{"id":52298,"date":"2026-09-07T09:06:08","date_gmt":"2026-09-07T07:06:08","guid":{"rendered":"https:\/\/neuronup.com\/br\/?page_id=52298"},"modified":"2026-09-07T09:06:10","modified_gmt":"2026-09-07T07:06:10","slug":"dislexia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/neuronup.com\/br\/neurorreabilitacao\/perturbacoes-do-neurodesenvolvimento\/dislexia\/","title":{"rendered":"Dislexia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>dislexia<\/strong> \u00e9 uma <strong>dificuldade espec\u00edfica de aprendizagem<\/strong> que afeta sobretudo a <strong>leitura<\/strong> e a <strong>escrita<\/strong>. N\u00e3o significa falta de intelig\u00eancia, desinteresse nem \u201cver as letras ao contr\u00e1rio\u201d. Seu n\u00facleo est\u00e1 na <strong>dificuldade persistente para ler com precis\u00e3o, flu\u00eancia e boa ortografia<\/strong>, mesmo quando o ensino recebido foi adequado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, a <strong>dislexia<\/strong> \u00e9 entendida como um <strong>transtorno do neurodesenvolvimento<\/strong> inclu\u00eddo entre os <strong>transtornos espec\u00edficos da aprendizagem<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quantas pessoas s\u00e3o afetadas?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>preval\u00eancia<\/strong> \u00e9 estimada em uma m\u00e9dia de <strong>7,1%<\/strong> entre crian\u00e7as em idade escolar de <strong>6 a 13 anos<\/strong>. Tamb\u00e9m foram observados mais casos em <strong>meninos<\/strong> do que em <strong>meninas<\/strong>, embora haja bastante variabilidade entre os estudos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <strong>adultos<\/strong>, os n\u00fameros costumam parecer menores, n\u00e3o porque a <strong>dislexia desapare\u00e7a<\/strong>, mas porque historicamente ela foi <strong>menos diagnosticada<\/strong>. Isso sugere que hoje ela \u00e9 <strong>mais bem detectada<\/strong> do que d\u00e9cadas atr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ela se manifesta da mesma forma em todos os idiomas?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o exatamente. A <strong>dislexia<\/strong> existe em diferentes <strong>l\u00ednguas<\/strong>, mas nem sempre \u00e9 percebida da mesma maneira. Em idiomas com <strong>ortografias transparentes<\/strong>, como o <strong>espanhol<\/strong>, geralmente h\u00e1 menos erros graves de <strong>precis\u00e3o<\/strong> \u00e0 medida que a aprendizagem avan\u00e7a, mas os problemas de <strong>flu\u00eancia<\/strong> e <strong>ortografia<\/strong> podem persistir. Em <strong>ortografias opacas<\/strong>, como o <strong>ingl\u00eas<\/strong>, a precis\u00e3o da leitura costuma ser afetada por mais tempo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o perfil t\u00edpico?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora cada pessoa seja diferente, h\u00e1 caracter\u00edsticas que aparecem com frequ\u00eancia:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Dificuldade para <strong>decodificar<\/strong> e reconhecer palavras com rapidez e precis\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas de <strong>ortografia<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Fragilidades no <strong>processamento fonol\u00f3gico<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Em alguns casos, dificuldades na <strong>nomea\u00e7\u00e3o r\u00e1pida<\/strong> e na <strong>automatiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um ponto importante: a <strong>dislexia<\/strong> n\u00e3o se reduz a <strong>confundir letras<\/strong> ou escrev\u00ea-las em espelho. Essas invers\u00f5es podem aparecer em muitas crian\u00e7as no in\u00edcio da alfabetiza\u00e7\u00e3o. O que define a <strong>dislexia<\/strong> \u00e9 a <strong>persist\u00eancia<\/strong> das dificuldades de leitura e escrita e seu impacto na vida <strong>acad\u00eamica<\/strong> ou <strong>funcional<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Comorbidades frequentes<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>dislexia<\/strong> costuma coexistir com outros <strong>transtornos do neurodesenvolvimento<\/strong>. As associa\u00e7\u00f5es mais relevantes s\u00e3o com:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>TDAH<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Transtorno do desenvolvimento da linguagem<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Discalculia<\/strong> ou dificuldades matem\u00e1ticas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso \u00e9 importante porque, quando a <strong>dislexia<\/strong> \u00e9 identificada, tamb\u00e9m \u00e9 recomend\u00e1vel avaliar a <strong>aten\u00e7\u00e3o<\/strong>, a <strong>linguagem oral<\/strong> e o <strong>desempenho matem\u00e1tico<\/strong> para ajustar melhor a <strong>interven\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que ela ocorre?