado, administram-se horm\u00f4nios sexuais de reatribui\u00e7\u00e3o a partir dos 16 anos e, por outro lado, quando se atinge a maioridade pode-se realizar a cirurgia de confirma\u00e7\u00e3o de g\u00eanero.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image image-interface\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Disforia-de-genero-en-la-infancia-y-la-adolescencia-1-1024x683.webp\" alt=\"Duas silhuetas de perfis humanos, uma em rosa e outra em azul, sobrepostas sobre faixas rosa, azul e branco com s\u00edmbolos de g\u00eanero no interior.\" class=\"wp-image-38879\" style=\"object-fit:cover\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Disforia-de-genero-en-la-infancia-y-la-adolescencia-1-300x200.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Disforia-de-genero-en-la-infancia-y-la-adolescencia-1-768x512.webp 768w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Disforia-de-genero-en-la-infancia-y-la-adolescencia-1-1024x683.webp 1024w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Disforia-de-genero-en-la-infancia-y-la-adolescencia-1.webp 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>As pessoas transg\u00eanero, e em especial os mais pequenos, encontram-se em uma<strong> situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade<\/strong> devido \u00e0 falta de conhecimento por parte da sociedade sobre este tema. As consequ\u00eancias, tal como foram expostas, s\u00e3o diversas e podem ser fatais, por isso, \u00e9 essencial <strong>informar e sensibilizar a popula\u00e7\u00e3o<\/strong> com o objetivo de que essas crian\u00e7as n\u00e3o tenham de pagar pelos pratos quebrados da <strong>intoler\u00e2ncia<\/strong> ao que se considera diferente. O bem-estar e at\u00e9 a vida desses seres humanos est\u00e3o em jogo se n\u00e3o se produzir um<strong> mudan\u00e7a urgente na concep\u00e7\u00e3o da \u201cnormalidade\u201d<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas como se pode lograr isso? Embora n\u00e3o seja um trabalho simples, podemos realizar pequenas a\u00e7\u00f5es que, aos poucos, permitam alcan\u00e7ar o objetivo. Por exemplo, \u00e9 sumamente importante que nas escolas e nas pr\u00f3prias fam\u00edlias se ensine \u00e0s crian\u00e7as todo o leque de possibilidades quanto \u00e0 identidade. Para isso, tamb\u00e9m \u00e9 importante oferecer<strong> sess\u00f5es informativas em associa\u00e7\u00f5es de pais e m\u00e3es<\/strong>, onde, al\u00e9m de explicar o tema a eles, se lhes ensine como explic\u00e1-lo a seus filhos. Em rela\u00e7\u00e3o a isso, tamb\u00e9m seria adequado desenvolver ferramentas, como <strong>contos ou filmes<\/strong> que facilitem a compreens\u00e3o das crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda h\u00e1 muito a percorrer, mas gra\u00e7as \u00e0 luta de muitas pessoas est\u00e3o sendo realizadas iniciativas e alcan\u00e7ados pequenos avan\u00e7os que t\u00eam grande repercuss\u00e3o na situa\u00e7\u00e3o desses menores.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-sm-font-size\">\n<li>Trujillo MA, Tabaac AR, Wall CSJ. Disforia de g\u00eanero em crian\u00e7as. Em Arango-Lasprilla JC, Romero I, Hewitt N, Rodr\u00edguez-Irizarry W. Transtornos psicol\u00f3gicos e neuropsicol\u00f3gicos na inf\u00e2ncia. M\u00e9xico: Manual Moderno; 2018. 197-212.<\/li>\n\n\n\n<li>Ristori J, Steensma TD. Gender dysphoria in childhood. Int Rev Psychiatry. 2016;28(1):13-20.<\/li>\n\n\n\n<li>American Psychiatric Association. (2013).&nbsp;<em>Diagnostic and statistical manual of mental disorders (DSM-5\u00ae)<\/em>. American Psychiatric Pub.<\/li>\n\n\n\n<li>Swaab DF, Garc\u00eda-Falgueras A. Sexual differentiation of the human brain in relation to the gender identity and sexual orientation. Funct Neurol. 2009;24(1):17.<\/li>\n\n\n\n<li>Clemens B, Junger J, Pauly K, Neulen J, Neuschaefer-Rube C, Fr\u00f6lich D. Male-to-female gender dysphoria: Gender-specific differences in resting-state networks. 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Eur Child Adolesc Psychiatry. 2007 Aug;16(5):309-15.<\/li>\n\n\n\n<li>Cruz TM. Assessing access to care for transgender and gender nonconforming people: a consideration of diversity in combating discrimination.Soc Sci Med. 2014 Jun;110:65-73.<\/li>\n\n\n\n<li>Rader DJ, Hobbs HH. Transtornos do metabolismo das lipoprote\u00ednas. Em: Barnes PJ. Longo DL, Fauci AS, et al, editores. Harrison principios de medicina interna. Vol 2. 18a ed. M\u00e9xico: McGraw\u2010Hill; 2012. p. 3145\u20103161.<\/li>\n\n\n\n<li>Benito E. Justi\u00e7a facilitar\u00e1 que os menores trans mudem o nome no registro. <em>El Pa\u00eds<\/em>. 20118. Recuperado de: https:\/\/elpais.com\/sociedad\/2018\/10\/17\/actualidad\/1539779587_691507.html<\/li>\n\n\n\n<li>N. Ekai, o menino transexual que se suicidou ap\u00f3s uma adolesc\u00eancia esperando seus horm\u00f4nios. <em>El Espa\u00f1ol<\/em>. 2017. Recuperado de: https:\/\/www.elespanol.com\/reportajes\/20180217\/ekai-nino-transexual-suicido-adolescencia-esperando-hormonas\/285472481_0.html<\/li>\n\n\n\n<li>de Vries AL, McGuire JK, Steensma TD, Wagenaar EC, Doreleijers TA, Cohen-Kettenis PT. Young adult psychological outcome after puberty suppression and gender reassignment. Pediatrics. 2014 Oct;134(4):696-704.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se voc\u00ea gostou deste artigo sobre a disforia de g\u00eanero na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia, talvez tamb\u00e9m lhe interessem as seguintes entradas:<\/h3>\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1\/1;--columns-sm:1\/1;--columns-md:1\/3;--columns-lg:1\/3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-formacao tag-neuropsicologia tag-trastornos-del-neurodesarrollo\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Por que fazer um Mestrado em Neuropsicologia Infanto-juvenil?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/formacao\/mestre-em-neuropsicologia-infanto-juvenil\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"284\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Cartel-4o-MASTER-Neuropsicologia-INFANTO-JUVENIL-2.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Cartaz promocional de um Mestrado em Neuropsicologia Infantojuvenil com iconografia educativa, figura infantil e c\u00e9rebro.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Cartel-4o-MASTER-Neuropsicologia-INFANTO-JUVENIL-2-300x213.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/Cartel-4o-MASTER-Neuropsicologia-INFANTO-JUVENIL-2-768x546.webp 768w, 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frontotemporal: A import\u00e2ncia da psicoeduca\u00e7\u00e3o para os familiares\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/doencas-neurodegenerativas\/compreendendo-a-demencia-frontotemporal-a-importancia-da-psicoeducacao-para-os-familiares\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"267\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/Comprendiendo-la-demencia-frontotemporal-La-importancia-de-la-psicoeducacion-para-los-familiares-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Neuropsic\u00f3loga conversa com uma fam\u00edlia em um ambiente cl\u00ednico, ilustrando psicoeduca\u00e7\u00e3o para a dem\u00eancia frontotemporal.\" 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itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-cognicao-social\/atividade-para-identificar-emocoes\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"283\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Actividad-para-identificar-emociones-de-NeuronUP-Adivinas-la-cara-1-1-1.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Grupo de crian\u00e7as felizes em uma cena esportiva; v\u00e1rias caras mostram emo\u00e7\u00f5es (felizes, neutras, tristes) e uma cara coberta para inferir a emo\u00e7\u00e3o.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Actividad-para-identificar-emociones-de-NeuronUP-Adivinas-la-cara-1-1-1-300x212.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Actividad-para-identificar-emociones-de-NeuronUP-Adivinas-la-cara-1-1-1-768x543.webp 768w, 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tag-neuropsicologia\" style=\"--entry-index:5;\" aria-label=\"A cl\u00ednica neuropsicol\u00f3gica: o que \u00e9, metodologia e objetivos\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurociencia\/neuropsicologia\/a-clinica-neuropsicologica-que-e-metodologia-e-objetivos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"200\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/una-nina-trabajando-con-NeuronUP.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Menina sentada frente a um notebook, com uma faixa na cabe\u00e7a, interagindo com o NeuronUP.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/una-nina-trabajando-con-NeuronUP-300x150.webp 300w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/una-nina-trabajando-con-NeuronUP-768x384.webp 768w, 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tag-noticias-de-neuronup\" style=\"--entry-index:6;\" aria-label=\"Ficha para trabalhar a mem\u00f3ria sem\u00e2ntica em crian\u00e7as: Como \u00e9 cada coisa?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/atividades-de-neurorreabilitacao\/para-funcoes-cognitivas\/de-memoria\/ficha-para-trabalhar-a-memoria-semantica-em-criancas-como-e-cada-coisa\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"269\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Captura-de-pantalla-2023-05-03-a-las-22.39.46.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Ficha educativa de mem\u00f3ria sem\u00e2ntica para crian\u00e7as: a palavra &#039;sorvete&#039; aparece na parte superior e s\u00e3o mostradas as a\u00e7\u00f5es: toca, cheira e saboreia, em um fundo azul.\" 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trabalhar a mem\u00f3ria sem\u00e2ntica em crian\u00e7as: Como \u00e9 cada coisa?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabe o que \u00e9 a disforia de g\u00eanero? E as causas, tratamentos e consequ\u00eancias psicossociais que essas pessoas vivenciam? A neuropsic\u00f3loga Daniela Ramos explica para voc\u00ea neste artigo. Diferen\u00e7a entre sexo e g\u00eanero Uma pessoa transg\u00eanero \u00e9 aquela que sente uma dison\u00e2ncia entre o sexo biol\u00f3gico e sua identidade de g\u00eanero. Muitas vezes, os &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":274,"featured_media":38876,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","footnotes":""},"categories":[687],"tags":[752],"class_list":{"2":"type-post","7":"category-disforia-de-genero","8":"tag-ninos","9":"entry"},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/274"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11099"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11099\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49760,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11099\/revisions\/49760"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38876"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}