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As evid\u00eancias atuais mostram que a <strong>dislexia<\/strong> \u00e9 <strong>multifatorial<\/strong>. N\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica causa. Est\u00e3o envolvidos fatores <strong>gen\u00e9ticos<\/strong>, diferen\u00e7as no funcionamento de <strong>redes cerebrais<\/strong> relacionadas \u00e0 leitura e fatores <strong>ambientais<\/strong>, como a qualidade do ensino e o acesso a apoios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na <strong>gen\u00e9tica<\/strong>, os estudos mais recentes apontam para uma <strong>arquitetura polig\u00eanica<\/strong>: muitas pequenas variantes gen\u00e9ticas contribuem para o risco, em vez de existir um \u201c<strong>gene da dislexia<\/strong>\u201d. Tamb\u00e9m foram encontradas rela\u00e7\u00f5es com outros perfis do neurodesenvolvimento, como o <strong>TDAH<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na <strong>neuroimagem<\/strong>, as diferen\u00e7as costumam estar localizadas na <strong>rede de leitura do hemisf\u00e9rio esquerdo<\/strong>, sobretudo em \u00e1reas <strong>occipitotemporais<\/strong>, <strong>temporoparietais<\/strong> e <strong>frontais inferiores<\/strong>. Ainda assim, esses achados servem para compreender <strong>tend\u00eancias de grupo<\/strong>, n\u00e3o para <strong>diagnosticar<\/strong> uma pessoa espec\u00edfica por meio de um exame cerebral.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais interven\u00e7\u00f5es funcionam melhor?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As evid\u00eancias mais s\u00f3lidas respaldam o <strong>ensino expl\u00edcito<\/strong>, <strong>sistem\u00e1tico<\/strong> e <strong>estruturado<\/strong> da leitura. Isso inclui o trabalho direto com <strong>correspond\u00eancias grafema-fonema<\/strong>, <strong>consci\u00eancia fonol\u00f3gica<\/strong>, <strong>decodifica\u00e7\u00e3o<\/strong>, <strong>pr\u00e1tica guiada<\/strong> e <strong>monitoramento cont\u00ednuo do progresso<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados costumam ser melhores quando o apoio come\u00e7a <strong>cedo<\/strong> e tem intensidade suficiente. Por outro lado, os programas <strong>multissensoriais<\/strong> do tipo <strong>Orton-Gillingham<\/strong> t\u00eam evid\u00eancias mais incertas. Isso n\u00e3o significa que n\u00e3o possam ajudar, mas que o <strong>r\u00f3tulo do m\u00e9todo<\/strong> n\u00e3o garante efic\u00e1cia se n\u00e3o houver <strong>boa qualidade instrucional<\/strong> por tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Progn\u00f3stico<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>dislexia<\/strong> costuma ser <strong>persistente<\/strong>, mas muda com a idade. Na <strong>inf\u00e2ncia<\/strong>, predominam os problemas de <strong>decodifica\u00e7\u00e3o<\/strong> e <strong>precis\u00e3o<\/strong>. Mais tarde, muitas pessoas melhoram em <strong>exatid\u00e3o<\/strong>, mas continuam apresentando dificuldades de <strong>flu\u00eancia<\/strong>, <strong>ortografia<\/strong>, <strong>velocidade de leitura<\/strong> e <strong>carga de trabalho acad\u00eamico ou profissional<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na <strong>vida adulta<\/strong>, o impacto n\u00e3o desaparece: pode afetar os <strong>estudos<\/strong>, o <strong>trabalho<\/strong> e a <strong>participa\u00e7\u00e3o social<\/strong>. Por isso, cada vez mais se insiste em abordagens de apoio ao longo de <strong>toda a vida<\/strong>, n\u00e3o apenas na fase escolar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sinais de alerta por idade<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como vimos, a melhor resposta diante da <strong>dislexia<\/strong> \u00e9 agir cedo. Embora o diagn\u00f3stico definitivo geralmente seja realizado a partir dos <strong>7 ou 8 anos<\/strong> (quando j\u00e1 houve instru\u00e7\u00e3o de leitura suficiente), existem <strong>sinais de alerta precoces<\/strong> que permitem intervir de forma preventiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esses sinais variam \u00e0 medida que a crian\u00e7a cresce e as exig\u00eancias do ambiente mudam:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Educa\u00e7\u00e3o infantil (3 a 5 anos)<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nessa fase, a leitura ainda n\u00e3o \u00e9 ensinada formalmente, mas s\u00e3o estabelecidas as bases da <strong>linguagem oral<\/strong> e da <strong>consci\u00eancia fonol\u00f3gica<\/strong>. Os sinais a observar incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Atraso no desenvolvimento da <strong>fala<\/strong> ou dificuldade recorrente para pronunciar palavras longas ou novas.<\/li>\n\n\n\n<li>Dificuldade para aprender ou lembrar <strong>rimas infantis<\/strong> e can\u00e7\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas para memorizar sequ\u00eancias cotidianas, como os dias da semana, ou para nomear rapidamente <strong>cores<\/strong>, <strong>n\u00fameros<\/strong> ou <strong>letras<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Dificuldade para separar as palavras em <strong>s\u00edlabas<\/strong> batendo palmas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">In\u00edcio do ensino fundamental (6 a 8 anos)<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 a etapa cr\u00edtica da <strong>alfabetiza\u00e7\u00e3o<\/strong>, em que as crian\u00e7as enfrentam o desafio da <strong>decodifica\u00e7\u00e3o<\/strong>. Os sinais mais evidentes s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Dificuldade persistente para associar uma <strong>letra<\/strong> ao seu <strong>som<\/strong> (correspond\u00eancia grafema-fonema).<\/li>\n\n\n\n<li>Leitura muito laboriosa, com pausas constantes, erros de omiss\u00e3o (pular letras) ou adivinha\u00e7\u00e3o de palavras pelo contexto.<\/li>\n\n\n\n<li>Aparecimento de <strong>invers\u00f5es<\/strong> (como confundir \u201cb\u201d e \u201cd\u201d ou \u201cp\u201d e \u201cq\u201d). Embora sejam comuns em todas as crian\u00e7as no in\u00edcio da aprendizagem, na <strong>dislexia<\/strong> essas confus\u00f5es s\u00e3o muito mais <strong>persistentes<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Recusa ou <strong>ansiedade<\/strong> ao ler em voz alta, frequentemente acompanhada de queixas som\u00e1ticas (dor de cabe\u00e7a ou de barriga) ao fazer a li\u00e7\u00e3o de casa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Anos finais do ensino fundamental e ensino m\u00e9dio (9 anos em diante)<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nessa idade, espera-se que a leitura seja uma ferramenta para aprender outras mat\u00e9rias. Quando h\u00e1 <strong>dislexia<\/strong>, os problemas de precis\u00e3o podem diminuir, mas surgem outros desafios:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Leitura <strong>lenta<\/strong> e falta de <strong>flu\u00eancia<\/strong>, o que exige um esfor\u00e7o mental exaustivo.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas de <strong>compreens\u00e3o leitora<\/strong>, n\u00e3o por falta de capacidade, mas porque todos os recursos cognitivos s\u00e3o consumidos pelo esfor\u00e7o de decodificar.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ortografia<\/strong> muito deficiente e desorganizada, mesmo ao copiar textos da lousa ou de um livro.<\/li>\n\n\n\n<li>Dificuldade significativa para aprender <strong>l\u00ednguas estrangeiras<\/strong>, especialmente aquelas com ortografias opacas, como o <strong>ingl\u00eas<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Queda da <strong>autoestima acad\u00eamica<\/strong>, com a sensa\u00e7\u00e3o de que seu esfor\u00e7o n\u00e3o se reflete nas notas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ideias-chave<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>dislexia<\/strong> n\u00e3o \u00e9 um problema de <strong>intelig\u00eancia<\/strong>, mas uma dificuldade <strong>espec\u00edfica<\/strong> e <strong>persistente<\/strong> na <strong>leitura<\/strong> e na <strong>escrita<\/strong>. Afeta aproximadamente <strong>1 em cada 14 crian\u00e7as em idade escolar<\/strong>, embora os n\u00fameros variem de acordo com o crit\u00e9rio utilizado. Sua origem \u00e9 <strong>multifatorial<\/strong>, com base <strong>gen\u00e9tica<\/strong>, <strong>neurobiol\u00f3gica<\/strong> e <strong>ambiental<\/strong>. A melhor resposta n\u00e3o \u00e9 esperar, mas <strong>identificar precocemente<\/strong>, <strong>ensinar com m\u00e9todos baseados em evid\u00eancias<\/strong> e oferecer <strong>apoios razo\u00e1veis e acess\u00edveis<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>dislexia<\/strong> requer uma <strong>avalia\u00e7\u00e3o precisa<\/strong> e uma <strong>interven\u00e7\u00e3o estruturada baseada em evid\u00eancias<\/strong>, especialmente para adaptar o tratamento \u00e0s necessidades de cada usu\u00e1rio. Nesse contexto, ferramentas digitais como a <strong>NeuronUP Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong> permitem que os profissionais realizem uma <strong>avalia\u00e7\u00e3o cognitiva completa<\/strong>, identificando dificuldades em processos fundamentais como <strong>leitura<\/strong>, <strong>aten\u00e7\u00e3o<\/strong> ou <strong>mem\u00f3ria<\/strong>. Al\u00e9m disso, a plataforma facilita o planejamento de <strong>programas de interven\u00e7\u00e3o personalizados<\/strong>, com atividades espec\u00edficas para trabalhar a <strong>consci\u00eancia fonol\u00f3gica<\/strong>, a <strong>decodifica\u00e7\u00e3o<\/strong> e a <strong>flu\u00eancia leitora<\/strong>, otimizando assim o processo de <strong>reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong> em pessoas com dislexia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:50px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Artigos sobre Dislexia<\/h2>\n\n\n<div class=\"mai-grid entries entries-grid has-boxed has-image-full\" style=\"--entry-title-font-size:var(--font-size-lg);--align-text:start;--entry-meta-text-align:start;\"><div class=\"entries-wrap has-columns\" style=\"--columns-xs:1 \/ 1;--columns-sm:1 \/ 1;--columns-md:1 \/ 3;--columns-lg:1 \/ 3;--flex-xs:0 0 var(--flex-basis);--flex-sm:0 0 var(--flex-basis);--flex-md:0 0 var(--flex-basis);--flex-lg:0 0 var(--flex-basis);--column-gap:var(--spacing-lg);--row-gap:var(--spacing-lg);--align-columns:start;\"><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-dislexia tag-actividades-de-estimulacion-cognitiva tag-dislexia\" style=\"--entry-index:1;\" aria-label=\"Dislexia: o que \u00e9, sinais, tipos e exerc\u00edcios para pessoas com dislexia\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/dislexia\/dislexia-o-que-e-sintomas-tipos-e-exercicios-para-dislexicos\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/NeuronUP-Actividad-Formando-Palabras-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Atividade da NeuronUP para formar palavras em fundo marinho, com bolhas que mostram as letras C O S M, peixes, contador de cora\u00e7\u00f5es e bot\u00e3o Finalizar (1\/5).\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/NeuronUP-Actividad-Formando-Palabras-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/NeuronUP-Actividad-Formando-Palabras-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/dislexia\/dislexia-o-que-e-sintomas-tipos-e-exercicios-para-dislexicos\/\" rel=\"bookmark\">Dislexia: o que \u00e9, sinais, tipos e exerc\u00edcios para pessoas com dislexia<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><article class=\"entry entry-grid is-column has-entry-link has-image has-image-first type-post category-transtornos-do-desenvolvimento tag-dislexia tag-tdah tag-trastornos-del-neurodesarrollo\" style=\"--entry-index:2;\" aria-label=\"Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre o TDAH e a dislexia?\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/CreativeWork\"><a class=\"entry-image-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/qual-e-a-relacao-entre-tdah-e-dislexia\/\" tabindex=\"-1\" aria-hidden=\"true\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Que-relacion-hay-entre-el-TDAH-y-la-Dislexia-Marta-Chans-Sanchez-NeuronUP-400x300.webp\" class=\"entry-image size-landscape-sm\" alt=\"Menina pequena sentada frente a uma mesa, concentrada enquanto escreve em um caderno com l\u00e1pis azul; veste camiseta verde e h\u00e1 uma planta junto \u00e0 janela.\" srcset=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Que-relacion-hay-entre-el-TDAH-y-la-Dislexia-Marta-Chans-Sanchez-NeuronUP-400x300.webp 400w, https:\/\/neuronup.com\/br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/Que-relacion-hay-entre-el-TDAH-y-la-Dislexia-Marta-Chans-Sanchez-NeuronUP-800x600.webp 800w\" sizes=\"(max-width:599px) 599px, (min-width:600px) and (max-width: 799px) 799px, (min-width:800px) and (max-width: 999px) 333px, (min-width:1000px) 400px\" \/><\/a><div class=\"entry-wrap entry-wrap-grid\"><h3 class=\"entry-title\" itemprop=\"headline\"><a class=\"entry-title-link\" href=\"https:\/\/neuronup.com\/br\/noticias-de-estimulacao-cognitiva\/transtornos-do-desenvolvimento\/qual-e-a-relacao-entre-tdah-e-dislexia\/\" rel=\"bookmark\">Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre o TDAH e a dislexia?<\/a><\/h3>\n<\/div><\/article><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A dislexia \u00e9 uma dificuldade espec\u00edfica de aprendizagem que afeta sobretudo a leitura e a escrita. 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